{"help": "https://dadosabertos.capes.gov.br/ro/api/3/action/help_show?name=datastore_search", "success": true, "result": {"include_total": true, "limit": 100, "records_format": "objects", "resource_id": "50af4bb1-1257-447e-aa6f-8cf8fd85de44", "total_estimation_threshold": null, "records": [{"_id":1,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"263*****204","Autor":"ALAYDE ALFAIA BARBOSA","TituloTese":"\"GEOCRONOLOGIA Pb-Pb E Rb-Sr DAS ROCHAS GRANÍTICAS DA REGIÃO DE REDENÇÃO, SUDESTE DO ESTADO DO PARÁ\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-01-01T00:00:00","PalavrasChave":"ROCHAS GRANÍTICAS-Redenção(PA), Rb-Sr, Pb-Pb, GEOCRONOLOGIA","Volume":1,"NumeroPaginas":115,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este trabalho apresenta resultados geocronológicos Rb-Sr e Pb-Pb em rocha total e minerais obtidos para rochas graníticas arqueanas e proterozóicas da região de Redenção, localizadas no sudeste do Estado do Pará, ao sul da Província Mineral de Carajás. Foram estudadas amostras caracterizados como pertecentes ao Tonalito Arco Verde, Granito tipo Mata Surrão, e ao Granito Redenção. Para o Tonalito Arco Verde  foram obidas idades convencionais Rb-Sr em biotitas de +/- 48 Ma (1 sigma) e 2143 +/- 50 Ma (1 sigma), e pelo método pb-Pb emr rocha total a idade determinada doi de 2872 +/- 25 Ma (1 sigma). O Monzogranito tipo Mata Surrão forneceu idade Rb-Sr em biotitas de 2055 +/- 59 Ma (1 sigma) e 2112 +/- 40 Ma (1 sigma), e 2894 +/- 19 Ma (1 sigma) pelo método Pb-Pb em rocha total. Ao sul da Serra do Inajá ocorrem corpos de composição monzogranítica, anteriormente referidos na literatura como Suíte Intrusiva Rio Dourado, com suposta idade de proterozóica. De acordo com os resultados geocronológicos Pb-Pb, interpretados como representativos da idade de cristalização dos corpos estudados, a ocorrência de granitóides arqueanos similares àqueles encontrados nos terrenos granito-greenstone da região de Rio Maria, onde os mesmos foram datados em torno de 2,87 Ga, se estende também na região de Redenção ao sul da Província Mineral de Carjás. As idades Rb-Sr em minerais, a exemplo do que ocorre em toda a Província Mineral de Carajás, são relativas a reabertura do sistema Rb-Sr provocada pelo evento térmico proterozóico associada à intrusão dos granitos anorogênicos. Os resultados Pb-Pb e Rb-Sr para o Granito Redenção indicam que este corpo pertence ao mesmo evento magmático, em torno de 1,87-1,89 Ga, que os demais granitos anorogênicos da Província Mineral de Carajás, levando a uma revisão da cromoestratigrafia do Proterozóico da região de Redenção.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(293*****287)","Orientador_1":"JEAN-MICHEL LAFON","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":2,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"047*****220","Autor":"CLÁUDIO NERY LAMARÃO","TituloTese":"\"ESTUDO PETROLÓGICO E DAS MINERALIZAÇÕES DE GRANITÓIDES SANTA LUZIA NA REGIÃO DE PARAÍSO DO TOCANTINS (TO)\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-03-01T00:00:00","PalavrasChave":"GRANITÓDES STA LUZIA, GRANITOS PEGMATÓIDES, TURMALINA","Volume":1,"NumeroPaginas":117,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Os granitóides Sta. Luzia estão localizados na região de Paraíso do Tocantins e consistem em diversos pequenos stocks, diques, lentes e veios de rochas alojados nos xistos do Grupo Estrondo, Supergrupo Baixo Araguaia, concordante a discordantemente com a estruturação geral submeridiana desta unidade. Muscovita-biotita granodiorito, biotita-muscovita-granodiorito, muscovita-biotita monzogranito, muscovita monzogranito e granito pegmatóide são os litotipos individualizados neste trabalho. São rochas homogêneas, leucocráticas, peraluminosas e constituídas essencialmente de quartzo, oligoclásio, microlina, muscovita e biotita. Contêm ainda apatita, zircão, turmalina, granada e, mais raramente, opacos como minerais acessórios principais. Argilo-minerais, sericita, clorita, e epidoto são os minerais de alteração mais comuns. O estudo comparativo entre os granitóides Sta. Luzia e os granitóides da porção Norte do Cinturão Araguaia mostra uma forte semelhança mineralógica, textural e geoquímica entre essas rochas. Admite-se, com base nessas analogias, a existência de um extenso magmatismo granítico brasileiro neste cinturão, com as melhores exposiçòes localizadas na região do Pararaíso do Tocantins. A mineralização associada ao granito pegmatóide, aos corpos pegmatíticos e a veios de quartzo e é constituída basicamente de turmalina preta, berilo, granada e muscovita. O estudo geoquímico do berilo do pegmatito do Morro do Catingueiro mostra que este mineral é pobre em álcalis raros (Li, Rb, Cs). Tal fato indica tratar-se de um corpo pegmatítico pouco fracionado correspondendo ao tipo \"pegmatito a berilo\". A composição das turmalinas mostra uma diminuição dos teores de Mg, Ca, Ti e Sr e um aumento de Fe e Mn na turmalina do pegmatito em relação a do granito, isto é, ummdeslocamento para o polo schorlita. A turmalina do veio de quartzo apresenta teores mais elevados de Mg, Ca, Sr, Ga e Sn e mais baixos de Fe e Mn do que as outras turmalinas estudadas e se enquadra composicionalmente na categoria de turmalina hidrotermal. O elevado teor de Mg dessa turmalina é atribuído sobretudo à interaçã de fluidos magmáticos com os metassedimentos encaixantes e à remobilização desse elemento das biotitas.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(023*****234)","Orientador_1":"BASILE KOTSCHOUBEY","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":3,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"228*****215","Autor":"MARCOS AURÉLIO ARAÚJO FERREIRA","TituloTese":"\"ESTUDOS GEOLÓGICOS NA FAIXA DE ALTO GRAU DE CARIRÉ, NOROESTE DO ESTADO DO CEARÁ\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-06-01T00:00:00","PalavrasChave":"GEOLOGIA, CARIRÉ, CEARÁ, CISALHAMENTO","Volume":1,"NumeroPaginas":120,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Na região à SSE do lineamento Sobral-Pedro II, entre as cidades de Jaibaras e Cariré,no noroeste do Estado do Ceará, estão presentes conjuntos litológicos de alto grau metamórfico, representadosm por granulíticos máficos a enderbítico, ortognaises tonalíticos migmatizados, e anfíbolitos, além de rochas de paraderivação, que compreendem gnaisses kinnzigíticos, biotita-muscovita gnaisses com sillimsnita, cálcio-silicáticas gnaissificadas ou não, e xistos. Milonitos e ultramilonitos foram gerados associados à zonas de cisalhamento dúcteis. Pequenos corpos graníticos foliados ou não, com frequência, estão alojados nesse complexo gnáissico-migmatítico. A integração dos resultados levantados juntamente com aqueles já disponíveis, permite compor um quadro evolutivo da área, vinculado à atuação de um cisalhamento dúctil não-coaxial dextral, ocorrido em condições metamóficas de alto grau, durante o Evento tecto-termal Transamazônico. Os efeitos da atuação do Ciclo Brasiliano se fazem presente, configurados na reativação de antigas anisotropias sinistrais. A extensiva granitogênese da região, na área é marcada pela colocação de corpos ígneos e diques, muitas vezes vinculada a zonas de transcorrências, reflexo, possivelmente, da transtensão ao qual relaciona-se o desenvolvimento da Bacia do Jaibaras.","LinhaPesquisa":"GEOLOGIA ESTRUTRAL E GEOTECTÔNICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(028*****200)","Orientador_1":"LUÍS ERCÍLIO DO CARMO FARIA JR.","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":4,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"12001015002P7","Regiao":"NORTE","Uf":"AM","SiglaIes":"UFAM","NomeIes":"Universidade Federal do Amazonas","NomePrograma":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"192*****200","Autor":"Túlio de Orleans Gadelha Costa","TituloTese":"CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO FITOQUÍMICO DO GÊNERO PROTIUM: P.hebetatum (Burseraceae).","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-03-01T00:00:00","PalavrasChave":"Fitoq;Burser;Protium hebat;Terpen pent;Ester;Cumarina","Volume":1,"NumeroPaginas":69,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da Universidade do Amazonas","Idioma":"Português","ResumoTese":"São apresentados os resultados do estudo fitoquímico do caule de Protium hebatatum, realizado através de técnicas cromatográficas e espectrométricas, do qual foram isoladas e identificadas, uma mistura de natureza ternepenoídica constituída de alfa e beta-amirina, uma mistura de natureza esteroidal constituída de campesterol, estigmasterol e beta-sitosterol, uma sulfona, a difenilsulfona e uma cumarina, a escopoletina.","LinhaPesquisa":"Fitoquímica de Plantas da Amazônia","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(026*****253)","Orientador_1":"Wilson Wolter Filho","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":5,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"12001015002P7","Regiao":"NORTE","Uf":"AM","SiglaIes":"UFAM","NomeIes":"Universidade Federal do Amazonas","NomePrograma":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"475*****268","Autor":"Jorge Luís Lopez Lozano","TituloTese":"ATIVIDADE ANTIOFÍDICA DE Swartzia corrugata Benth: QUÍMICA E FARMACOLOGIA.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-03-01T00:00:00","PalavrasChave":"Swartzia Corrugata;Plan Antevenenos Serpen;Brothrops atrox","Volume":1,"NumeroPaginas":158,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da Universidade do Amazonas","Idioma":"Português","ResumoTese":"O extrato de acetato de etila obtido da madeira de Swartzia corrugata B. apresentou atividade neutralizante das atividades letal, hemorrágica, necrosante e coagulante do veneno de Bothrops atrox.  Na fração ativa foram detectadas a presença de flavonóides e triterpenos, e por CG-EM foram identificados a lupenona e (24)-4-estigmaten-3-ona.","LinhaPesquisa":"Farmacologia de Produtos Naturais","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(032*****234)","Orientador_1":"Maria Nilce de Sousa Ribeiro","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":6,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"12001015002P7","Regiao":"NORTE","Uf":"AM","SiglaIes":"UFAM","NomeIes":"Universidade Federal do Amazonas","NomePrograma":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"CO3*****15","Autor":"Glória  Susunaga Susunaga","TituloTese":"ESTUDO QUÍMICO E BIOLÓGICO DA RESINA PRODUZIDA PELA ESPÉCIE Protium heptaphyllum March. (BURSERACEAE).","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-03-01T00:00:00","PalavrasChave":"Resina;Protium heptaphyllum March;Burser;Analgesia;Terpenos","Volume":1,"NumeroPaginas":163,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da Universidade do Amazonas","Idioma":"Português","ResumoTese":"O estudo dos componentes químicos de refina de Protium heptaphyllum, através de fracionamento por marcha química e cromatografia em coluna de sílica dos componentes livres de ácidos,  conduziu a identificação através da análise de espectros no I.V., H-RMN e CG-EM, ponto de fusão e dados da literatura, dos triterpenos alfa e beta-amirina, taraxastan-3, 20-diol, taraxastan-3-oxo-20-ol, friedelina e 3beta-24-diidroxi-urs-12-eno...          O extrato etéreo, a fração neutra, a mistura de alfa e beta-amirina e uma mistura de triterpenos foram utilizados em testes de atividade analgésica utilizando como modelos para dor em camundongos, os testes de contorsões, formalina e prato quente, com reversão do efeito pela naloxona. Os resultados indicaram uma boa atividade analgésica do tipo não opióide.","LinhaPesquisa":"Fitoquímica de Plantas da Amazônia","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(129*****791)","Orientador_1":"Arnaldo Felisberto Imbiriba da Rocha","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":7,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016006P0","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"260*****220","Autor":"Samuel Moura Soares","TituloTese":"TEMPO DE ATRASO QUÂNTICO","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-08-01T00:00:00","PalavrasChave":"POTENCIAL DEGRAU - PARTÍCULA - INTERVALO DE TEMPO","Volume":1,"NumeroPaginas":45,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO MESTRADO EM FÍSICA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este trabalho, trata do problema da reflexão de uma partícula quântica num potencial degrau...Do conhecimento da Mecânica Quântica, sabemos que uma partícula analisada classicamente que incide num potencial e reflete instantâneamente, pois não são consideradas suas características ondulatórias. Porém, uma partícula quântica ao incidir no potencial degrau interage com o mesmo durante um certo intervalo de tempo. O cálculo analítico desse intervalo de tempo está na literatura desenvolvido por COHEN et al. No entanto, neste trabalho por causa do princípio da incerteza de Heisemberg, o autor adota um pacote de largura infinita, para que os cálculos sejam possíveis...Desenvolvemos neste trabalho, uma técnica para calcular esse tempo numericamente, através do programa S. KOONIN (CALTECH), que resolve a equação de Schrödinger dependente do tempo.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(026*****249)","Orientador_1":"ANTÔNIO BOULHOSA NASSAR","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(003*****215)","CoOrientador_1":"JOSÉ MARIA FILARDO BASSALO","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":8,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016006P0","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"565*****820","Autor":"ANTONIO VITORINO DE MORAIS","TituloTese":"CARACTERIZAÇÃO DOS ÓELOS DE ANDIROBA, COPAIBA, BABAÇU E BURITI ATRAVÉS DE SUAS PROPRIEDADES DIELÉTRICAS E ÓTICAS","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"ÓLEOS VEGETAIS - CONSTANTE DIELÉTRICA - COEF. DE ABSORÇÃO","Volume":1,"NumeroPaginas":93,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO CURSO DE MESTRADO EM FÍSICA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este trabalho consiste na apresentação das medidas de algumas propriedades físicas (constante dielétrica, resistividade elétrica, rigidez dielétrica, índice de refração e coeficiente de atenuação da luz para os comprimentos de onda de 632 nm e 543 nm, para os óleos de andiroba, copaiba, babaçu e buriti...O interesse em desenvolver este estudo está profundamente ligado a descoberta de novos materiais que possam ter aplicação no mundo tecnológico. Mais especificamente, estudamos propriedades físicas de óleos amazônicos...Foram desenvolvidos sistemas específicos, capazes de efetuar tais medidas, com auxílio também de equipamentos de alta precisão...Os resultados obtidos foram considerados satisfatórios e possuem uma precisão estimada de 0.01% na medidas elétricas e dielétricas e 0.1% nas medidas de propriedades óticas...Dentre os resultados encontrados destacamos as medidas inéditas da constante dielétrica, em função da temperatura, de cada óleo. Encontramos também, para cada óleo, a rigidez dielétrica e a resistividade nas temperaturas 22 C e 30 C, permitindo a caracterização e posterior classificação entre os respectivos óleos, deste ponto de vista...Analogamente às propriedades dielétricas, medimos o coeficiente de atenuação da luz para os comprimentos de onda 632 nm e 543 nm que nos permitiu a caracterização ótica dos óleos com respeito a sua transparência, ficando em ordem crescente de transparência em T = 30 C, e comprimento de onda 632 nm: andiroba (pressão), copaiba, babaçu, buriti e andiroba (cozimento).","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(055*****253)","Orientador_1":"Sanclayton Geraldo Carneiro Moreira","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":9,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016007P7","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"235*****253","Autor":"Davi de Jesus Oliveira","TituloTese":"Constituíntes Químicos de Rauia resinosa (Rutaceae)","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-01-01T00:00:00","PalavrasChave":"Rutaceae, Rauia resinosa, rauianina","Volume":1,"NumeroPaginas":102,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central - UFPA","Idioma":"Português","ResumoTese":"No presente trabalho tratou-se do isolamento e caracterização dos principais metabólitos secundários isolados de Rauia resinosa. O gênero Rauia pertencente a família Rutaceae, sub-família Rutoideae, tribo Cusparieae e sub-tribo Cuspariineae, está sendo estudado quimicamente pela primeira vez neste trabalho...               Foram obtidos seis compostos, um esteróide (beta-sitosterol), uma cumarina inédita (rauianina), três alcalóides (gama-fagarina, esquimianina e lemobilina) e uma flavona (campoferol). As substâncias foram isoladas das folhas e caules a partir de seus respectivos extratos em hexano, diclorometano e metanol. Foram empregadas técnicas clássicas para o isolamento e purificação das substâncias (cromatografia em coluna por via úmida, em camada fina comparativa, em camada fina preparativa e cristalização). A determinação estrutural foi realizada através da análise dos dados obtidos dos espectros nas regiões do ultravioleta, infravermelho, espectrometria de ressonância magnética de próton e carbono-13, espectrometria de massas e difração de raio-X, além de técnicas especiais em ressonância magnética nuclear e comparação com dados da literatura.","LinhaPesquisa":"Análise de Extratos Orgânicos e Aquosos de Plantas","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(069*****204)","Orientador_1":"Alberto Cardoso Arruda","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":10,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"158*****200","Autor":"ANTONIO NUNO DE CASTRO SANTA ROSA","TituloTese":"Inversão de Dados de Ondas de Superfície Rayleigh.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-02-01T00:00:00","PalavrasChave":"MOHO-Mapa-América do Sul. Rayleigh. Ondas de Superfície.","Volume":1,"NumeroPaginas":258,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial do Centro de Geociências-UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"Com o conjunto global de dados de velocidade de grupo foi possível obtermos os mapas de distribuição lateral de valores de velocidade para cada período referencial entre 20 e 100 segundos. Tais mapas foram produzidos da mesma forma que os mapas de velocidade de fase de ROSA (1986), onde a amostragem for realizada para blocos medindo 10x10 graus, englobando toda a Terra, em projeção mercator. O valor de velocidade de grupo em cada bloco, para cada período, foi obtido a partir da inversão estocástica dos dados de anomalia de velocidade em relação aos modelos regionalizados de JORDAN (1981) com os valores de velocidade de grupo de ROSA et al. (1992). Os mapas de velocidade de grupo obtidos aqui foram então empregados, na América do Sul, com os valores de velocidade de fase dos mapas obtidos por Rosa (1986). Assim, foi possível determinarmos, em profundidade, os mapas de variação de velocidade de onda cisalhante e os mapas de distribuição de valores de densidade. Com isto, pudemos construir o primeiro mapa de profundidade do MOHO (topo do Manto Superior) da América do Sul.","LinhaPesquisa":"Sísmica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(287*****120)","Orientador_1":"JOÃO WILLY CORRÊA ROSA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":11,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"258*****468","Autor":"ANTONIO ADELMO FREIRE BESERRA","TituloTese":"Modelagem de Perfis de Indução no Domínio do Tempo por Diferenças Finitas.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"Perfilagem de Indução. Domínio do Tempo. Diferenças Finitas.","Volume":1,"NumeroPaginas":30,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial do Centro de Geociências-UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este trabalho apresenta uma metodologia alternativa para modelagem de ferramentas de indução diretamente no domínio do tempo. Consiste na solução da equação de difusão do campo eletromagnético através do método de diferenças finitas. O modelo consiste de um meio estratificado horizontalmente, através do qual simulamos um deslocamento da ferramenta na direção perpendicular às interfaces. A fonte consiste de uma bobina excitada por uma função degrau de corrente e o registro do campo induzido no meio é feito através de uma bobina receptora localizada acima da bobina transmissora. Na solução da equação de difusão determinamos o campo primário e o campo secundário separadamente. O campo primário é obtido analiticamente e o campo secundário é determinado utilizando-se o método de Direção Alternada Implícita, resultando num sistema tri-diagonal que é resolvido através do método recursivo proposto por Claerbout. Finalmente, determina-se o valor máximo do campo elétrico secundário em cada posição da ferramenta ao longo da formação, obtendo-se assim uma perfilagem no domínio do tempo. Os resultados obtidos mostram que este método é bastante eficiente na determinação do contato entre camadas, inclusive para camadas de pequena espessura.","LinhaPesquisa":"Perfilagem Geof. de Poço Aplicada a Exploração de Hidrocarb.","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****468)","Orientador_1":"LUIZ RIJO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":12,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"301*****200","Autor":"VALCIR JOÃO DA CUNHA FARIAS","TituloTese":"Aplicação dos Métodos Eletromagnéticos VLF e HLEM na Prospecção Hidrogeológica no Município de São Domingos do Araguaia-PA.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"Prospecção. Água Subterrânea. Método VLF. Método HLEM.","Volume":1,"NumeroPaginas":69,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial do Centro de Geociências - UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"O objetivo deste trabalho é o mapeamento geológico com a aplicação dos métodos eletromagnéticos VLF e HLEM, no estudo hidrogeológico do município de São Domingos do Araguaia no sudeste do Estado do Pará. Também, foi estudado o desempenho quantitativo do método VLF, no que diz respeito a prospecção de água subterrânea. Primeiramente, foi analisada a resposta VLF de várias situações geológicas, possivelmente, existentes na área sob estudo e relacionadas a hidrogeologia. Também, fez-se uma avaliação da influência que os parâmetros físicos do modelo exercem na anomalia. Para essas finalidades, utilizada modelagem numérica por elementos finitos. A análise quantitativa foi realizada através de ajuste por tentativa e erro, com curvas teóricas obtidas da simulação de modelos idealizados na interpretação qualitativa, que foi realizada com os auxílios da técnica de filtragem de Fraser e perfis HLEM. Os resultados mostram a existência de feições estruturais de \"trends\" N-S e NE-SW, que correlacionadas à geologia regional são falhas normais e de transferências, respectivamente. Com base nesses resultados, foram selecionados alguns locais com maiores probabilidades de sucesso na captação de água subterrânea.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Elétricos e Eletromagnéticos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****468)","Orientador_1":"LUIZ RIJO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":13,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"287*****272","Autor":"ANTONIO MAIA DE JESUS CHAVES NETO","TituloTese":"Estudo de Geração de Campo Uniforme para Modelagem Eletromagnética.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"Campo Uniforme. Campo Magnético. Distância Ótima. Desvio.","Volume":1,"NumeroPaginas":72,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial do Centro de Geociências - UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"Para estudar os problemas de prospecção geofísica eletromagnética através de modelagem analógica, as condições em escala natural são representadas, no laboratório, em escala reduzida de acordo com a teoria da similitude. Portanto, para investigar os problemas de técnicas VLF, AFMAG e MT, frequentemente é necessário criar campo uniforme no arranjo experimental. Vários sistemas físicos para geração de campo uniforme são analisados teoricamente nesta tese. Os sistemas estudados aqui são as bobinas circular e quadrada, bobinas de Helmholtz, solenóide, um e dois planos de correntes. As equações analíticas foram obtidas para campo magnético num ponto do espaço e subsequentemente as condições de campo uniforme. Os mapas de campo magnético, assim como o mapa de porcentagem de desvio, estão presentes para todos os sistemas estudados aqui. Também, foram calculadas as áreas e os volumes espaciais de vários desvios de porcentagem do campo uniforme. Um estudo comparativo desses sistemas mostra que o solenóide é a maneira mais eficiente para criar um campo uniforme, seguido pelo sistema de bobinas de Helmholtz. Porém, o campo criado em um solenóide está em um espaço fechado onde é difícil colocar modelos para executar experimentos. Portanto, recomenda-se o uso de bobinas de Helmholtz, as quais fornecem campo uniforme com espaço aberto suficiente para fazer experiências.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Elétricos e Eletromagnéticos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(385*****768)","Orientador_1":"OM PRAKASH VERMA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":14,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"329*****249","Autor":"ELINEI PINTO DOS SANTOS","TituloTese":"Análise da Resolução do Modelo de Hughes em Sondagens Magnetotelúricas.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-02-01T00:00:00","PalavrasChave":"Método Magnetotelúrico. Modelo de Hughes.","Volume":1,"NumeroPaginas":80,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial do Centro de Geociências-UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"Na maioria dos métodos de prospecção em geofísica, a interpretação é feita assumindo-se um modelo de Terra uniformemente estratificado. Todos os métodos de inversão, inclusive o de dados magnetotelúricos, exigem técnica de modelamento direto de modo a auxiliar a interpretação. No geral este modelamento usa a técnica de elementos finitos a qual apesar de ser bastante eficiente é de custo computacional elevado e de implementação difícil. Os dados na literatura são geralmente interpretados em termos de uma estrutura condutiva unidimensional; comumente a Terra é assumida ser horizontalmente uniforme de modo que a condutividade é função somente da profundidade. Neste trabalho uma técnica semi-analítica de modelagem desenvolvida por Hughes (1973) foi usada para modelar a resposta magnética de duas camadas na qual a interface separando as camadas pode ser representada por uma expansão em série de Fourier. O algoritmo encontrado mostrou-se eficiente e preciso nas condições que obedecem a linearização imposta por Hughes. Sua implementação computacional é bastante simples e a velocidade de processamento eficiente.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Elétricos e Eletromagnéticos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****468)","Orientador_1":"LUIZ RIJO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":15,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"296*****215","Autor":"ARNALDO DE QUEIROZ DA SILVA","TituloTese":"Eletroresistividade Aplicada a Caracterização Hidrogeológica para o Abastecimento da Cidade de São Domingos do Araguaia - Pará.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-02-01T00:00:00","PalavrasChave":"Resistividade Aparente. Modelamento Numérico. Hidrogeologia.","Volume":1,"NumeroPaginas":81,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial do Centro de Geociências - UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"O objetivo desta tese é contribuir com critérios geoelétricos, com base na utilização de dados de resistividade aparente, medidos em superfície, visando melhorar a caracterização do quadro geológico de subsuperfície e por conseguinte prover informações mais confiáveis quanto aos recursos dos mananciais subterrâneos. Inicialmente, analisamos a influência que algumas estruturas 2D, em subsuperfície, tem sobre os dados de eletroresistividade, medidos em sondagens elétricas verticais, com o arranjo Schlumberger. Este estudo foi realizado através de simulações numéricas utilizando o programa computacional SEV2D desenvolvido no departamento de Geofísica, baseado na técnica dos elementos finitos. Resultados mostram ambiguidades geradas pelo uso de métodos de interpretação 1D de SEVs, executadas em ambientes geológicos de características bidimensionais. A parte prática da tese se constituiu no tratamento interpretativo de dados coletados na sede do Município de São Domingos do Araguaia, cidade localizada na região sudeste do Estado do Pará. A aquisição destes dados se deu através de SEVs, utilizando o arranjo Schlumberger. Correlacionando os resultados das interpretações geofísicas foi possível definir um quadro geológico que serve como referência para prospecção de água subterrânea nesta cidade.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Elétricos e Eletromagnéticos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****468)","Orientador_1":"LUIZ RIJO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":16,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"236*****215","Autor":"JOSÉ ANTONIO FERREIRA DE SOUSA","TituloTese":"Eletroresistividade na Prospecção Hidrogeológica no Município de Ourilândia do Norte-PA.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-05-01T00:00:00","PalavrasChave":"Água Subterrânea. Ambiente Cristalino. Mét.Eletroresistivos","Volume":1,"NumeroPaginas":86,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial do Centro de Geociências - UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"Para analisar a influência da variação bidimensional da propriedade física no comportamento das curvas de sondagem elétrica vertical Schlumberger, simulou-se modelos contendo fraturas, falhas ou diques no manto de alteração. O resultado da simulação mostra que o emprego da técnica da sondagem elétrica vertical Schlumberger sobre meios cristalinos não funciona tão bem, como quando aplicada em regiões sedimentares, devido o fenômeno da ambiguidade que dificulta a interpretação das curvas. O levantamento geofísico para orientar os trabalhos de perfurações de poços na cidade de Ourilândia do Norte contou de 32 sondagens elétricas verticais Schlumberger. As curvas de resistividade aparente, obtidas com as sondagens foram tratadas e processadas considerando um modelo de camadas planas, horizontais, homogêneas e isotrópicas. Depois da interpretação, foi possível separar duas zonas geoelétricas distintas. A primeira, pouco representativa na área da cidade, apresenta-se constituída por solo/aterro sobre saprolito argilo-arenoso recobrindo o cristalino. A segunda composta pelo solo/aterro seguido de um horizonte preenchido por sedimentos arenosos superposto a camada argilo-arenosa e finalmente a rocha sã. Esta sequência geoelétrica predomina na cidade. Os estratos arenoso e argilo-arenoso apresentam condições potenciais para armazenamento de água.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Elétricos e Eletromagnéticos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****468)","Orientador_1":"LUIZ RIJO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":17,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"888*****787","Autor":"EDUARDO SALGADO LOPES","TituloTese":"Investigação por Eletroresistividade de Ambientes Cársticos no Município de São João de Pirabas-PA.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"Água Subterrânea. Ambientes Cársticos. Mét.Eletroresistivos.","Volume":1,"NumeroPaginas":88,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial do Centro de Geociências-UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"A presente tese procura investigar ambientes cársticos, usando os métodos eletroresistivos de SEV e caminhamento dipolo-dipolo. A área onde foi realizada essa investigação se situa a nordeste do Estado do Pará. Nesta localidade, durante a perfuração de um poço para abastecimento de água para a cidade, a equipe de prospecção da Fundação Nacional de Saúde encontrou problemas devido a cavidade nos calcários da formação Pirabas. Para analisar esse problema foram realizadas 15 SEVs usando o arranjo Schlumberger. As curvas de resistividade aparente foram interpretadas, incialmente, a partir de modelos 1D, sem variações laterais de resistividade. As sondagens próximas ao poço onde ocorrem as cavernas, foram interpretadas usando modelos 2D para representar variações laterais de resistividade devido às cavernas. O algoritmo usado para essa interpretação se baseia na técnica dos elementos finitos. Os resultados mostraram que a variação de resistividade aparente para SEV em presença de cavernas são muito pequenas. Por esse motivo, o método de SEV foi considerado de pouca resolução, por outro lado, os resultados numéricos obtidos nos caminhamentos dipolo-dipolo são mais eficientes e menos ambíguo para estudar cavernas. Contudo o método dipolo-dipolo é mais dispendioso, tanto do ponto de vista de trabalho de campo como na interpretação, em relação a SEV.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Elétricos e Eletromagnéticos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****468)","Orientador_1":"LUIZ RIJO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":18,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"488*****687","Autor":"FERNANDO LUIZ PANTUZZO","TituloTese":"Modelo para Correlação de Litologias Complexas Utilizando os Perfis de Espectrometria de Raios Gama Naturais.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-08-01T00:00:00","PalavrasChave":"Litologias Complexas. Espectrometria. Perfis Nucleares.","Volume":1,"NumeroPaginas":114,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial do Centro de Geociências - UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"De posse de um algoritmo capaz de simular discriminadamente as respostas devidas aos nuclídeos 40K, 238U e 232Th, principais emissores naturais de raios gama, bem como as respostas de suas combinações lineares (contagem radioativa total-GR) elabora-se diferentes modelos geológicos nos quais são feitas correlações poço a poço em litologias complexas utilizando-se tais dados. Compara-se então, os resultados obtidos pelos dois métodos obtendo-se vantagens relevantes pelo uso da espectrometria de raios-gama, tais como: discriminação de litologias com semelhantes graus API, melhor reconhecimento da continuidade lateral de litologias diferenciação entre evaporitos e folhelhos, indicações sobre a presença de descontinuidades (falhas) e o ambiente geológico da formação. Um procedimento secundário é aplicado para se confirmar as correlações em modelos envolvendo ambientes arenito-folhelho, utilizando-se respostas de 3 perfis: GR, lito-densidade e porosidade neutrônica. A confirmação qualitativa das correlações por este método mostrou-se eficiente em tais ambientes. Para aplicar as metodologias acima descritas é feito um prévio estudo da radioatividade e principalmente da geoquímica dos isótopos de K, U e Th. A espectrometria de raios-gama naturais para efeitos de correlação foi aplicada em dados de campo e também apresentou melhores resultados em relação ao procedimento análogo pelo uso dos perfis GR.","LinhaPesquisa":"Perfilagem Geof. de Poço Aplicada a Exploração de Hidrocarb.","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(229*****620)","Orientador_1":"JADIR DA CONCEIÇÃO DA SILVA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":19,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"028*****291","Autor":"BRÍGIDA RAMATI PEREIRA DA ROCHA","TituloTese":"Modelo Fractal para Resistividade Complexa de Rochas: Sua Interpretação Petrofísica e Aplicação à Exploração Geoelétrica.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-01-01T00:00:00","PalavrasChave":"Rochas-Propriedades Elétricas. Eletroresistividade. Fractais","Volume":1,"NumeroPaginas":177,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial do Centro de Geociências - UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"Um novo modelo para descrever o comportamento elétrico das rochas e solos foi desenvolvido, levando em consideração as propriedades fractais das superfícies rugosas das interfaces entre os grãos bloqueadores de poros (partículas metálicas ou de argila) e o eletrólito preenchendo os espaços porosos. Os parâmetros deste modelo incluem a resistividade CC, a cargueabilidade, três tempos de relaxação, um fator de resistividade de grãos, e o expoente fractal de frequência. O tempo de relaxação fractal e o expoente fractal de frequência estão relacionados à geometria fractal das interfaces rugosas entre os minerais condutivos (grãos metálicos ou de argila bloqueando os espaços porosos) e o eletrólito. O fator de resistividade dos grãos relaciona a resistividade dos grãos condutivos com o valor de resistividade CC da rocha, e depende da porosidade, condutividade do eletrólito e relações volumétricas entre a matriz e os grãos condutivos. O modelo foi testado sobre um intervalo largo de frequências contra dados experimentais de amplitude e fase da resistividade complexa, bem como para dados de constante dielétrica, obtidos em laboratório por diversos autores, para diferentes tipos de solos e rochas sedimentares, ígneas e metamórficas. Quando introduzido como propriedade elétrica intrínseca de um semi-espaço homogêneo e polarizável, foi demonstrado que a resposta observada na superfície do terreno é equivalente à propriedade intrínseca do meio polarizável, sendo o acoplamento eletromagnético irrelevante para frequências inferiores a 10kHz em levantamento feito com arranjo dipolo-dipolo.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Elétricos e Eletromagnéticos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(ETE*****AN 119)","Orientador_1":"TAREK MOHAMED HABASHY","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":20,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"094*****215","Autor":"PAULO SERGIO DE SOUSA GORAYEB","TituloTese":"\"PETROLOGIA E EVOLUÇÃO CRUSTAL DAS ROCHAS DE ALTO GRAU DE PORTO NACIONAL-TO\"","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-03-01T00:00:00","PalavrasChave":"PETROLOGIA, EVOLUÇÃO CRUSTAL, TOCANTINS","Volume":1,"NumeroPaginas":262,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"A região de Porto Nacional, situada na porção centro-sul do Estado do Tocantins, faz parte da Pronvíncia Tocantins e corresponde a um segmento crustal formado predominantemente por terrenos granulíticos e gnáissico-granitóides os quais reúnem ampla diversidade de litotipos, decorrentes da atuação de sucessivos processos magmáticos, sedimentares, tectônicos e metamórficos no Pré-Cambriano. O contexto tectono-estrutural está sintetizado no Cinturão de Cisalhamento Tocantins que se estende por direção principal NE-SW, entre os cratons arqueanos Amazônico e Paramirim, compondo um sistema macro-imbricado de aproximadamente 300 Km de largura, onde se acham misturados tectonicamente segmentos de diferentes níveis crustais. A sua evolução está ligada à convergência oblíqua dos blocos Porangatu e Araguacema no Proterozóico Inferior, seguido por transcorrências tardias, resultando num trincado quadro de segmentos alóctones. As interpretações petrogenéticas baseadas nos dados litoquímicos e tectônicos apontam para a possibilidade do conjunto de rochas de alto grau terem evoluído atrvés de ruptura da crosta arqueana preexistente, levando ao estabelecimento de ocenaos restritos, em ambiente extensional, fortemente controlado por underplating magmático, seguido por subducção A, delaminação crustal, e embricamento tectônico, e finalmente à translação de segmentos infracrsutais para níveis superiores da crosta.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****872)","Orientador_1":"MARCOS AURÉLIO FARIAS DE OLIVEIRA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(063*****287)","CoOrientador_1":"JOÃO BATISTA SENA COSTA","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":21,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"276*****291","Autor":"LUCINDO ANTUNES FERNANDES FILHO","TituloTese":"\"GEOLOGIA, MINERALOGIA, GEOQUÍMICA DOS LATERITOS DE MANAUS - AMAZONAS\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"GEOLOGIA, MINERALOGIA, GEOQUÍMICA DOS LATERITOS","Volume":1,"NumeroPaginas":77,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"A região da cidade de MAnaus e arredores encontra-se no domínio da Formação Alter do Chão, do Mesozóico da bacia do Amazonas. A Formação Alter do Chão é composta por sedimentos continentais vermelhos, incluindo essencialmente arenitos argilosos, argilitos, quartzo-grauvacas, quartzo-arenitos e brechas intraformacionais. Sobre essas rochas desenvolveram-se os perfis lateríticos Cenozóicos, na região de Manaus, esses tem ampla distribuição areal e estão bem preservados e expostos ao longo dos cortes de estrada e nas margens dos rios Negro, Solimões e Amazonas. Sobre o quadro tectônico, deduz-se através da análise das estruturas que a regiãode Manaus experimentou transpressão no Mioceno e transtensão no Pleistoceno Médio a Superior, separadas por um período de estabilidade no Plio-pleistoceno. Um terceiro pulso de movimentação transcorrente afetou a área no Pleistoceno Superior-Holoceno, respondendo provavelmente pelos eventos de sismicidade registrados na área da cidade de Manaus e adjacências.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(012*****220)","Orientador_1":"MARCONDES LIMA DA COSTA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(063*****287)","CoOrientador_1":"JOÃO BATISTA SENA COSTA","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":22,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"428*****272","Autor":"CLERIS REGINA SACHETT","TituloTese":"\"GEOLOGIA, GEOQUÍMICA ISOTÓPICA E ASPCTOS METALOGENÉTICOS DAS ROCHAS ÍGNEAS E MINERALIZAÇÕES AURÍFERAS ASSOCIADAS - REGIÃO DE MONTE DO CARMO - TO\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"OURO, GEOCRONOLOGIA, TOCANTINS, PROTEROZÓICO","Volume":1,"NumeroPaginas":80,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"A região de Monte do Carmo localiza-se na porção centro-leste do Estado do Tocantins e comporta em seu quadro geológico rochas da Suíte Lajeado, rochas vulcânicas ácidas, metassedimentos do Grupo Natividade e sedimentos de idades Fanerozóicas. Ocorrem ainda veios de quartzo portadores de mineralizações auríferas com diversis sulfetos associados cortando o Granito Lajeado, as vulcânicas e os metassedimentos do Grupo Natividade. A análise microtermométrica das inclusões deos veios de quartzo revelou a presença de dois fluidos distintos. Um fluido de composição carbônica a aquo-carbônica de baixa salinidade aprisionado nos estágios iniciais de formação dos veios a temperatura entre 250oC e 350oC a uma pressão de 2 a 3 Kbars.Com a evolução das zonas de cisalhamento os fluidos passaram a ser aquosos e mais salinos (equivalente em peso de NaCl superior a 22%) com a presença dos cátions Na, Ca que foram aprisionados a temperaturas entre 150oC e 200oC. Na área do Morro do Lajeado, localizado a cerca de 10Km de Porto NAcional ocorrem pequenos corpos de granitóides de composição tonaítica, que são intrusivos em sequências vulcano-sedimentares. Zircões deste corpo foram também submetidos a análisesPb-Pb da qual se obteve uma idade de 2069 +/- 76 Ma (2 sigma). No entanto, nesta análise não obteve-se um platô de idade bem definido, com algumas idades bastantes superiores a média (2538 +/- 207 Ma), o que faz com que este resultado seja considerado apenas como a idade mínima de cristalização do Granitóide Torre.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(293*****287)","Orientador_1":"JEAN-MICHEL LAFON","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":23,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"508*****204","Autor":"ROQUE VICENTE MALDONADO RAMIREZ","TituloTese":"\"AVALIAÇÃO GEOQUÍMICA DA CONTAMINAÇÃO POR MERCÚRIO DOS SEDIMENTOS DE CORRENTES E SOLOS DO DISTRITO MINERIRO DE ZARUMA-PORTOVELO, REPÚBLICA DO EQUADOR\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-05-01T00:00:00","PalavrasChave":"POLUIÇÃO METÁLICA-Equador, SEDIMENTOS, SOLOS, GARIMPO","Volume":1,"NumeroPaginas":90,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"São conhecidas ocorrências auríferas na área de Zaruma-Portovelo, Equador, desde o período pré-colombiano, mas só a partir do fim da década de 70 passou-se a desenvolver uma atividade de garimpagem bastante intensa. Os garimpeiros do setor realizam as atividades de exploração, exploração e beneficiamento do minério polimetálico utilizando técnicas rudimentares, o que causa a contaminação dos rios, solo e atmosfera por mercúrio e outros metais pesados, além do cianeto. Ainda desmatam a área, pois utilizam madeira nas estruturas de segurança das galerias mineiras. O presente trabalho teve como objetivo a identificação e avaliação geoquímica e a descrição das fontes de poluentes, especialmente do mercúrio, através da coleta e análise de mostras de sedimentos de fundo, solos e rejeitos mineiros, além de fazer uma breve descrição das atividades do garimpo. Nas amostras de rejeitos de garimpagem foram observados teores elevados de Hg, Zn, Pb, Cd e Cu, confirmando que os processos de beneficiamento artesanais além de gerar poluição causam perdas econômicas, devido a baixa recuperação dos metais. Os testes para verificação das quantidades de mercúrio são liberados à atmosfera na etapa de queima do amálgama. O restante, é lançada em forma líquida nos solos e drenagens da área. Isto mostra a importância do desenvolvimento de uma política de educação dos garimpeiros, oferecendo novas alternativas e tecnologias para evitar a queima de amálgama ao ar livre, oque contribuiria grandemente à diminuição da contaminação por mercúrio.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(180*****072)","Orientador_1":"JOSÉ FRANCISCO DA FONSECA RAMOS","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":24,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"031*****215","Autor":"MARIA DO SOCORRO ROCHA DA SILVA","TituloTese":"\"METAIS PESADOS EM SEDIMENTOS DE FUNDO DE IGARAPÉS (MANAUS-AM)\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-11-01T00:00:00","PalavrasChave":"GEOQUÍMICA AMBIENTAL, SEDIMENTOS, METAIS PESADOS, IGARAPÉS","Volume":1,"NumeroPaginas":110,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"O objetivo deste estudo foi de conhecer a distribuição dos metais pesados cádmio, cobre, cobalto, cromo, níquel, ferro, manganês e zinco nos sedimentos de fundo e a composição físico-química das águas de igarapés na região amazônica. Foram coletadas amostras nos igarapés do Quarenta e de São Raimundo, que recebem efluentes industriais e esgotos domésticos, ambos localizados na área urbana de Manaus e o igarapé Barr Branco (natural) situado na Reserva Florestal Adolfo Ducke, na área rural, a 26 Km de Manaus. Para as determinações dos metais pesados nos sedimentos de fundo utilizaram-se extrações sequências, dando importância a mobilidade dos metais, nas diversas formas em que possam estar associados. Nas carasterísticas físicas e químicas das águas, o igarapé Barro Branco apresentou baixa acidez com pH de 3,5 a 5,5, condutividade de 7,7 a 38,5 uS/cm e baixos teores de sais dissolvidos, própria de igarapés naturais de terra firme. As águas dos igarapés do Quarenta e de São Raimundo mostraram alterações em todos os parâmentros que são provenientes das entradas de esgostos domésticos e efluentes industriais. A geoquímica dos metais do igarapé natural (Barro Branco) apresentou um comportamento diferente dos igarapés que vêm sofrendo impactos (deSão Raimundo e do Quarenta).Cromo, ferro e mafganês predominam em mais de 60% na forma residual nos sedimentos de fundo dos igarapés. O zinco e o cobre permitem identificá-lo como o principal poluente no igarapé do Quarenta. Os sedimentos desse igarapé, quando comparados aos dos demais igarapés, apresentaram um enriquecimento dos metais cobre, cromo, níquel e zinco, o que se atribuiu a lixiviação de resíduos sólidos enriquecidos de metais das atividades industriais e entradas de efluentes industriais.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(180*****072)","Orientador_1":"JOSÉ FRANCISCO DA FONSECA RAMOS","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":25,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"299*****249","Autor":"SANDRO ROGÉRIO BALIEIRO DE SOUZA","TituloTese":"\"ESTUDO GEOCRONOLÓGICO E DE GEOQUÍMICA ISOTÓPICA DA ÁREA POJUCA (PROVÍNCIA MINERAL DE CARAJÁS-PA)\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-03-01T00:00:00","PalavrasChave":"GEOCRONOLOGIA, GEOQUÍMICA ISOTÓPICA, POJUCA-CARAJÁS","Volume":1,"NumeroPaginas":120,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"A área Pojuca localizada, na porção norte da Província Mineral de Carajás (sudeste do Estado do Pará - Brasil), apresenta como principais litotipos: granitóides deformados, rochas metavulcanosedimentares (Formação Parauapebas), rochas sedimentares (Formação Águas Claras), e rochas graníticas (Granito Pojuca). Ocorrem também enxames de diques gabróicos intrusivos nas unidades anteriores. Estudos isotópicos e geocronológicos foram desenvolvidos nestas litologias utilizando-se os métodos Pb-Pb por evaporação em zircão, Pb-Pb em rocha total e feldspatos e Rb-Sr em rocha total e minerais. No granito Pojuca acredita-se que ocorreram processos de corrosão dos grãos por influência de fluidos hidrotermais tardi-magmáticos. Nas rochas metavulcânicas observou-se dois tipos distintos de zircão (metamícticos e não metamícticos). Os zircões metamícticos apresentam alta contaminação por Pb exótico, como possível resultado da ação de fluidos hidrotermais que afetaram essas rochas durante os eventos de metamorfismo regional, ou de intrusão do Granitóide DEformado e do Granito Pojuca. Os zircões não metamícticos não mostraram quantidade de Pb detectáveis pelo espectromêtro de massa. Os zircões das rochas metagabróicas (diques) apresentam o mesmo comportamento dos zircões metamícticos das rochas metavulcânicas.","LinhaPesquisa":"GEOLOGIA ISOTÓPICA E GEOCRONOLOGIA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(091*****287)","Orientador_1":"MOACIR JOSÉ BUENANO MACAMBIRA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":26,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"227*****259","Autor":"RENATO OLIVEIRA DA SILVA JR.","TituloTese":"\"GEOLOGIA, PETROGRAFIA E GEOQUÍMICA DOS DIQUES DA REGIÃO DE RIO MARIA, SE-PA\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-09-01T00:00:00","PalavrasChave":"GEOLOGIA, PETROGRAFIA, GEOQUÍMICA, DIQUES, RIO MARIA (PA)","Volume":1,"NumeroPaginas":123,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Na região de Rio Maria, SE do Pará, foram mapeados diversos diques, intrusivos principalmente no Granodiorito Rio Maria (GdRM) e, subordinadamente, no granito anorogênico Musa (GM). Formando pequenas cristas alongadas que sobressaem na morfologia com um relevo  positivo, dispondo-se, principalmente, segundo os trends NW-SE e E-W e, subordinadamente, N-NE. A largura máxima desses corpos é de 30 m, e têm extenção aflorante de 1.500 a 2.000 m, podendo alcançar 3.000 m. Foram identificados petrograficamente cinco grupos de diques: diabásios, dioritos, quartzo-dioritos, dacitos e riolitos. Os perfis transversais e longitudinais à direção desses corpos, mostram diminuição na granulação da rocha, no sentido centro-borda de resfriamento do dique. Próximo a essas bordas osbservam-se frenquentemente, encraves e amigdalas preenchidas por material quartzo-feldspático. Os contatos com suas encaixantes são abruptos, por vezes marcados pela presença de bordas de resfriamento, cuja espessura é variável desde poucos centímetros até, excepcionalmente, 2 m. Os dados geoquímicos, reforçam também a hipótese que os diques de Rio MAria, embora apresentem uma filiação tholeítica, provavelmente, foram gerados a partir de líquidos distintos, uma vez que são muito acentuados os hiatos composicionais entre os vários grupos. Os dacitos, embora apresentem, em alguns diagramas, uma superposição com os quartzo-dioritos, deles diferem petrográfica e geoquimicamente, também, e, em termos de ocorrência no campo. Há evidências petrográficas de que a cristalização dos diabásios foi comandada principalmente pelo fracionamento da olivina, enquanto nos dioritos, augita e plagioclásio tiveram papel dominante. Os dados petrográficos e geoquímicos mostram que os diabásios, com exceção da amostra Rj-18, são inteiramente distintos dos demais grupos em temos de evolução magmática. Os dioritos e quartzo-dioritos. por sua vez, embora mostrem-se petrograficamente similares, apresentam hiato composicional que enfraquece a hipótese imedita desde último representar um termo mais evoluído, derivado dos primeiros. A amostra RJ-18B é interpretada como um concentrado méfico desses dioritos. Esta hipótese pode ser justificada pela composição modal e química dessa amostra. Os dacitos e riolitos, estão, provavelmente, vinculados geneticamente ao magmatismo granítico anorogênico, com prováveis processos de mixing associados, principalmente, no caso dos dacitos.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(157*****000)","Orientador_1":"ROBERTO DALL'AGNOL","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":27,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"246*****049","Autor":"DIRSE CLARA KERN","TituloTese":"\"GEOQUÍMICA E PEDOGEOQUÍMICA EM SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS COM TERRA PRETA NA FLORESTA NACIONAL DE CAXIUANÃ (PORTEL-PA)\"","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-06-01T00:00:00","PalavrasChave":"PEDOGEOQUÍMICA, SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS, GEOQUÍMICA, CAXIUANÃ","Volume":1,"NumeroPaginas":124,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"O principal objetivo do presente trabalho  idenficar o padrão de distribuição geoquímica e pedogeoquímica em sítio arqueológico com TPA e em sua área adjacente, e identificar a ação antrópico sobre os elementos determinado as associações geoquímicas típicas de TPA. Foram selecionados três sítios arqueológicos na região de Caxiuanã, município de Porte-PA. Esta região apresenta sedimentos correlacionados à Formação Alter do Chão, que foram laterizados no terciário. Ocorrem ainda arenitos ferruginizados ao nível do espelho d'água da bacia de Caxiuanã, que às vezes serviam de abrasador para o homem pré-histórico. A drenagem principal é composta pela baía de Caxiuanã e rio Anapu. Na área predomina Latossolo Amarelo sobre os perfis lateríticos, ocorrendo solos hidromórficos nas porções mais baixas. Nas proções mais elevadas do Latossolo, ocorrem as TPA, que possuem coloração escura e inúmeros fragmentos de cerâmica e de artefatos lítico, denominadas de sítio arqueológico. Quando comparados com os perfis das áreas adjacentes, os horizontes A das TPA, além de apresentarem coloração preta, são mais arenosos e melhor estruturados. Apresentam valores S, T e V, bem como pH mais elevados que os solos adjacentes, portanto, mais férteis. Os horiaontes B não mudam significativamente em seus aspectos morfológicos, físicos e químicos, nas TPA e AD. A prática cultural do grupo que habitou a área, de depositar restos orgânicos em locais específicos, levou a um aumento significativo do P, Ba, B, Ca, Cl, Cu, K, Mg, Mn, Sr e Zn na TPA. Os elevados teores de Ca localizados no limite sudoeste da área podem ser atribuídos a restos de conchas, que são comumente encontradas na forma de bolsões em outros sítios arqueológicos da região. A oeste e noroeste da TPA houve maior adição de materiais ricos em Mg e P como ossos, fezes, urina, etc., enquanto que nas porções sudeste e nordeste houve o predomínio de materiais ricos em Zn, Mn e Cu. A norte da área onde o solo é mais compactado bem como na porção central ocorrem os menores teores desses elementos podendo ser interpretado como áreas de circulação do grupo.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(012*****220)","Orientador_1":"MARCONDES LIMA DA COSTA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":28,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"243*****204","Autor":"CINTIA MARIA GAIA DA SILVA","TituloTese":"\"O PROSPECTO ÁGUAS CLARAS, SERRA DOS CARAJÁS (PA): ALTERAÇÃO HIDROTERMAL E MINERALIZAÇÃO DE SULFETOS ASSOCIADOS\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-06-01T00:00:00","PalavrasChave":"ÁGUAS CLARAS, MINERALIZAÇÃO, SULFETOS, ALTERAÇÃO HITROTERMAL","Volume":1,"NumeroPaginas":127,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"A mineralização primária do Prospecto Águas Claras, localizado na porção central da Serra dos Carajás, ocorre em veios de quartzo ao longo de uma zona de cisalhamento frágil a frágil-dúctil, de trend geral NE-SW com mergulhos sub-verticais. 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Os dados obtidos no presente trabalho não permitiram definir a relação temporal do Granito Serra dos Carajás com a mineralização, pois as interpretações são ambíguas quando se considera este granito responsável pela circulação dos fluidos ou mesmo fonte de alguns metais que estão presentes no Prospecto Águas Claras.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(064*****220)","Orientador_1":"RAIMUNDO NETUNO NOBRE VILLAS","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":29,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"081*****215","Autor":"MICHEL SAUMA FILHO","TituloTese":"\"AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DE BELÉM E ADJACÊNCIAS: INFLUÊNCIA DA FORMAÇÃO PIRABAS E PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS PARA MEDIDAS DE QUALIDADE\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"ÁGUAS NATURAIS (Geoquímica), ÁGUAS NATURAIS-Belém, HIDROGEOQ","Volume":1,"NumeroPaginas":128,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Na região MEtropolitana de Belém (PA) o abastecimento de água à população é proveniente de mananciais (área fisiográfica do Utinga) e de uma rede de poços tubulares posicionados, em geral, em zonas urbanas mais afastadas ou onde o bombeamento é precário. Este trabalho avalia as águas subterrâneas utilizadas na Região Metropolitana de Belém, correlacionando dados de parâmetros físicos, fisico-químicos e químicos, na tentativa de compor um quadro compreensível sobre a qualidade dessas águas, e verificar a influência que sofrem das unidades geológicas nas quais estão situados os aquíferos que as preservam. PAra a execução dos trabalhos, procedeu-se a coleta de amostras de água em dois períodos sazonais diferentes: de estiagem e chuvoso. Após exaustiva consulta aos arquivos de empresas, instituições e de pesquisadores, foram selecionados 17 poços tubulares, sendo 9 em Belém, 5 em Icoaraci, 2 em Mosqueiro e 1 em Ananindeua. Esta exaustiva consulta levou à constatação de que muitos poços tubulares instalados na zona urbana aproveitam águas associadas aos aquíferos Barreira e Pós-Barreiras, onde os valores de pH são, quase sempre, abaixo de 6 unidades, e as medidas de condutividade ellétrica raramente atingem 100 uS/cm. Constata-se, finalmente, que h'necessidade de maiores investimentos no sentido de aumentar a prospecção e a utilização de águas subterrâneas na região, pois estas, além de dispensarem tratamento prévio à distribuição, ainda são uma fonte de recursos, não dimensionados, mas de grande potencial.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(020*****291)","Orientador_1":"WATERLOO NAPOLEÃO DE LIMA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":30,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"271*****249","Autor":"SÍLVIA HELENA PEREIRA DE SOUZA","TituloTese":"GEOLOGIA E GEOCRONOLOGIA DA REGIÃO A SUL DE PARAÍSO DO TOCANTINS-TO","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"GEOCRONOLOGIA, Pb-Pb EM ZIRCÃO, ESTRATIGRAFIA, GEOLOGIA","Volume":1,"NumeroPaginas":134,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Os estudos geocronológicos mais recentes realizados no embasamento do segmento setentrional do Cinturão Araguaia apontaram a ocorrência de rochas tanto do Arqueano como do Proterozóico Inferior. As rochas mais antigas, representadas predominantemente por ortognaisses de natureza trondjemítica, com idades em torno de 2,85 Ga, foram agrupadas no Complexo Colméia. Por sua vez, ortognaisses graníticos, com idade mínima de 1,85 Ga, denominados de Gnaisse Cantão, constituem as rochas mais novas, até então conhecidas do embasamento do Cinturão Araguaia. As idades das rochas gnáissicas do embasamento do segmento meridional do Cinturão Araguaia, situadas entre 1,8 e 2,1 Ga, indicam a ausência de gnaisses de idades arqueanas nessa porção do cinturão. Consequentemente, desaconselha-se correlaciona-los com aqueles do Complexo Colméia. Sugere-se adicionalmente, abandonar o referido termo e estender a denominação de Complexo Rio dos Mangues para os gnaisses calciossilicáticos e ortognaisses que têm expressão nas proximidades de Paraíso do Tocantins. As idades de cristalização do Granito Serrote (1851 +/- 41, 2 sigma) e do Gnaisse Cantão (1846+/-64 Ma) são bastante semelhantes. Em função desta semelhança realizou-se um estudo geocronológico adicional pelo método de Pb-Pb em rocha total e feldspatos, visando investigar a correlação entre estas rochas graníticas. Para o Granito Serrote foi obtida uma idade de 1872 +/- 140 Ma (1 sigma) e para o Gnaisse Cantão, uma idade de 1744 +/-27 Ma (1 sigma). Essas idades quando comparadas com aquelas obtidas pelo método Pb-Pb em zircão, mostram que o  sistema Pb-Pb em rocha total foi parcialmente aberto, durante um evento termo-tectônico posterior a cristalização dessas rochas, rejuvenescendo suas idades. realizou-se ainda um estudo comparativo entre estas unidades, e alguns granitóides anorogênicos de idade proterozóica, da região amazônica e do Maciço Mediano de Goiás, onde constatou-se que o Granito Serrote é bastante aos mesmos ajustando-se, igualmente, às curvas de evolução do Pb, propostas no modelo de plumbotectônica. O gnaisse Cantão não se enquadra no modelo de plumbotectônica, devido-se as altas razões 206Pb204Pb encontradas nos feldspatos das amostras dessa unidade. Estas razões elevadas de Pb nestas rochas, revelam que são enriquecidas em U, e este enriquecimento pode ter sido proveniente do próprio magma que as gerou ou ter sido adquirido em um metamórfico posterior a sua cristalização.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(072*****234)","Orientador_1":"CANDIDO AUGUSTO VELOSO MOURA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":31,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"452*****220","Autor":"FRANCISCO GERMAN UZQUIANO ESPINOZA","TituloTese":"\"DISTRIBUIÇÃO DE METAIS BASE E PRECIOSSOS EM SOLOS, DA ÁREA DE SAN JAVIER-SAN RAMON, SANTA CRUZ DE LA SIERRA, BOLÍVIA\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"GEOQUÍMICA, GEOLOGIA, METAIS BASE E PRECIOSOS, SOLOS","Volume":1,"NumeroPaginas":136,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Os elementos Ag, Al, Au, Ba, Be, Ca, Cd, Co, Cr, Cu, Fe, La, Li, Mg, Mn, Mo, Nb. Ni, P, Pb, S, Sc, Sn, Sr, Ti, V, W, Y, Zn, Zr, As, Bi, Sb, e Te, de uma primeira fase de amostragem piloto, que cortou as estruturas da área com perfis e uma rede irregular, e os elementos Au, As, Te, Cu, Pb, Z, Ba, Sb, Ni, Co, Cr, Fe, Mn de uma segunda fase, obtidos de amostras próximas a estradas e caminhos, foram tratados e interpretados. A geologia complexa desta área pré-cambriana, onde ocorrem estruturas N-S de tipo graben, zonas de cisalhamento NW-Se e falhas NNW-SSE, foi o palco da investigação, concentradas numa faixa de rochas verdes, localizada a leste da região de San Javier-San Ramón, devido a seu potencial para ouro e mineralizações de sulfetos com metais base. Se faz a aplicação de métodos atuais de amostragem, com base na premissa de que a maioria das mineralizações neste ambiente, está controlada por estruturas profundas (deep-going), como zonas de cisalhamento, falhas e fraturas, que podem ser evidenciadas por um indicativo geoquímico superficial. As anomalias na área identificadas segundo a análise fatorial, estão relacionadas a três tipos de ocorrências principalmente, tais como sulfetos maciços vulcanogênicos, veios de quartzo em zonas de cisalhamento e formações ferríferas bandadas, possivelmente mineralizadas.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(180*****072)","Orientador_1":"JOSÉ FRANCISCO DA FONSECA RAMOS","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":32,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"197*****206","Autor":"RÔMULO SIMÕES ANGÉLICA","TituloTese":"\"MINERALGIA E GEOQUÍMICA DE GOSSANS E LETARITOS AURÍFEROS NA REGIÃO DE CARAJÁS: DEPÓSITOS DE IGARAPÉ BAHIA E ÁGUAS CLARAS\"","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-03-01T00:00:00","PalavrasChave":"PROSPECÇÃO, GOSSAN, LATERITO, GEOQUÍMICA, MINERALOGIA","Volume":1,"NumeroPaginas":138,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"A mina Igarapé Bahia e o Prospecto Águas Claras são exemplos de mineralizações de ouro supergênico relacionados a gossans e lateritos. Ambas as áreas estão situadas na região de Carajás, Estado do Pará, pertencem a Companhia Vale do Rio Doce e foram pesquisadas pela Docegeo. Neste trabalho foram estudados a mineralogia e a geoquímica dos perfis laterito-gossânicos dessas duas áreas, com ênfase para a distribuição do ouro e outros elementos associados. A composição mineralógica da porção superior e dos lateritos é essencialmente à hematita, goethita (com teores variáveis de Al), maghemita, gibbsita, caulinita e quartzo, em diferentes proporções. Nos gossans é nítido o domínio da hematita sobre os demais minerais. Nas porções mais profundas dos gossans, em direção a zona de sulfetos primários, foram identificados: malaquita, cuprita e cobre nativo, predominantemente, e associados a hematita, além de azurita, crisocola e quartzo, na zona de sulfetos primários observou-se uma paragênese um pouco distinta entre as duas áreas. Em Igarapé Bahia dominan: calcopirita, pirita, arsenopirita,, cobaltita, magnetita, quartzo, wolframita e turmalina. O ouro primário ocorre finalmente disseminado, incluso nos sulfetos, apresentando diferentes graus de pureza. Na área Águas Claras, ocorre associado a uma grande variedade de teluretos de Bi, Ag, Pb e Bi nativo. Ainda nesta área, turmalina (dravita) e wolframita (do tipo ferberita) são importantes minerais acessórios, comportando-se como resistatos, durante o desenvolvimento dos perfis, enriquecendo-se nos gossans e nas crostas, na forma de agregados centimétricos, e servindo como importantes guias na prospecção desses corpos. Os resultados obtidos levaram a interpretação do desenvolvimento dos perfis laterito-gossânicos em quatro fases principais, de abragência regional, onde cada uma dessas fases desempenhou um importante papel na redistribuição do ouro.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(012*****220)","Orientador_1":"MARCONDES LIMA DA COSTA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(222*****222)","CoOrientador_1":"HERBERT JOSEF PÖLLMANN","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":33,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"264*****287","Autor":"CARLOS ROBERTO PARANHOS FERREIRA JR.","TituloTese":"\"NEOTECTÔNICA NA BACIA DE SÃO LUÍS\".","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-02-01T00:00:00","PalavrasChave":"GEOLOGIA ESTRUTURAL, GEOMORFOLOGIA, NEOTECTÔNICA","Volume":1,"NumeroPaginas":139,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"As principais estruturas neotectônicas da bacia de São Luís são representadas por falhas transcorrentes dextrais de direção E-W e falhas normais de direções NW-SE e NNW-SSE. As falhas transcorrentes que definem o limite norte da bacia tem extensão superior a 150 Km e ocupam uma faixa de mais de 70 Km de largura, e controlama orientação das rias voltadas para o Oceano Atlântico e o sistema de drenagem paralelo entre as cidades de Cururupu e Turiaçu; nesta região exige também um conjunto de colinas alongadas na direção das falhas. Em direção as partes centro-norte e oeste as falhas são realçadas por anomalias nos baixos cursos dos principais rios (Gurupi, Maracaçumé e Turiaçu). A essas falhas associa-se uma cinemática dominantememte dextral e definida, sobretudo, pelos deslocamentos nos segmentos de drenagens. O arcabouço neotectônico da bacia de São Luís desenvolveu-se a partir da interação de feixes de falhas transcorrentes dextrais de direção E-W, com a componente transtensiva orientada na direção NE-SW. O lado NE experimentou taxa de movientação mais elevada do que o lado SW e há indicações de que as falhas normais individualizaram-se progressivamente em direção ao centro da estrutura pull apart.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(063*****287)","Orientador_1":"JOÃO BATISTA SENA COSTA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":34,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"081*****249","Autor":"VALDENIRA FERREIRA DOS SANTOS","TituloTese":"\"ESTRATIGRAFIA HOLOCÊNICA E MORFODINÂMICA ATUAL DA PLANAÍCIE COSTERIA DA ILHA DE ALGODOAL E MARUDÁ\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-11-01T00:00:00","PalavrasChave":"GEOL. DO QUATERNÁRIO, ESTRATIGRAFIA HOLOCÊNICA, SEDIMENTAÇÃO","Volume":1,"NumeroPaginas":139,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"A Planície Costeira da Ilha de Algodoal e Marudá está localizada na Plataforma Bragantina, no litoral de \"rias\" do NE do Estado do Pará. Esta planície está limitada pelo Planalto Costeiro, elaborado sobre sedimentos tercio-quaternários da Formação Barreiras e do Pós-Barreiras. Os estudos estratigráficos permitiram a identificação de 9 unidades morfoestratigráficas: cord!oes praia-duna, paleodunas, dunas costeiras, praia, planície de supramaré, planície de intermaré, barra arenosa de maré, barra em pontal e pântano salino; as quais em parte estão relacionadas com as unidades morfogenéticas da planície. Foram ainda definidos 10 fáceis estratigráficos: lama de intermaré, areia de canais de escavamento de maré, areia e lama de barras, lama de planície de supramaré, areia e lama marinha, lama estuarina, areia marinha, argila siltosa bioturbada, sedimentos indiferenciados e areia mosqueada. A análise morfodinâmica indica que o sistema tem sido constantemente modificado nos últimos 19 anos. As ondas e marés são os maiores agentes erosionais que agem em setores restritos da planície costeira, enquanto que as maiores mudanças resultam da acreção costeira a NE da Ilha de Algodoal e de Marudá. Os resultados deste trabalho mostram a influência dos parâmetros hidro e aerodinâmicos (marés, ondas, correntes, vento e clima), variações do nível do mar e aporte de sedimentos como fatores preponderantes na evolução do sistema.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(375*****320)","Orientador_1":"MAÂMAR EL-ROBRINI","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":35,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"223*****291","Autor":"MARCOS LUIZ DO ESPÍRITO SANTO QUADROS","TituloTese":"\"ESTUDO TECTONO-SEDIMENTAR DA BACIA DE JAIBARAS, NA REGIÃO ENTRE AS CIDADES DE PACUJÁ E JAIBARAS, NW DO ESTADO DO CEARÁ\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-05-01T00:00:00","PalavrasChave":"BACIA JAIBARAS, PACUJÁ, APRAZÍVEL, MAGMATISMO, EVOLUÇÃO","Volume":1,"NumeroPaginas":141,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Os estudos realizados na porção sudoeste da Bacia de Jaibaras em uma área de aproximadamente 300 km²,  situada entre as cidades de Pacujá e Jaibaras, região noroeste do Estado do Ceará, envolvendo mapeamento geológico de semi-detalhe na escala de 1:25.000, análises faciológica, petrográfica e estrutural das formações Pacujá e Aprazível, permitiram uma melhor visualização da distribuição espacial das unidades acima referenciadas, bem como a caracterização dos seus ambientes de deposição, padrão estrutural e por fim tecer considerações acerca da evolução tectono-sedimentar da Bacia de Jaibaras. ..A Formação Pacujá é caracterizada como uma seqüência vulcano-sedimentar afossilífera que foi submetida a dobramentos e falhamentos. É constituída por intercalações rítmicas de arenitos arcosianos finos a siltitos com pelitos, onde os arenitos ocorrem na forma de bancos decimétricos tabulares, contínuos lateralmente, exibindo base abrupta e gradação para siltitos em direção ao topo. Os arenitos podem apresentar-se maciços ou estratificados, exibindo laminação plano-paralela, estratificação cruzada micro-hummocky, cruzada climbing wave-ripples, lineação de partição e laminação convoluta. No topo das camadas de arenito ocorrem, por vezes, marcas onduladas assimétricas e simétricas. Os pelitos apresentam laminação plano-paralela e eventualmente gretas de contração. Intercaladas nos sedimentos da Formação Pacujá ocorrem rochas vulcânicas e sub-vulcânicas (basaltos, andesitos, dacitos e riolitos), sob a forma de sills, diques e derrames associados com rochas vulcanoclásticas. Tais rochas tem sido englobadas na Suite Parapuí. ..O ambiente deposicional da Formação Pacujá foi caracterizado como lacustre, com vulcanismo associado, sujeito a ação de ondas de tempestades, atestada pela presença da laminação cruzada micro-hummocky. Entretanto, não se descarta o ambiente marinho para esta formação, haja vista que os dados obtidos no campo não são suficientes para caracterizar com segurança um destes ambientes. Nesta formação, as intercalações rítmicas de arenitos com pelitos caracterizam ciclos de tempestitos, geralmente incompletos. ..No contexto geral da Bacia de Jaibaras, a Formação Pacujá representa o primeiro pulso deposicional, ocorrido no Neo-Proterozóico e estendendo-se até o Cambriano, sendo que a sua área de sedimentação estendeu-se além dos limites atuais da Bacia de Jaibaras...          \tA Formação Pacujá apresenta um padrão de dobramento complexo,  resultado de superposição de dobramentos, com formas geométricas semelhantes aos padrões de interferência do tipo 1 - ?domos e bacias? e dobras em kinks. Este dobramento pode estar relacionado a transpressões em regime dúctil-rúptil, ligado a um esquema transcorrente sinistral  nordeste-sudoeste  no Eopaleozóico, que levou a fraca inversão da Bacia de Jaibaras...A Formação Aprazível compreende uma seqüência sedimentar delgada, falhada e basculada em geral para sudeste, que recobre discordantemente a Formação Pacujá. É constituída por conglomerados polimíticos com arcabouços fechado (clast-support) e aberto (matrix-support), maciços ou estratificados, contendo clastos de rochas vulcânicas, gnaisses, granitos, rochas calciossilicáticas, quartzo, anfibolitos, riolitos, mármores, milonitos, siltitos e arenitos, com tamanhos que variam de grânulos até matacões. A matriz é arenosa arcosiana grossa a muito grossa, localmente microconglomerática. Ocorrem, em menor proporção, arenitos arcosianos médios a grossos maciços, localmente com estratificação cruzada acanalada, e também intercalações de camadas contínuas lateralmente de arenitos arcosianos com pelitos laminados com níveis gretados. Estes arenitos apresentam laminação plano-paralela, laminação cruzada cavalgante (climbing-ripples), localmente estratificação acanalada de pequeno porte, lineação de partição e laminação convoluta. Na superfície das camadas de arenitos ocorrem, eventualmente, marcas  onduladas  simétricas e assimétricas...O ambiente de deposição da Formação Aprazível foi caracterizado como do tipo leque/planície aluvial, dominado por debris-flows e stream-flows, progradando distalmente sobre pequenos corpos lacustres. ..O acamamento da Formação Aprazível encontra-se em geral basculado para sudeste, fato este ocasionado a partir da rotação de blocos, em função de um eixo extensional de direção noroeste-sudeste atuante no Ordoviciano, o qual controlou a deposição da Formação Aprazível no espaço compreendido entre as zonas de cisalhamento Sobral-Pedro II e Café-Ipueiras. ..A Formação Aprazível representa a seqüência do segundo e último pulso deposicional ocorrido na Bacia de Jaibaras no Ordoviciano, em uma área de deposição mais restrita, controlada pelas zonas de cisalhamento Sobral-Pedro II e Café Ipueiras. Sua deposição ocorreu no intervalo de tempo pós-seqüência Pacujá e intrusões dos granitos da Suite Meruoca,  e pré-seqüência do Grupo Serra Grande da Bacia do Parnaíba.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(047*****420)","Orientador_1":"FRANCISCO DE ASSIS MATOS DE ABREU","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":36,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"001*****253","Autor":"ANTONIO CARLOS FELICE NICOLA SAVERIO TANCREDI","TituloTese":"\"RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS DE SANTARÉM - FUNDAMENTOS PARA USO E PROTEÇÃO\"","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"SANTARÉM, AQUÍFERO,  VULNERABILIDADE, CUSTO","Volume":1,"NumeroPaginas":141,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"As pesquisas de recursos hídricos subeterrâneos na região de Santarém, em uma área de 900 Km2, delineram as condições hidrogeológicas e os aspectos técnicos e econômicos para a utilização racional da água subterrânea. Os aquíferos são constituídos por areias aluviais quaternárias de pequena representatividade espacial e por areias, arenitos e cascalhos cretáceos da Formação Alter do Chão, com ampla distribuição espacial. Os aquíferos confinados encontram-se naturalmente bem protegidos, com excelentes condições para abastecimento público, podendo ser os poços locados no perímetro urbano, sem restrição e não necessitando de grandes áreas de proteção; devem ser esses poços, adequadamente isolados com cimentação do espaço anular na parte superior até a profundidade da camada confinante. Mesmo considerando as condições favoráveis de captação da água superficial, os custos de captação da água subterrânea são inferiores, com menores investimentos iniciais e com a vantagem de poderem ser escalonados, se ajustando melhor ao aumento da demanda.","LinhaPesquisa":"HIDROGEOQUÍMICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(777*****777)","Orientador_1":"ALDO DA CUNHA REBOUÇAS","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(088*****291)","CoOrientador_1":"NORBERT FENZL","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":37,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"267*****234","Autor":"MARCIO SOUSA DA SILVA","TituloTese":"\"MORFOESTRATIGRAFIA E EVOLUÇÃO HOLOCÊNICA DA PLANÍCIE COSTEIRA DE SALINÓPOLIS, NORDESTE DO ESTADO DO PARÁ\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"PLANÍCIE COSTEIRA, MORFOESTRATIGRAFIA, HOLOCENO","Volume":1,"NumeroPaginas":145,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"A Planície Costeira de Salinópolis, está inserida na denominada \"Zona do Salgado\" do litoral nordeste do Estado do Pará, perfazendo uma área de aproximadamente 247 Km2. Encontra-se associada estruturalmente à uma plataforma tectonicamente estável (Plataforma Bragantina), que, atualmente, é interpretada como estando em submersão. Essa planície costeira desenvolve-se sob a influência de um sistema dominado por macromarés (>5 m) estando submetida a um clima tropical chuvoso, com ventos moderados (7,9 m/s), ondas com altura de até 2 m e fortes correntes de maré (1,4 m/s). O estudo da morfoestratigrafia e estratigrafia permitiu a definição de 13 unidades morfoestratigráficas: Cobertura Arenosa Retrabalhada de Supramaré; Manguezal (zona de intermaré superior); Chenir; Barras de Canal; Planície Arenosa; Paleodunas; Sistemas de Lagos;Campo de Dunas Costeiras Atuais; Interduna; Leques de Lavagem; Laguna; Crista de Praia; Praia-Flecha Barreira, e 6 fáceis estratigráficos: Lama de Manguezal; Areia e Lama Marinho/Estuarino; Areia e Lama de Canal; Areias de Barras Estuarinas, Areia MArinha e, Sedimentos indiferenciados. A evolução dessa planície está diretamente associada às flutuações do nível relativo do mar ocorridas durante o Holoceno. Nesse período, a última transgressão holocênica (6.000 A.P.) erodiu o Planalto Costeiro (Grupo Barreiras), gerando falésias e plataformas de abrasão marinha, afogando a Planície Costeira Pleistocênica e depositando a sequência transgressiva basal. Uma fase regressiva posterior ou de mar estável instalou-se nessa região, permitindo a formação da zona de progradação lamosa (Manguezal). Durante esse período ocorreram paradas nessa progradação, gerando os cheniers, em função de rápidas oscilações positivas do nível do mar, ou ainda, períodos de redução no suprimento de lama, sob condições de maior energia das ondas e suprimento de areia. Essa planície se encontra atualmente sob uma fase transgressiva, com os sistemas de Praias-Flechas Barreiras, dunas Eólicas e Barreiras Arenosas transgredindo sobre a Planície de Maré e Planalto Costeiro. Ao mesmo tempo, há o preenchimento dos sistemas estuarinos. Esse estudo possibilitou a caracterização da área estudada como um Sistema de Planície Costeira de Macromaré, com complexos de Sistemas de Praias-Flechas-Dunas Barreiras (\"beaches-spits-dunes barriers\") associados.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(028*****200)","Orientador_1":"LUÍS ERCÍLIO DO CARMO FARIA JR.","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":38,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"302*****253","Autor":"LÚCIA TRAVASSOS DA ROSA COSTA","TituloTese":"\"SEDIMENTAÇÃO HOLOCÊNICA NO ESTUÁRIO DO RIO ARAGUARI\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"SEDIMENTAÇÃO RECENTE, ESTUÁRIO, NÍVEL DO MAR, GEOLOGIA","Volume":1,"NumeroPaginas":148,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"O rio Araguari constitui o mais expressivo sistema de drenagem do Estado do Amapá, em extensão, largura e volume de água. Ao longo de seu trajeto cruza rochas pré-cambrianas e terciárias do Complexo Guianense e Grupo Barreiras, além de sedimentos holocênicos que compõem a unidade geomorfológica denominada Planície Costeira do Amapá, disposta ao longo de todo o litoral deste Estado. Os depósitos sedimentares associados ao sistema estuarino representados por depósitos de barra em pontal, barra de canal, planície de intermaré e planície de inundação, estão relacionados a dinâmica atual do sistema, e constituem a Unidade Araguari. São definidos, estratigraficamente, através de associações que englobams seis fáceis sedimentares: silte arenoso com laminação plano-paralela (SAp), silte/areia rítmicos (SAr), pelito laminado (Pl), areia com laminação plano-paralela (Ap), silte arenoso com laminação cruzada (SAx) e pelito rítimico (Pr). Apresença dos sedimentos depositados em ambiente costeiro, a cerca de 40 Km da atual linha de costa, a exemplo dos sedimentos da Associação A, sugere que a evoluçãao da Planície Costeira do Amapá e do estuário do rio Araguari está relacionada, fundamentalmente, a modificações na posição da linha de costa, que por sua vez são controladas por oscilações do nível relativo do mar. Tais oscilações representam pequenos pulsos do evento transcressivo holocênico, denominado de Transgressão Holocênica ou Transgressão Flandriana. O estágio de preenchimento do estuário do rio Araguari é típico de sistemas juvenis, o que é reiterado pelo fato do canal estuarino ser estabelecido sobre sedimentos com idade mínima de 500 anos A.P.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(028*****200)","Orientador_1":"LUÍS ERCÍLIO DO CARMO FARIA JR.","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":39,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"480*****272","Autor":"JORGE EDUARDO LOYOLA PAZ","TituloTese":"\"GEOLOGIA, PETROGRAFIA E GEOQUÍMICA DOS GRANITÓIDES CÁLCIO-ALCALINOS DA REGIÃO DE PORTOVELO-ZARUMA, EL ORO-EQUADOR\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-07-01T00:00:00","PalavrasChave":"GEOLOGIA, PETROGRAFIA, GEOQUÍMICA, GRANITÓIDES","Volume":1,"NumeroPaginas":149,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Na região de Portovelo-Zaruma, no sudeste do Equador, na encosta Ocidental da Cordilheira Ocidental dos Andes Equatorianos, ocorrem cinco corpos granitóides (El Prado, Guayabo-Porotillo, Ambocas, Rios Luis-Ambocas e Amarillo-Pindo) os quais foram mapeados na escala 1: 60.000. As demais unidades aflorantes na região ainda carecem de estudos mais aprofundados, tendo sido efetuado apenas um reconhecimento regional nas mesmas. Destacam-se: o Grupo Tahuin, subdividido nas Formações San Roque e Capiro, ambas provavelmente do Paleozóico. A primeira é composta de quaztzitos, xistos, gnaisses,migmatitos e anfibolitos, este último pertencente possivelmente ao Grupo Piedras. A segunda é representada por quartzitos, filitos e xistos; Formação Celica, possivelmente de idade Cretácea, composta por basaltos e andesitos; acha-se dobrada e recoberta discordantemente por outra sequência vulcânica terciária formada por rochas piroclássicas e derrames andesíticos. Os dados geoquímicos desses granitóides revelam a existência de um intervalo composicional entre as rochas máfico-intermediárias e as félsicas. Entretanto, o conjunto enquadra-se perfeitamente em uma série cálcio-alcalina, cujas características são análogas às observadas no magmatismo plutônico andino de arco continental. As rochas máficas intermediárias são claramente metaluminosas, ao passo que as rochas granitóides félsicas, portadoras de anfibólio, são francamente metaluminosas. As rochas enriquecidas em muscovita são peraluminosas a fortemente peraluminosas, havendo uma descontinuidade entre os dois conjuntos ao invés de uma passagem gradual. Dentre os dois conjuntos de granitóides, os metaluminosos assemelham-se em termos petrográficos e geoquímicos aos granitos do tipo I australiano. Entretanto, em relação ao ambiente tectônico, correspondem melhor aos granitos do tipo I cordilheirano. Os granitóides peraluminosos, à primeira vista análogos aos granitos do tipo S australianos, deles divergem uma vez que não exibem cordierita, mineral típico dos granitóides do tipo S australiano. Admite-se que os granitóides peraluminosos derivaram de magmas do tipo I, contaminados localmente com material metassedimentar atrvés de processos de assimilação, assemelhando-se ao descrito no SW da América do Norte. Outras possibilidades, válidas, sobretudo para as rochas extremamente peraluminosas, seriam a sua derivação a partir de uma fonte sedimentar ou o seu empobrecimento acentuado em álcalis ser devido a transformação subsolidus.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(157*****000)","Orientador_1":"ROBERTO DALL'AGNOL","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":40,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"259*****253","Autor":"VALTER GAMA DE AVELAR","TituloTese":"\"GEOCRONOLOGIA Pb-Pb POR EVAPORAÇÃO EM MONOCRISTAL DE ZIRCÃO, DO MAGMATISMO DA REGIÃO DE TUCUMÃ, SE DO ESTADO DO PARÁ, AMAZÔNIA ORIENTAL\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"GEOCRONOLOGIA, MAGMATISMO ARQUEANO, MAGMATISMO PROTEROZÓICO","Volume":1,"NumeroPaginas":149,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"A região de Tucumã, no sudeste do Estado do Pará (Amazônia Oriental-Brasil), constitui-se numa continuidade a sudoeste da Província Mineral de Carjás-PMC. A compartimentação arqueana dessa região é representada por um terreno granito-greenstone preservado-(TGG), incluindo granitóides arqueanos (Granodiorito Rio Maria) e sequências supracrustais (Grupo Tucumã), e pelo Cinturão de Cisalhamento Itacaiúnas-(CCI) que inclui ortognaísses granodioríticos e tonalíticos (Complexo Xingu), granulitos (Complexo Pium), e granitóides estratóides (suíte Plaquê). No Proterozóico, a região é marcada pela intrusão de vários corpos graníticos anorogênicos (Granitos Seringa e Velho Guilherme), que cortam todas as unidades arqueanas. As idades Pb/Pb por evaporação obtidas nesse trabalho são similares as idades fornecidas pelo método U/Pb em zircões de rochas correlatas na PMC, particurlamente na região de Rio MAria, e são interpretadas em termos de idades de cristalização. A idade obtida para a rocha do Granitóide da Suíte Plaquê (2729+/- 29 Ma) deve ser entendida como uma idade mínima para a cristalização dessa rocha, face a ausência de outras informações geocronológicas U/Pb nesse tipo de rochas em toda a PMC. As idades Rb/Sr entre 2,57 Ga e 2,74 Ga, anteriormente obtidas respectivamente para as rochas gnaíssicas (Complexo Xingu) e para os granitóides arqueanos do TGG, bem como a idade Rb/Sr de 1,75 Ga obtida para o Granito Seringa, devem ser consideradas como idades rejuvenescidas. Fianlmente, as idades Pb/Pb em zircões de rochas arqueanas e proterozóica da região de Tucumã obtidas neste trabalho, demonstram a potencialidade do método para a determinação da idade de cristalização de rochas antigas na região Amazônica.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(293*****287)","Orientador_1":"JEAN-MICHEL LAFON","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":41,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"263*****291","Autor":"EDIELMA DOS SANTOS FARIAS","TituloTese":"\"ALVO BORRACHUDO, SERRA DOS CARAJÁS, PA: ROCHAS ÍGNEAS EM MAGNETITA E APATITA E MINERALIZAÇÃO DE SULFETOS ASSOCIADA\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-05-01T00:00:00","PalavrasChave":"MINERALIZAÇÃO DE SULFETOS, GEOQUÍMICA, GEOLOGIA, MAGNETITITO","Volume":1,"NumeroPaginas":157,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"O Alvo Borrachudo situa-se ao sul do Estado do Pará, a cerca de 43 Km a sudeste da cidade de Parauapebas, nas proximidades da Serra do Rabo, dentro da chamada Província Mineral de Carjás. Nele afloram metabásicas e graníticas que são atravessadas por dois sistemas principais de falhas, um dos quais, de direção NW-SE e com características de zona de cisalhamento, divide aquele alvo diagonalmente em duas metades, a do norte e a do sul. Os furos de sondagem aí realizados somente interceptaram rochas fortemente deformadas na metade sul, indicando mergulho da zona de cisalhamento para SW. Em pelo menos dois momentos distintos as rochas do Alvo Borrachudo foram afetadas por processos hidrotermais que estiveram, inicialmente, ligados ao alojamento e resfriamento dos corpos graníticos e, mais tarde, à zona de cisalhamento. A alteração hidrotermal se caracteriza pela substituição parcial de associações minerais pré-existentes, destacando-se potassificação, silicificação, carbonatação, argilização e epidotização, bem como pela formação de vênulas e bolsões. As fases produzidas durante o evento granítico foram K-feldspato, sericita e turmalina, e durante o evento do cisalhamento foram calcita, epídoto, clorita, biotita, argilo-minerais, titanita, actinolita, escapolita, apatita, pirita e calcopirita. Já albita, quartzo, magnetita e hematita podem ter se precipitado no curso da evolução de ambos os sistemas hidrotermais. Com relação às transformações químicas, houve, de modo geral, perdas relativas de Ca e aporte de voláteis (H2O, CO2), Na e K. Em suma, embora a composição original das rochas metabásicas do Alvo Borrachudo tenha sido modificada por diversos processos, evidências geoquímicas e mineralógicas indicam a natureza basáltica do magma original, que era enriquecido em Fe, P e Ti. Conclui-se, também, que apesar de as rochas do Alvo Borrachudo mostrarem semelhanças com as matabásicas do Grupo Grão-Pará, as diferenças são mais expressivas e sugerem tratar-se de um corpo ígneo diferenciado e independente que se alojou na ára de exposição desta unidade. Provavelmente, ele é de idade arqueana e foi formado ap;os a deposição do Grupo Grão PArá (2,76 Ga) e antes ou contemporaneamente à colocação de diques e sill gabróicos do Prospecto Águas Claras (2,6 Ga). A presença de leitos de magnetitito com bandas maciças de sulfetos de Fe, Cu e Ni associadas levam à interpretação de que ambos são também de origem magmática, tendo sido gerados por processo de diferenciação envolvendo cristalização fracionada e imiscibilidade.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(064*****220)","Orientador_1":"RAIMUNDO NETUNO NOBRE VILLAS","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":42,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"718*****749","Autor":"ANTONIO CARLOS FIGUEIREDO DOS SANTOS","TituloTese":"\"CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA E MINERALÓGICA DE BAUXITAS DA AMAZÔNIA ORIENTAL ATRVÉS DE MÉTODOS POR FLUORESCÊNCIA (FRX) E DIFRAÇÃO (DRX)\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-05-01T00:00:00","PalavrasChave":"BAUXITA, GEOQUÍMICA ANALÍTICA, AMAZÔNIA ORIENTAL","Volume":1,"NumeroPaginas":184,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Os depósitos de bauxita de Almerim e Camoaí (Amazônia Oriental - Estado do Pará), foram caracterizados e comparados química e mineralogicamente utilizando os métodos de difração (DRX) e fluorescência (FRX) de raios-X, com tal fim, foram desenvolvidos métodos de  aglomeração e pastilhamento sob presão das amostras coletadas nesses depósitos e métodos para análise quantitativa dos elementos Si, Al, Fe, Ti, Zr, Ga, V, Nb, Cr, por fluorescência de raios-X (FRX) e os minerais quartzo, caolinita, goethita, hematita além das substituições estruturais do ferro pelo alumínio na estrutura desses dois últimos minerais, por difratometria de raios-X (DFX). Na análise química elementar por FRX, as curvas de calibração foram construídas empregando-se amostras previamente analisadas e os efeitos de matriz corrigidos por software. Os erros analíticos foram estimados conforme descrito por PLESCH (1978); na avaliação da exatidão utilizou-se o padrão internacional BXN e outras amostras analisadas em laboratórios externos. A precisão e reprodutividade foram determinadas pela análise de uma amostra de laterita ferruginosa e outra de bauxita laterítica preparadas em quintuplicata e comparando-se seus resultados médios, com resultados médios de uma pastilha de bauxita laterítica e laterita ferruginosa, separada aleatoriamente do lote e analisada cinco vezes. Os resultados em conjunto sugerem mecanismos de formação semelhantes para toda a região, se bem que fatores locais tenham marcada influência, desde que o em Almeirim os teores médios de zircônico por litotipo são maiores que o de cromo, dando-se o oposto em Camoaí. Análise econônomica dos grupos litológicos, segundo aspectos de composição química e mineralógiaca, permitiu verificar que os horizontes pisolíticos aluminosos e de bauxita creme (alumina, alumínio, refratários, abrasivos, cimento, produtos químicos) apresentam as especificações necessàrias para atender a indústria do alumínio e da bauxita em geral, enquanto as bauxitas rosada e branca podem substituir às argilas fire clay e refratárias. As bauxitas desses depósitos apresentam elevado teor de gálio e sua recuperação junto com o vanánio a partir do licor Bayer, implicaria numa economia de aproximadamente 29% do valor correspondente à produção brasileira de bauxita beneficiada em 1994.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(088*****234)","Orientador_1":"WALTER KLAUS SCHUCKMANN","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(012*****220)","CoOrientador_1":"MARCONDES LIMA DA COSTA","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":43,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"25001019002P3","Regiao":"NORDESTE","Uf":"PE","SiglaIes":"UFPE","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"426*****404","Autor":"Marcos Antônio Ramos Pereira de Lucena","TituloTese":"ESPALHAMENTO BRILLOUIN POR  ONDAS DE SPIN EM FILMES FINOS E MULTICAMADAS METALICAS MAGNETICAS","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-05-01T00:00:00","PalavrasChave":"MAGNETISMO, MULTICAMADAS MAGNETICAS, FILMES FINOS","Volume":1,"NumeroPaginas":90,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA DO DEPARTAMENTO DE FISICA DA UFPE","Idioma":"Português","ResumoTese":"NESTE TRABALHO ESTUDAREMOS ONDAS DE SPIN EM FILMES FINOS METALICOS, UTILIZANDO A TECNICA DE ESPALHAMENTO DE LUZ DO TIPO BRILLOUIN. SENDO A PRIMEIRA TESE NESTE DEPARTAMENTO A FAZER USO DA TECNICA DE ESPALHAMENTO DE BRILLOUIN PARA ESTUDO DE ONDAS DE SPIN EM FILMES FINOS, E A PRIMEIRA A UTILIZAR O INTERFERÔMETRO FABRY-PEROT EM TANDEM, E O NOVO DETETOR DE BAIXO RUIDO, DESCREVEREMOS COM ALGUM DETALHE A INSTRUMENTAÇAO, E TECNICAS DE MEDIDA. APRESENTAREMOS RESUMO DA TEORIA EM FILMES SIMPLES E ACOPLADOS, E OS RESULTADOS OBTIDOS NA UFPE, EM FILMES SIMPLES DE Fe, E EM BICAMADAS DE NiFe/Cu/NiFe E Fe/Cr/Fe. aTRAVÉS DAS CURVAS TEÓTICAS PARA AS MEDIDAS, PODEMOS OBTER PARÂMETROS PARA AS AMOSTRAS, COMO MAGNETIZAÇAO DE SATURAÇAO, CAMPOS DE ACOPLAMENTO BILINEAR E BIQUADRÁTICO, CAMPOS DE ANISOTROPIA CRISTALINA E UNIAXIAL, FATOR g, ETC.","LinhaPesquisa":"Magnetismo e Materiais Magnéticos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(027*****715)","Orientador_1":"Sergio Machado Rezende","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":44,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"25001019002P3","Regiao":"NORDESTE","Uf":"PE","SiglaIes":"UFPE","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"712*****400","Autor":"Ernesto Carneiro Pessoa Raposo","TituloTese":"TEORIA DE CAMPOS E SIMULAÇAO NUMERICA DE CADEIAS POLIMERICAS DE HUBBARD E ANTIFEROMAGNETOS DESORDENADOS","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-08-01T00:00:00","PalavrasChave":"ANTIFERROMAGNETOS DESORDENADOS, VIDROS DE SPIN","Volume":1,"NumeroPaginas":100,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA DO DEPARTAMENTO DE FISICA DA UFPE","Idioma":"Português","ResumoTese":"NA PRIMEIRA PARTE DA TESE ESTUDAMOS O ANTIFERROMAGNETO (AF) DILUIDO Fe Zn F ATRAVES DE SIMULAÇAO NUMERICA CAMPO MEDIO SITIO-A-SITIO. INICIALMENTE CARACTERIZAMOS O PAPEL DA PEQUENA INTERAÇAO\"FRUSTRADA\"EXISTENTE NO MATERIAL. MONTRAMOS AINDA QUE AS CARACTERISTICAS DA FASEVIDRO DE SPIN PARA X=0,25 E CAMPO MAGNETICO NULO ESTAO EM BOA CONCORDANCIA COM AS PREVISOES DA TEORIAA DE ESCALA DO MODELO DE \"DROPLETS\"PARA BAIXAS TEMPERATURAS. nA SEGUNDA PARTE ESTUDAMOS UMA CADEIA LOSANGULAR DE HUBBARD CUJA TOPOLOGIA ACARRETA ESTADO FUNDAMENTAL FERRIMAGNETICO. ESTUDAMOS O FENOMENO CRITICO QUANTICO A T=0 VIA APROXIMAÇAO DE UM LOOP DO GRUPO DE RENORMALIZAÇAO E SUGERIMOS O MAPEAMENTO DE NOSSA CADEIA NO HEISENBERG CLASSICO 3d RESTRITO (PONTO FIXO(pf) CRITICO QUntico, g=gc) E NAO RESTRITO (pf, g=0)","LinhaPesquisa":"Física Estatística e Teoria da Matéria Condensada","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(018*****468)","Orientador_1":"Maurício Domingues Coutinho-Filho","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":45,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"25001019002P3","Regiao":"NORDESTE","Uf":"PE","SiglaIes":"UFPE","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"754*****472","Autor":"Ivan Pontual Costa e Silva","TituloTese":"ENERGIA DE CASIMIR NA PRESENÇA DE UM DEFEITO TOPOLÓGICO:O CASO DA DESLOCAÇÃO TIPO HÉLICE","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-03-01T00:00:00","PalavrasChave":"CASIMIR, FUNÇAO ZETA, DISLOCAÇAO, HELICE","Volume":1,"NumeroPaginas":100,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA DO DEPARTAMENTO DE FISICA DA UFPE","Idioma":"Português","ResumoTese":"O EFEITO CASIMIR, OU VARIAÇAO DA ENERGIA DE PONTO ZERO DE UM CAMPO QUANTICO DEVIDO A PRESENÇA DE CONDIÇOES DE CONTORNO, É UMA CARACTERISTICA BASTANTE CONHECIDA DA TEORIA QUANTICA DE CAMPOS. NESTE TRABALHO DEFINIMOS ESSE FENOMENO E DESCREVEMOS UMA FORMA DE CALCULÁ-LO, A CHAMADA REGULARIZAÇÃO POR FUNÇAO ZETA. UTILIZAMOS ESSA TÉCNICA PARA OBTER A ENERRGIA DE CASIMIR DE UM CAMPO ESCALAR LIVRE MASSIVO NA PRESENÇA DE UM DEFEIT TOPOLÓGICO ESPACIAL, A DISLOCAÇÃO TIPO HÉLICE (SCREW DISLOCATION), PARA TEMPERATURAS NULAS E FINITA. NESE ULTIMO CASO, UTILIZAMOS A FUNCÃO DE PARTIÇÃO DEFINIDA VIA INTEGRAÇÃO FUNCIONAL ZETA REGULARIZADA, QUE DEFINIMOS EM APÊNDICE","LinhaPesquisa":"Física Estatística e Teoria da Matéria Condensada","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(095*****491)","Orientador_1":"Fernando Jorge Sampaio Moraes","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":46,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"26001012003P2","Regiao":"NORDESTE","Uf":"AL","SiglaIes":"UFAL","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS","NomePrograma":"QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"163*****468","Autor":"CELSO SILVA CALDAS","TituloTese":"DETERMINAÇÃO DA ESTRUTURA CRISTALINA E MOLECULAR DE UM DERIVADO ISOCUMARÍNICO E DA -LAPACHONA, UTILIZANDO TÉCNICAS DE DIFRAÇÃO DE RAIO-X.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-08-01T00:00:00","PalavrasChave":"Difração de raio-x, bergenina, derivado da -lapachona.","Volume":1,"NumeroPaginas":222,"BibliotecaDepositaria":"Do Depto. de Química e da Biblioteca Central da UFAL.","Idioma":"Português","ResumoTese":"Os métodos utilizando os raios-x, são bastantes eficientes para investigar a natureza e o arranjo dos constituintes de uma determinada substância. O presente trabalho tem como contribuição original a determinação através do uso de técnicas de difração de raios-x, da estrutura molecular e cristalográfica de um derivado do isocumarínico e da alfa -lapachona, culos parâmetros cristalinos são mostrados a seguir: Derivados isocumarínico - Sistema cristalino ortorrômbico, grupo espacial P2,2, 2, com quatro moléculas por cela unitária, cujas dimensões são: a=7,481 (1) A; b=13,912(2)A; c=14,264(2)A. O volume da cela é 1484,5(A)3, e 1,369 g/cm3 é o valor para a densidade calculada. A molécula consiste de um sistema heterocíclico com três anéis condensados. A análise conformacional revelou um anel benzênico planar, enquanto os outros dois anéis -lactônico e pirano - apresentam formas flexionadas. Foram coletadas 1915 reflexões únicas com uso do difratômetro automárico CDA-4 da Enraf-Nonius com radiação monocromatizada por cristal de grafite. Após a aplicação do critério de aceitação , foram retidas 1834 relexões consideradas como observadas. A estrutura foi resolvida por Métodos Diretos, utilizando-se o programa SHELXL3 e com B´s anisotrópicos para todos os átomos, exceto os hidrogênios. O R final considerando todas as reflexões é de 0,034 e condiderando apenas as reflexões observadas é de 0,0309. - derivado da alfa -lapachona - Sistema cristalino triclínico, grupo espacial P1 com quatro moléculas por cela unitária, cujas dimensões são: a-7,253(1)A; b=10,296(2)A; c=16,253(3)A; alfa=86,72(1); beta=85,49(1) e rô= 72,28(1). O volume da cela é 1204,8(A)3, e 1,34g/cm3 é o valor para a densidadecalculada. A molécula consiste de três anéis condensados: um anel benzênico, um quinônico e um pirano. Da análise conformacional, resultou o biciclo naftoquinônico planar enquanto o anel pirano adota a conformação de meia cadeira. Foram coletadas 4391 reflexões únicas com uso do difratômetro automático CAD-4 da Enraf-Nonius com radiação monocromatizada cristal de grafite. Após a aplicação do critério de aceitação, foram retidas 2125 reflexões consideradas como observadas. A estrutura foi resolvida por Métodos Diretos, utilizando-se o programa SHELXL93 e com B´s anisotrópicos para todos os átomos, exceto os hidrogênios. O R final considerando todas as reflexões é de 0,14 e condiderando apenas as reflexões observadas é de 0,07.","LinhaPesquisa":"Cristalografia","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(982*****891)","Orientador_1":"MARIANO ALVES PEREIRA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":47,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"28001010002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"BA","SiglaIes":"UFBA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"945*****700","Autor":"MARCELO ALBANO MORET SIMÕES GONÇALVES","TituloTese":"MODELAGEM MOLECULAR CLÁSSICA USANDO O MÉTODO ESTOCÁSTICO: SIMULAÇÃO POR TERMALIZAÇÃO-GSA (GENERALIZED SIMULATED ANNEALING)","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-02-01T00:00:00","PalavrasChave":"modelagem molecular, simulação por termalização","Volume":1,"NumeroPaginas":98,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca do Instituto de Física da UFBa","Idioma":"Português","ResumoTese":"Propomos neste trabalho uma estratégia estocástica para a determinação dos estados de equilíbrio, de sistemas moleculares semi-clássicos, com base no método Simulação por Termalização Generalizada (GSA). As geometrias conformacionais de equilíbrio são obtidas fazendo um acoplamento entre um campo de força clássico (Programa THOR) e o procedimento estocástico GSA...A aplicabilidade do método foi testada em diferentes sistemas moleculares, cujo número de átomos nas moléculas variou significativamente. Os resultados obtidos, utilizando a termo-estatística de Tsallis, mostram que o procedimento computacional torna-se mais rápido e eficiente do que aqueles baseados nas máquinas de Boltzmann e Cauchy.","LinhaPesquisa":"FÍSICA ATÔMICA E MOLECULAR","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(123*****120)","Orientador_1":"KLEBER CARLOS MUNDIM","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":48,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"28001010002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"BA","SiglaIes":"UFBA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"084*****500","Autor":"LOURIVAL MANOEL DA SILVA FILHO","TituloTese":"SOBRE O  CAMPO SUPER CLÁSSICO E O OPERADOR ESTATÍSTICO DE NÃO-EQUILÍBRIO: APLICAÇÃO À EQUAÇÃO DE FOKKER-PLANCK-KRAMERS E À TEORIA DE RELAXAÇÀO","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"Campo Super Clássico, eq. cinética","Volume":1,"NumeroPaginas":115,"BibliotecaDepositaria":"INSTITUTO DE FÍSICA DA UFBA","Idioma":"Português","ResumoTese":"O CAMPO SUPER CLÁSSICO (CSC), PROPOSTO POR SCHONBERG NO CONTEXTO DA MECÂNICA ESTATÍSTICA CLÁSSICA É UTILIZADO NA CONSTRUÇÃO DE UM OPERADOR ESTATÍSTICO DE NÃO EQUILÍBRIO DE ZUBAREV (OENEZ). O FORMALISMO É DESENVOLVIDO EXPLORANDO A NATUREZA DE ESPAÇO VETORIAL HILBERTIANO DA TEORIA DE SCHONBERG, ASSIM COMO CINCO (E NÃO TRÊS, COMO É USUAL DA ISOTROPIA E HOMOGENEIDADE DO ESPAÇO-TEMPO) LEIS DE CONSERVAÇÃO SÃO EXPRESSAS NUMA FORMA LOCAL. rESULTA DISTO QUE O OENEZ CLÁSSICO APARECE FORMALMENTE COMO NO CASO QUÂNTICO, INCLUINDO A SIMETRIA DE BÓZONS E FÉRMIONS CLÁSSICOS...O MÉTODO DESENVOLVIDO É APLICADO À SITUAÇÕES DIFERENTES DE UM GÁS CLÁSSICO, COMPOSTO DE PARTÍCULAS INTERAGINDO ENTRE SI VIA UM POTENCIAL CENTRAL.NA PRIMEIRA SITUAÇÃO, A EQUAÇÃO DE FOKKER-PLANCK-KRAMERS É DEDUZIDA, E OS COEFICIENTES DE TRANSPORTE SÃO DADOS EM TERMOS DOS OPERADORES DE CSC. COMO UM CASO ESPECÍFICO, UM PARTÍCULA BROWNIANA É ESTUDADA NESTE CONTEXTO. COMO UMA SEGUNDA SITUAÇÃO DO GÁS CLÁSSICO, UMA TEORIA DE RELAXAÇÃO É DESENVOLVIDA.","LinhaPesquisa":"FÍSICA  ESTATÍSTICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(102*****153)","Orientador_1":"JOSÉ DAVID MANGUEIRA VIANNA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(145*****104)","CoOrientador_1":"ADEMIR EUGENIO DE SANTANA","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":49,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"31001017003P7","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"676*****704","Autor":"Cruz Sonia Quiroga de Caldas","TituloTese":"Sistema de Elasticidade com Coeficientes dependendo do Tempo e Condições de Fronteira de Tipo Misto.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"Sistema de Elasticidade; Decaimento Exponencal","Volume":1,"NumeroPaginas":66,"BibliotecaDepositaria":"Leopoldo Nachbin  (IM/UFRJ)","Idioma":"Português","ResumoTese":"Consideramos o problema de elasticidade com coeficientes dependendo do tempo e com condições de fronteira do tipo misto. ..Impondo restrições sobre os coeficientes, provamos a existência e unicidade de soluções fortes e fracas, usando o método de galerkin. Estudamos também, o decaimento exponencial da energia do sistema quando o tempo tende para o infinito.","LinhaPesquisa":"EQUAÇOES DIFERENCIAIS PARCIAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(045*****749)","Orientador_1":"Luis Adauto da Justa Medeiros - Mestrado e Doutorado","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":50,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"31001017003P7","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"921*****734","Autor":"Luis Enrique Carrillo Diaz","TituloTese":"Explosão em Tempo Finito de Soluções de Sistemas Distribuidos.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"Tempo Finito de Soluções","Volume":1,"NumeroPaginas":70,"BibliotecaDepositaria":"Leopoldo Nachbin  (IM/UFRJ)","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho, estudamos a \"Explosão em Tempo Finito\" (ETF)...Estudamos também, as propriedades de ETF da soluções associando à Equação de Kirchhoff...Estudamos ainda, ETF do sistema de Kirchhoff.","LinhaPesquisa":"EQUAÇOES DIFERENCIAIS PARCIAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(346*****772)","Orientador_1":"Manuel Milla MIranda","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":51,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"31001017003P7","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"047*****738","Autor":"Cassio Neri Moreira","TituloTese":"Aplicação da Teoria de Semi Grupos Lineares a um Probnlema de Acoplamento Poço-Reservatório.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-09-01T00:00:00","PalavrasChave":"Semi Grupos Lineares","Volume":1,"NumeroPaginas":70,"BibliotecaDepositaria":"Leopoldo Nachbin  (IM/UFRJ)","Idioma":"Português","ResumoTese":"A teoria de semigrupos é uma ferramenta poderosa no estudo de existência, unicidade e comportamento assintótico de soluções de problemas de evolução modelados por equações a derivadas parciais. Neste trabalho, apresentamos alguns dos resultados desta teoria, no caso linear, e uma aplicação a um problema de acoplamento poço-reservatório de petróleo...O capítulo 1 é dedicado a teoria de semi-grupos lineares. No capítulo 2, apresentamos o problema de acoplamento poço-reservatório. Obtemos, em particular, uma versão linear e bidimensional. Finalmente, no capítulo 3, mostramos a existência, unicidade e estabilidade de soluções do modelo linear. Estudamos ainda, a regularidade e o comportamento assintótico daquelas soluções.","LinhaPesquisa":"EQUAÇOES DIFERENCIAIS PARCIAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(380*****753)","Orientador_1":"Flavio Dickstein - Mestrado e Doutorado","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":52,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"31001017003P7","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"349*****791","Autor":"Angela Rocha dos Santos","TituloTese":"Controlabilidade Exata das Equações Dinâmicas da Elasticidade para Materiais Incompressíveis.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-11-01T00:00:00","PalavrasChave":"Controlabilidade Exata; Elasticidade","Volume":1,"NumeroPaginas":70,"BibliotecaDepositaria":"Leopoldo Nachbin (IM/UFRJ)","Idioma":"Português","ResumoTese":"O objetivo deste trabalho é estudar a controlabilidade exata na fronteira para uma determinada equação. O resultado é obtido, empregando-se o método HUM que foi idealizado por J.L. Lions em 1986. A equação é um modelo simples das equações dinâmicas da elasticidade para materiais incompressíveis.","LinhaPesquisa":"EQUAÇOES DIFERENCIAIS PARCIAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(045*****749)","Orientador_1":"Luis Adauto da Justa Medeiros - Mestrado e Doutorado","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":53,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"31005012005P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"PUC-RIO","NomeIes":"PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"QUIMICA (QUIMICA ANALITICA INORGANICA)","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"720*****753","Autor":"José Carlos Alves Pereira","TituloTese":"Determinação da velocidade de migração e das razões de partição do 137Cs em solos da região do futuro repositório de rejeitos da Abadia de Goiás, Goiás","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-09-01T00:00:00","PalavrasChave":"radionuclídeo, troca catiônica, cinética.","Volume":1,"NumeroPaginas":90,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central - PUC-Rio","Idioma":"Português","ResumoTese":"A dispersão de uma fonte de 137Cs com 51 TBq p/o meio ambiente, na cidade de Goiânia, gerou aproxidamente 3500m3 de rejeitos. P/segregar estes rejeitos de forma definitiva, está sendo construído no distrito de Abadia de Goiás, um Repositório, próximo ao local onde os rejeitos se encontram estocados de forma provisória. Vários esttudos ambientais estão sendo realizados em Abadia deGoiás. Um dos estudos, é a determinação do coeficiente de distribuição (Hd) do radionuclídeos no solo, que deverá ser utilizado p/avaliar a migração de 137Cs no solo. Os resultados indicaram que a distribuição do Hd em função da razão (volume/solo) pode ser do tipo normal ou log-normal. A cinética de reação de 137Cs com o solo local é quase imediata. A agitação utilizada não inlfuênciou na obtenção do Kd. Os Resultados de troca catiônica de 137Cs por NH4+ no solo local, indicam que o processo pode ser considerado reversível. Foi constatado um aumento do Kd de 137Cs com a profundidade dos perfis. Os resultados de correlação entre as variáveis analisadas e Kd de 137Cs, indicam que apenas com a argila houve relacionamento consistente. Os resultados indicam um valor médio de Kd 137Cs de 430 cm3.g-1 para os solos locais.","LinhaPesquisa":"Química Analítica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(363*****715)","Orientador_1":"Norbert Miekeley","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(468*****768)","CoOrientador_1":"José Marcus de Oliveira Godoy","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":54,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"31005012005P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"PUC-RIO","NomeIes":"PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"QUIMICA (QUIMICA ANALITICA INORGANICA)","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"959*****749","Autor":"Jacqueline Alves da Silva","TituloTese":"Estudo da complexação do N-diisopropilfosforiltiouréia com os íons Co(II), Cu(II) e Cd(II).","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"ligante, cobre, superquad","Volume":1,"NumeroPaginas":91,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central - PUC-Rio","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este trabalho consiste no estudo da complexação, em solução aquosoa, do N-diisopropilfosforiltiouréia (DFT) com alguns íons de interesse biológico, a saber: Co(II), Cu(II)e Cd(II). Este ligante foi escolhido devido à grande importância dos ésteres de fosfatos na Biologia. A primeira etapa deste trabalho foi a síntese, purificação e posterior caracterização do DFT através da espectrometria de massa, espectrofotometria de infravermelho e espectrometria de ressonância magnética nuclear de hidrogênio. Em seguida, foram realizadas titutlações potenciométricas de soluções contendo ligante puro e soluções com ligante e os íons metálicos anteriormente citados, na proporção metal:ligante 1:1, 1:2 e 1:3. a partir destes dados, determinou-se com o programa SUPERQUAD, as constantes de dissociação do DFT, de formação dos complexos MDFT, M(DFT)2, M(DFT)3, M2(DFT)2, as constantes de formação das espécies protonadas MHDFT, M2H2(DFT)2, MH(DFT)2, MH2(DFT)2, MH(DFT)3, MH2(DFT)3 e MH3(DFT)3, além das consntantes de formação dos hidroxocomplexos MDFTOH, MDFT(OH)2, MDFT(OH)3, MDFT(OH)4, M2(DFT)2(OH)2, M(DFT)2OH e M(DFT)2(OH)2. Para os íons Co(II) e Cd(II) observou-se a predominância de complexos protonados em pH fisiológico e a partir de pH acima de 10, as espécies hidrolisadas são predominantes.","LinhaPesquisa":"Química Inorgânica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(603*****720)","Orientador_1":"Judith Felcman","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":55,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"31005012005P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"PUC-RIO","NomeIes":"PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"QUIMICA (QUIMICA ANALITICA INORGANICA)","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"726*****704","Autor":"Honério Coutinho de Jesus","TituloTese":"Especiação aquosa e importância da fase particulada no comportamento hidrogeoquímico de U, Th, e Terras Raras na mina de urânio Morro do Ferro, Poços de Caldas.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"Urânio, tório, Morro do Ferro.","Volume":1,"NumeroPaginas":100,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central - PUC-Rio","Idioma":"Português","ResumoTese":"Estudos sobre o comportamento coloidal de águas subterrâneas e de superfície na mina de urânio e do Morro do ferro, Poços de Caldas, foram realizados com a técnica de ultrafiltração em membrana plana, com o objetivo de se conhecer aa relevância dos colóides em processos de migração p/elementos chaves, como U, Th e ETH. A importância das partículas suspensas (>0,45um) foi tb avaliada. Estudos complementares sobre a composição e tamanho de colóides foram realizados com o uso da técnica SEM e ESCA. Estudos de especiação química, utilizando o programa computacional Mineq1, foram realizadfos para os principais elementos nas águas estudadas com o objetivo de apontar as principais espécies complexantes e levantar informações que possam fortiificar os estudos coloidais. As concentrações observadas de colóides nas águas de profundidade ficaram em torno de <0,7mg/L, sendo que os elementos se distribuem preferencialmente na solução verdadeira (<1.000 dáltons), havendo uma maior importância da fase coloidal para Th, ETH e U(em ordem decrescente). Embora as razões de associação destes elementos com a fase particulada sejam altas, a possível migração dos elementos deve ocorrer na fase aquosa, ddevido as baixas concentrações do material particulado. Dentre estes, oxidantes de ferro foram apontados como a principal faase p/sorção/imobilização dos elementos, tendo sua presneça sido confirmada pela técnica ESCA. Contagem de partículas coloidas por SEM mostrou-se concordante com os estudos por ultrafiltração. Resultados computacionais de especiação, mostraram que SO42- e F- são os principais agentes complexantes nestas águas.","LinhaPesquisa":"Química Analítica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(363*****715)","Orientador_1":"Norbert Miekeley","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":56,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"31008011001P9","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"IMPA","NomeIes":"ASSOCIAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE MATEMÁTICA PURA E APLICADA","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"CO7*****71","Autor":"WILSON ALVARO ZUNIGA GALINDO","TituloTese":"Zeta Functions of Singular Albegraic Curves Defined Over  Finite Fields","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-06-01T00:00:00","PalavrasChave":"Curvas singulares, corpos finitos, funções zeta","Volume":1,"NumeroPaginas":66,"BibliotecaDepositaria":"IMPA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho nós estudamos as funções zeta associadas a uma curva algébrica completa, geometricamente irredutível, definida sobre um corpo finito. Nosso estudo concentra-se na série de Dirichlet associada ao conjunto de divisores de Cartier efetivos. Esta sérir decompõe-se em um produto Euler. Provamos que os fatores locais associados aos pontos singulares, são invariantes da classe de equisingularidade do complemento do anel local no ponto, i.e. da curva algebroide correspondente ao ponto, se o corpo de constantes não é muito pequeno.Finalmente, estudamos os fatores locais de curvas algébricas obtidas por redução modulo P de uma curva definida sobre um corpo de números algébricos. Nos provamos que o fator local correspondente com um ponto singular esta relacionado com a topologia do germe complexo no ponto.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(380*****753)","Orientador_1":"KARL OTTO STOHR","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":57,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"31008011001P9","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"IMPA","NomeIes":"ASSOCIAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE MATEMÁTICA PURA E APLICADA","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"992*****772","Autor":"HUMBERTO LUIZ ATAIDE MOREIRA","TituloTese":"Optimization Problems in Economics","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-02-01T00:00:00","PalavrasChave":"Lagrangiano, agente-principal, metodo recursivo","Volume":1,"NumeroPaginas":73,"BibliotecaDepositaria":"IMPA","Idioma":"Português","ResumoTese":"nesta tese são apresentados dois capitulos. O primeiro deles aborda a caracterização de soluções de problemas de agente-principal nos modelos de prejuízo moral (moral hazard) e seleção adversa. No modelo de prejuízo moral, o Lagrangiano estudado por J. A. Mirrlees é generalizado para o caso em que o conjunto de estados da natureza é infinito. No modelo de seleção adversa, estabelecemos um algorítmo para determinação de soluções ótimas no caso de funções utilidades quasi-lineares, variável de decisão e parâmetro unidimensionais sem assumir a propriedade de single crossing (generalização do trabalho de Guesnerie e Laffont (1984))...Finalmente, o segundo trabalho estabelece um método recursivo para calcular políticas otimas em torno do estado estacionário na presença da propriedade de diagonal dominante para o caso descontado e do problema de otimização dinamica intertemporal com tempo discreto.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(102*****734)","Orientador_1":"ALOISIO PESSOA DE ARAUJO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":58,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"31008011001P9","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"IMPA","NomeIes":"ASSOCIAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE MATEMÁTICA PURA E APLICADA","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"021*****748","Autor":"RENATA NUNES OSTWALD","TituloTese":"Estrutura de D-Módulos regulares de dimensão Um","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"Modulos, Derivacao, Holomorfa","Volume":1,"NumeroPaginas":93,"BibliotecaDepositaria":"IMPA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho, descrevemos de maneira explicita os ideais a esquerda do anel de derivações dos germes de funções holomorfas de uma variável complexa. Estudamos em particular os ideais com singularidade regular e damos uma caracterização em termos do ideal dos monomios iniciais, caracterização esta baseada num teorema de divisão. A cada ideal com singularidades regular associamos uma base finita de divisão que permite decompor como interseções finitas os espaços..das soluções e micro-soluções do ideal. Tal decomposição é explicita e gerada por certas formas monomiais. Em particular calculamos as dimensões dos espaços de soluções e micro-soluções de um ideal. Isto é feito estudando-se o grau e a valorização associada a um operador diferencial. Como um objeto geométrico importante e natural associado a uma micro-solução, a monodromia é estudada, e define uma relação entre soluções e micro-soluções. Relações naturais existem com o problema de se estudar as equações diferenciais em uma variável complexa que admitem uma solução que seja uma função de nilsson. numa segunda parte do trabalho estudamos os módulos sobre o anel de derivações de germes de funções holomorfas, que são de tipo finito, provamos que um tal módulo, de tipo finito e com singularidade regular, é isomorfo a um quociente do anel das derivações por um ideal com singularidade regular. Assim sendo, podemos aplicar a decomposição obtida para os ideais a fim de  decompor tais módulos.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(290*****772)","Orientador_1":"CESAR LEOPOLDO CAMACHO MANCO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":59,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"31008011001P9","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"IMPA","NomeIes":"ASSOCIAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE MATEMÁTICA PURA E APLICADA","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"AR1*****36","Autor":"ENRIQUE RAMIRO PUJALS","TituloTese":"Ciclos Sinculares e Omega-Explosoes","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"sistemas, atratores singulares, ciclos singulares","Volume":1,"NumeroPaginas":100,"BibliotecaDepositaria":"IMPA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Na presente tese, são estudados explosoes das recurrencias nao triviais para campo de vetores em variedades de dimensão maior e igual a tres. O objetivo central foi desenvolver mecanismos de bifurcação que levem sistemas com dinamica muito simples, por exemplo Morse-Smale (com ou sem orbitas periodicas), em outros sistemas que exibam algum tipo de atrator singular estranho. foi provado que na presença de certo tipo de ciclos singulares (veja \"Lorenz attractors and Morse-Smale systems\") existe uma separação entre os sistemas Morse-Smale e os atratores singulares estranhos, sendo que os atratores envolvidos em dita separação não são nenhum dos conhecidos na bibliografia. No caso em que se considera sistemas Morse-Smale só exibindo singularidade como elementos críticos, foi provado que a separação previamente mencionada, acontece numa variedade de codimensão dois (veja \"Saddle-node focus cycle\"). Para ciclos de carater local foi provado a existência de atratores contrativos de Lorenz apos o desdobramento (veja \"Contracting Lorenz attractors through singular cycles\").","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(044*****791)","Orientador_1":"JACOB PALIS JUNIOR","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":60,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"33001014011P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"UFSCAR","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"127*****848","Autor":"WAGNER UTIEL SILVA","TituloTese":"Uma formulação algébrica para os modelos SU(N)l- minimais","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"algebra de troca; modelos minimais; teoria conforme","Volume":1,"NumeroPaginas":89,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Comunitária UFSCar","Idioma":"Português","ResumoTese":"Através do uso da álgebra de troca em uma teoria de campo conforme estudamos os modelos chamados SU(N)l - mínimais. O uso de uma formulação algébrica propiciou a completa classificação destes modelos; onde foi possível determinarmos as dimensões conformes, as dimensões quânticas, as regras de fusão, e a carga central conforme. Uma certa classe destes modelos, com l = N + 2, são identificados com os modelos parafermiônicos de Zamolodchikov e Fateev.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(105*****872)","Orientador_1":"ANTONIO LIMA SANTOS","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":61,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"33001014011P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"UFSCAR","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"192*****253","Autor":"ANTONIO XAVIER GIL","TituloTese":"Condutância através de um ponto quântico","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"ponto quântico; condutância; nanoestrutura","Volume":1,"NumeroPaginas":103,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Comunitário da UFScar","Idioma":"Português","ResumoTese":"Estudamos a condutância através de um ponto quântico utilizando o modelo de Anderson de um sítio, com os elétrons do sítio interagindo coulombicamente entre si e acoplados com duas bandas de condução.  Fazendo um paralelo do modelo com uma nanoestrutura, as duas bandas de condução correspondem aos dois metais que ladeiam uma ilha metálica (sítio) embebida em um isolante.  Os níveis eletrônicos da ilha correspondem aos níveis do sítio e o tunelamento dos elétrons de um metal para a ilha e dessa para o outro metal, através do isolante, estd associado com a hibridização das bandas de condução com o sítio.  Paxa o cálculo da condutância utilizamos a fórmula de Landauer com interação, encontrada por Meir, Wingreen e Lee (29), onde o integrando depende da densidade de estados da ilha, que determinamos utilizando o formalismo das equações de movimento das funções de Green, tomando o Harniltoniano do modelo dentro da aproximação de Hartree-Fock...A condutância em função do potencial químico depende se a ilha está na configuraqção não magnética ou magnética.  Na região do espaço paramétrico do model, na qual o sítio tem a configuração não magnética, a condutância apresenta apenas um pico, localizado no potencial químico igual a energia do nivel eletrônico da ilha, que é devido a passagem de um elétron da banda de condução para esse nível.  Na região magnética do espaço parmétrico a condutância possui dois picos, centrados nos potencias químicos iguais às energias dos níveis eletrônicos não degenerados da ilha, que correspondem à adição de elétrons da banda de condução a cada um desses níveis.  Com esses resultados verifica-se que a passagem de um elétron da banda de condução para a ilha bloqueia a passagem do elétron seguinte, voltando a ocorrer passagem apenas quando o potencial químico atinge a energia do segundo nível, que se constitui em um segundo canal de condução.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(043*****272)","Orientador_1":"HIDEMBERGUE ORDOZGOITH DA FROTA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":62,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"33001014011P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"UFSCAR","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"076*****824","Autor":"ADILSON JESUS APARECIDO DE OLIVEIRA","TituloTese":"Efeitos do Campo Magnético em Ligas de Cr-V nas fases paramagnéticas e antiferromagnética","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-11-01T00:00:00","PalavrasChave":"spin-density-waves, antiferromagnetismo, transição de fase","Volume":1,"NumeroPaginas":107,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Comunitário da UFSCar","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho foi feito um estudo dos efeitos de campos magnéticos nas fases paramagnéticas e antiferromagnéticas das ligas Cr-x at.%V (x = 0, 0.1, 0.2, 0.4 e 0.67) através de medidas de suscetibilidade magnética DC...\t\tFoi observado que para cada concentração de V existe um determinado valor crítico de campo magnético HL acima do qual a suscetibilidade magnética DC não apresenta mais o comportamento tipo Curie-Weiss. Dessa forma, foi possível propor um diagrama de fases HL(x) versus x at.%V...\t\tA fronteira de fase AF1-AF2 foi determinada em função da concentração de V, bem como os efeitos de campo magnético na transição \"spin-flip\", revelando que a mesma tem uma forte dependência com a história magnética.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(812*****868)","Orientador_1":"WILSON AIRES ORTIZ","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":63,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"33001014011P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"UFSCAR","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"417*****091","Autor":"VANIA ELISABETH BARLETTE","TituloTese":"Estudo de líquidos puros, misturas binárias e soluções utilizando o método de Monte Carlo","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-08-01T00:00:00","PalavrasChave":"a colocar","Volume":1,"NumeroPaginas":107,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Comunitário da UFSCar","Idioma":"Português","ResumoTese":"Um modelo de 5 sítios de interação para a molécula de clorofórmio foi desenvolvido usando um potencial efetivo de pares de forma Lennard-Jones mais Coulomb. As cargas parciais necessárias para representar as interações eletrostáticas foram derivadas do potencial eletrostático molecular quântico calculado para a molécula de clorofórmio com uma função de onda correlacionada ao nível de teoria de perturbação de MÆller-Plesset de segunda ordem. Um conjunto de funções de base MC-311G** foi utilizado para calcular essa função de onda. Os parâmetros para o potencial de Lennard-Jones foram otimizados por meio de simulação interativas de Monte Carlo para reproduzir dados termodinâmicos experimentais de densidade e da entalpia de vaporização do líquido puro. Essas simulações foram realizadas no ensemble isobárico e isotérmico a 298 K e 1atm. A partir desse modelo, obtivemos resultados termodinâmicos para o líquido puro em muito bom acordo com dados experimentais e teóricos existentes na literatura. As funções distribuição radial de pares obtidas indicam pouca correlação especial entre moléculas de clorofórmio no líquido e, de um modo geral, estão de acordo com os resultados da literatura. Como um teste adicional para o modelo, calculamos para tranferir uma molécula de clorofórmio de fase gasosa para o interior do líquido a 298 K e 1 atm. Usamos nesses cálculos a metodologia de teoria de perturbação termodinâmica implementada com amostragem preferencial no algoritmo de Metropolis.. O valor obtido para a energia livre de solvatação está em acordo com o resultado experimental. Essa mesma metodologia foi utilizada para calcular a energia livre relativa para a conversão cis/trans de uma molécula hipotética nos meios aquoso e de baixa constante dielétrica. O modelo de água TIP4P e o modelo de clorofórmio de 5 sítios proposto neste trabalho foram utilizados nesses cálculos . A barreira de energia livre obtida para a rotação interna da molécula de forma cis para a forma trans é maior em água do que em clorofórmio, que implica a maior estabilização da conformação de maior momento de dipolo (cis) pelo solvente de maior constante dielétrica (água). Esse resultado é esperado pela teoria de contínuo de Onsager para a solvatação de dipolos moleculares em meios representados por uma constante dielétrica...O método de Monte Carlo em algoritmo de Metropolis também foi utilizado no cálculo de valores médios para a energia de interação, propriedades termodinâmicas de excesso, funções distribuição radial de pares e números de coordenação para as misturas binárias acetonitrila + clorofórmio e metanol + clorofórmio em função da fração molar de mistura. Os cálculos foram realizados no ensemble isobárico e isotérmico a 298 K e 1 atm. Para as moléculas de acetonetrila, metanol e clorofórmio utilizamos modelos OPLS (Optimized Potential for Liquid Simulation) existentes na literatura. Esses modelos foram desenvolvidos para estudar os líquidos puros. No campo de força OPLS, as moléculas de acetonitrila e metanol são representadas por 3 sítios e a molécula de clorofórmio tem uma representação molecular de 4 sítios. Os parâmetros de potencial necessário para calcular a energia de interação acetonitrila-clorofórmio e metanol-clorofórmio foram obtidos a partir de regras de cruzamento. Investigamos o efeito de se considerar explicitamente o átomo de hidrogênio do clorofórmio sobre as propriedades das misturas em estudo. Os resultados obtidos com  o modelo de clorofórmio de 5 sítios proposto neste trabalho foram comparados com aqueles obtidos a partir do modelo de clorofórmio de 4 sítios existentes na literatura. Os valores médios para as energias de interação obtidos a partir de ambos os modelos estão em muito boa concordância  com os dados experimentais. As contribuições dos componentes das misturas para a energia de interação total foram obtidas e mostram que a interação metanol-clorofórmio é menos efetiva do que a interação acetonetrila-clorofórmio. Os resultados obtidos para as energias de interação acetonitrila-clorofórmio e metanol-clorofórmio são levemente mais negativos quando o átomo de hidrogênio da molécula de clorofórmio é considerado explicitamente. As funções distribuição radial obtidas para as correlações acetonuitrila-clorofórmio e metanol-clorofórmio apresentam curvas características que indicam a formação de dímeros em solução ligados por pontes de hidrogênio. A amplitude dos picos para as funções ditribuição radial obtidas para correlações acetonitrila-acetonitrila depende do modelo molecular adotado para as moléculas de clorofórmio. Não foi observada  diferença significativa  na amplitude dos picos obtidas para as funções distribuição radial para as correlações metanol-metanol quando da introdução do sítio de carga sobre o átomo de hidrogênio da molécula de clorofórmio. O número de coordenação obtidos para a interação metanol-metanol no líquido puro é essencialmente o mesmo obtido nas misturas metanol + clorofórmio, exceto para a menor concentração de metanol calculada. Esse resultado que as moléculas de clorofórmio têm pequena influência sobre a associação entre moléculas de metanol em solução na maior parte do intervalo de concentração estudado. Os resultados obtidos para a entalpia molar de excesso indicam  que a mistura é endotérmica à baixa concentração de metanol. Esse resultado está de acordo com as observações experimentais. A influência das moléculas de clorofórmio sobre a interação entre moléculas de acetonitrila em solução é função linear da diluição. Representações moleculares de configurações arbitrárias para os sistemas acetonitrila + clorofórmio estudados indicam uma distribuição homogênea de moléculas de acetonitrila e clorofórmio em toda a região da solução. Representações moleculares de configurações arbitrárias para os sistemas metanol + clorofórmio confirmam que moléculas de metanol estão associadas por pontes de hidrogênio no interior da solução.  ....Rasumo..\t..\tUm modelo de 5 sítios de interação para a molécula de clorofórmio foi desenvolvido usando um potencial efetivo de pares de forma Lennard-Jones mais Coulomb. As cargas parciais necessárias para representar as interações eletrostáticas foram derivadas do potencial eletrostático molecular quântico calculado para a molécula de clorofórmio com uma função de onda correlacionada ao nível de teoria de perturbação de MÆller-Plesset de segunda ordem. Um conjunto de funções de base MC-311G** foi utilizado para calcular essa função de onda. 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Esse resultado é esperado pela teoria de contínuo de Onsager para a solvatação de dipolos moleculares em meios representados por uma constante dielétrica...\tO método de Monte Carlo em algoritmo de Metropolis também foi utilizado no cálculo de valores médios para a energia de interação, propriedades termodinâmicas de excesso, funções distribuição radial de pares e números de coordenação para as misturas binárias acetonitrila + clorofórmio e metanol + clorofórmio em função da fração molar de mistura. Os cálculos foram realizados no ensemble isobárico e isotérmico a 298 K e 1 atm. Para as moléculas de acetonetrila, metanol e clorofórmio utilizamos modelos OPLS (Optimized Potential for Liquid Simulation) existentes na literatura. Esses modelos foram desenvolvidos para estudar os líquidos puros. No campo de força OPLS, as moléculas de acetonitrila e metanol são representadas por 3 sítios e a molécula de clorofórmio tem uma representação molecular de 4 sítios. Os parâmetros de potencial necessário para calcular a energia de interação acetonitrila-clorofórmio e metanol-clorofórmio foram obtidos a partir de regras de cruzamento. Investigamos o efeito de se considerar explicitamente o átomo de hidrogênio do clorofórmio sobre as propriedades das misturas em estudo. Os resultados obtidos com  o modelo de clorofórmio de 5 sítios proposto neste trabalho foram comparados com aqueles obtidos a partir do modelo de clorofórmio de 4 sítios existentes na literatura. Os valores médios para as energias de interação obtidos a partir de ambos os modelos estão em muito boa concordância  com os dados experimentais. As contribuições dos componentes das misturas para a energia de interação total foram obtidas e mostram que a interação metanol-clorofórmio é menos efetiva do que a interação acetonetrila-clorofórmio. 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O comportamento infravermelho destas teorias é, em alguns casos, extremamente complicado. No contexto da aproximação ladder, estudamos o canelamento das divergências infravermalhas para a pressão na teoria escalar com acoplamento o3 e na teoria de Yang-Mills. As massas térmicas que são de fundamental importância para a compreensão destes comportamentos são também estudadas no contexto da gravitação.","LinhaPesquisa":"Teoria de Campos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(270*****887)","Orientador_1":"Josif Frenkel","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":65,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"33002010002P2","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"USP","NomeIes":"UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"507*****091","Autor":"Paulo Ricardo Garcia Fernandes","TituloTese":"Birrefringência induzida por gradientes de velocidades na fase isotrópica de um cristal líquido biotrópico","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"Birrefringência induzida","Volume":1,"NumeroPaginas":124,"BibliotecaDepositaria":"Universidade de São Paulo, Instituto de Física, Biblioteca","Idioma":"Português","ResumoTese":"Na fase isotrópica de um cristal líquido liotrópico induziu-se uma birrefringência a partir de gradientes de velocidades. Os gradientes são produzidos pelo movimento de queda de uma placa plana no interior da amostra. O driagrama de fases (da mistura Kl / DaoH/ H2o) em função da temperatura apresenta duas fases lamelares (L) limitando a fase isotrópica (I). A perturbação mecânica introduzida na fase isotrópica da mistura induz uma birrefringência que relaxa com um tempo característico, J da ordem de 10 -2.  A birrefringência induzida por gradientes de velocidade na fase isotrópica é tratada como um processo de difusão de ordem no interior da mistura nesta proposição determina-se, experimentalmente, um comprimento característico, L (que informa sobre as propriedades de correlação entre as micelas). A partir de medidas de transmitância em função do tempo.  Esse parâmetro é da ordem de 10-5 cm. O comportamento de J e L em função da temperatura indica a existência a de uma fase nemática virtual (FNV) no domínio isotrópico.","LinhaPesquisa":"Física da Matéria Condensada","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(937*****820)","Orientador_1":"Antonio Martins Figueiredo Neto","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":66,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"33002010002P2","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"USP","NomeIes":"UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"360*****634","Autor":"Suzana Botelho","TituloTese":"Vidas Médias de Núcleos de A~130","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-02-01T00:00:00","PalavrasChave":"Espectroscopia Gama, Plunger, Vidas Médias","Volume":1,"NumeroPaginas":131,"BibliotecaDepositaria":"Universidade de São Paulao, Instituto de Física, Biblioteca","Idioma":"Português","ResumoTese":"As vidas médias dos três primeiros níveis da banda-yrast (Delta)I=2 construída sobre o estado (pi)h11/2- do núcleo de 135Pr, foram medidas, pela primeira vez, através da reação 121,123Sb(18O,4n)133,135Pr, a 76MeV, usando-se espectroscopia gama em conjunto com a técnica de medida da distância de recuo (RDM), no Laboratório PELLETRON, São Paulo, e TANDAR/CNEA, Buenos Aires, Argentina. Uma câmara especial para medidas de vidas-médias da ordem de 10(-12) s-o \"plunger\"-, foi projetada e testada para este fim. Foram calculadas as probabilidades reduzidas de transição B(E2), com o objetivo de extrair informações sobre os parâmetros de deformação, os quais foram comparados às estimativas feitas pelos modelos teóricos para a região de massa A aprox 130, como o modelo de um rotor triaxial mais quasi-partícula, o modelo geométrico e o TRS (\"Total Routhian Surface\"). Os valores experimentais ds vidas-médias, dos B(E2) e dos parâmetros de deformação (beta2, gama) de 135Pr, foram comparados ao caroço de 134Ce, já conhecidos na literatura. Os valores experimentais de Qo obtidos para os três primeiros níveis da banda  (pi) h11/2- de 135Pr, antes do backbending, são bastante parecidos aos do 134Ce. No entanto, os cálculos teóricos para os dois núcleos, usando o programa TRS, forneceram resultados que estão em contraste com os experimentais, sugerindo a importância de prosseguir com o levantamento experimental das vidas-médias dos núcleos de Z ímpar na região de massa A ~ 130.","LinhaPesquisa":"Física Nuclear","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(084*****887)","Orientador_1":"Wayne Allan Seale","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":67,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"130*****404","Autor":"ELIENE LOPES DE SOUZA","TituloTese":"\"FATORES CONTROLADORES DO QUIMISMO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DA REGIÃO NORDESTE DO PARÁ\"","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"AQUÍFERO, PRODUTOS DE ALTERAÇÃO, HIDROGEOQUÍMICA","Volume":1,"NumeroPaginas":190,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho, desenvolvido na região nordeste do Pará, foram determinados os fatores controladores do quimismo de moradores de pequenas localidades do interioir. São águas de aquíferos constituídos pelos produtos de alteração de granitos (Tracuateua), metassedimentos (Santa Luzia), metavulcanossedimentos (Serra do Piriá) e apatita-hornblendito (Ilha de Itacupim). Águas em contato com calcários (Tauarí e Salinópolis) também foram estudadas. Na camada superior do solo das áreas mais degradadas ocorre um enriquecimento relativo em quartzo em decorrência da desestabilização da caolinita e/ou do seu transporte em suspensão. A montmorilonita se forma em área granítica, com vegetação primária, onde as bases e a sílica sofrem uma lixiviação menos intensa. O aproveitamento das áreas degradadas para agricultura exige a reposição de nutrientes. Onde sedimentos areno-argilosos recobrem o calcário, o pH é = 5,0 fato que possibilita um melhor aproveitamento, pelas plantas, dos nutrientes de origem marinha, abundantes no calcário.","LinhaPesquisa":"HIDROGEOQUÍMICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(020*****291)","Orientador_1":"WATERLOO NAPOLEÃO DE LIMA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":68,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"057*****200","Autor":"EVALDO RAIMUNDO PINTO DA SILVA","TituloTese":"\"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA DAS MINERALIZAÇÕES SUPERGÊNCIAS DE OURO DAS ÁREAS SALOBO E POJUCA-LESTE, SERRA DOS CARAJÁS-PA\"","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-11-01T00:00:00","PalavrasChave":"OURO SUPERGÊNICO, GEOQUÍMICA, MINERALIZAÇÕES","Volume":1,"NumeroPaginas":203,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"As mineralizações auríferas supergênicas das áreas Salobo e Pojuca-Leste - Serra dos Carajás/PA - foram investigadas neste estudo com vistas a exclarecer os seus processos genéticos. O manto de intemperismo na área Salobo, é do tipo truncado e se desenvolveu sobre metagrauvacas e corpos lenticulares de formações ferríferas intercalados. Da base ao topo do perfil distinguem-se um horizonte de transição, um horizonte saprolítico e um nível coluvial. Os dois primeiros horizontes exibem variações laterais, texturais e mineralógicas, que refletem a composição heterogênea e a disposição subvertical das rochas do substrato. O intemperismo das rochas estéreis (metagrauvacas) deu origem a um saprólito rico em argilominerais - hidrobiotita, esmectita e caolinita - derivados principalmente da alteração da biotita. Por sua vez, a alteração das rochas mineralizadas (formações ferríferas) originou um saprólio ferruginoso e uma zona de sulfetos supergênicos, esta última sobreposta por uma de minerais oxidados no domínio entre o topo da rocha sã e a base da rocha semi-alterada. Os sulfetos supergênicos sào a digenita e a covelita, enquanto que os minerais oxidados mais abundantes são cuprita, cobre nativo, prata nativa, malaquita e azurita. No saprólio, as principais fases portadoras de cobre são os argilominerais e os oxi-hidróxidos de ferro. O perfil de intemperismo desenvolvido no setor Pojuca-Leste é composto da base para  o topo por um espêsso horizonte saprolítico e por uma crosta laterítica ferro-aluminosa. O saprólito exibe variações composicionais relacionadas à heterogeneidade das rochas matrizes. É constituído principalmente de caolinita, goethita e hematita, porém torna-se mais rico em oxi-hidróxidos de ferro quando derivado das formações ferríferas e no domínio dos veios sulfetados. A crosta é matura em termos texturais e mineralógicos e comporta um nível aluminoso na sua porção média a inferior. Os principais fatores que controlam a concentração secundária do ouro nas coberturas de alteração das área Salobo e Pojuca-Leste foram a forma de ocorrência do metal no minério primário; a composição da paragênese sulfetada e a quantidade de sulfetos no minério primário.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(023*****234)","Orientador_1":"BASILE KOTSCHOUBEY","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":69,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"243*****204","Autor":"CLAUDOMIRO DE MELO SOARES","TituloTese":"\"ESTUDO DAS RELAÇÕES DE CONTATO DO GRANODIORITO RIO MARIA COM OS GRANITOS JAMON E MUSA E COM DIQUES DO PROTEROZÓICO\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-08-01T00:00:00","PalavrasChave":"ANFIBÓLIO, BIOTITA, METAMORFISMO DE CONTATO, QUÍMICA MINERAL","Volume":1,"NumeroPaginas":208,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Es ta pesquisa apresenta o resultaddo de um estudo integrado de petrografia, petrologia magnética e química mineral, onde buscou-se identificar os efeitos de metamorfismo de contato causado por intrusões dos granitos paleoproterozóicos Musa e Jamon e por alguns diques Proterozóico, no Granodiorito Rio Maria (GDrm), de idade Arqueana. O estudo foi realizado na região de Rio MAria, sudeste do Estado do Pará, no contexto do Terreno Granito greenstonede Rio MAria, formado por tonalitos, trodhjemitos, greenstone belts, granitos e granodioritos além de coberturassedimentares, todos arqueanos e seccionados por granitos anorogênicos. Petrograficamente, o GDrm, do domínio II se diferência daquele do domínio I por apresentar uma forte recristalização, sobretudo do plagioclásio, que  transforma-se em agregados de finos grãos com textura em mosaico, processo esse acompanhado pelo desaparecimento total da saussuritização, muito pronunciada e penetrativa no domínio I. Já no domínio III o plagioclásio não é recristalizado. Localmente há o aparecimento de intercrescimentos grnofíricos nas juntas dos grãos, que pode representar o início de fusão ou a recristalização no estado sólido das encaixantes. As biotitas do domínio II são mais enriquecidas em Ti e emprobecidas em AlVI do que as do domínio I. O enriquecimento em titânio é gradual e claramente dependente da distância da amostra em relação ao contato. Os plagioclásios no domínio II apresentam composições que variam entre oliglásio cálcico e andesina, em quanto os do domínio I apresentam-se descalcificados, com composições albíticas em virtude do acentuado processo de saussuritização. Os minerais opacos do domínio II são magnetitas puras. O GDrm, onde afetado pelos granitos Musa e Jamon (domínio II), desenvolveu uma paragênese mineral a base de hornblenda magnesiana - hornblenda actnolítica + oligoglásio cálcico andesina + biotita rica em Ti + magnetita + quartzo + felspato potássico, o que indica que foram atingidas condições metamórficas de fáceis anfibolito. Possivelmente a fáceis anfibolito superior foi atingida na zona interna do teor de Ti na biotita. Estas condições contrastam com as do domínio I, que apresenta paragênese de fáceis xistos verdes, provavelmente relacionada ao evento de matamorfismo regional.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(157*****000)","Orientador_1":"ROBERTO DALL'AGNOL","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":70,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"024*****291","Autor":"SANDRA LIA DE ALMEIDA CORRÊA","TituloTese":"\"EVOLUÇÃO GEOQUÍMICA DAS CROSTAS LATERÍTICAS E DOS SEDIMENTOS SOBREPOSTOS NA ESTRUTURA DE SEIS LAGOS (AMAZONAS)\"","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-03-01T00:00:00","PalavrasChave":"CROSTAS LATERÍTICAS, GEOQUÍMICA, NIÓBIO, ILMENO RUTILO","Volume":1,"NumeroPaginas":212,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"O estudo sobre a evolução mineralógica e geoquímica das crostas lateríticas e dos sedimentos sobrepostos na estrutura de Seis Lagos (Amazonas), foi baseado em amostras de crostas lateríticas superficias e três furos de sondagem. Na caracterização química dos materiais estudados foram empregados métodos clássicos e espectroanalíticos. Na caracterização mineralógica foi utilizado difração de raios-X, microscopia ótica, espectroscopia no infravermelho e termogravimetria (ATD e ATG). Foram efetuadas análises por sistema dispersivo de energia (EDS), que foram aplicados nos estudos micromorfológicos das crostas e sedimentos da Bacia Esperança. Estes sedimentos da bacia Esperança mostraram que tiveram como área fonte os diferentes horizontes dos perfis lateríticos e grande contribuição orgânica vegetal e animal. Os materiais que constituiram a brecha carbonática, foram provenientes das crostas ferruginosas lateríticas dada a semelhança geoquímica entre esses materiais, a presença dos minerais resistatos da crosta ferruginosa e de minerais típicos de ambiente sedimentar-diagenético, essencialmente ferrosos como pirita e siderita. Os resultados mineralógicos, geoquímicos e isotópicos demonstraram que a brecha carbonática não corresponde à rocha carbonática, e que os sedimentos da bacia Esperança incluindo a brecha carbonática tiveram como área fonte princiapl os diferentes horizontes dos perfis lateríticos, onde a crosta ferruginosa foi a fonte de grande partee dos sedimentos da base da coluna (base da bacia, provavelmente) e os horizontes argilosos das camadas superiores. Isso permitiu que em toda a extensão da coluna, fosse transferida a assinatura geoquímica da fonte primária geradora dos lateritos que foram carbonatíticas, e preservada nos lateritos.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(012*****220)","Orientador_1":"MARCONDES LIMA DA COSTA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":71,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"065*****220","Autor":"PEDRO EDSON LEAL BEZERRA","TituloTese":"\"NEOTECTÔNICA E MORFOGÊNESE DA REGIÃO DE CAROLINA (MA-TO), BACIA DO PARNAÍBA\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"COMPARTIMENTAÇÃO LITOESTRATIGRÁFICA E ESTRUTRAL, GEOMORFOLO","Volume":1,"NumeroPaginas":235,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"O esclarecimento das características geométrico-cinemáticas das estruturas bem como da sua evolução paleo e neotectônica como base para a o entendimento da morfogênese da aqui denominada Região de Carolina, foram os principais objetivos desta pesquisa. Esta região localiza-se entre os Paralelos 6o30' e 7o30'S e MEridianos 47o00' e 48o00' WGr., com 12.000 Km2 de área, envolvendo parte dos estados do Maranhão e Tocantins, dividida ao meio pelo rio Tocantins, sendo a cidade de Carolina, na porção Centro-Sul, o principal núcleo urbano. Dentre as estruturas investigadas o Cinturão Transcorrente Tianguá-Carolina compreende feixes de falhas transcorrentes dextrais orientadas N70-80E, que interagem com falhas normais neotectônicas de direção N40-60W, compondo um mosaico de romboedros transtensivos, localmente transpressivos, concretizados na paisagem sob a forma de altos e baixos estruturais. Secundariamente ocorrem falhas transcorrentes dextrais e sinistras com direção N50-60E. A deformação é caracterizada por cisalhamento simples e comportamento rúptil, sendo descritos e caracterizados quatro sistemas transcorrentes e duas zonas transtensivas. O Cinturão Distensivo Tocantis-Araguaia compreende feixes de falhas normais ou oblíquas dextrais e sinistras de orientação submeridiana, evidenciando deformação por cisalhamento simples e comportamento rúptil subdividido em três sistemas distensivos. Os principais fatores responsáveis pelo modelamento das \"Mesas de Carolina\", são as falhas normais neotectônicas de direção N45-50W, desenvolvidas nas áreas transtensivas produzidas pela interação entre os feixes de falhas do Cinturão Transcorrentes Tianguá-Carolina; as falhas normais do Cinturão Distensivo Tocantins-Araguaia, notadamente no lado oeste da área pesquisada; a dissecação estrutural da Superfície de Aplainamento Paleogênica ao longo dos citados feixes de falhas.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(063*****287)","Orientador_1":"JOÃO BATISTA SENA COSTA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":72,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"363*****304","Autor":"Ivoneide Pinheiro de Lima","TituloTese":"Experimento Exploratório de Semeadura Artificial em Nuvens Cúmulus Quentes no Interior do Estado do Ceará","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"Semeadura Artificial, Diâm Médio, Conteúdo de Água Líquida","Volume":1,"NumeroPaginas":59,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da UFC e Biblioteca Setorial da Física/UF","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho é descrito um experimento exploratório em semeadura de nuvens cúmulos quentes na cidade de Nova Russas, região da Ibiapaba Meridional no Estado do Ceará. Um conjunto de 10 (dez) nuvens cúmulus quentes semi-isoladas e não-precipitantes em fase de crescimento, das quais 3 (três) foram semeadas artificilamente com uma solução aquosa de NaCl, foi escolhido e amostrado. O principal objetivo foi investigar a evolução de parâmetros microfísicos (principalmente diâmetro médio e quantidade de água líquida) bem como as correlações existentes entre estes parâmentros em função da altura em relação à base, para as nuvens naturais e semeadas na obtenção das medidas experimentais foi utilizada a aeronave instrumentada ALPA da FUNCEME. Os resultados para o diâmetro médio e a quantidade de água líquida foram analisados e comparadas. foi observado um crescimento considerável no diâmetro médio e no conteúdo de água líquida nas três nuvens semeadas em relação aos correspondentes crescimentos nas nuvens naturais. No caso das nuvens semeadas é sugerido que o crescimento deve-se ao processo colisão-coalescência ao invés do fenômeno de entranhamento.","LinhaPesquisa":"Fisica Teórica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(091*****315)","Orientador_1":"José Carlos Parente de Oliveira","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":73,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"302*****368","Autor":"Antônio Charles Silvério","TituloTese":"Aleatorização da Amplitude de Aquecimento num Modelo Acoplado Oceano-Atmosfera e Mecanismo de Criticalidade Auto-Organizado no Fenômeno ENSO.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"ENSO, Modificador Climático, Fractal","Volume":1,"NumeroPaginas":62,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central/UFC e Biblioteca Setorial da Física/UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"O El Nino-Oscilação Sul (ENSO) é um fenômeno complexo oceanográfico e atmosférico que tem sido objeto de muito estudo nos últimos anos. Além de sua importância como um dos maiores modificadores climáticos, eventos ENSO têm profundas consequências sociais e econômicas após a catástrofe ENSO 1982-83 muitos pesquisadores se empenharam para entender o fenômeno na esperança de prever seu surgimento e duração. Com este propósito uma grande quantidade de modelos matemáticos foram e têm sido desenvolvidos para descrevê-lo. Contudo sua previbilidade permanece em aberto. Dados observacionais de TSN para o Pacífico Equatorial foram usados por Andrade et al (1995) para mostrar a ausência de uma escala temporal característica no ENSO, ficando evidente que a única previsão possível significante do ENSO é puramente probabilística, nestas condições de acordo com Andrade et al as flutuações temporais da TSM podem ser consideradas auto-correlacionadas e a estatística fractal é aplicável. Estes resultados motivaram a avaliar o problema da previsibilidade do ENSO a partir da utilização de um modelo acoplado oceano-atmosfera. O modelo é apresentado nos capítulos 2 e 3, no capítulo 4 se discute a importância do tratamento a importância da função aquecimento e sua importância  para gerar uma série temporal de flutuações da TSM como um fractal auto-afim. No capítulo 5 apresenta-se os resultados concluindo-se com discussão final no capítulo 6.","LinhaPesquisa":"Fisica Teórica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(053*****387)","Orientador_1":"Antônio José da Costa Sampaio","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(543*****734)","CoOrientador_1":"Ilana Elazari K. C. Wainer","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":74,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"450*****368","Autor":"Carlos Henrique Lima","TituloTese":"Dinamica de Salinização das Águas Subterrâneas na Região dos Inhamuns.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"Salinização, Água Subterrânea, Inhamuns.","Volume":1,"NumeroPaginas":85,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central-UFC e Bibli. Setorial da Física-UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Propomos neste trabalho, um modelo para estudar a dinâmica de salinização da água subterrânea na região dos Inhamuns. Os dados usados para construir o modelo foram obtidos coletando águas superficiais de rios, riachos, lagoas e açudes e águas subterrâneas de fontes, poços e cacimbas. As águas subterrâneas analisadas apresentaram alta salinidade, alcançando o valor máximo de 4.880 ms/cm. Nesta área encontramos minerais ferro-magnesianos, presentes nos dioritos e gabros, os quais são responsáveis pela presença de águas magnesianas. identificamos por meio de análise de espalhamento de raios X, a mudança de minerais ferro-magnesianos em plita, na qual o magnésio residual é transferido para água subterrânea. Identificamos também os aerosóis como responsáveis pela concentração de Cloretos que aumentam pelo processo de evaporação, produzindo um aumento na salinidade das águas em geral.","LinhaPesquisa":"Física Isotópica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(258*****834)","Orientador_1":"Maria Marlúcia Freitas Santiago","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":75,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"443*****320","Autor":"Francisco Sales Ávila Cavalcante","TituloTese":"Vórtices no Modelo Sigma 0(3) - Maxwell-Chern-Simons-Higgs com Acoplamento não Mínimo.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-09-01T00:00:00","PalavrasChave":"Modelo Sigma, Solitons, Equações Auto-Duais.","Volume":1,"NumeroPaginas":86,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central-UFC e Biblioteca Setorial da Física-UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho consideramos o modelo Sigma 0(3) com acoplamento não mínimo, onde a dinâmica dos campos de Gauge é gonvernada simultâneamente por termos de Maxwell e Chern-Simons. Verificou-se que, mesmo considerando um potencial de Higgs genérico, após uma quebra espontânea de simetria há geração de novos termos de Maxwel e Chern-Simons. Para uma escolha específica desse potencial e para um valor crítico da constante de acoplamento não mínimo há soluções topológicas e não topológicas das equações auto-duais. As soluções topológicas do modelo são consideradas. Adicionalmente, a introdução de um parâmetro no potencial de Higgs permite a existência de uma fase simétrica ou uma assimétrica. Soluções estásticas tipo Vórtices das equações de Bogomol'nyi são obtidas numericamente.","LinhaPesquisa":"Fisica Teórica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(142*****372)","Orientador_1":"Carlos Alberto Santos de Almeida","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":76,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"440*****315","Autor":"Ascânio Dias Araújo","TituloTese":"Um Estudo sobre as Armadilhas Magneto Ópticas com Feixes Auxiliares","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"Armadilhas, Aprisionamento, Átomos","Volume":1,"NumeroPaginas":92,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central/UFC e Biblioteca Setorial da Física/UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Recentemente Flemming et al demonstraram um aumento da ordem de duas vezes no número de átomos apreisionados, usando uma versão alternativa da armadilha magneto-óptica convencional denominada de armadilha de duas cores ou armadilha com feixes auxiliares. Neste trabalho apresentamos uma descrição teórica sobre o aumento no processo de captura de átomos de sódio (Na) na armadilha magneto-óptica convencional, além da armadilha com feixes ausiliares. Mostramos através de um modelo teórico simples que descreve o processo de captura no regime de gás ideal, que podemos descrever as principais características destas configurações de armadilhas magneto-ópticas.","LinhaPesquisa":"Espalhamento de Luz","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(526*****434)","Orientador_1":"Ilde Guedes da Silva","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":77,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"492*****300","Autor":"João Milton Pereira Junior","TituloTese":"Ressonâncias Eletrostáticas Superficiais de Forma em Interfaces com um Número Finito de Ondulações.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"Interfaces, ressonâncias eletrostáticas e ondulações.","Volume":1,"NumeroPaginas":93,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central-UFC e Biblioteca Setorial da Física-UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho são calculadas as freqüências de ressonâncias eletrostáticas superficiais de forma (RESF) para interfaces entre o vácuo e meios dielétricos ativos contendo ondulações com uma variedade de perfis distintos. São também obtidos valores de freqüências de ressonâncias para interfaces com um número crescente de ondulações com perfis senodais alinhadas paralelamente. Foi observado o surgimento de novos modos de ressonâncias ao se aumentar o número de protuberâncias caracterizando assim uma tendência à formação de bandas de freqüências no limite quando o número de ondulações tende ao infinito. Os resultados foram obtidos para interfaces vácuo/metal semi-infinito e vácuo/filme fino metálico depositado sobre um substrato dielétrico.","LinhaPesquisa":"Fisica Teórica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(040*****304)","Orientador_1":"Gil de Aquino Farias","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":78,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"426*****372","Autor":"José Alfredo Magalhães de Abreu","TituloTese":"ESTUDOS ESPECTROSCÓPICOS DE VIDROS NIÓBIO-FOSFATOS DE FERRO","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-08-01T00:00:00","PalavrasChave":"Vidros; Cerâmicas; Condutividade.","Volume":1,"NumeroPaginas":97,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da UFC e Bib. Setorial da Física-UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Vidros nióbio-fosfatos de ferro da série [0,1 Nb2O5 : 0,4 P2O5 : 0,5 Li2O] : YFe2O3 (y = 0; 0,1; 0,2; 0,3; 0,4; 0,5) foram preparados usando a técnica de \"Melt Quenching\"  em atmosfera ambiente. As amostras foram estudadas usando raios X, espectroscopia infravermelho, espectroscopia Mössbauer, correntes termo estimuladas (TSDC) e condutividade DC, para uma melhor compreesão do efeito da concentração de Fe2O3 na matriz vítrea. Íons de Fe2+ e Fe3+ foram observados em sítios octaédricos deformados [FeO6] em todas as amostras. Cristalização de LiFePO4 e alfa - Fe2O3 estão presentes para as amostras com alta dopagem de ferro (y = 0,4; 0,5). A condutividade DC é extremamente dependente da razão Fe2+/(Fe3+ + Fe2+) chegando a variar duas ordens de grandeza na série em estudo.","LinhaPesquisa":"Fisica do Estado Sólido","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(114*****334)","Orientador_1":"Antônio Sérgio Bezerra Sombra","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":79,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"460*****344","Autor":"Rinaldo e Silva de Oliveira","TituloTese":"Propriedades estruturais e de transporte de vidros molibdatos.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"Condutividade elétrica, relaxação dielétrica.","Volume":1,"NumeroPaginas":117,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central-UFC e Biblioteca Setorial da Física-UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"O sistema vítreo 0,4i Li2O : xMoO3 : (0,6 - x) P2O5 : yFe2O3 com 0 « x « 0,6 e y = 0,03    (mol %) foi estudado usando-se correntes estimuladas de polarização e despolarização (TSDC/TSPC), difração de raios-X em pó, espectroscopia infravermelho e espectroscopia Mössbauer. O uso destas técnicas proporcionou novas informações sobre a estrutura e propriedaddes de transporte de vidros e vitro-cerâmicas de fósforo-molibdênio. Observamos que o aumento da concentração de MoO3 (x), leva ao crescimento da condutividade AC e DC a temperatura ambiente, e ao decéscimo da energia de ativação DC do sistema. Foi ainda observado que a condutividade DC do sistema está diretamente associada a razão entre as populações de Fe+2 e Fe+3 presentes nas amostras.","LinhaPesquisa":"Espalhamento de Luz","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(114*****334)","Orientador_1":"Antônio Sérgio Bezerra Sombra","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":80,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"104*****334","Autor":"Antônio Jeferson de Deus Moreno","TituloTese":"Estudo de Transições de Fase por Espectroscopia Raman em Monocristais de L-Asparagina Monohidratada","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-11-01T00:00:00","PalavrasChave":"Raman, Anarmonicidade, Pressão Hidrostática, Aminoácido","Volume":1,"NumeroPaginas":140,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da UFC e Biblioteca Setorial da Física/UF","Idioma":"Português","ResumoTese":"Realizamos medidas de espalhamento Raman polarizado dependente da temperatura e em função da pressão hidrostática com o objetivo de classificar os modos normais de vibração da L-asparagina monohidratada, analisar a evolução desses modos e determinar as eventuais transições de fase. A dependência dos fonons com a temperatura mostrou que existem vários modos anarmônicos. Os ajustes dos parâmetros Raman destes modos foram feitos por equções que consideram processos anarmônicos de três e quatro fonons. Observamos alterações no número de modos translacionais e internos. Notamos ainda que há alterações nas evoluções das freqüências e larguras de linha de vários modos. Estas anomalias sugerem pequenas distorções de sítios. Analisamos os espectros Raman da geometria de espalhamento Y(x+z, x+z)Y com pressões hidrostáticas variando entre 0 e 4,8 GPa. As alterações espectrais ocorrem tanto na região dos modos externos quanto na região dos modos internos. Estes dados indicam que este composto apresenta pelo menos três transições de fase com a pressão hidrostática. A primeira transição ocorre entre 0 e 0,2 GPa, a segunda entre 0,2 e 0,6 GPa e a terceira entre 0,9 e 1,3 GPa. Foi observado que todas as transições de fase estão associadas com a dinâmica das pontes de hidorgênio existentes no composto.","LinhaPesquisa":"Espalhamento de Luz","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(002*****359)","Orientador_1":"Josué Mendes Filho","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":81,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"116*****320","Autor":"Maria Consuelo Alves Lima","TituloTese":"Barreiras GaAs/Al(x)Ga(1-x)As Não-Abruptas Simples e Dupals, Modelos e Propriedades","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"Barreiras não-abruptas, Propriedades de transmissão","Volume":1,"NumeroPaginas":216,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da UFC e Bilioteca Setorial da Física/UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"É realizado um estudo da influência de interfaces graduais nas propriedades de transmissão de barreiras GaAs/AlxGa1-xAs simples e duplas, quando submetidas ou não a um campo elétrico. As interfaces são descritas através de um método no qual o potencial e a massa efetiva dos portadores nas interfaces são uma conseqüência do perfil da variação interfacial da fração molar de alumínio. Expressões analíticas para o coeficiente de transmissão de portadores são obtidas no caso de barreiras simples utilizando-se a aproximação da massa efetiva constante nas interfaces. Quando a depedência espacial da massa efetiva dos portadores nas interfaces e consideradas as propriedades de transmissão das barreiras GaAs/AlxGa1-xAs simples e duplas são calculadas através da solução numérica por um método tipo multi steps de equações do tipo Schrödinger obtidas a partir do operador energia cinética {P[m(z)]-1P}/2 depende da posição. Obtem-se que a existência de interfaces com espessuras de apenas duas células unitárias do GaAs modificam consideravelmente as propriedades de transmissão de barreiras GaAs/AlxGa1-xAs simples e duplas, deslocando os picos e diminuindo as razões pico a vale das suas ressonâncias de transmissão. Os resultados permitem estabelecer as limitações de hipóteses que consideram as interfaces de barreiras GaAs/AlxGa1-xAs simples e duplas como sendo abruptas.","LinhaPesquisa":"Fisica Teórica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(040*****304)","Orientador_1":"Gil de Aquino Farias","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":82,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"162*****320","Autor":"Antônio Cláudio Veras de Araújo","TituloTese":"Problema Exterior de Plateau para Superfícies Mínimas com fim tipo Catenóide","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"Problema de Plateau","Volume":1,"NumeroPaginas":35,"BibliotecaDepositaria":"Bibliotecas  da Matemática e Central-UFC.","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho, resolveremos o problema de Plateau exterior para superfícies mínimas com fim tipo catenóide o qual é demonstrado no teorema de Setan. Na prova, inicialmente, obtemos uma superfície U como limite de uma sequência de superfícies mínimas limitadas e certos círculos, os quais estão contidos em uma catenóide conveniente. Em seguida, estudamos o comportamento assintótico desta superfície, a qual será a solução do problema.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(031*****368)","Orientador_1":"Luquésio Petrola de Melo Jorge","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":83,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"497*****430","Autor":"Givaldo Oliveira dos Santos","TituloTese":"Aplicações das Fórmulas de Bochner-Lichnerowicz e de Reilly.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-08-01T00:00:00","PalavrasChave":"desigualdade de Poincaré e autovalor do Laplaciano.","Volume":1,"NumeroPaginas":37,"BibliotecaDepositaria":"Bibliotecas da Matemática  e Central-UFC.","Idioma":"Português","ResumoTese":"Para muitos problemas geométricos necessitamos estimar a desigualdade de Poincaré para domínios em um espaço curvado para tanto devemos encontraar estimativas ótimas para cotas inferiores dos primeiros autovalores do Laplaciano, pois o primeiro autovalor de Laplaciano não-nulo é caracterizado como a constante ótima nesta desigualdade. Nesta tese, temos como objetivo principal estimar o primeiro autovalor de uma variedade Riemanniana compacta com curvatura de Ricci positiva utilizando para isto as fórmulas de Bochner-Lichnerrowicz e de Reilly para finalizar estimaremos a área de uma superfície dependendo de seu gênero G.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(209*****391)","Orientador_1":"Gregorio Pacelli Feitosa Bessa","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":84,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"451*****400","Autor":"Vânio Fragoso de Melo","TituloTese":"Hipersuperfícies Fechadas de Curvaturas Escalar e Média Constantes em S n+1","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"Hipersuperfícies fechadas, curvaturas escalar e média  const","Volume":1,"NumeroPaginas":39,"BibliotecaDepositaria":"Bibliotecas da Matemática e Central-UFC.","Idioma":"Português","ResumoTese":"O objetivo desta monografia é demonstrar que se M n é uma hipersuperfície fechada em S n+1 de curvaturas média e escalar constantes, tendo 3 curvaturas principais distintas em todo ponto de M n, então M n é isoparamétrica. Também damos uma classificação para as hipersuperfícies míminas de curvatura escalar constante em S n+1(fechadas), tendo 1,2 e 3 curvaturas principais distintas, provamos a validade da conjectura de Chern para n=3.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(041*****382)","Orientador_1":"Sebastião Carneiro de Almeida","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":85,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"409*****472","Autor":"Amauri da Silva Barros","TituloTese":"Estabilidade e Instabilidade de Ondas Solitárias para Sistemas Hamiltonianos.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-08-01T00:00:00","PalavrasChave":"Ondas solitárias, sistemas hamiltonianos.","Volume":1,"NumeroPaginas":58,"BibliotecaDepositaria":"Bibliotecas da Matemática e Central-UFC.","Idioma":"Português","ResumoTese":"Um problema que despertou bastante interesse de alguns matemáticos nos últimos anos foi a questão da estabilidade para soluções especiais de certas equações de evolução. Mais precisamente as soluções do tipo ondas solitárias. Tal estudo teve início em 1972 com o artigo de T. B. Benjamin, \"The Stabilit of Solitary Waves\". Nesta tese, temos como objetivo investigar a estabilidade e a instabilidade das soluções do tipo ondas solitárias para um sistema Hamiltoniano abstrato. Para tanto, tomamos como referência o artigo de M. Grillakis, J. Shatan e W. Strauss, \"Stability Theory of Solitary Waves in the Presence of Symetry\". Por fim, estudamos a estabilidade de ondas solitárias para a equação de Korteweg-de Vries,  Kdv.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(116*****334)","Orientador_1":"Jose Fabio Bezerra Montenegro","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":86,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"235*****334","Autor":"José Lassance  de Castro Silva","TituloTese":"O Problema de Sequenciamento Ótimo em Produção Industrial.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"Sequenciamento ótimo, produção industrial.","Volume":1,"NumeroPaginas":70,"BibliotecaDepositaria":"Bibliotecas da Matemática e Central-UFC.","Idioma":"Português","ResumoTese":"Muitas indústrias têm hoje dificuldades para sequenciar, de maneira ótima, a fabricação de seus produtos. Isto, devido as sequências praticadas não  garantirem o menor tempoo para concluir a fabricação planejada. Assim, neste trabalho estamos interessados em sequenciar de maneira ótima a produção  de fios na indústria têxtil, através das técnicas de Pesquisa Operacional. Nosso estudo se concentra na evolução do problema de sequenciamento (Scheduling Problem) e algorítmos propostos para a  sua resolução. Adaptamos o método da decomposição de Bender, como o algorítmo de resolução para o problema de sequenciamento, não utilizado até o momento por nenhuma das técnicas de pesquisa operacional na resolução do mesmo.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(021*****320)","Orientador_1":"Antonio Clecio Fontelles Thomaz","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":87,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"685*****887","Autor":"João de Deus Lima","TituloTese":"Mergulhos Mínimos Completos em R 3 de Superfícies de Gênero Zero.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"Mergulhos mínimos,  gênero zero, superfícies de Riemann.","Volume":1,"NumeroPaginas":110,"BibliotecaDepositaria":"Bibliotecas da Matemática e Central-UFC.","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho, estudamos  os mergulhos mínimos completos em R 3 de superfícies de gênero zero. No primeiro capítulo,  introduzimos a teoria básica sobre superfície mínima, superfície de Riemann e representação de Weirstrass. No segundo capítulo, fixamos a notação com a representação de Enneper de autoria de Andrade, a qual estabelece uma função harmônica e duas funções holomorfas na representação de uma imersão mínima conforme usando a representação de Ennerper mostramos, no terceiro capítulo, que as únicas superfícies mínimas mergulhadas completas em R 3 com curvatura total finita e gênero zero são os planos e os catenóides, finalmente, como aplicação, dedicamos o quarto e último capítulo ao estudo dos mergulhos mínimos completos em R 3 simplesmente periódicos, onde é provado que não existem toros mínimos propriamente mergulhados em R 3/H com um número finito de fins tipo planar e mostramos, ainda que a única superfície mínima mergulhada com um número finito de fins tipo helicoidais em  R 3/H é o helicóide.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(334*****749)","Orientador_1":"Placido Francisco de Assis Andrade","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":88,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018004P8","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"480*****368","Autor":"IDALINA MARIA  MOREIRA DE CARVALHO","TituloTese":"SÍNTESE DE OLIGOPEPTÍDEOS COM COMPLEXODE COBALTO COMO GRUPO PROTETOR","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-07-01T00:00:00","PalavrasChave":"OLIGOPEPETÍDIOS","Volume":1,"NumeroPaginas":107,"BibliotecaDepositaria":"CENTRAL DE CIENCIAS E TECNOLOGIA DA UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"A QUÍMICA DE PEPTÍDEOS TEM EXPERIMENTADO UM EXTRAORDINÁRIO PROGRESSO TECNOLÓGICO. AS INÚMERAS POSSIBILIDADES DE PESQUISAS, ENVOLVENDO PEPTÍDEOS SINTÉTICOS, NO INTUITO DE SOLUCIONAREM PROBLEMAS BIOLÓGICOS TEM RECEBIDO DESTAQUE NA LITERATURA CIENTÍFICA RECENTE.DENTRE AS DIVERSAS ÁREAS DA QUÍMICA ORGÃNICA SINTÉTICA, A QUÍMICA DE PEPTÍDDEOS CONSTITUI-SE NAQUELA DE MAIOR REQUERIMENTO DA INTERDISCIPLINARIDADE. NA CONCEPÇÃO MODERNA DA QUÍMICA DE PEPTÍDEOS, INCLUEM-SE OS PROCESSOS SINTÉTICOS E ANÁLISES, ISOLAMENTO E DETERMINAÇÃOES ESTRUTURAIS, INVESTIGAÇÕES CONFORMACIONAIS, E MODELAGEM MOLECULAR. ESTUDOS DOS PROJETOS ORIENTADOS, TEM SIDO POSTOS EM PRATICA PARALELAMENTE COM GRUPOS DE PESQUISADORES NAS ÁREAS DE FARMACOLOGIA, FISIOLOGIA, IMUNOLOGIA, BIOLOGIA, BIOFÍSICA, QUÍMICA INORGÂNICA, QUÍMICA ORGÂNICA E FÍSICO-QUÍMICA. NESTE TRABALHO, FORAM INVESTIGA DOS DIVERSOS ASPECTOS SINTÉTICOS DE OLIGOPEPTÍDEOS EM SOLUÇÃO. DENTRE ESTE, AVALIARAM-SE O USO DO COMPLEXO (NH3)5CoIII-] COMO GRUPO PROTETOR DO C-TERMINAL DURANTE AS REAÇÕES DE ACOPLAMENTO DE AMINOÁCIDOS.ATENÇÃO ESPECIAL FOI DADA À REAÇÃO DE ACOPLAMENTO DA HISTIDINA, A QUAL, RECONHECIDAMENTE, APRESENTA UMA SÉRIE DE PROBLEMAS, TAIS COMO RACEMIZAÇÃO E FORMAÇÃO DE PRODUTOS SECUNDÁRIOS. ADICIONALMENTE, HÁ UM GRANDE INTERESSE NA OBTENÇÃO DE PEPTÍDEOS COMPOSTOS POR ESTE AMINOÁCIDO, LOCALIZADO EM POSIÇÕES I E I+4 DA CADEIA, DE MODO A PERMETIR A COORDENAÇÃO DE ÍONS COMPLEXOS, DO TIPO CIS-{Ru(NH3)4L2]3+ OU CIS-[Ru(bpy2)2L2]2+, FORMANDO COMPOSTOS MACROCÍCLICOS, INDUTORES DE ESTRUTURA SECUNDÁRIA ALFA-HELICOIDAL. EM CONSEQUENCIA, UMA NOVA ROTA SINTÉTICA FOI ESTABELECIDA PARA OBTENÇÃO DO TRIPEPTÍDEOS BOC-HIS-PRO-PRO.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(090*****300)","Orientador_1":"ICARO DE SOUSA MOREIRA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":89,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018004P8","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"144*****368","Autor":"JULIO SANCHO LINHARES TEIXEIRA MILITÃO","TituloTese":"IDENTIFICAÇÃO DE TRITERPENOS COM AUXÍLIO DE COMPUTADOR: TRITERPENOS DE VOCHYSIA PIRAMIDALIS MART","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-02-01T00:00:00","PalavrasChave":"TRITERPENOS, SISTEMA ESPECIALISTA,VOCHYSIACEAE","Volume":1,"NumeroPaginas":180,"BibliotecaDepositaria":"CENTRAL DE CIENCIAS E TECNOLOGIA DA UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"UM MÉTODO AUTOMÁTIZADO PARA A DETERMINAÇÃO ESTRUTURAL DE TRITERPENOS FOI CRIADO. O MÉTODO BASEIA-SE NA PESQUISA A BANCO DE DADOS COM ABSORÇÃO DE CERCA DE 1000 TRITERPENOS. PARA O TESTE DAS ROTINAS FORAM ISOLADOS COMPOSTOS TRITERPENICOS., DA ESPÉCIE VEGETAL VOCHYSIA PIRAMIDALIS MART DOS SEIS TRITERPENOS ISOLADOS, QUATRO MOSTRARAM-SE INÉDITOS.I","LinhaPesquisa":"PRODUTOS NATURAIS:PROGRAM INTEGRADO QUIMICA/FARMA./BOTANICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(051*****349)","Orientador_1":"SELENE MAIA DE MORAES","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":90,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018004P8","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"122*****304","Autor":"MARIA GORRETI VASCOCELOS SILVA","TituloTese":"CONTRIBUIÇÃO AO GENERO OCIMUM E ANÁLISE POR RMN13C","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-12-01T00:00:00","PalavrasChave":"OCIMUM","Volume":1,"NumeroPaginas":201,"BibliotecaDepositaria":"CENTRAL DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"ESTE TRABALHO RELATA OS PROGRESSOS E MODIFICAÇÕES NAS TÉCNICAS DE COLETA, EXTRAÇÃO, SEPARAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA, DE ÓLEOS ESSENCIAIS, EXEMPLIFICANDO-SE COM AMOSTRAS OBTIDAS DE FOLHAS E INFLORESCÊNCIAS DE SEIS ESPÉCIES DO TAXON GENÉRICO OCIMUN: OCIMUM GRATISSIMUM, O. BASILICUM, O. AMERICANUM, O. BASILICUM VAR. PURPURASCENS, O. BASILICUM VAR. MINIMUN E O.MICRANTHUM. FORAM UTILIZADAS AS TECNICAS DE EXTRAÇÃO CONVENCIONAL DE ARRASTE COM VAPOR D'AGUA E EXTRAÇÃO USANDO O FORNO DE MICROONDAS COMO FONTE DE AQUECIMENTO. VARIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA FOI AVALIADA EM RELAÇÃO A HORA DE COLETA A AO ESTÁGIO DO CICLO VEGETATIVO. APRESENTA-SE TAMBEM UMA PROPOSTA DE ESTENDER O MÉTODO DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR DE CARBONO-13 À ANÁLISE DE MONOTERPENOS E SESQUITERPENOS EM ÓLEOS ESSENCIAIS, COMO UMA TÉCNICA SUPLEMENTAR QUE PODE VIR A SER DE GRANDE VALIA PARA ELUCIDAÇÃO DE COMPOSTOS CUJA IDENTIFICAÇÃO POR OUTROS MÉTODOS NÃO TENHA SIDO OBTIDA. PARA ALCANÇAR ESTE OBJETIVO, FORAM DESENVOLVIDOS PROGRAMAS PARA COMPUTADOR QUE REALIZAM VÁRIOS TIPOS DE ROTINAS: PESQUISA, SIMULAÇÃO E GRAVAÇÃO DE VALORES DE DESLOCAMENTO DE RMN13C. PARA A REALIZAÇÃO DAS PESQUISAS PELO PROGRAMA, FORAM IMPLEMENTADOS DOIS BANCOS DE DADOS PRINCIPAIS COMO 2310 VALORES DE DESLOCAMENTO QUÍMICO DE CARBONO-13 DE MONOTERPENOS E 2369 DADOS DE CARBONO-13 DE SESQUITERPENOS. A TÉCNICA FOI TESTADA EM ÓLEOS ESSENCIAIS DE 9 ESPÉCIES DE PLANTAS DO NORDESTE DO BRASIL: CROTON NEPETAEFOLIUS BAILER(MARMELEIRO VERMELHO), STENOLYX MICHELLI, BERG.(PITANGA), ALPINIA SPECIOSA K. SCHUM (COLONIA), TAGETES MINUTA L.(CRAVO DE DEFUNTO MIUDO), TAGETES ERECTA L. (CRAVO DE DEFUNTO), OCIMUM AMERICANUM L. (MANJERONA), OCIMUM GRATISSIMUM L. (ALFAVACA), OCIMUN MICRATHUM WILD (ALFAVACA MIUDA) E EGLETES VISCOSA LESS(MACELA). OS PROGRAMAS FORAM ESCRITOS USANDO-SE LINGUAGEM FOX-PRO.","LinhaPesquisa":"PRODUTOS NATURAIS:PROGRAM INTEGRADO QUIMICA/FARMA./BOTANICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(051*****349)","Orientador_1":"MARIA IRACEMA LACERDA MACHADO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":91,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018004P8","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"090*****300","Autor":"MARIA ZENEIDE BARBOSA BEZERRA","TituloTese":"ESTUDO DA SINTESE DE CUMARINAS FLAVONAS E DE NEO-FLAVONOIDES","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1996-02-01T00:00:00","PalavrasChave":"CUMARINAS, NEO-FLAVONOIDES","Volume":1,"NumeroPaginas":253,"BibliotecaDepositaria":"CENTRAL DE CIENCIAS E TECNOLOGIA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este trabalho descreve a síntese da 5,7,-di-OH-4’,OMe-8-(2-carboxivinil)-flavona, precursor da cumarina-favona isolada de Croton adamantinus. A flavanona foi obtida por condensação da 8-acetil-5,7-di-OH-cumarina com o anisaldeído em hidróxido de sódio...              Foram também sintetizadas as seguintes neoflavanonas: 7-OH-5-Me-4-(4’-metoxifenil)-3,4-diidrocumarina, 5-OH-7-Me-4-(4’-metoxifenil)-3,4-diidrocumarina, 5-Me-7-O-(4-metoxicinamoil)-4-(4’-metoxifenil)-3,4-diidrocumarina, 5-OH-4-(4’-metoxifenil)-a-pirano-(6”,5”:7,8)-3,4-diidrocumarina e 7-pentadecil-4-(4’-metoxifenil)-3,4-diidrocumarina.  Os neoflavonóides foram sintetizados por condensação e orcinol, 5-7-dihidroxicumarina e cardanol hidrogenado...              Outros fenóis comoo resorcinol, floroglucinol, pirogalol, eugenol, e cardol hidrogenado forma utilizados, não sofreram reação de condensação com o cloreto do ácido 4-metoxicinâmico, mas levaram à formação de ésteres cinamoílicos...               Os compostos sintetizados foram caracterizados com base nos seus dados espectrais de RMN 1H e 13C, usando principalmente a técnica de espectroscopia nOe diferencial, além dos dados de seus esectros no IV e de massa.","LinhaPesquisa":"SINTESE ORGÂNICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(051*****349)","Orientador_1":"MARIA IRACEMA LACERDA MACHADO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":92,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"22001018031P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10300007,"AreaConhecimento":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","AreaAvaliacao":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","DocumentoDiscente":"073*****391","Autor":"Gerardo Valdísio Rodrigues Viana","TituloTese":"META-HEURÍSTICAS PARA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO COMBINATÓRIA.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"Otimização combinatória, Pesquisa Operacional","Volume":1,"NumeroPaginas":215,"BibliotecaDepositaria":"Universidade Federal do Ceará","Idioma":"Português","ResumoTese":"Nosso propósito neste  trabalho é apresentar algumas técnicas existentes para obter, em tempo hábil boas soluções de problemas de otimização combinatória. Estes tipos de problemas são conhecidos como NP-árduos, ou seja, são intratáveis por algoritmos convencionais...O assunto proposto é dissertado de forma conceitual, com a implementação e testes das técnicas citadas para problemas clássicos de otimização. Paralelamente, fazemos uma análise dos resultados obtidos bem como a medição do tempo computacional de cada uma das rotinas desenvolvidas, a fim de verficar sua eficiência. Por fim, de acordo com a tendência atual para tratamento de problemas desta área é usado uma ferramenta de programação paralela. Uma aplicação utilizando simultaneamente alguma meta-heurística é desenvolvida com o objetivo de mostrar a performance desta técnica...A disposição e abordagem dos tópicos relacionados objetivam dar um enfoque didático ao trabalho, de modo que o mesmo possa ser publicado em forma de livro para o ensino de disciplinas da área de construção e análise de algoritmos e afins.","LinhaPesquisa":"Matemática Computacional","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(163*****349)","Orientador_1":"FERNANDO ANTONIO DE CARVALHO GOMES","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(021*****320)","CoOrientador_1":"ANTONIO CLECIO FONTELLES THOMAZ","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":93,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"23001011010P0","Regiao":"NORDESTE","Uf":"RN","SiglaIes":"UFRN","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"721*****400","Autor":"Deilson de Melo Tavares","TituloTese":"Produção de grávitons no universo de Friedman com vários estágios.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-08-01T00:00:00","PalavrasChave":"espectro de grávitons; Friedman; matéria","Volume":1,"NumeroPaginas":56,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial \"Sérgio \"Porto\"","Idioma":"Português","ResumoTese":"Explica-se a produção de partículas em universos homogêneos e isotrópicos e o efeito de descontinuidades na curvatura sobre a mesma. Então, para universos de Friedman com seção espacial plana, as características do espectro de grávitons nas altas e baixas frequências são derivadas. Calculam-se coeficientes de Bogoliubov quando se inclui uma era dominada por matéria-K e se discute um exemplo importante, através de duas teorias, comparando-se os rsultados. Calculam-se coeficientes da transição entre uma era arbitrária e outra dominada por uma mistura de radiação e matéria. Utilizando a influência do espectro de grávitons sobre a nucleossíntese e sua relação com a criação de matéria em uma classe de modelos, determina-se um vínculo entre esta criação e a produção de grávitons devida a uma transição com a segunda era efetivamente não inflacionária.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(108*****444)","Orientador_1":"Márcio Roberto de Garcia Maia","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":94,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"23001011010P0","Regiao":"NORDESTE","Uf":"RN","SiglaIes":"UFRN","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"807*****487","Autor":"Cláudio Henrique de Figueiredo Melo","TituloTese":"Processos de Aquecimento na alta atmosfera de estrelas evoluídas.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"alta atmosfera; estrelas evoluídas; fluxo de cálcio","Volume":1,"NumeroPaginas":65,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial \"Sérgio Porto\"","Idioma":"Português","ResumoTese":"No presente trabalho estudamos os processos de aquecimento na alta atmosfera das estrelas evoluídas. Primeiramente, estudamos o comportamento da emissão coronal em função dos elementos orbitais, tais como: período orbital P-orb e excntricidade e, para os sistemas binários que apresentam uma componente evoluída. Como diagnóstico da atividade coronal, utilizamos as medidas de fluxo de emissão em raios-X. Nossos resultados mostram que estrelas com um período orbital menor ou da ordem de 100 dias e que possuem uma órbita circular ou quase circular (e menor que 0.10) apresentam um nível de atividade coronal duas ordens de magnitude maior que o dos outros sistemas da amostra, o que sugere que os efeitos de maré gravitacional podem ter um importante papel no nível de atividade coronal. Num segundo passo, estudamos as relações atividade cromosférica-rotação e atividade cromosférica-índice de cor para os sistemas binários que apresentam uma componente evoluída. Como diagnóstico da atividade cromosférica utilizamos as medidas de fluxo de emissão do Call nas linhas H e K. Em tal estudo utilizamos as medidas de velocidade de rotação obtidas com o espectrômetro CORAVEL, que nos dá uma precisão de .0 Kms-1. Nossos resultados mostram que para estrelas com (B-V) maior que 1.00, o fluxo de cálcio F (Call) apresenta uma fraca dependência com a velocidade de rotação o que pode indicar que neste estágio evolutivo um dos parâmetros essenciais para a existência do dínamo não está ativo. Outro resultado importante surge da comparação das relações fluxo de cálcio-rotação e excesso de fluxo de cálcio-rotação, que sugere que o excesso de fluxo de Cálcio delta F (Call) não representa de modo conveniente a componente não térmica da enrgia produzida na cromosfera estelar.","LinhaPesquisa":"Astrofísica e Astronomia","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(088*****400)","Orientador_1":"José Renan de Medeiros","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":95,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"23001011010P0","Regiao":"NORDESTE","Uf":"RN","SiglaIes":"UFRN","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"851*****472","Autor":"José Dias do Nascimento Júnior","TituloTese":"Um estudo da relação entre rotação e abundância do lítio em estrelas subgigantes.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-07-01T00:00:00","PalavrasChave":"estrelas subgigantes;rotacional; binárias","Volume":1,"NumeroPaginas":66,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial \"Sérgio Porto\"","Idioma":"Português","ResumoTese":"No presente trabalho, studamos as relações entre rotação e abundância do Lítio em estrelas subgigantes do tipo solar. Nós determinamos velocidades rotacionais precisas para uma amostra de 65 estrelas subgigantes de tipos espectrais F, G e K. As velocidades rotacionais foram obtidas a partir de medidas efetuadas com o espectrômetro CORAVEL de alta rotação. Nós combinamos estas velocidades rotacionais com abundâncias do Li, a fim de analisar o comportamento do Li como função da rotação. Em particular, analisamos os possíveis efeitos da desaceleração rotacional na diluição do Li, bem como a influência dos efeitos de maré no comportamnto do Li nas estrelas subgigantes binárias. Como resultado principal, mostramos que há um decrescimento abrupto na abundância do Li, o qual coincide em todos os seus aspectos, com a descontinuidade rotacional, localizada no tipo espectral F8IV, correspondente à temperatura efetiva de 6000K. Além disso, confirmamos a existência de uma descontinuidade rotacional nesta mesma classe de luminosidade. Estrelas subgigantes localizadas à esquerda dessa descontinuidade mostram um amplo intervalo de valores de otação, desde poucos Kms-1 até da ordem de 100 Kms-1. À direita da descontinuidade rotacional apenas os sistemas binários sincronizados apresentam valores elevados de velocidade rotacional. Encontramos uma dependência linear entre abundância do Li e rotação nas estrelas subgigantes simples. Considerando-se que a desaceleração magnética é a causa orioginadora da descontinuidade rotacional, propomos que a abundância do Li em estrelas subgigantes F tardias é também fetada pela desaceleração magnética. Outro aspecto interessante que surge a partir do presente trabalho é o fato de que estrelas subgigantes binárias sincronizadas, localizadas à direita da descontinuidde rotacional, apresentam uma  tendência a reter mais do seu Li original que as estrelas simples e as subgigantes binárias não sincronizadas. Finalmente, não encontramos no presente estudo nenhum sinal de estrelas subgigantes ricas em Li.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(088*****400)","Orientador_1":"José Renan de Medeiros","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":96,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"23001011010P0","Regiao":"NORDESTE","Uf":"RN","SiglaIes":"UFRN","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"671*****487","Autor":"Umberto Laino Fulco","TituloTese":"Teoria Semiclássica para super rede magnética formada por materiais ferromagnético e antiferromagnético.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"rede;camadas ferromagnéticas; camadas antiferromagnéticas.","Volume":1,"NumeroPaginas":68,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial \"Sérgio Porto\"","Idioma":"Português","ResumoTese":"Apresentamos uma teoria de dinâmica de rede para uma super rede consistindo de camadas magnéticas alternadas dos tipos ferromagnética e antiferromagnética. Utilizando a equação de movimento semi-clássica para o estudo dos mágnons e usando o método da matriz transferência obtemos explicitamente a equação da relação de dispersão. O resultado é ilustrado numericamente; as curvas são análogas áquelas encontradas para ondas de spin quando utilizado o modelo de Heisenberg,","LinhaPesquisa":"Estudo de Materiais e Super Redes Magnéticas","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(043*****434)","Orientador_1":"Paulo Fulco","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":97,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"23001011010P0","Regiao":"NORDESTE","Uf":"RN","SiglaIes":"UFRN","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"200*****468","Autor":"Everasmo Freire Bezerra","TituloTese":"Efeitos de Ressonâncias Piezoelétricas em Cristais de NaK(C4H4O6)4H20","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-08-01T00:00:00","PalavrasChave":"Ressonâncias, Cristais Piezoelétricos, Sal de Rochelle","Volume":1,"NumeroPaginas":74,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial \"Sérgio Porto\"","Idioma":"Português","ResumoTese":"Os materiais piezoelétricos dispertam grande interesse por apresentarem anomalias em algumas das suas propriedades físicas. O Sal de Rochelle (NaKC4H4O6. 4H2O), tem quatro moléculas por célula unitária, perfazendo um total de cento e doze átomos. Uma característica excepcional do Sal de Rochelle é aquela de exibir duas temperaturas de Curie entre as quais o cristal é ferroelétrico e pertencente ao grupo espacial C2, (P21) com estrutura monoclínica. Fora desse intervalo, o cristal é paraelétrico, com estrutura ortorrômbica, pertencente ao grupo espacial D2, P(2,2,2). Utilizando-se do método de três eletrodos, foram realizadas medidas de ressonâncias piezoelétricas no Sal de Rochelle em função da temperatura. A partir da largura de linha, em função da temperatura, do modo ressonante em 430 KHz, foram determinadas as temperaturas de Curie como sendo Tc1 = 18,0 C e Tc2 = 24,5 C. Tais resultados estão em concordância com aqueles determinados por outros autores e mostram ser a técnica dos três eletrodos relativamente precisa quando comparada a outras técnicas de medidas de propriedades piezoelétricas e transições de fase em materiais piezoelétricos. A partir de considerações de teoria de grupos e de densidade de energia Lagrangeana determinou-se, fenomenologicamente, as equações de movimento \"acopladas\" para modos acústicos e modos piezoelétricos ressonantes. Uma análise pormenorizada da dependência das larguras de linha e da frequência dos modos para temperaturas próximas às transições, exibe o caráter \"fraco\" da interação entre tais modos. Foram também observados efeitos de geração de harmônicos, além de outros, de caráter linear e não-linear.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(050*****434)","Orientador_1":"Mário Pereira da Silva","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":98,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"23001011010P0","Regiao":"NORDESTE","Uf":"RN","SiglaIes":"UFRN","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"829*****468","Autor":"Cristiano da Rocha","TituloTese":"Estudo estatístico da distribuição da velocidade de rotação de estrelas evoluídas.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-10-01T00:00:00","PalavrasChave":"distribuições de Vsini; evolução estelar; estrelas.","Volume":1,"NumeroPaginas":159,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial \"Sérgio Porto\"","Idioma":"Português","ResumoTese":"No presente trabalho, estudamos a distribuição da velocidade de rotação equatorial projetada (Vsini) para estrelas evoluídas de classes de luminosidade IV, III e II. Este estudo tem como base uma amostra completa de cerca de 1600 estrelas com tipos espectrais entre F, G e K, com velocidade de rotação obtidas a partir de medidas do espectrômetro CORAVEL, apresentando uma incerteza média de 1 Km/s. Estudamos o comportamento das distribuições de Vsini à direita e à esquerda da descontinuidade rotacional correspondente às regiões espectrais F e G-K respectivamente. Efetuamos também tal  estudo para vários intervalos de cor à direita da descontinuidade. As estrelas à esquerda da descontinuidade apresentam uma distribuição com um pico nos baixos valores. Comportamento semelhante foi encontrado nas distribuições para intervalos de cor à direita da descontinuidade. Estudamos também as distribuições de Vsini/menorVsinimaior, para os dois lados da descontinuidade rotacional. As distribuições obtidas apresentam um comportamento similar ao das distribuições de Vsini, ou seja, distribuições espalhadas para estrelas à esquerda da descontinuidade e com um pico bem definido nos baixos valores para estrelas à direita da descontinuidade. Estudamos ainda os efeitos da binaridade e como estes influenciam o comportamento das distribuições para cada intervalo de cor. Utilizando o teste de Kolmogorov-Smirnov comparamos estatisticamente as distribuições de Vsini e de Vsini/menorVsini/maior à direita e  à esquerda da descontinuidade rotacional. Os resultados obtidos mostram que, muito provavelmente as distribuições não são originárias da mesma região do diagrama H-R e não representam uma sequência evolutiva. São omparadas também as distribuições de Vsini, à direita da descontinuidade rotacional, separadas por intervalo de cor, os resultados indicando que, muito provavelmente, estas representam uma sequência evolutiva. Ou seja: dentro das regiões espectrais G e K o comportamento das distribuições indicam uma sequência evolutiva para a rotação. Efetuamos o cálculo das médias de Vsini em função do tipo espectral e de B-V), para estrelas simples e sistemas  binários, juntos e em separado. Este estudo mostra um comportamento decreascente da rotaçõ à medida em que o tipo espectral avança e também a presença de um pico nas médias dos sistemas binários causado provavelmente pelo efeito de sincronização entre a rotação axial e o movimnto orbital. Realizamos o ajuste de uma função maxwelliana à nossas distribuições de Vsini/menorVsinimaior, a qual não é satisfatória na descrição das distribuições, descrevendo ao mesmo tempo os altos e baixos valores de rotação para os dois lados da descontinuidade rotacional. Este comportamento bimodal pode nos indicar que existe uma mistura de populações em idade e massa, ou que diferentes mecanismos físicos estariam influenciando a rotação em estágios distintos da evolução estelar na região espectral das gigantes.","LinhaPesquisa":"Astrofísica e Astronomia","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(088*****400)","Orientador_1":"José Renan de Medeiros","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":99,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"23001011012P3","Regiao":"NORDESTE","Uf":"RN","SiglaIes":"UFRN","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"102*****334","Autor":"IÊDA NADJA SILVA MONTENEGRO","TituloTese":"Corrosão atmosférica nos materiais utilizados no setor elétrico em Fortaleza-CE.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-09-01T00:00:00","PalavrasChave":"Corrosão: atmosférica, galvânica, por pites, por frestas","Volume":1,"NumeroPaginas":272,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA CENTRAL DA UFRN","Idioma":"Português","ResumoTese":"O presente trabalho apresenta o estudo da caracterização dos poluentes atmosféricos em Fortaleza que somados às condições de localização geográfica e fatores meteorológicos regionais são responsáveis pelo desenvolvimento das reações eletroquímicas de corrosão em diferentes materiais que usualmente encontram-se acasalados nas redes de distribuição de energia elétrica desta cidade. Corpos de prova de aço baixo teor de carbono pintado, liga de alumínio 6351-T6 e aço baixo teor de carbono galvanizado foram expostos nas estações de corrosão classificadas como marinhas. Após aproximadamente cinco (5) anos de monitoração tem como resultado, a comparação entre as resistências à corrosão destes materiais quando são expostos isolados e acasalados.","LinhaPesquisa":"CORROSÃO","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(138*****449)","Orientador_1":"DJALMA RIBEIRO DA SILVA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(074*****400)","CoOrientador_1":"FRANCISCO GURGEL DE AZEVEDO","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":100,"AnoBase":1996,"CodigoPrograma":"23001011012P3","Regiao":"NORDESTE","Uf":"RN","SiglaIes":"UFRN","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"162*****453","Autor":"UMBERTO GOMES DA SILVA JÚNIOR","TituloTese":"Síntese, caracterização e termoquímica de compostos de coordenação entre a anilina e os haletos de Zn(II), Cd(II) e Hg(II).","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1996-04-01T00:00:00","PalavrasChave":"Termoquímica; Anilina; Zinco; Cádmio; Mercúrio","Volume":1,"NumeroPaginas":84,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA CENTRAL DA UFRN","Idioma":"Português","ResumoTese":"A anilina, um líquido incolor, oleoso e facilmente oxidado pelo ar foi utilizada como ligante na preparação dos compostos de coordenação do tipo M(L)nX2 onde M=Zn(II), Cd(II) e Hg(II) e X=Cl, Br e I. Os adutos foram isolados e caracterizados por análise elementar, análise termogravimétrica e espectroscopia na região do infravermelho. Foi observado, através da comparação entre os espectros do ligante e dos adutos formados, que ocorre um deslocamento de bandas do ligante (N-H, C=C, C-N, etc.) quando coordenados aos metais, indicando que a coordenação entre a anilina e o íon metálico central, ocorre via nitrogênio do grupo amina. A determinação da entalpia molar padrão para a reação MX2(s) + n an(1) = M(an)nX2(s), foi feita por meio da calorimetria de solução, onde os sais, o ligante e os compostos foram dissolvidos em etanol. Esta determinação foi feita para cinco dos sete compostos preparados. Outros parâmetros termoquímicos foram determinados através de dados encontrados na literatura, tais como a entalpia molar de vaporização do ligante e entalpias molares de sublimação dos sais, que permitiram estimar as entalpias das ligações metal-nitrogênio. Os dados termoquímicos obtidos permitiram deduzir a acidez relativa dos metais frente à anilina.","LinhaPesquisa":"TERMOQUÍMICA E TERMOANALÍTICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(039*****449)","Orientador_1":"OTOM ANSELMO DE OLIVEIRA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""}], "fields": [{"id": "_id", "type": "int"}, {"id": "AnoBase", "type": "numeric"}, {"id": "CodigoPrograma", "type": "text"}, {"id": "Regiao", "type": "text"}, {"id": "Uf", "type": "text"}, {"id": "SiglaIes", "type": "text"}, {"id": "NomeIes", "type": "text"}, {"id": "NomePrograma", "type": "text"}, {"id": "GrandeAreaCodigo", "type": "numeric"}, {"id": "GrandeAreaDescricao", "type": "text"}, {"id": "AreaConhecimentoCodigo", "type": "numeric"}, {"id": "AreaConhecimento", "type": "text"}, {"id": "AreaAvaliacao", "type": "text"}, {"id": "DocumentoDiscente", "type": "text"}, {"id": "Autor", "type": "text"}, {"id": "TituloTese", "type": "text"}, {"id": "Nivel", "type": "text"}, {"id": "DataDefesa", "type": "timestamp"}, {"id": "PalavrasChave", "type": "text"}, {"id": "Volume", "type": "numeric"}, {"id": "NumeroPaginas", "type": "numeric"}, {"id": "BibliotecaDepositaria", "type": "text"}, {"id": "Idioma", "type": "text"}, {"id": "ResumoTese", "type": "text"}, {"id": "LinhaPesquisa", "type": "text"}, {"id": "URLTextoCompleto", "type": "text"}, {"id": "DocumentoOrientador_1", "type": "text"}, {"id": "Orientador_1", "type": "text"}, {"id": "DocumentoOrientador_2", "type": "text"}, {"id": "Orientador_2", "type": "text"}, {"id": "DocumentoOrientador_3", "type": "text"}, {"id": "Orientador_3", "type": "text"}, {"id": "DocumentoOrientador_4", "type": "text"}, {"id": "Orientador_4", "type": "text"}, {"id": "DocumentoCoOrientador_1", "type": "text"}, {"id": "CoOrientador_1", "type": "text"}, {"id": "DocumentoCoOrientador_2", "type": "text"}, {"id": "CoOrientador_2", "type": "text"}, {"id": "DocumentoCoOrientador_3", "type": "text"}, {"id": "CoOrientador_3", "type": "text"}, {"id": "DocumentoCoOrientador_4", "type": "text"}, {"id": "CoOrientador_4", "type": "text"}], "_links": {"start": "/api/3/action/datastore_search?resource_id=50af4bb1-1257-447e-aa6f-8cf8fd85de44", "next": "/api/3/action/datastore_search?resource_id=50af4bb1-1257-447e-aa6f-8cf8fd85de44&offset=100"}, "total": 13495, "total_was_estimated": false}}