{"help": "https://dadosabertos.capes.gov.br/ro/api/3/action/help_show?name=datastore_search", "success": true, "result": {"include_total": true, "limit": 100, "records_format": "objects", "resource_id": "9e60a625-7c27-47f3-a7e9-7f4db4171422", "total_estimation_threshold": null, "records": [{"_id":1,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"12001015002P7","Regiao":"NORTE","Uf":"AM","SiglaIes":"UFAM","NomeIes":"Universidade Federal do Amazonas","NomePrograma":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"161*****287","Autor":"Paulo Rogério da Costa Couceiro","TituloTese":"Caulinitas Amazônicas: caracterização e permutabilidade","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-01T00:00:00","PalavrasChave":"Caulinita - Amazônia - Caracterização -  IV - DRX","Volume":1,"NumeroPaginas":83,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da Universidade do Amazonas","Idioma":"Português","ResumoTese":"O presente trabalho descreve, basicamente a caracterização dos constituintes da fração argila, principalmente da caulinita e sua permutabilidade com alguns cátions metálicos, em solo Amazônico. Para tanto, amostras de Latossolo Amarelo foram coletadas em um perfil de estrada da Usina Hidrelétrica Balbina, Km 12, próximo ao município de Presidente Figueiredo (AM). Estas foram secadas ao ar (TFSA), desagregadas e separadas granulometricamente nas frações areia, silte e argila. As amostras da fração argila foram tratadas com H2O2/HCl para eliminar a matéria orgânica e óxido de ferro e alumínio. As amostras da fração argila sem tratamento e tratada foram caracterizadas por difração de raios X de pó e espectroscopia no infravermelho. Os constituintes químicos da fração argila tratada foram determinados  por espectrometria de absorção atômica, volumetria e gravimetria. Os resultados obtidos mostraram que as amostras da fração argila sem tratamento apresentaram a seguinte constituição: gibsita goethita, quartzo, matéria orgânica e caulinita. A fração argila tratada apresentou basicamente quartzo e caulinita, sendo a caulinita membro final da série caulinítica, com pouca distribuição de cargas negativas. Nas amostras tratadas foram efetuados também experimentos de permutabilidade com Na+, K+ e Fe3+ e os teores determinados por espectrofotometria na região do ultravioleta-visível e fotometria de chama. Os resultados mostram que a fração argila tratada possui capacidade de retenção de 2,21 % de água de absorção, no caso de cátions monovalentes: 1,3 e 2,7 meq/100 g de amostra, para o K+ e Na+, respectivamente. No entanto, essa fração retêm cerca de 21,7 meq/100 g de amostra para o Fe3+. Esse valor elevado para a retenção de Fe3+ é provavelmente atribuído ao fenômeno de permutabilidade entre o Fe3+ e a caulinita acompanhado de redução no valor de pH para 2,2, seguida de substituição de Fe3+ por Al3+, no sítio octaédrico, revelada pela espectroscopia no infravermelho.","LinhaPesquisa":"Química e Qualidade Ambiental","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(513*****687)","Orientador_1":"Genilson Pereira Santana","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":2,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"12001015002P7","Regiao":"NORTE","Uf":"AM","SiglaIes":"UFAM","NomeIes":"Universidade Federal do Amazonas","NomePrograma":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"308*****234","Autor":"Afonso Duarte Leão de Souza","TituloTese":"Estudo Fitoquímico de Gustavia Augusta L. (Lecythidaceae)","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-04T00:00:00","PalavrasChave":"Gustavia augusta, lecythidaceae, tripernos pentaciclicos","Volume":1,"NumeroPaginas":101,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da Universidade do Amazonas","Idioma":"Português","ResumoTese":"A Gustavia augusta L. pertence à família Lecythidaceae e ocorre, com freqüência, às margens dos rios da Amazônia, onde é conhecida como \"General\", \"Jeniparana\", e \"Mucurão\". Seus frutos são dispersados por peixes (Colossoma bidens), macacos (Cebus apella) e pelas correntezas dos rios. Ocorre também nas Guianas e é a única espécie do gênero Gustavia presente na floresta costeira do Nordeste. Na medicina folclórica é empregada com finalidades diversas, dependendo da parte da planta utilizada. As folhas jovens ou o líber, contra vômito em crianças; as folhas, como descongestionantes e no tratamento da icterícia; a raiz, como laxante; o fruto, como emético; e o fruto, a casca do caule e as folhas jovens, no tratamento da leishmaniose. Testes farmacológicos indicaram propriedades anti-inflamatórias do caule e da casca do caule. O espécimem estudado foi coletado em Bélem do Pará. O estudo químico foi desenvolvido com a casca do caule devido às indicações de suas propriedades anti-inflamátorias. O material foi extraído a temperatura ambiente com etanol, concentrado em rotavapor e fracionado em coluna filtrante de sílica gel, utilizando hexano, clorofórmio, acetato de etila e metanol como eluentes. Das duas primeiras frações, após purificação por métodos cromatográficos usuais e recristalizações, foram obtidos diversos sólidos cristalinos, misturas ou substâncias puras, cujas análises levaram à identificação de estigmasterol, espinasterol, 22-diidro-espinasterona, 22-estigmastenona, alfa-amirina, beta-amirina, epilupeol, ácido betulínico, taraxerol, taraxerona e epitaraxerol. A presença de campestonona, estigmastanona e lupeol foi bastante evidenciada em duas misturas analisadas. A ocorrência de delta(5)-estigmasterona e delta(5)-beta-sitosterona foi levemente sinalizada. As identificações foram realizadas por obtenção de derivados, análises em um sistema CG-EM,  espectroscopia no IV, RMN de 1H e de 13C (PND, DEPT-135 e PENDANT) e através de comparação com dados da literatura ou de amostra autêntica. Observou-se um estreito relacionamento biogenético entre as substâncias identificadas, em que o isolamento de esteronas e triterpenos pentacíclicos 3alfa-hidroxilados sugere uma relativa evolução do táxon.","LinhaPesquisa":"Fitoquímica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(129*****791)","Orientador_1":"Arnaldo Felisberto Imbiriba da Rocha","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":3,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016006P0","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"120*****234","Autor":"EDIMILSON DOS SANTOS MORAES","TituloTese":"TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA ENTRE ÍONS DE PR3+ EM FIBRAS ÓPTICAS SÍLICA","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-11T00:00:00","PalavrasChave":"Espectroscopia fluorescente, fibras ópticas.","Volume":1,"NumeroPaginas":58,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO CURSO DE MESTRADO EM FÍSICA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Apresentamos o estudo do processo de transferência entre íons de elementos de terra rara trivalente em fibras de sílica. A fibra foi produzida pelo método MCVD, dopada com baixa concentração de Pr3+...Emissões anti-Stokes foram observadas na região do ultravioleta-azul usando fonte de excitação em nanosegundos e picosegundos no visível, medidas espectrais e temporais foram obtidas e analisadas. O mais provável mecanismo consistente de transferência de energia entre íons de Pr3+ (isolados).","LinhaPesquisa":"Propriedades ópticas e elétricas de óleos vegetais da Amazônia","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(055*****253)","Orientador_1":"SANCLAYTON GERALDO CARNEIRO MOREIRA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":4,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016006P0","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"088*****287","Autor":"ALUIZIO NOGUEIRA DOS PASSOS","TituloTese":"OCORRÊNCIA DE MINÉRIOS RADIATIVOS EM MONTE ALEGRE","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-09T00:00:00","PalavrasChave":"Controle ambiental de radiação.","Volume":1,"NumeroPaginas":127,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL","Idioma":"Português","ResumoTese":"A dissertação sobre a Ocorrência de Minérios Radioativos em Monte Alegre apresenta inicialmente um estudo teórico prático sobre a radiação (seus princípios fundamentais e as equações matemáticas que relacionam a teoria com os resultados obtidos experimentalmente). Em seguida mostra a localização do município de Monte Alegre, além de um breve estudo geológico sobre a formação característica do solo da região, de onde foram tiradas as amostras para análise radiológica em laboratório. Os resultados obtidos apresentam diversos elementos radioativos, sendo que, os que apresentaram maiores intensidades radioativas foram o Lutécio (Lu-177) e o Bário (Ba-140). Concluindo, o estudo mostra que as rochas são radioativas, apresentando entre outros elementos radioativos, os..U-137 e U-135. A taxa de atividade dos vários elementos radioativos que constituem as amostras são claramente identificados através dos espectros de cada elemento e os valores estatísticos em anexo. Todas as análises foram obtidas através de um sistema de espectroscopia nuclear convencional.","LinhaPesquisa":"Controle de radiação","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****268)","Orientador_1":"LEOPOLDINO DOS SANTOS FERREIRA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":5,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016007P7","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"399*****249","Autor":"Gessie Maria Silva de Andrade","TituloTese":"Hidrogenação catalítica do óleo de maracujá (Passiflora edulis): estudo e otimização das variáveis de processo.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-02T00:00:00","PalavrasChave":"Passiflora edulis;  hidrogenação catalítica; otimização","Volume":1,"NumeroPaginas":57,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da Universidade Federal do Pará","Idioma":"Português","ResumoTese":"A hidrogenação de óleos vegetais é uma operação importante,  tendo como principal objetivo saturar parcial ou totalmente as ligações duplas...   O presente estudo foi desenvolvido  com a finalidade de realizar  reações de hidrogenação com óleo da semente do fruto de maracujá (Passiflora edulis), utilizando-se um catalizador de níquel suportado em sílica, em diferentes condições reacionais, para verificar a influência de parâmetros físico-químicos  nas variáveis de resposta de interesse (índice de iodo, concentração de ácido oléico, concentração de ácido linoléico e concentração de isômeros trans). Para a determinação desta influência, foi realizada uma triagem preliminar, utilizando-se um planejamento fatorial completo em dois níveis (2*5 ) com duplicata, a fim de se obter o projeto fatorial definitivo, que foi um projeto fatorial (2*5) com distribuição estrela (a=2) e 6 repetições no ponto central, visando-se obter, para cada resposta um modelo matemático adequado para controlar os referidos parâmetros reacionais. Completada esta fase, a otimização do processo, atendendo todas as restrições impostas pelo domínioestudado, foi feita mediante a função de desejabilidade, uma grandeza adimensional entre 0,0 (indesejável) e 1,0 (ótimo alcançável)...   Os resultados mostraram modelos preditivos que representavam muito bem dados obtidos para cada resposta isolada. Na otimização, o valor para a função de desejabilidade obtido foi de 0,8907. As variáveis de processo que apresentavam uma maior influência nas propriedades do produto foram a pressão de hidrogênio (X2) e a velocidade de agitação (X4), porém as outras variáveis também se mostraram importantes no processo, principalmente na forma de interações.","LinhaPesquisa":"Operações e Processos Oleoquímicos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(049*****215)","Orientador_1":"Geraldo Narciso da Rocha Filho","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":6,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016007P7","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"258*****291","Autor":"Edivan Costa Oliveira","TituloTese":"Síntese e caracterização de amostras de anatásio (Ti02 -Tetragonal)  contendo Zr (IV), Ce (IV), Nb (V), Fe (III) e Si (IV).","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-06T00:00:00","PalavrasChave":"Síntese; Anatásio; Tetragonal","Volume":1,"NumeroPaginas":102,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da Universidade Federal do Pará","Idioma":"Português","ResumoTese":"A transição da fase anatásio rutilo tem sido alvo de alvo de numerosos estudos experimentais. Os dados da literatura mostram que as divergências entre estes estudos estão relacionados especialmente à temperatura de transição, unde têm sido apontadosvalores entre 670-1200 C, dependendo do método de síntese utilizado do meio atmosférico e presença de íons estranhos. Neste estudo a síntese do anatásio foi realizada a partir dos procedimentos Proc. 1 e Proc. 2, usando como reagentes precursores de Ti TiO2 e TiCl3, respectivamente, e precipitação com solução de NH3...    As impurezas adicionadas durante o processo de síntese foram Zr4+, Nb5+, Fe3+, Mg2+, e Ce4+. O precipitado branco obtido a partir dos Proc. 1 e Proc.2, foi envelhecido em frascos de teflon em T=105 C, pH= 8,5 - 10,23 e t= 66-69h. A síntese do anatásio sob as condições referidas acima foi realizada a fim de : examinar os efeitos sobre os padrões de difração de absorção na região do infravermelho, aspectos micromorfológicos e avaliar a capacidade de substituição, com base em dados de microscopia eletrônica de varredura (MEV), com detector de estado sólido (análise por dispersão de energia - EDS); obter um melhor entendimento sobre a transição de fase anatásio rutilo durante análise térmica diferencial (ATD) sob as atmosferas: ar e nitrogênio. Amostras de óxido de titânio recém preparado pelo procedimento 1 apresentaram-se inicialmente  amorfas frente as análises de DRX. A cristalinidade melhorou quando as amostras foram lavadas com água deionizada e aquecidas a 105 C por 67h. Nestas amostras foi detectado Si através de EDS, com valores médios de 6,6% de Si. Nas amostras do procedimento 2 o silício aparece em pequenas concentração. Com base nos dados de MEV, DRX e EDS foi verificado que as amostras dos PROC. 1 e Proc. 2 apresentam: texturas dos tipos granular, tabular e esponjosa; dimensão média dos cristais (DMC) na faixa de 150-350 A e 117-294 A, respectivamente; aspectos FTIR diferenciaram-se apenas pelo grau de desdobramento, sendo sensíveis aos valores de DMC; as impurezas tais como Zr4+, Nb5+, Fe3+, Ce4+ e Si4+, foram acomodadas na estrutura do anatásio; torna-se aceitável o mecanismo desubstituição acoplada Fe3+ -Nb5+ ou Fe3+ - Si4+; na amostra contendo FE e Si a estrutura do anatásio foi mantida porque o balanço de carga associado com a substituição Ti4+ pelo Fe3+ e Si4+ está provavelmente acompanhado por substituição acoplada com prótons. A transição de fase anatásio rutilo durante DTA foi observada nos intervalos de temperatura de 670-691 C e 666-670 C, para as amostras dos Proc. 1 e Proc. 2 respectivamente. De acordo com as análises de DRX foi verificado a presença do rutilo apenas como traço nos resíduos de DTA nas amostras calcinadas a 900 C por 1-4h. As amostras sintetizadas a partir desses procedimentos são mais resistentes a mudanças de fase anatásio rutilo do que as amostras naturais tomadas como referências,","LinhaPesquisa":"Estudo da Ocorrência de Componentes Inorgânicos em Vegetais","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(036*****220)","Orientador_1":"Vanda Porpino Lemos","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":7,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016007P7","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"263*****215","Autor":"Claudio Nahum Alves","TituloTese":"Relação quantitativa entre estrutura e atividade de compostos anti-HIV","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"Relações quantitativas; Estrutura; Compostos anti-HIV","Volume":1,"NumeroPaginas":110,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da Universidade Federal do Pará","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este trabalho apresenta um estudo teórico visando à determinação de relações entre propriedades moleculares e atividades biológicas de compostos anti HIV-I. Sào tratados dois grupos de compostos anti HIV-I: moléculas classificadas como \"poucas ativas\"(Fator 1) e as moléculas classificads como ätivas\"(Fator 2), conforme suas atividades biológicas. As propriedades moleculares foram obtidas pelo método de mecânica-Quântica (PM3) e submetidas a um estudo QSAR. De posse das moléculas devidamente classificadas, partimos para a aplica,cão dos suportes estatísticos propriamente ditos, fizemos uma breve descrição dos métodos estatísticos utilizados, isto é Análise de Agrupamentos (AA), Análise de Componentes Principais (ACP), Análise Fatorial (AF) e Análise Discriminante (AD). Começamos por desenvolver uma análise exploratória das variáveis envolvidas, onde destacamos algumas características relevantes de cada uma delas. Seguiu-se a aplicação dos quatro métodos estatísticos de análise multivariada. Verificou-se que AA não se mostrou eficiente para a separação dos compostos, já a ACP e a AF, revelaram resultados parecidos, porém satisfatórios e na AD, o método linear mostrou-se mais eficaz para a classificação das moléculas...   Através da Análise de regressão obteve-se equações estáveis e estatísticamente significativas e, por isso, o modelo de regressão para os compostos mostrou-se satisfatório.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(038*****200)","Orientador_1":"José Ciríaco Pinheiro","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":8,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016007P7","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"341*****272","Autor":"Iselino Nogueira Jardim","TituloTese":"Análise de neolignanas sintéticas com efeito sobre esquistossomose, através de correlações entre atividade biológica e estrutura química.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Esquistossomose; neolignanas; SAR","Volume":1,"NumeroPaginas":121,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da Universidade Federal do Pará","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho, realizamos um estudo SAR a partir dos resultados de atividade biológica anti- esquistossomose de 20 substâncias (neolignanas do tipo 8.0.4', derivados e análogos sintéticos) dentre as quais algumas apresentaram atividade biológica. Sendo assim, para efeito de análise classificamos estas moléculas em dois grupos: ativas e inativas, quanto a atividade biológica. Essa classificação foi necessária para efeito de análise estatística que teve como objetivo à  determi- nação de correlações entre, propriedades moleculares e atividade biológicas...   Propriedades moleculares possivelmente importantes para a atividade biológica destes dois grupos de compostos foram calculadas por métodos mecânicos-quânticos (AMI) e utilizados em estudos SAR. Na análise estatística foram empregados os métodos de análise de componentes principais (ACP), análise de agrupamentos (AA) e análise discriminante (AD)...   Os resultados obtidos mostram que as propriedades físico-químicas calculadas são capazes de classificar os compostos segundo o grau de atividade biológica que apresentam. Dentre os métodos estatísticos utilizados o método de AD classificou os compostos em ativos e inativos com 100% de acerto. O método de ACP e AA classificaram os compostos nas duas categorias com 90% de acerto...   Estes resultados permitem que, projete-se racionalmente novos compostos, potenciais candidatos à síntese e à atividade biológica. ..   Para testar os modelos obtidos através dos métodos estatísticos acima citados, foi proposto um conjunto teste de 15 moléculas que poderiam apresentar atividade biológica ou não. Neste con- junto teste, apenas 4 moléculas foram classificadas no grupo das que podem apresentar atividade biológica contra a esquistossomose. Portanto, sendo considerados fortes candidatos à síntese.","LinhaPesquisa":"Análise de Extratos Orgânicos e Aquosos de Plantas","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(066*****204)","Orientador_1":"Lourivaldo da Silva Santos","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":9,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016007P7","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"150*****291","Autor":"Sérgio Luiz de Freitas Torres","TituloTese":"Flavonóides de Brosimum acutifolium (Moraceae)","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"Flavonóides; Acutifolium; Moraceae","Volume":1,"NumeroPaginas":123,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central da Universidade Federal do Pará","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho descrevemos o isolamento e a identificação estrutural dos principais constituintes químicos micromoleculares da casca do caule de B. acutifolium subsp acutifolium, coletada no Município de Portel, Estado do Pará...  O extrato diclorometânico, após sucessivos fracionamentos cromatográficos forneceu onze substâncias: a) duas chalconas: 4-hidroxilonchocarpina (S6) e 4-hidroxiissocordoina (S7); b) cinco flavanas: (2S)-4'-hidroxi-7,8-(2\",2\"-dimetilpirano)-flavana (S1),(2S)-4'-hidroxi-7,8-(3\"-hidroxi-2\",2\"-    dimetildihidropirano)-flavana (S2), (2S)-4'-hidroxi-7,8,[2\"-(2-hidroxi-isopropil)-dihidrofurano]-flavana (S3), (2S)-7,4'-dihidroxi-8-(3\",3\"-dimetilalil)-flavana (S4) e (2S)-3',7-dihidroxi-4'-metoxiflavana (S5) sendo as quatro primeiras inéditas na literatura; c) dois derivados do ácido p-cumárico: coniferaldeído (S9) e aldeído siríngico ou siringaldeído (S10); d) dois fitosteróis: estigmasterol (S11) e B-sitosterol (S12)...  O extrato em acetato de etila forneceu a flavanona isobavachina (S8) além das substâncias obtidas do extrato diclorometânico exceto S9, S10 e S11...  As substâncias foram isoladas através de técnicas cromatográficas clássicas e por dissolução seletiva e a identificação estrutural foi feita com base nas análises dos dados espectrais usuais (IV, EM, RMN .","LinhaPesquisa":"Análise de Extratos Orgânicos e Aquosos de Plantas","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(098*****253)","Orientador_1":"Mara Silvia Pinheiro Arruda","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":10,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"229*****234","Autor":"EDSON CARDOSO MONTEIRO","TituloTese":"ESTUDO DA HIDROGEOLOGIA NO MUNICÍPIO DE PALESTINA DO PARÁ USANDO O MÉTODO DE ELETRORESISTIVIDADE","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-10T00:00:00","PalavrasChave":"HIDROGEOLOGIA;MÉTODOS ELÉTRICOS;ÁGUA SUBTERRÂNEA;PALESTINA;","Volume":1,"NumeroPaginas":59,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO CENTRO DE GEOCIÊNCIAS","Idioma":"Português","ResumoTese":"ESTE TRABALHO DE GEOFÍSICA APLICADA À HIDROGEOLOGIA, FOI REALIZADO NUMA ÁREA LOCALIZADA NA PORÇÃO SUDESTE DO ESTADO DO PARÁ, MAIS PRECISAMENTE NA CIDADE DE PALESTINA À MARGEM ESQUERDA DO RIO ARAGUAIA. IRONICAMENTE EXISTEM PROBLEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL PARA A POPULAÇÃO DA CIDADE. ESSE PROBLEMA DEVE-SE AO FATO QUE, NO MOMENTO,  É ANTIECONÔMICO O TRATAMENTO E TRANSPORTE DE ÁGUA DO RIO PARA A CIDADE. CONSIDERANDO QUE A EXTRAÇÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA É ECONOMICAMENTE MAIS VIÁVEL PARA A LOUÇÃO DESSE PROBLEMA, O DEPARTAMENTO DE GEOFÍSICA E O CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOFÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (UFPA), POR SOLICITAÇÃO DA PREFEITURA DAQUELE MUNICÍPIO E DA FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE (FNS), PARTICIPARAM DO LEVANTAMENTO GEOFÍSICO DE ELETRORESISTIVIDADE PARA INVESTIGAR OS POSSÍVEIS LOCAIS DE OCORRÊNCIA DE ÁGUA SUBTERRÂNEA.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Elétricos e Eletromagnéticos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****468)","Orientador_1":"LUIZ RIJO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":11,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"509*****272","Autor":"JOÃO JUNIOR BAPTISTA","TituloTese":"APLICAÇÃO DOS MÉTODOS ELÉTRICO E ELETROMAGNÉTICO PARA O ESTUDO HIDROGEOLÓGICO NO MUNICÍPIO DE ALTAMIRA-PA","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-10T00:00:00","PalavrasChave":"SONDAGEM ELÉTRICA VERTICAL; HIDROGEOLOGIA;PESQISA;ALTAMIRA;","Volume":1,"NumeroPaginas":62,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO CENTRO DE GEOCIÊNCIAS","Idioma":"Português","ResumoTese":"ESTE TRABALHO TRATA DA APLICAÇÃO DOS MÉTODOS GEOFÍSICOS ELETRORESISTIVO E ELETROMAGNÉTICO NO MUNICÍPIO DE ALTAMIRA, REGIÃO CENTRAL DO ESTADO DO PARÁ, COM A FINALIDADE DE FAZER O MAPEAMENTO DA ESPESSURA DAS CAMADAS AQUÍFERAS, BEM COMO A OCORRÊNCIA DE INTRUSÕES DE DIABÁSIO NA ÁREA DO MUNICÍPIO, PERMITINDO UMA MELHOR LOCAÇÃO DE PONTOS PARA PERFURAÇÃO COM FINS DE CAPTAÇÃO À ÁGUA SUBTERRÂNEA.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Elétricos e Eletromagnéticos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****468)","Orientador_1":"LUIZ RIJO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":12,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"329*****253","Autor":"ISABEL CRISTINA TAVARES","TituloTese":"ANÁLISE DE PARÂMETROS DA FUNÇÃO CARACTERÍSTICA DE HAMILTON","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"FUNÇÃO CARACTERÍSTICA DE HAMILTON;TIME SLICES; PARÂMETROS;","Volume":1,"NumeroPaginas":66,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO CENTRO DE GEOCIÊNCIAS","Idioma":"Português","ResumoTese":"ESTE TRABALHO TEM POR OBJETIVO ESTIMAR OS PARÂMETROS QUE DETERMINAM A FUNÇÃO CARACTERÍSTICA DE HAMILTON PARA OS MEIOS 3D E ESTUDAR A INFLUÊNCIA DE CADA PARÂMETRO NA FUNÇÃO, ATRAVÉS DE CORTES HORIZONTAISNAS SEÇÕES DE TEMPOS DE TRÂNSITO (CONHECIDOS COMO TIME SLICES), NAS CONFIGURAÇÕES DE PONTO MÉDIO COMUM DE AFASTAMENTO NULO. DENTRO DESTA ABORDAGEM É DADO UM EXEMPLO A PARTIR DE UM MODELO SINTÉTICO ONDE, AQUELES RESULTADOS OBTIDOS COM ESTUDO DA INFLUÊNCIA DE CADA PARÂMETRO NA FUNÇÃO CARACTERÍSTICA, SÃO APLICADOS COMO UM CRITÉRIO DE AJUSTE ENTRE A FUNÇÃO CARACTERÍSTICACALCULADA E A FUNÇÃO DE TEMPOS DE TRÂNSITO OBTIDA NO LEVANTAMENTO DE DADOS.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Potenciais.","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(508*****272)","Orientador_1":"WALTER FRANZ SÖLLNER","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":13,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"256*****822","Autor":"LUÍS ALFREDO MONTES VIDES","TituloTese":"DETERMINAÇÃO DAS VELOCIDADES INTERVALARES USANDO A TEORIA DO RAIO PARAXIAL: APROXIMAÇÃO DE SEGUNDA ORDEM DOS TEMPOS DE TRÂNSITO","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-09T00:00:00","PalavrasChave":"VELOCIDADES INTERVALARES;TEORIA PARAXIAL DO RAIO;","Volume":1,"NumeroPaginas":70,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO CENTRO DE GEOCIÊNCIAS","Idioma":"Português","ResumoTese":"O TEMPO DE TRÂNSITO É EXPRESSO COMO UMA FUNÇÃO DE PARÂMETROS REFERIDOS A UM SISTEMA DE COORDENADAS FIXO NO RAIO CENTRAL, QUE É DETERMINADA NUMÉRICAMENTENA SUPERFÍCIE SUPERIOR DO MODELO. ESSA FUNÇÃO É POSTERIORMENTE CALCULADA NA INTERFACE ANTERIOR QUE LIMITA A CAMADA NÃO CONHECIDA, ATRAVÉS DE UM PROCESSO QUE DETERMINA A FUNÇÃO CARACTERÍSTICA EM PROFUNDIDADE.","LinhaPesquisa":"Sísmica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(508*****272)","Orientador_1":"WALTER FRANZ SÖLLNER","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":14,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"122*****206","Autor":"NORCÍRIO PANTOJA QUEIROZ","TituloTese":"MIGRAÇÃO 3-D NO TEMPO USANDO A APROXIMAÇÃO PARAXIAL DOS RAIOS","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-02T00:00:00","PalavrasChave":"MIGRAÇÃO 3-D;TEMPO DE TRÂNSITO DE DIFRAÇÃO;RAIOS PARAXIAIS;","Volume":1,"NumeroPaginas":82,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO CENTRO DE GEOCIÊNCIAS","Idioma":"Português","ResumoTese":"O TRABALHO AQUI APRESENTADO VISA O ESTUDO  DA MIGRAÇÃO 3-D NO TEMPO, EM AMPLITUDES VERDADEIRAS, DE DADOS DE SEÇÃO AFASTAMENTO NULO (\"ZERO-OFFSET\"), USANDO A APROXIMAÇÃO DE SEGUNDA ORDEM DO TEMPO DE TRÂNSITO DE DIFRAÇÃO. 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OS PARÂMETROS QUE CONTROLAM A FUNÇÃO TEMPO DE TRÂNSITO DE REFLEXÃO SÃO DETERMINADOS ATRAVÉS DE PELO MENOS NOVE MEDIDAS DE TEMPO DE TRÂNSITO, OBTIDAS ATRAVÉS DE DADOS PRÉ-EMPILHADOS.","LinhaPesquisa":"Sísmica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(508*****272)","Orientador_1":"WALTER FRANZ SÖLLNER","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":15,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"056*****253","Autor":"MARIA VALDÍVIA DA COSTA NORAT GOMES","TituloTese":"APLICAÇÃO DE DECONVOLUÇÃO HOMOMÓRFICA A DADOS SÍSMICOS","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-10T00:00:00","PalavrasChave":"DECONVOLUÇÃO;HOMOMÓRFICA;SÍSMICO;","Volume":1,"NumeroPaginas":1106,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO CENTRO DE GEOCIÊNCIAS","Idioma":"Português","ResumoTese":"EXISTE UMA VARIEDADE DE APROXIMAÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA DECONVOLUÇÃO. UMA DAS MAIS COMUNS É O USO DA FILTRAGEM LINEAR INVERSA, OU SEJA, O PROCESSMENTO DO SINAL COMPOSTO, ATRAVÉS DE UM FILTRO LINEAR, CUJA RESPOSTA DE FREQUÊNCIA É A RECIPROCA DA TRANSFORMADA DE FOURIER DE UM DOS COM´PONENTES DO SINAL. OBVIAMENTE, A FIM DE USARMOS A FILTRAGEM INVERSA, TAIS COMPONENTES DEVEM SER CONHECIDOS OU ESTIMADOS.","LinhaPesquisa":"Sísmica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(153*****472)","Orientador_1":"LOURENILDO WILLIAME BARBOSA LEITE","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":16,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"154*****291","Autor":"MARCUS PINTO DA COSTA DA ROCHA","TituloTese":"APLICAÇÃO DO MÉTODO DE KALMAN A DADOS GEOFÍSICOS","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-02T00:00:00","PalavrasChave":"FILTRO DE KALMAN;FILTRO DE WEINER;PERFIS SÔNICOS;","Volume":1,"NumeroPaginas":89,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO CENTRO DE GEOCIÊNCIAS","Idioma":"Português","ResumoTese":"O FILTRO DE KALMAN É APLICADO PARA A FILTRAGEM INVERSA OU PROBLEMA DE DECONVOLUÇÃ. NESTA DISSERTAÇÃO APLICAMOS O MÉTODO DE KALMAN, CONSIDERADO UMA OUTRA VISÃO DE PROCESSAMENTO NO DOMÍNIO DO TEMPO, PARA SEPARAR SINAL-RUÍDO EM PERFIL SÔNICO ADMITIDO COMO UMA REALIZAÇÃO DE UM PROCESSO ESTOCÁSTICO NÃO NECESSÁRIO.","LinhaPesquisa":"Sísmica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(153*****472)","Orientador_1":"LOURENILDO WILLIAME BARBOSA LEITE","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":17,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"880*****749","Autor":"VALÉRIA CRISTINA FERREIRA BARBOSA","TituloTese":"MAPEAMENTO DO RELEVO DO EMBASAMENTO DE BACIAS SEDIMENTARES ATRAVÉS DA INVERSÃO GRAVIMÉTRICA VINCULADA","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-03T00:00:00","PalavrasChave":"INVERSÃO GRAVIMÉTRICA;SUAVIDADE GLOBAL;SUAVIDADE PONDERADA;","Volume":1,"NumeroPaginas":98,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO CENTRO DE GEOCIÊNCIAS","Idioma":"Português","ResumoTese":"APRESENTAMOS TRÊS NOVOS MÉTODOS ESTÁVEIS DE INVERSÃO GRAVIMÉTRICA PARA ESTIMAR O RELEVO DE UMA INTERFACE ARBITRÁRIA SEPARANDO DOIS MEIOS, SENDO ELES A SUAVIDADE GLOBAL, A SUAVIDADE PONDERADA E O MÍNIMO MOMENTO DE INÉRCIA. PARA A ESTABILIDADE DA SOLUÇÃO, INTRODUZIMOS INFORMAÇÃO A PRIORI SOBRE A INTERFACE A SER MAPEADA, ATRAVÉS DA MINIMIZAÇÃO DE UM (OU MAIS) FUNCIONAL ESTABILIZANTE. PORTANTO, ESTES TRÊS MÉTODOS SE DIFERENCIAM PELOS TIPOS DE INFORMAÇÃO FÍSICO-GEOLÓGICA INCORPORADOS.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Potenciais.","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(296*****706)","Orientador_1":"JOÃO BATISTA CORRÊA DA SILVA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":18,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016016P6","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOFÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"509*****200","Autor":"ALFREDO MOISÉS VALLEJOS CARRASCO","TituloTese":"COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO DOS MÉTODOS ELETRORESISTIVO E TRANSCIENTE ELETROMAGNÉTICO NUM CASO ESPECÍFICO DE PROSPECÇÃO  DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-10T00:00:00","PalavrasChave":"MÉTODO ELETRORESISTIVO;MÉTODO TRANSCIENTE ELETROMAGNÉTICO;","Volume":1,"NumeroPaginas":110,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA SETORIAL DO CENTRO DE GEOCIÊNCIAS","Idioma":"Português","ResumoTese":"O MÉTODO ELETRORESISTIVO É UM DOS MÉTODO DE PROSPECÇÃO GEOFÍSICA MAIS EMPREGADOS NA EXPLORAÇÃO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS. TODAVIA, ELE APRESENTA A DESVANTAGEM DE SER DE DIFÍCIL USO EM LOCAIS HABITADOS. DE FATO, PARA REALIZAR SONDAGENS ELÉTRICAS É NECESSÁRIO, MUITAS VEZES, EXPANIR CABOS ELÉTRICOS ATÉ UM QUILÔMETRO OU MAIS, DEPENDENDO DA PROFUNDIDADE QUE SE DESEJA INVESTIGAR, O QUE NEM SEMPRE É POSSÍVEL EM ÁREAS URBANAS. O MÉTODO TRANSCIENTE ELETROMAGNÉTICO NO DOMÍNIO DO TEMPO, É USADO TAMBÉM PARA A EXPLORAÇÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA E NÃO APRESENTA AS MESMAS DESVANTAGENS, PORQUE ESTE MÉTODO INDUTIVO EMPREGA UMA BOBINA QUADRADA CUJO TAMANHO NÃO É UM IMPEDIMENTO PARA SER UTILIZADO EM LOCAIS HABITADOS. POR OUTRO LADO O MÉTODO ELETROMAGNÉTICO É MAIS SENSÍVEL A RUÍDOS DEVIDO A INSTALAÇÕES ELÉTRICAS.","LinhaPesquisa":"Exploração com Métodos Elétricos e Eletromagnéticos","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****468)","Orientador_1":"LUIZ RIJO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":19,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"372*****249","Autor":"VALTER FERNANDES SILVA","TituloTese":"Estudo sedimentológico da Formação Pimenteira (Devoniano) na borda sudoeste da bacia do Parnaiba (TO).","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-04T00:00:00","PalavrasChave":"SEDIMENTOLOGIA, FORM. PIMENTEIRA, DEVONIANO, GLACIAÇÃO.","Volume":1,"NumeroPaginas":79,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências-UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"A parte da Formação Pimenteira estudada ocorre na porção sudoeste da Bacia do Parnaíba, na região entre as cidades de Paraíso, Miranorte, Miracema, Tocantínea, Pedro Afonso e Itacajás no Estado do Tcantins. Na área em palco os estudos das fácies possibilitaram individualizar três associações de fácies denominadas aqui de A, B e C que foram depositadas em uma plataforma marinha rasa durante o nível de mar transgressivo, nível de mar regressivo e nível de mar alto, respectivamente. Estas associações de fácies foram interpretadas como produto dos seguintes ambientes deposicionais: 1) PLATAFORMA MARINHA DE LAMA (associação de fácies A) representada pelas fácies Fl (fácies folhelho laminado), Alp (arenito com laminação plano-paralela) e Aab (arenito intercalado a argilitos com bolsões de areia) onde a deposição ocorreu, principalmente, a partir de sedimentos finos em suspensão (pelitos) intercalados a arenitos finos a muito finos (psamitos) depositados sob a influência de fluxo oscilatório e trativo originado por ondas.; 2) GLACIOMARINHO PROXIMAL com CANAL SUBGLACIAL associado (associação de fácies B), representada pelas fácies Dmm (diamictito maciço), Acf (arenito com clasto fluidizado), Fl (folhelho laminado), Pgm (paraconglomerado grosso maciço), Pfm (paraconglomerado fino maciço) e Agm (arenito grosso maciço), foram depositadas a partir de geleiras, com canais subglaciais associados, jangadas de gelo e/ou icebergs que se deslocaram do continente, flutuaram no mar, liberando água de derretimento trazendo uma grande quantidade de sedimentos finos e grosseiros, formando à frente da geleira uma pluma carregada de sedimentos em suspensão. Com o decréscimo da energia, ocorre deposição de extensos lençois de lama, com seixos e cascalhos, dispersos, sendo liberados das jangadas de gelo e/ou icebergs, a medida que vão derretendo. As fácies Fl, Pgm, Pfm e Agm representam um depósito de barras remanescentes de um canal subglacial. Os canais subglaciais descarregam sedimentos grossos na frente da geleira que podem ser transportados para mais além, por correntes de turbidez formando depósitos lenticulares ou acamados intercalados aos diamictitos; 3) PLATAFORMA MARINHA RASA SOB AÇÃO DE ONDAS DE TEMPESTADES (associação de fácies C) representada pelas fácies F-Al (folhelho-arenito laminado), Fl-S (folhelho laminado intercalado a siltitos), Aco (arenito com estratificação cruzada ondulada truncada por onda), Ap (arenito com estratificação plano-paralela), Apt (arenito com estratificação plano-paralela e cruzada tabular), Acot (arenito com estratificação cruzada ondulada truncada por onda e tangencial), Ach (arenito com estratificação cruzada hummocky), Aptb (arenito com estratificação plano-paralela e cruzada tabular bioturbado), Apmo (arenito com estratificação plano-paralela e marcas onduladas), Amg (arenito maciço com grânulos e seixos dispersos) e Pm (paraconglomerado maciço). Os depósitos são caracterísiticos de barras de plataforma com estruturas hummocky dominante, atestando a ação de ondas de tempestades, encobertas por extensas camadas de folhelhos marinhos depositados durante a fase de bom tempo. Essa associação de fácies predomina na porção superior da Formação Pimenteira passando gradativamente para os arenitos e diamictitos deformados da Formação Cabeças a leste da cidade de Pedro Afonso.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(000*****234)","Orientador_1":"MÁRIO VICENTE CAPUTO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":20,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"199*****200","Autor":"OSMAR GUEDES DA SILVA JÚNIOR","TituloTese":"Morfoestratigrafia da planície costeira do município de São João de Pirabas (porção NW) - NE do Estado do Pará.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-08T00:00:00","PalavrasChave":"MORFOESTRATIGRAFIA, FÁCIES ESTRATIGRÁFICAS, SUCESSÃO MARINHA","Volume":1,"NumeroPaginas":89,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências - UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"A porção NW da Planície Costeira do Município de São de Pirabas (NE do Estado do Pará) é parte integrante da Bacia Pará-Maranhão, que juntamente com as bacias do Marajó e Bragança-Viseu seriam o produto de movimentos extensionais (reativação Sul Atlantiana) vinculados à separação Brasil-África no início do Jurássico. Nesta planície ocorrem principalmente depósitos terciários e quaternários, cuja distribuição e espessura vem sendo influenciada por movimentos tectônicos atuantes desde o Mioceno. Foram individualizadas duas unidades morfológicas distintas: (i) Planalto Costeiro e (ii) Planície Costeira, definida com base em dados morfológicos e critérios morfogenéticos (forma e natureza do sedimento, vegetação e processos atuantes). O Planalto Costeiro consiste em um relevo colinoso, suavemente ondulado, sustentado pelos sedimentos do Grupo Barreiras e Pós-Barreiras; e a Planície Costeira é caracterizada por ambientes de manguezais, sistemas de terraços, cheniers, paleodunas, interdunas, lagos, dunas costeiras atuais, praias e barras arenosas. Baseado no conceito de unidades morfoestratigráficas e fácies estratigráficas, os ambientes e depósitos sedimentares quaternários desta planície foram subdivididos em 08 unidades morfoestratigráficas: (i) manguezal, (ii) cheniers, (iii) barras em pontal, (iv) barras arenosas de canal, (v) paleodunas, (vi) lagos, (vii) dunas costeiras atuais e (viii) praias; e 08 fácies estratigráficas: (i) areia marinha, (ii) areia e lama marinha-estuarina, (iii) areia e lama de barra em pontal, (iv) areia de canal de maré, (v) areia de cordões praiais, (vi) lama de intermaré, (vii) sedimentos argilo-arenoso e (viii) sedimentos carbonáticos. A análise estratigráfica, permitiu a identificação de um padrão de sedimentação que pode ser visualizado através de quatro sucessões marinhas: (i) sucessão marinha retrogradacional basal (SB), na qual podem ser identificados sedimentos lamosos de intermaré, areias de antigos cordões praiais, bem como areias de canais de maré; (ii) sucessão marinha retrogradacional (S1), caracterizada por sedimentos predominantemente arenosos de face praial (\"shoreface\"); (iii) sucessão progradacional (S2) com ambiente de planície de maré e cheniers associados e; (iv) sucesão retrogradacional atual (S3) constituída por cordões duna-praia, barras arenosas longitudinais e de baías que migram sobre os depósitos de manguezal. Os aspectos evolutivos da Planície Costeira de São João de Pirabas estão relacionados às oscilações do nível do mar, responsáveis por eventos transgressivos e regressivos, atuantes durante o Holoceno, a partir de 5.100 anos A.P., e que deram origem às sucessões S1, S2, e S3. A sucessão SB teria sua evolução condicionada por eventos trangressivos atribuídos, provavelmente, ao Pleistoceno Terminal.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(375*****320)","Orientador_1":"MAÂMAR EL-ROBRINI","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":21,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"400*****291","Autor":"JOSÉ HENRIQUE DE MELO GRANHEN","TituloTese":"Influência de Gd e de elementos de transição nas propriedades físico-químicas da goethita ( -FeOOH).","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"GOETHITA, CÉLULA UNITÁRIA, DIFRAÇÃO DE RAIOS-X, INFRAVERM.","Volume":1,"NumeroPaginas":93,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências-UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"Goethita é um mineral comum, facilmente encontrado em ambientes de superfície, formando-se de modo típico, sob condições de oxidação, como produto do intemperismo químico dos minerais portadores de ferro. Em sua estrutura já foram encontrados diversos metais não-férricos, como, por exemplo, Cd, Co, Ni, V, Zn e Mn. A presença destes elementos estranhos na estrutura da goethita pode conduzir a variações em suas propriedades físico-químicas. Para estudar as variações nas seguintes propriedades: dimensões da célula unitária, posição das bandas do infravermelho, propriedades térmicas, cor do mineral, grau de cristalinidade e produto de solubilidade, amostras de goethitas sinteticas foram preparadas sob condições medianamente ácidas (pH ~ 4,5), incorporando Mn3+, Cd2+, V3+, Zr4+, Nb5+ e Gd3+ em sua estrutura. As mudanças sistemáticas nas dimensões a, b e c da célula unitária, com o aumento da concentração dos elementos estranhos na estrutura, sugerem que tais elementos substituem o Fe3+ na estrutura octaédrica da goethita e podem ser relacionados com o raio iônico dos metais incorporados. A dispersão de valores para o eixo cristalográfico a pode ser resultante da distorção do octaedro com a incorporação de metais não-férricos ou a defeitos estruturais. A cristalinidade de amostras diminui com o aumento da concentração dos elementos estranhos na estrutura. As vibrações das ligações O-H fora do plano, cresceram de 794 a 798 cm-1, indicando um ligeiro encurtamento no comprimento da ligação M-OH (M = metal), com o aumento da concentração dos metais incorporados. Vibrações da ligação M-O, para M = Cd, Mn, V, Nb, Zr e Gd, foram obtidas na região de 50 - 500 cm-1. O aparecimento de novas freqüências de vibração, em comparação com a amostra de goethita sintética pura, e o desaparecimento de outras, indicam a presença de outros metais, que não seja o ferro, na estrutura. 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Estudos faciológicos desta formação, realizados principalmente em cortes de estrada da região de Presidente Figueiredo, cerca de 100 Km a norte de Manaus (AM), objetivaram a identificação de seus ambientes deposicionais e, particularmente, o registro de suas estruturas glaciotectônicas. A análise faciológica da Formação Nhamundá permitiu a individualizaçào de 13 fácies distintas, as quais foram agrupadas em dois conjuntos denominados de (i) Fácies não deformadas e (ii) Fácies deformadas, ambas de ambiente litorâneo. As fácies não deformadas incluem: a) arenitos médios a grossos com estratificação plano-paralela, localmente apresentando truncamentos de baixo ângulo, considerados como depósitos de foreshore; b) arenitos finos a médios, com grânulos dispersos, exibindo estratificação cruzada tabular, estratificação plano-paralela e acamamento maciço devido à bioturbação por Skolithos e, localmente, pelitos com Arthrophycus alleghaniensis, interpretados como depósitos de shoreface superior; c) arenitos finos mostrando estratificação cruzada hummocky e laminação plano-paralela, bem como pelitos laminados, representativos de depósitos de shoreface inferior; e d) ritmitos de arenito-pelito, arenitos com estratificação cruzada tabular com mud-drapes nas lâminas dos foresets e pelitos bioturbados preliminarmente interpretados como depósitos de maré. As fácies deformadas são compostas por arenitos e diamictitos e estendem-se por mais de 80 Km na área de estudo. Suas estruturas consistem principalmente em planos de foliação, cavalgamento e descolamento, compondo zonas de cisalhamento de até 5 m de espessura. Seixos e blocos de arenitos, encontrados no diamictito, são muito semelhantes ao quartzo-arenito fino de shoreface da referida unidade, indicando origem intrformacional; clastos exóticos, de rocha granítica, são raros. Dados palinomórficos (quitinozoários e acritarcos) dos diamictitos corroboram com a interpretação paleoambiental litorânea e confirmam a idade eossiluriana da glaciação na Bacia do Amazonas. As fácies deformadas envolvem proções ou pods de sedimentos não deformados de shoreface inferior, extensos por centenas de metros e configurando um padrão anastomótico da zonas de cisalhamento. Não foram observadas relações estratgráficas entre fácies deformadas e os depósitos de shoreface superior e foreshore. A sucessão estratigráfica da Formação Nhamundá, na área de trabalho, permite interpretar a existência de pelo menos três episódios. (1) deposiçào dos sedimentos de shoreface inferior, (2) avanço de geleiras sobre o litoral provoncando a deformação destes sedimentos e (3) recuo do gelo proporcionando a instalação dos ambientes litorâneos de shoreface superior e foreshore. Em seguida, a rápida subida do nível do mar levou à deposição dos folhelhos de offshore, já pertencentes à Formação Pitinga (Neollando veriano a Eoludloviano).","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(038*****234)","Orientador_1":"WERNER HERMANN WALTER TRUCKENBRODT","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":23,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"294*****034","Autor":"MARIA DO CARMO OLIZ ALMADA","TituloTese":"O Corpo Acampamento Sul do depósito Bahia, Carajás: características geológicas e fluidos hidrotermais.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-11T00:00:00","PalavrasChave":"GEOLOGIA ECONÔMICA, DEPÓSITO BAHIA, DEPÓSITO VULCANOGÊNICO.","Volume":1,"NumeroPaginas":99,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências-UFPA","Idioma":"Português","ResumoTese":"O depósito Bahia está hospedado no Grupo Igarapé Bahia, de idade arqueana, que ocorre na Província Mineral de Carajás (SE do Pará). Esse grupo é constituído por rochas metavulcânicas básicas, metapiroclásticas e metassedimentares clásticas, além de formações ferríferas bandadas e brechas, sendo cortado por diques de composição básica. Todo esse pacote rochoso apresenta-se intensamente alterado por hidrotermalismo que gerou associações minerais compatíveis com a fácies xisto verde. O depósito Bahia é constituído pelos corpos Acampamento Norte, Acampamento Sul, Furo Trinta e Alemão. Nos três primeiros a mineralização é disseminada e está hospedada sobretudo em brechas. O último, de descoberta mais recente, é formado por lentes de sulfeto maciço. O presente trabalho apoiou-se em testemunhos de sete furos de sondagens que foram executados no Corpo Acampamento Sul. As brechas ocorrem no contato, hoje verticalizado, entre as rochas metavulcânicas básicas e metassedimentares clásticas e apresentam, geralmente, contatos gradacionais com as rochas encaixantes. Os clastos são originários de rochas metavulcânicas de composição básica e de formações ferríferas bandadas, constituindo fragmentos angulosos a subangulosos com dimensões mais freqüentes entre 1 e 3 cm. A matriz consiste de clorita, siderita, calcopirita, quartzo, magnetita, turmalina e calcita, com predomínio, em geral, de um dos dois desses minerais. A razão matriz/clastos é variável e algumas brechas mostram leve foliação da matriz e orientação dos clastos. Às vezes, intercalados às brechas, ocorrem leitos maciços de magnetita e de sulfetos. A essas brechas é sugerida uma origem freática, cujos fragmentos foram retrabalhados e transportados para zonas mais profundas por correntes de detritos. Nas brechas, a mineralização também ocorre em veios e bolsões nos quais os sulfetos juntam-se ao quartzo e/ou siderita e é mais enriquecida em cobre e ouro do que nas rochas encaixantes. A calcopirita e a pirita são os principas sulfetos em todos os tipos litológicos, mas nos leitos maciços estratiformes de magnetita e sulfetos a bornita também está presente. A magnetita é um mineral abundante, ocorrendo nos fragmentos de formação ferrífera bandada, disseminada na matriz das brechas ou em leitos maciços. Cloritização, carbonatação, magnetização e sulfetação são os mais importantes tipos de alteração hidrotermal, registrando-se, de forma subordinada, também silicificação e turmalinização. A cloritização afetou quase todas as rochas em maior ou menor grau, emprestando-lhe uma coloração esverdeada característica. A carbonatação, magnetização e sulfetação são representadas, respectivamente pela precipitação da siderita e calcita, da magnetita e da calcopirita, pirita e bornita. Estudos em cristais de quartzo revelaram inclusões aquosas bifásicas e trifásicas quimicamente representadas pelo sistema H2O-NaCl-CaCl2 com salinidade variável (5,3-41,5% em peso eq. NaCl). Também foram constadas inclusões com CO2 puro, algumas com traços de N2. As temperaturas de homogeneização foram mais freqüentes nos intervalos de 110-140oC para inclusões bifásicas e 150-225oC para inclusões trifásicas aquosas. Com a correção de pressão feita, as condições prevalecentes para a formação do depósito Bahia foram estimadas em 160-240oC e 1-2 kbar. Os fluidos aquosos foram interpretados como água do mar modificada em decorrência de movimento convectivo que a fez circular e lixiviar metais do pacote vulcanossedimentar para posterior deposição na forma de sulfetos. Já os fluidos carbônicos são de provável fonte mantélica e responsáveis pela precipitação da siderita. O geotermômetro da clorita mostrou-se inadequado para definir as paleotemperaturas, hava vista resultados bem díspares obtidos de acordo com a equação e correção para o Al(IV) utilizadas. 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Essa ametista é explotada de antigos terraços do Rio Araguaia em depósitos eluviais e coluviais. Trata-se de uma ametista de ótima qualidade gemológica principalmente pela sua cor de lilás intenso com aspecto \"aveludado\" muito apreciada pelo comércio internacional de gemas, muito embora apresente um baixo aproveitamento na lapidação devido ao intenso fraturamento, inclusões macroscópicas de rutilo e zoneamento na cor. Os cristais que não servem para a lapidação são usados na indústria de artesanato onde são confeccionadas belíssimas peças. Outra ocorrência de ametista de grande importância no Estado do Pará está localizada em Alto Bonito, município de Marabá. Esta ametista é encontrada em depósitos primários e secundários. Nos depósitos primários ela se encontra preenchendo fissuras e fraturas dos quartzitos da seqüência tipo Salobo MM1. Nos depósitos secundários ela é encontrada em conglomerado de material selecionado que foram desagregados e transportados para as áreas mais baixas. O aproveitamento desta ametista é muito bom devido seus cristais serem pouco fraturados, no entanto a cor não atinge a mesma tonalidade da de Pau D'Arco. As ametistas do Alto Uruguai, que englobam os municípios de Planalto, Irai, Frederico Westphalen e Ametista do Sul, foram as primeiras a serem exploradas no Brasil. São encontradas em geodos nos basaltos da Bacia do Paraná, pertecentes a Formação Serra Geral. Nestes geodos, desenvolvem-se magníficos cristais de ametistas associados às vezes com quartzo incolor, calcita, quartzo róseo, barita, ágata, zeólitas e gepsita (selenita). Os geodos são cortados de diversas formas quando não apresentam ametistas boas para a lapidação e são polidos e vendidos a turistas, colecionadores e amantes da mineralogia. Os cristais de ametista para a lapidação estão se tornando raros, mas quando encontrados atingem bons preços no mercado por possuirem um alto aproveitamento e uma cor lilás forte e uniforme além de um brilho fantástico.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(012*****220)","Orientador_1":"MARCONDES LIMA DA COSTA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":25,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"044*****368","Autor":"ODILON TEIXEIRA DE MELO","TituloTese":"Comportamento biogeoquímico de nutrientes no estuário do rio Bacanga, ilha de São Luís-MA.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-10T00:00:00","PalavrasChave":"BIOGEOQUÍMICA, NUTRIENTES, ESTUÁRIO, RIO BACANGA, MARANHÃO.","Volume":1,"NumeroPaginas":115,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"O rio Bacanga, constitui um sub-estuário da baia de São Marcos e está localizado na região metropolitana de São Luís. É uma região que tem uso múltiplo (pesca, captação de água potável, deposição de esgotos domésticos, recreação e lazer, etc.).  O ciclo dos nutrientes essenciais tem sido estudado em vários sistemas estuarinos; as interações com a biota (produção primária), com os sedimentos em suspensão e de fundo, a influência do escoamento fluvial, o enriquecimento das águas costeiras, a fertilização por esgotos domésticos, constituem as principais linhas de pesquisa nesses ambientes. No estuáio do Bacanga, o enriquecimento de nitrogênio e fósforo tem contribuído para o processo de eutrofização da zona estuarina. Por outro lado, a construção de uma barragem à jusante diminui a entrada das águas costeiras durante o fluxo e refluxo da maré e, de outro, uma barragem à montante reduziu o fluxo de água doce para a zona de mistura. Esse trabalho teve como objetivo principal caracterizar o comportamento biogeoquimico dos nutrientes essenciais (C,N,P e Si), através de uma distribuição espaço-temporal, interação com a produção primária e a biomassa do fitoplâncton e as suas relações com alguns parâmetros físicos, físico-químicos e químicos. Foram realzadas 6 campanhas de campo durante o ano de 1997 sendo 3 no período chuvoso (fevereiro, abril e junho) e 3 no período sêco (agosto, outubro e dezembro), com amostragem, em cada campanha, em doze estações de coleta num perfil horizontal e numa extensão de 12Km entre a montante e a jusante. Também foi realizado um perfil vertical nas estações de coleta de número 2, 8 e 11 a fim de observar a existência de estratificação na zona estuarina. Em campo, mediu-se a temperatura, a condutividade e a transparência, e coletou-se amostras de água para os diversos parâmetros físico-químicos e químicos. Em laboratório, utilizou-se métodos titulométricos clássicos, espectrofotometria do ultravioleta-visível e de absorção atômica. Os resultados mostraram (à jusante) os seguintes valores para as espécies químicas: amônio 4 a 100uM, nitrito 0,6 a 9,7uM, nitrato 1,3 a 7,3uM, uréia 29uM, fosfato 2 a 14,5uM e silicato 19 a 89uM; e, à montante amônio 0,3 a 3uM, nitrito 0,2 a 1,2uM, nitrato 0,8 a 2,8uM, uréia 1 a 2uM, fosfato 0,15 a 1,96uM e silicato 82a 196uM. Esses valores elevados, na parte jusante do sistema estuarino mostram que a princiapl fonte desses nutrientes é o esgoto doméstico, pois, os pontos de lançamentos de esgotos estão concentrados nessa zona do estuário. Os valores encontrados na parte montante podem ser considerados como naturais (background) para a região. O oxigênio dissolvido variou de 2 a 5,5ml/L, considerando o perfil longitudinal, da jusante para montante, em função dos processos biogeoquímicos dos quais participa. Na parte jusante, os valores são baixos (1,9 a 3ml/L) são devidos a fraca turbulência e baixa produção primária. Ao contrário, na parte jusante, a maior turbulência e a influência das águas costeiras mais rica em oxigênio, justifica aqueles mais elevados (acima de 4ml/L). O gás sulfídrico foi determinado somente nos meses de abril e outubro e variou de 1 a 3,4mg/L, também no perfil longitudinal. A produção primária apresentou valores máximos (26 a 138mgC/m3/h) em agosto e considerando três níveis de profundidade (1,50 e 100%) da zona eufótica e, a clorofila \"a\" de 10 a 44mg/m3 no perfl longitudinal. Essa produção primária elevada nessa zona do sistema estuarino pode ser explicada por diversos fatores, como baixa turbulência, a disponibilidade de nutrientes e de luz solar nesse mês. O comportamento conservativo foi evidenciado para a salinidade, temperatura, condutividade e os íons maiores e não-conservativo para os nutrientes essenciais (N,P e Si). A fertilização das águas estuarina do Bacanga dá-se, principalmente, pelos esgotos domésticos, permitindo ao ambiente apresentar altas taxas de produção primária. Mas, uma fertilização excessiva pode conduzir a uma anoxia da coluna d'água com possível mortandade de peixe e de outras conseqüências para o sistema estuarino. Portanto, em trabalhos futuros, é necessário monitorar o oxigênio e as concentrações desses nutrientes e os processos de nitrificação e desnitrificação.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(020*****291)","Orientador_1":"WATERLOO NAPOLEÃO DE LIMA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":26,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"394*****268","Autor":"MARCELO CANCELA LISBOA COHEN","TituloTese":"Nutrientes e outros fatores relacionados à produção primária nas águas do manguezal de Bragança-PA.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-06T00:00:00","PalavrasChave":"MANGUE, MACRO E MICRO NUTRIENTES, PRODUÇÃO PRIMÁRIA.","Volume":1,"NumeroPaginas":116,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências-UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este trabalho se propõe a investigar o comportamento dos nutrientes nitrato, nitrito, amônio, fosfato, silicato, sódio, potássio, cálcio e magnésio, além da salinidade, oxigênio dissolvido, temperatura da água e pH durante um ano para obter informações sobre os principais mecanismos de controle da composição das águas estuarinas que inundam o manguezal de Bragança-PA, e encontrar as melhores condições para o desenvolvimento da produção primária. O sódio, potássio, cálcio, magnésio e salinidade, em ambas as marés alta e baixa foram significantemente maiores em dezembro e menores em abril para a maré alta e baixa. Durante a estação sêca, entre os meses de julho e dezembro, a concentração desses íons e da salinidade foram maiores na maré baixa, enquanto que na estação chuvosa, entre janeiro e junho, a concentração dos íons e da salinidade foram maiores na maré alta. O fosfato durante a estação sêca foi significantemente maior no final de julho e durante o mês de agosto, entretanto, o amônio, nitrato e nitrito, durante este mesmo período do ano registrou os mais baixos valores para o mês de julho. O silicato foi quase constante durante toda a estação sêca. O conteúdo de carbono orgânico dissolvido foi maior no mês de julho e durante o de agosto, precisamente no mesmo período do ano em que foram registradas as mais altas concentrações de oxigênio dissolvido nestas águas, indicando uma elevada produção primária durante este período do ano. A média do pH ao longo do ano foi maior no final de julho, entretanto, a média do pH foi maior para a maré alta em agosto e menor para a maré baixa no final de julho. O pH da água na maré alta é invariavelmente maior do que na maré baixa em todos os meses do ano, provavelmente devido à uma maior concentração de produtos da decomposição da matéria orgânica nas águas do canal de maré durante a maré baixa. Durante a estação chuvosa, quando a salinidade e a concentração de cátions é mais baixa, a água flui pelo interior do manguezal, durante a maré alta, é mais salgada do que a água da maré baixa; entretanto, na estação sêca, ocorre o inverso, quando a salinidade da água da maré baixa é maior do que a a maré alta. Portanto, a água do mangue da maré baixa foi significativamente mais influenciada pelos processos de precipitação pluviométrica e evaporação do que a água estuarina que inunda o manguezal durante a maré alta. O íon cálcio exibe um comportamento similar aos outros íons, exceto no mês de outubro, quando sua concentração cai, enquanto a concentração dos outros íons permanece subindo; isso poderia ser atribuído à assimilação por zooplâncton que usa o cálcio para construir seu esqueleto, visto que, organismos aquáticos influenciam a concentração de muitas substâncias diretamente pela assimilação metabólica. Desta forma, estas águas são marcadamente influenciadas pelo crescimento, distribuição e desintegração de plâncton e outros organismos, que mantém um significante papel na regulagem da composição desta águas. Durante a estação sêca, as razões cálcio/sódio, magnésio/sódio e potássio/sódio foram inversamente proporcionais ao oxigênio dissolvido na água. Por outro lado, durante a estação sêca a relação é diretamente proporcional, provavelmente devido ao aumento na precipitação pluviométrica que alteram as condções hidrológicas e lixiviam os cátions do solo e oxigenam fisicamente a água. Os macro nutrientes cálcio, potássio e magnésio embora geralmente sejam tratados como elementos conservativos, não possuem uma constância com a salinidade e alteram suas concentrações de acordo com as condições biológicas, como ocorre com os macronutrientes nitrato, amônio, fosfato, etc...","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(180*****072)","Orientador_1":"JOSÉ FRANCISCO DA FONSECA RAMOS","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":27,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"212*****000","Autor":"MARCO ANTONIO HORBE","TituloTese":"Petrografia e geoquímica do Granito Pojuca, Serra dos Carajás-PA.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-06T00:00:00","PalavrasChave":"GRANITO POJUCA, CARAJÁS, MONZOGRANITO, ALBITA-GRANITO.","Volume":1,"NumeroPaginas":120,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências-UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"O granito Pojuca ocorre na forma de um pequeno stock intrusivo em terrenos arqueanos da aba norte da Serra dos Carajás, região inserida no bloco oriental da Província Amazônica Central, subunidade que integra a porção limite sudeste do Cráton Amazônico. Apresenta relações de contato intrusivo com unidades arqueanas representadas localmente por rochas metavulcano-sedimentares do Grupo Igarapé Pojuca, gnaisses do Complexo Xingu e sedimentos da Formação Águas Claras. Datações U/Pb em zircões do granito Pojuca estabeleceram uma idade de cristalização de 1874+/- 2 Ma (Machado et al., 1991), dado similar aos obtidos para outros corpos representativos do expressivo magmatismo anorogênico paleoproterozóico desta porção do Cráton. O granito Pojuca é constituído por rochas de caráter subsolvus, isótropas equigranulares, de granulação média dominant e coloração rosa no geral. Composicionalmente a amplo domínio de termos monzograníticos com proporções subordinados de álcali-feldspato granitos (albita granito). São litotipos leuco a hololeucocráticos, contendo proporções similares de quartzo, feldspato alcalino pertítico e plagioglásio descalcificado (albita secundária+sericita+/-epidoto+/-fluorita+/-clorita+/-carbonato), com teores reduzidos de clorita e minerais acessórios. É notável a presença de uma segunda geração de feldspato potássico (FK2) geralmente substituindo o plagioclásio desestabilizado ou ainda na forma de vênulas que revelam sua gênese tardi a pós-magmática. Os dados petrográficos referentes à poção sudeste subaflorante estudada permitem a distinção de quatro variedades faciológicas: (1) Clorita Monzogranitos (CM), unidade mais expressiva em área de ocorrência, com provável continuidade em direção à porção aflorante noroeste da estrutura; (2) Leucomonzogranitos (LM) e (3) Albita Granitos (AG), presentes no extremo sudeste do corpo, marcados por termos aplíticos fortemente hololeucocráticos, coloração mais clara, representando um conjunto de rochas com alteração hidrotermal mais expressiva em relação aos CM, notadamente os AG, que distinguem-se dos LM pela presença de albita primária e incipiente graisenização, com formação localizada de topázio; e (4) zonas pegmatóides, normalmente com turmalina, que marcam o contato entre a cúpula do granito e as encaixantes, e ocorrem associadas preferencialmente aos LM e AG. A presença de clorita-anfibólio granito é puntual, com passagem gradacional para o CM. O granito Pojuca apresenta elevados teores de sílica (73,3-77,2%) e álcalis, com destaque para o sódio (3,3%) e conteúdos reduzidos de cálcio (0,68%), ferro total (2,1%), magnésio (0,1%) e titânio (<0,05%). Há uma restrita variação nos teores dos óxidos maiores, refletindo a homogeneidade composicional dos tipos petrográficos. Os leucogranitos (Leucomonzogranitos e Albita Granitos) apresentam, em relação aos Clorita Monzogranitos, menores teores em ferro (notadamente Fe2O3), cálcio, magnésio e titânio e são relativamente enriquecidos em sílica, alumina e sódio. Esses valores refletem a presença de albita primária, notadamente nos AG, e o menor conteúdo em máficos (clorita) nessas rochas. O comportamento dos elementos terras raras (ETR) é bastante distinto entre a unidade dos Clorita Monzograníticos e a dos leucogranitos, estabelecendo uma clara relação entre o comportamento dos ETR e o grau de diferenciação das rochas analisadas. Os CM apresentam um padrão dos ETR caracterizado por teores moderados a elevados dos elementos terras raras leves (ETRL), os quais mostram-se fracamente fracionados e um padrão quase horizontalizado dos elementos terras raras pesados (ETRP). Este comportamento resulta num padrão levemente inclinado no sentido dos ETRP. Os leucogranitos apresentam teores reduzidos de ETRL e são levemente enriquecidos em ETRP, com um padrão geral subhorizontalizado com leve inclinação no sentido dos ETRP. Todo o conjunto apresenta fortes anomalias negativas do Eu, que chega a ser extrema para a amostra do Albita Granito. Esse comportamento dos ETR nos leucogranitos é muito similar ao observado para os granitos estaníferos da Amazônica. As características petrográgicas, geoquímicas e de suscetibilidade magnética evidenciadas pelo granito Pojuca mostram analogias aos demais granitos anorogênicos do Paleoproterozóico da Amazônia Oriental. O seu caráter peraluminoso difere da tendência metaluminosa evidenciada pela maioria dos corpos da região, aproximando-se das rochas mais evoluídas do granito Antoni Vicente. A presença de albita granitos é relevante, sendo tais rochas pela primeira vez identificadas nesta porção do Cráton, e deverão ser futuramente melhor investigadas.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(157*****000)","Orientador_1":"ROBERTO DALL'AGNOL","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":28,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"295*****253","Autor":"CLÉA ARAÚJO DA SILVA","TituloTese":"Análise morfoestratigráfica do estuário do rio Marapanim - NE do Estado do Pará.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"MORFOESTRATIGRAFIA, ESTUÁRIO, NORDESTE DO PARÁ.","Volume":1,"NumeroPaginas":134,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências - UFPa","Idioma":"Português","ResumoTese":"O Estuário do rio Marapanim está estabelecido sobre os sedimentos terciário-quaternários da Formação Barreiras e Pós-Barreiras, inserido no litoral de \"rias\" do nordeste do Estado do Pará, o qual foi submetido à trangressão marinha, a partir do Pleistoceno Superior, que afogou paleolinhas de costa e no máximo da Trangressão Holocênica atingiu o Planalto Costeiro. Este setor da costa sofre influência da maré dinâmica que atinge amplitude máxima de 5,3m (macromarés) e da maré salina que apresenta salinidade média entre a enchente e vazante, para os períodos de baixa e alta descarga fluvial com valores de 8% e 0% (Marudazinho), 24% e 3% (Marapanim), respectivamente. Entretanto, na parte externa do funil estuarino (Marudá), a salinidade apresenta valor constante de 35%, não ocorrendo influência significativa da descarga fluvial na foz do estuário. A geomorfologia da área está compartimentada em 3 domínios geomorfológicos: (1) Planície Costeira com as unidades de Planície de Cristas de Praia, Paleoduna, Duna costeira Atual (Fixa e Móvel), Pântano Salino (Interno e Externo), Planície de Maré (Arenosa e Lamosa), Praia Flecha-Barreira, Lago e Paleo-Córrego de Maré; (2) Planície Estuarina com as unidades de Canal Estuarino (compartimentado em Funil Estuarino, Segmento Meandrante Sinuoso, Segmento Meandrante em Cúspide e Canal de Curso Superior), Canal de Maré e Planície de Inundação (Pântano Salino e Pântano de Água Doce) e; (3) Planície Aluvial com as unidades de Canal Meandrante (Meandro Abandonado), Depósito de Canal (Depósito de Fundo de Canal), Depósito de Margem de Canal (Dique Marginal, Depósito de Recobrimento e Planície de Inundação) e Depósito de Preenchimento de Canal. Com base na estratigrafia subsuperficial aliada às características sedimentológicas e geometria superficial foram identificadas 14 unidades morfoestratigráficas: Planície de Inundação, Dique Marginal, Meandro Abandonado, Pântano de Água Doce, Planície de Maré Lamosa, Barra de Maré Arenosa e Lamosa (Vegetada), Barra em Pontal Lamosa, Planície de Cristas de Praia, Paleoduna, Dunas Atuais, Praia Flecha-Barreira, Palnície Arenosa e Pântano Salino. E, através de análise subsuperficial (testemunhagem à vibração), associada à análise sedimentológica identificou-se 6 fácies estratigráficos: areia e lama de barra em pontal, areia marinha, areia e lama estuarina, areia fluvial e areia mosqueada. A partir de dados levantados, à respeito da morfologia e estratigrafia dos depósitos encontrados na área, foi possível identificar 3 seqüências estatigráficas: Seqüência Marinha Transgressiva Basal (S1) com ambiente fluvial, Parálico e de Face Praial; Seqüência Marinha Regressiva (2) com canal meandrante influenciado por maré (ambiente fluvial), Pântano de Água Doce, Planície de Maré, Pântano Salino e de Crista de Praia e Seqüência Marinha Transgressiva Atual (3) com Ambiente Estuarino (Barra de Maré e Barra em Pontal) e Litorâneo (Praia Flecha-Barreira, Planície de Cristas de Praia e Duna Atual). A evolução do Estuário do rio Marapanim foi controlada pelas oscilações do nível do mar, durante o Holoceno, que se manifestaram em ciclos progradacionais e retrogradacionais, o qual no máximo da Transgressão Holocênica provocou erosão do Planalto costeiro. Em condições de nível de mar estável houve regressão do mar que propiciou a progradação lamosa sobre depósitos arenosos marinhos. Atualmente, observa-se a transgressão de depósitos arenosos sobre a planície lamosa, propiciando o preenchimento parcial da foz do estuário por barras arenosas.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(375*****320)","Orientador_1":"MAÂMAR EL-ROBRINI","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":29,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"064*****349","Autor":"NESTOR EVERTON MENDES FILHO","TituloTese":"\"Caracterização químico-mineralógica de sedimentos associados e hidrogeoquímica de águas subterrâneas, ocorrentes na Formação Codó (MA)\".","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"HIDROGEOQUÍMICA, ÁGUAS, SEDIMENTOS, FORMAÇÃO CODÓ, MARANHÃO.","Volume":1,"NumeroPaginas":136,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências","Idioma":"Português","ResumoTese":"Estudos anteriores descreveram para a Formação Codó (Cretáceo Inferior, Aptiano-Albiano) a presença de carbonatos e gipsitas, interacamamentos de sedimentos arenosos e lamosos, sedimentos carbonáticos e betuminosos, concreções de pirita, níveis com restos de plantas, ostracóides e gastrópodes, caracterizando um ambiente de águas rasas a muito rasas, de boa movimentação. O modelo deposicional foi iniciado por um sistema fluvial dominante, mas progredindo para um sistema lagunar. Essas fases de circulação restrita também proporcionam acúmulos de fácies de folhelhos carbonosos. Os folhelhos superiores foram depositados numa fase de transição para condições lacustrinas da Seqüência Itapecuru. O presente estudo descreve e interpreta resultados analíticos de 19 amostras de sedimentos, correspondentes aos diferentes litotipos, representados por folhelhos, calcários, gipsita e calcita, coletadas em perfis das duas jazidas em exploração às proximidades de Codó (MA). Foram estudadas 70 amostras de águas naturais (rio, águas pluviais acumuladas nos bolsões de terrenos das jazidas, poços escavados e poços tubulares), coletadas em quatro períodos sazonais distintos (início de período chuvoso, período chuvoso, período de estiagem e final de estiagem). Os resultados das análises de sedimentos foram discutidos a partir da composição química média dos folhelhos, calcários, gipsitas e calcitas, com base na análise de rocha total, além da caracterização da mineralogia de superfície, identificação dos principais minerais de argila nos horizontes de folhelhos e calcários e geoquímica de superfície através do comportamento dos elementos maiores e traços nos perfis litológicos. Dentre os principais minerais identificados, destacam-se, nos folhelhos a presença de caulinita, montmorilonita (esmectita), ilita, clorita e quartzo e nos calcários, caulinita, montmorilonita (esmectita) e ilita. Os folhelhos estão associados a arcósios em função da abundância de caulinita, de água doce, por serem ricos em montmorilona. Quanto ao conteúdo de sílica constatou-se do tipo comum (teor de sílica abaixo de 58%) e médio (teor de sílica em volta de 58%). Em relação aos teores de CO2, os folhelhos são calcíticos, com média de 2,72%. Enriquecimento de Sr e Ba nos sedimentos estudados, resgistraram que esses elementos traços são indicadores de ambiente marinho, confirmando para a Formação Codó, o que já foi caracterizado em estudos anteriores. Os baixos teores de carbono orgânico nos calcários são vestígios de algas calcárias, principais materiais esqueletais, que acompanham as rochas carbonáticas e os resultados da matéria orgânica (teores abaixo de 1%) confirmam que os folhelhos estudados não pertencem à classe dos folhelhos pirobetuminosos. As águas coletadas estão fisiograficamente localizadas em áreas dos aqüíferos Itapecuru, Codó e Corda e as análises dessas águas foram avaliadas a partir de parâmetros físicos, físico-químicos, químicos e bioquímicos, e a discussão dos resultados possibilitou classificar essas águas segundo as concentrações iônicas totais, estudar a qualidade das águas para consumo humano; interpretar os valores de parâmetros químicos e bioquímicos, que são indicadores de poluição e caracterizá-las para condições de irrigação e pecuária. As águas superficiais classificadas são dos tipos bicarbonatadas sódicas e sulfatadas cálcicas, enquanto as águas subterrâneas são dos tipos bicarbonatadas sódicas, bicarbonatadas cácicas e sulfatadas cálcicas. Estas águas estão associadas a folhelhos e calcários como mostram as concentrações significativas de Ca, Na, Mg, Cl, HCO3, SO4 e valores médios de pH. Uma pequena amostragem registrou valores expressivos de SO4, concluindo-se ter esses íons origem na gipsita e bassanita, minerais presentes na área estudada.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(020*****291)","Orientador_1":"WATERLOO NAPOLEÃO DE LIMA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":30,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"15001016017P2","Regiao":"NORTE","Uf":"PA","SiglaIes":"UFPA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOQUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"239*****020","Autor":"ODETE FÁTIMA MACHADO DA SILVEIRA","TituloTese":"\"A Planície Costeira do Amapá. Dinâmica de ambiente costeiro influenciado por grandes fontes fluviais quaternárias\".","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"PLANÍCIE COSTEIRA, AMAPÁ, QUATERNÁRIO.","Volume":1,"NumeroPaginas":220,"BibliotecaDepositaria":"do Centro de Geociências - UFPA","Idioma":"Português","ResumoTese":"A Planície Costeira do Estado do Amapá representa, juntamente com o Arquipélago do Marajó e a região costeira paraense, a última fronteira entre o Rio Amazonas e o Oceano Atlântico. Localizada ao norte do Gráben de Marajó, esta planícies sofreu, no decorrer do seu desenvolvimento, a influência dos alinhamentos estruturais regionais, e, provavelmente, a reativação de alinhamentos N-S, responsáveis pela sua evolução morfoestrutural. As redes de drenagem foram, sem dúvida, os elementos balizadores, os indicadores de clara influência exercida pelos elementos estruturais regionais na evolução morfoestrutural dessa planície. Através delas, foi possível considerar duas fases de desenvolvimento da Planície Costeira do Estado do Amapá. A Fase Pré-Holocênica e a Fase Holocênica. A Fase Pré-Holocênica é caracterizada pelos eventos de organização estrutural da região, tais como: a) estruturação em blocos desnivelados formados pela interação entre lineamentos mais antigos (Jari-Falsino/Oiapoque, 1.000 Ma, e Tumucumaque); b) instalação de diques com orientação N-S relativa ao lineamento Cassiporé (190-136 Ma); c) intrusões; d) instalação do Arco de Gurupá cuja a idade  mínima de soerguimento é a mesma da Formação Alter do Chão (Terciário), e; e) modificação do curso do Rio Amazonas e a instalação do Sistema de Dispersão Amazônico. Como registro dessa estruturação, podem ser citados os fenômenos de avulsão de antigas drenagens, além da desorganização generalizada da rede de drenagem, principalmente na região compreendida entre o Rio Amapá Grande e o Rio Araguari. A Fase Holocênica é caracterizada pela reorganização progressiva da rede de drenagem da planície. Nesta fase, os processos aluviais são importantes no remodelamento da região. Os pulsos de nível de mar mais elevados também concorreram para essa configuração. O principal registro desta fase são as planícies de cheniers holocênicos desenvolvidos nos setor norte da planície. Na porção sul da região a reorganização da drenagem ainda se processa. Para tal, os processos aluvionares foram de grande importância, juntamente com as condições climáticas e hidrodinâmicas da região. A acreção costeira, a colmatação de lagos e outras áreas baixas promovem os processos de agradação. Os reflexos dessas fases na planície costeira são registrados na geomorfologia, gerando dois domínios principais: Domínio Norte e Domínio Sul. O Domínio Norte é caracterizado pela predominância dos processos marinhos. É nele que se desenvolvem as paleofeições caracterizadas como planícies de chenier Calçoene e Cunãni-Cassiporé. A Planície de cheniers Calçoene é a mais jovem (1450+/- 125 anos BP) enquanto que a Planície de cheniers Cunãni-Cassiporé é a mais antiga (5070 +/- 45 anos BP). A primeira caracteriza-se por cordões recurvados, instalados em pequenas baias, muito próximas à linha de costa. A segunda, mais antiga localiza-se internamente à planície costeira, aproximadamente a 20 Km da atual linha de costa. A presença das planícies de cheniers demonstra que o Domínio Norte possui maior maturidade. Além das paleofeições, feições morfológicas atuais também podem ser reconhecidas, entre elas os cabos lamosos, terraços de abrasão e as planícies arenosas. O Domínio Sul caracteriza-se principalmente por processos fluviais e lacustres, enquanto que os processos marinhos rasos estão confinados às profundidades maiores, demonstrando uma continentalização da sedimentação. Neste domínio são reconhecidas feições resultantes dos processos erosivos e deposicionais, tanto atuais quanto mais antigos. As paleofeições mais expressivas são as drenagens, tais como a Paleodesemocadura do Rio Gorijuba, o Paleodelta do Rio Tartarugal-Macarry e as formas anômalas. As feições atuais estão representadas pelos cinturões lacustres Oriental, Meridional e Ocidental, além dos terraços de abrasão e barras de desembocadura. O Domínio Sul demonstra ser a área mais dinâmica da região, fato este comprovado também atraves da análise de documentos históricos importantes os quais permitiram recuperar o registro de 247 anos de cartografia. É no Domínio Sul onde se dá o recrudescimento dos processos erosivos, ampliados pela configuração fisiográfica da região, amplitude das marés, correntes e ventos alísios, além da grande influência de Dispersão Amazônica.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(028*****200)","Orientador_1":"LUÍS ERCÍLIO DO CARMO FARIA JR.","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":31,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"20001010004P2","Regiao":"NORDESTE","Uf":"MA","SiglaIes":"UFMA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"331*****334","Autor":"Maria Aparecida Serejo Vale","TituloTese":"Determinação de Carbono Orgânico Dissolvido Através de um Sistema de Analise por injeção em Fluxo e Foto-Fenton","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Foto-Fenton; Analise por Injeção em Fluxo","Volume":1,"NumeroPaginas":55,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial de Ciências Exatas","Idioma":"Português","ResumoTese":"No presente trabalho a reação de Foto-Fenton foi utilizada como processo oxidativo na determinação de carbono orgânico dissolvido (CODi), empregando um sistema FIA-condutométrico. O sistema FIA/foto-Fenton baseia-se na oxidação em fluxo da matéria orgânica. Uma aliquota da amostra  contendo H2O2   é  inserida no fluxo de uma solução ácida de  íons F2+ . Este fluxo passa por um reator tubular de Teflon que é irradiado com luz UV. Os produtos da oxidação dos compostos orgânicos são H2O e CO2. O CO2 gerado é  quantificado condutometricamente e é diretamente proporciona; á concentração de  carbono orgânico dissolvido (CODi) presente na mostra. A concentração de carbono orgânico foi determinada a   parti de uma curva analítica de calibração empregando soluções padrão de carbono inorgânico, preparado a partir de carbono de sódio.  Os estudos de otimização foram realizados com carbono orgânico nas concentrações de 6 a 60 mg.L -1 em solução de EDTA. Obteve-se uma recuperação média de 83% com coeficiente de variação de  3,7% quando empregou-se a razão molar de Fe+: H2O2 de 1:5, pH 2,2, volume  da alça de amostragem de 100 e uma vazão de 1 ml.min-1.  Após estudos de otimização, determinou-se a concentração de CODi em 13 soluções diferentes empregando compostos orgânico, onde a recuperação média foi de 95% O sistema apresentou boa resposta, bem como mostrou ser bastante estável, uma vez que os sinais analíticos gerados foram altamnete reprodutivos","LinhaPesquisa":"FOTODEGRADAÇÃO DE COMP. ORGÂNICOS EM AMB. AQUÁTICOS NATURAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(068*****831)","Orientador_1":"Márcia Matiko Kondo Takiyama","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":32,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"20001010004P2","Regiao":"NORDESTE","Uf":"MA","SiglaIes":"UFMA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"406*****353","Autor":"Veneraldo Pereira Costa","TituloTese":"Emprego do Sistema Fia na Qualificação de Carbono Orgânico Dissolvido em Soluções Aquosas","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Emprego Fia;  Soluções Aquosas, óxido de titânio","Volume":1,"NumeroPaginas":55,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial de Ciencias Exatas -UFMA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Um sistema FIA condutométrico foi utilizado para determinar carbono orgânico dissolvido (CODi), em diversos compostos orgânicos. O princípio deste sistema consiste na oxidação da matéria orgânica com uma solução ácida de íons persulfato em presença de irradiação ultravioleta. A mineralização completa desses compostos tem como um dos produtos o CO2, que é monitorado condutometricamente. A oxidação se dá em fluxo dentro de um tubo de Teflonâ que envolve uma lâmpada UV...\tInicialmente foi feita a otimização do sistema variando-se o pH, a concentração da solução de persulfato, o volume da alça de amostragem e a vazão dos fluidos utilizados no sistema. As melhores condições de trabalho encontradas foram: pH = 1,5; vazão = 0,6 mL.min-1; volume da alça de amostragem = 50 mL e concentração da solução de persulfato = 5x10-2 mol.L-1. Também foi estudado o tempo útil do tubo de Teflonâ, encontrando-se um tempo de vida em torno de 5 meses...\tForam estudados 15 diferentes compostos orgânicos. A maioria deles apresentou recuperação média de 85 %, o que está próximo do valor esperado, ou seja, 88 %. Apenas três desses compostos apresenteram recuperação média de 70 %.","LinhaPesquisa":"FOTODEGRADAÇÃO DE COMP. ORGÂNICOS EM AMB. AQUÁTICOS NATURAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(068*****831)","Orientador_1":"Márcia Matiko Kondo Takiyama","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":33,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"20001010004P2","Regiao":"NORDESTE","Uf":"MA","SiglaIes":"UFMA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"063*****310","Autor":"Zélia Maria Gadelha Costa Araújo","TituloTese":"Estudo Comparativo de Métodos de Digestão desenvolvidos em Microondas doméstico para Determinação de Metais em Cabelo Humano por ICP-AES","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"microondas doméstico; metais pesados; cabelo; gigestão","Volume":1,"NumeroPaginas":70,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca de Ciências Exatas - UFMA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Considerando que o  pré-tratamento é uma etapa muito  importante na análise química, foi realizado um estudo comparativo de métodos de digestão desenvolvidos em microondas domestico, para  determinação simultânea de cobre, zinco e chumbo, em amostras de cabelo humano por espectrometria de emissão atômica com plasma (ICP -AES).  Para  possibilitar este estudo foram desenvolvidos dois sistemas de digestão,  constituídos de câmaras retentoras de vapores ácidos, filtros para atenuarem a  potência de microondas e vasos digestores. Nesses sistemas foi testada a conveniência da utilização dos meios ácidos nítrico e misturas de ácidos nítrico com peróxido de hidrogênio; ácido  nítrico com ácido sulfurico e peroxido de  hidrogênio; ácido nítrico, ácido fosfórico e peroxido de hidrogênio. Com esses  meios digestores procedeu-se um estudo comparativo de seis diferentes programas de digestão, pelas variações dos parâmetros massa de amostra, tempo e potência de irradiação. O resultado deste estudo comprovou a  eficiência do funcionamento dos sistemas de digestão desenvolvidos, em todos os métodos estudados. A precisão  e a exatidão  das medidas procedidas no  meio de ácido nítrico foram consideradas comparativamente mais satisfatórias  para o cobre e zinco. Foi encontrado um erro sistemático do método na  tederminação do chumbo, provavelmente devido a presença de sulfato e  fosfato de chumbo insolúvel a frio...Considerando os resultados obtidos e o baixo custo dos aparelhos envolvidos, mostrou-se que o método sugerido  é adequado  para digestão rápida e eficiente de amostras de cabelo.","LinhaPesquisa":"METODOLOGIA  ANALÍTICA (ESPECTROSCOPIA E ELETROANALÍTICA)","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(032*****304)","Orientador_1":"Edmar Pereira Marques","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":34,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"25001019004P6","Regiao":"NORDESTE","Uf":"PE","SiglaIes":"UFPE","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO","NomePrograma":"CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10300007,"AreaConhecimento":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","AreaAvaliacao":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","DocumentoDiscente":"178*****249","Autor":"LÚCIA ROSÂNGELA DAVID BASTOS","TituloTese":"\"Proposta de Arquitetura de Sistemas Baseada na Metodologia de Processamento por Eventos\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-03T00:00:00","PalavrasChave":"Metodologia de processamento por Eventos.","Volume":1,"NumeroPaginas":120,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA CENTRAL/UFPE","Idioma":"Português","ResumoTese":"As instituições do mercado financeiro têm tecnologia de informação cada vez mais avançada, procurando expandir sua atuação no mercado, consolidar seus segmentos tradicionais e obter maior satisfação dos clientes. Neste ambiente dinâmico do sistema financeiro nacional não se dedica tempo suficiente para avaliar e planejar o desenvolvimento de uma nova metodologia e tecnologia de sistemas corporativos...A  área de desenvolvimento de software deve ter capacidade e suporte necessários para criar e manter sistemas complexos, com alta qualidade, baixo custo de manutenção e tempo reduzido. O suporte para isso pode ser uma metodologia de desenvolvimento adequada ao uso de um padrão de manipulação de dados e a regras de integração de sistemas, chamada de Metodologia de Processamento por Eventos...Dessa forma, uma Arquitetura de Sistemas baseada na Metodologia de processamento por Eventos pode estabelecer o fluxo de dados entre cada componentes, orientando o tráfego de Eventos da empresa, evitando replicações de dados e de funções na estrutura dos sistemas e promovendo o uso dos Eventos como o padrão único de fluxo de dados dentro da empresa...O objetivo principal desta dissertação é propor uma forma de tratamento de informações para a área financeira, denominada de \"Metodologia de processamento por Eventos\", e definir uma arquitetura de sistemas apropriada para suportar essa forma de tratamento de Eventos. Essa arquitetura não pressupõe uma plataforma de hardware, sobre a qual as aplicações sejam processadas, e também não depende da extensão de centralização ou descentralização da organização e de suas informações.","LinhaPesquisa":"REDES NEURAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(364*****449)","Orientador_1":"EDSON COSTA DE BARROS CARVALHO FILHO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":35,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"25001019004P6","Regiao":"NORDESTE","Uf":"PE","SiglaIes":"UFPE","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO","NomePrograma":"CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10300007,"AreaConhecimento":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","AreaAvaliacao":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","DocumentoDiscente":"916*****415","Autor":"SANDRA DE ALBUQUERQUE SIEBRA","TituloTese":"\"Athena: Uma Interface Adaptativa Controlada pelo Usuário\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Athena, Agente perceptor, Agente modelador.","Volume":1,"NumeroPaginas":120,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA CENTRAL-UFPE","Idioma":"Português","ResumoTese":"Cada vez mais, os computadores estão presentes em todos os ramos de atividades e sendo usados por pessoas com as mais diferentes formações. No esforço de facilitar a interação homem-máquina, interfaces que se adaptam aos usuários estão sendo utilizadas, pois quanto mais personalizados for um equipamento de trabalho, mais bem sucedido será o seu usuário, aumentando assim a sua produtividade...O objetivo da nossa pesquisa foi identificar uma maneira de prover uma interface adaptativa que pudesse ser usada com sucesso por diferentes usuários com níveis de conhecimento e experiência distintos. Interface essa que não atrapalhe o usuário experiente na realização de seus objetivos e que possa prover ajuda, e até mesmo uma espécie de treinamento, àqueles usuários menos experientes. Nossa interface é capaz de modelar o usuário que a utilizou, se adaptando a ele e fornecendo ao final de seu uso, um registro sobre os dados relevantes daquele usuário durante a interação com o sistema, além de suas características e preferências...Para  desenvolvermos tal interface, tivemos o trabalho prévio de identificar o perfil, as necessidade e dificuldades dos usuários, quando interagindo com um computador, para dessa forma, classificá-los e procurar adequar a interação aos mesmos. Concebemos, em seguida, um modelo de interface adaptativa, chamada de Athena, que é composta por uma sociedade com quatro agentes inteligentes (Agente Perceptor, Agente Modelador, Agente Adaptador e Agente Executor) e duas bases de conhecimento (o Modelo do Domínio e o Modelo do Usuário). O uso de técnicas de Inteligência Artificial Distribuída (IAD) - onde o problema é particionado entre agentes - juntamente com o fato de ter sido implementada em uma linguagem orientada a objetos (Java) torna Athena mais modular, reutilizável, extensível e portável...Athena segue quatro princípios: adaptação regressiva (quanto mais o usuário for experiente, menos a interface sugerirá adaptações automáticas, deixando cada vez mais a adaptação a cargo do próprio usuário), negociação (todo conteúdo do modelo do usuário é negociado com o usuário antes de ser registrado), treinamento (quando apenas a adaptação não resolver o problema do usuário, pode ser sugerido algum exercício de treinamento) e controle (o controle da interface e da adaptação promovida pela mesma, é de responsabilidade do usuários).","LinhaPesquisa":"INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL SIMBÓLICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(601*****420)","Orientador_1":"GEBER LISBOA RAMALHO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":36,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"25001019004P6","Regiao":"NORDESTE","Uf":"PE","SiglaIes":"UFPE","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO","NomePrograma":"CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10300007,"AreaConhecimento":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","AreaAvaliacao":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","DocumentoDiscente":"008*****430","Autor":"CYNTHIA MARIA TERCERO ROJAS","TituloTese":"\"Integração de Fontes de Informação não Estruturadas em Sistemas de Informação baseados na Web\"","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-06T00:00:00","PalavrasChave":"Sistemas de Informação-Web, Recuperação de Informação.","Volume":1,"NumeroPaginas":138,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA CENTRA-UFPE","Idioma":"Português","ResumoTese":"Em poucos anos Web tem se tornado uma fonte rica e heterogênea de informação, fazendo este meio um dos mais usados para a difusão e distribuição de dados. Com a evolução da Web, e a sua adoção para o desenvolvimento de sistemas de informação, a criação de mecanismos que permitam integrar as fontes de informação contidas na Web nesses sistemas de informação, tem-se tornado uma área de pesquisa de amplo interesse...Nesta dissertação propomos e implementamos ODISEA (Object-oriented DedIcated Search Engine Architecture), uma arquitetura que possibilita a integração de fontes de informação não estruturadas acessíveis através da Web, em sistemas de informação baseados na Web. Dois aspectos fundamentais para a integração de dados não estruturados nesses sistemas foram estudas: o primeiro consiste na análise das técnicas de processamento de informação convencionais e o segundo está baseado no estudo e desenvolvimento de um sistema de informação baseado na Web...As técnicas para o processamento e recuperação de informação não estruturada vêm sendo desenvolvida antes do surgimento da Web, mas com o crescimento da mesma, têm sido aplicadas neste meio, na maioria dos casos, para automatizar o processo de busca de informação. Porém, pode ser percebida a carência de mecanismos que permitam vincular os sistemas de recuperação com os sistemas de informação que utilizam a Web como meio de acesso a interação com os usuários...A arquitetura ODISEA foi projetada para trabalhar como um indexador dedicado que processa informações solicitadas por um sistema de informação baseado na Web. A arquitetura é extensível e pode ser adaptada a diferentes fontes de informação acessíveis na Web.","LinhaPesquisa":"ENGENHARIA DE SOFTWARE","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(851*****834)","Orientador_1":"SILVIO ROMERO DE LEMOS MEIRA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(184*****400)","CoOrientador_1":"ANA CAROLINA BRANDÃO SALGADO","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":37,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31001017004P3","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"ENGENHARIA DE SISTEMAS E COMPUTAÇÃO","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10300007,"AreaConhecimento":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","AreaAvaliacao":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","DocumentoDiscente":"928*****787","Autor":"Luerbio Faria","TituloTese":"Alguns resultados em invariantes de não planaridade em grafos: Uma abordagem estrutural e de complexidade","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-08T00:00:00","PalavrasChave":"Teoria dos grafos; Invariante de planaridade.","Volume":1,"NumeroPaginas":118,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central do Centro de Tecnologia","Idioma":"Português","ResumoTese":"Nesta tese nós estudamos quatro invariantes de não planaridade em grafos. 0 número mínimo de cruzamentos de arestas para um desenho no plano (crossing number), o número máxlmo de arestas em um subgrafo planar (maximum planar subgraph),  o número mínimo de arestas cuja remoção obtém um grafo planar (skewness) e o número mínimo de \"divisões\" de vértices, em pares de vértices não adjacentes, que obtém um grafo planar (splittting number). Nós estudamos estes invariantes para a classe dos grafos n-cubos. Nós provamos que o splitting number do 4-cubo é 4. Nós usamos este resultado para exibir um limite inferior para o splitting number do n-cubo. Nós exibimos um limite superior para o crossing number do n-cubo melhorando o limite superior de Madej, o úinico limite superior conhecido para o crossing number do n-cubo. E nós provamos que a conjectura de Guy e Erdös para o crossing number do n-cubo é válida para os 6-, 7- e 8-cubos. Nós provamos que as versões de decisão dos problemas splitting number, skewness e maximum planar ..subgraph são NP-completas para grafos cúbicos. Nós provamos que as versões de..otimização dos problemas splitting number e skewness são MAX SNP-difíceis para grafos cúbicos.","LinhaPesquisa":"Teoria da Computação","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(628*****753)","Orientador_1":"Celina Miraglia Herrera de Figueiredo","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":38,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31001017004P3","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"ENGENHARIA DE SISTEMAS E COMPUTAÇÃO","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10300007,"AreaConhecimento":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","AreaAvaliacao":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","DocumentoDiscente":"738*****787","Autor":"Julia Celia Mercedes Strauch","TituloTese":"Integração de bases de dados geográficos heterogêneas e distribuídas","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Informações geográficas; Arq. para interoperabilidade.","Volume":1,"NumeroPaginas":378,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central do Centro de Tecnologia","Idioma":"Português","ResumoTese":"O alto custo da aquisição de dados geográficos aliado à complexidade das análises ambietaistem levado as comunidades de infomação ao compartilhamento de dados existentes, armazenados por bases de dados de Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Os mecanismos utilizados para proporcinar a troca de dados entre estas bases têm..sido a conversão de formatos e o estabelecimento de padrões. Estas soluções são inadequadas, ima vez uma que requerem localizar os dados e compreender os formatos ou..padrões envolvidos para estabelecer os processos de conversão e não garantem interoperabilidade, pois parte substancial da informação está contida nos procedimentos de ..de consulta, manipulação e apresentação...Essa tese apresenta o sistemas multi-SIG que tem como proposta  criar uma federação de ..dados aberta. Este Sistemas objetiva proporcionar interoperabilidade semantica entre bases..de dados geográficos heterogêneas e distribuídas sobre o ambiente da rede global Internet...O desenvolvimento deste Sistemas completou asdiferenças entre : i) os modelos de dados usados pelos SIG, ii) as linguagens de manipulação de dados oferecidos por estes sistemas, e iii)os esquemas decorrentes das diversas áreas de aplicação através de uma metodologia e de uma arquitetura, denominada MMultiSIG e AMultiSIG,respectivamente. A MMultiSIG estabelece as atividades nesseçárias para a integração de esquemas das bases geográficas e a AMultiSIG ofereceum ambiente que proporciona a interoperabilidade entre..estas bases...As principais contribuições decorrentes do desenvolvimento deste Sistemas são:..1 - A proposta de um nível externo sobre o modelo de dados global, gerando um modelo de  objetos para um esquema glodal externo .Este modelo de objetos fornece uma única percepção do dados armazenados pela bases componentes da federação , mantendo suas..características detemas e regiões; ..2 - A metedologia MMultiSIG para integração dos esquemas-completa as diversas caracteristicas envolvidas na construção de uma base de dados geográficos, de forma que..um conjunto compartilhado de termose definições utilizados pelas comunidades de informaçãoseja definido e apresentado no esquema global; e..3 - A especificaçãoda arquitetura AMultiSIG para interoperabilidade: é especificado os serviços desta arquitetura, bem como serviços de suporte a outros trabalhos do Projeto WHIP (Workbench de Heterogeneidade, Interoperabilidade e Paralelismo). Deste modo, a arquitetura proposta oferece ferramentas para cadastrar o esquema, realizar consultas, solicitar apresentação de resultados e fornecer suporte à cooperação entre os administradores locais e global para a integração de esquemas...A metodologia e a arquitetura propostas foram avaliadas na integração de bases de dados voltadas para aplicações na área de hidrologia e ambiental. Os resultados desta implementação evidenciam que a interoperabilidade proporcionada pelo Sistema MultiSIG contribui como uma forma alternativa de acessar dados dispostos em outras bases de dados geográficos, preservando o investimento na informação geográfica armazenada pelas bases de dados. A estratégia adotada pelo Sistema MultiSIG se mostra eficiente, uma vez que não é necessário saber onde os dados estão localizados, além de promover maior sinergia entre as comunidades de informação.","LinhaPesquisa":"Banco de Dados","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(245*****700)","Orientador_1":"Jano Moreira de Souza","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(636*****768)","CoOrientador_1":"Marta Lima de Queirós Mattoso","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":39,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31001017004P3","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"ENGENHARIA DE SISTEMAS E COMPUTAÇÃO","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10300007,"AreaConhecimento":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","AreaAvaliacao":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","DocumentoDiscente":"030*****724","Autor":"Renata da Silva Andrade","TituloTese":"Aplicação simultânea de princípios, diretrizes e métricas para redução de complexidade de projeto orientado a objetos","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-08T00:00:00","PalavrasChave":"Orientação a objetos; Complexidade de software.","Volume":1,"NumeroPaginas":125,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central do Centro de Tecnologia","Idioma":"Português","ResumoTese":"A tendência da complexidade de software é aumentar a cada novo software produzido. O uso do paradigma da orientação a objetos durante o desenvolvimento de software tem se mostrado uma abordagem interessante para lidar com a complexidade do software, uma vez que o paradigma 00 promove alguma flexibilidade para os desenvolvedores tomarem decisões sobre o projeto e arquitetura do sistema...Este trabalho identifica princípios, diretrizes e métricas a serem usadas simultaneamente a fim de apoiar os desenvolvedores na identificação e redução de complexidade estrutural de projeto 00...Um experimento foi desenvolvido com o objetivo de testar e aprimorar a abordagem de aplicação simultânea de métricas, diretrizes e princípios para redução de complexidade estrutural de projeto 00. Os resultados permitiram a análise dos modelos e a comparação dos mesmos com os princípios e diretrizes, sendo possível identificar regiões problemáticas nos modelos e modificá-los de modo a reduzir a complexidade estrutural do projeto do sistema.","LinhaPesquisa":"Engenharia de Software","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(440*****687)","Orientador_1":"Guilherme Horta Travassos","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":40,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31001017006P6","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"824*****704","Autor":"Mônica Regina Marques Palermo  de Aguiar","TituloTese":"Estudo de derivados beta-lactâmicos por ressonância magnética nuclear no estado sólido.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-03T00:00:00","PalavrasChave":"Beta-lactamas, RMN, RMN no estado sólido.","Volume":1,"NumeroPaginas":223,"BibliotecaDepositaria":"Instituto de Química-UFRJ","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho foi avaliada a utilização da ressonância magnética nuclear no estado sólido como método de análise de derivados beta-lactâmicos: ácido 6-amino-penicilânico, benzilpenicilina, ampicilina, amoxicilina, ácido 7-amino-cefalosporiânico, cefalotina, cefazolina, cefalexina, cefadroxila e cefaclor, sob formas de amostras comerciais (do principio ativo e em formulações injetáveis).  Foram analisados os parâmetros: deslocamentos químicos em solução e no estado sólido; tempo de transferência de polarização cruzada; tempo de relaxação longitudinal do hidrogênio no referencial rotatório e variação da intensidade do sinal com o tempo de contato nos experimentos de polarização cruzada e rotação no ângulo mágico.  Foi possível caracterizar ou sugerir a presença de pseudopolimorfos nas amostras de ampicilina, cefalotina, cefalexina e cefaclor, assim como propor uma correlação entre os resultados de mobilidade molecular e biodisponibilidade para as formulações de ampicilinas estudadas.","LinhaPesquisa":"Aplicações  de ressonância magnética nuclear.","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(349*****787)","Orientador_1":"Rosane Aguiar da Silva San","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":41,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31001017006P6","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"021*****701","Autor":"Carla Cristina de Freitas da Silveira de Souza","TituloTese":"Adesivos poliuretanos à base de PET quimicamente reciclados.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"Poli9tereftalato de etileno), reciclagem química, adesivos","Volume":1,"NumeroPaginas":246,"BibliotecaDepositaria":"Instituto de Química-UFRJ","Idioma":"Português","ResumoTese":"O poli(tereftalato de etileno) - PET - proveniente de garrafas descartadas de refrigerantes foi despolimerizado através de glicólise com poliéteres comerciais como polióxidos de etileno (DESMOPHEN L1208) e de propileno (DESMOPHEN L800 e LP112) cujos pesos moleculares são, aproximadamente, 392, 213 e 982, respectivamente. Os poliésteres-éteres preparados a partir do PET reciclado apresentaram pesos moleculares numéricos médios entre 480 e 1660, determinados por intermédio de seus índices de hidroxilas e de carboxilas. A percentagem de segmentos de poliéster nos copolímeros se situou na faixa de 34 a 62%, dependendo do poliéter-base empregado. Isto significa que a despolimerização do PET não foi total. As reações de glicólise não sofrem efeito significativo da temperatura e do tempo de reação, bem como da concentração de catalisador, nas faixas estudadas. Quanto ao aspecto físico, os produtos de reação variam dos líquidos viscosos a cerosos, dependendo da natureza e do peso molecular do poliéter empregado. Após a caracterização os produtos foram utilizados em formulações destinadas ao preparo de adesivos de poliuretana. Para cada formulação adesiva, foram avaliadas as propriedades físicas das películas de adesivo e o efeito de solventes orgânicos sobre as mesmas. Os adesivos foram ainda avaliados quanto à resistência ao descascamento e ao cisalhamento. Tanto o adesivo à base do poliéter L800, como o adesivo à base do poliéter L1208, apresentaram bons resultados de adesão quando couro foi utilizado como substrato.","LinhaPesquisa":"Aditivos para a indústria petrolífera.","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(154*****772)","Orientador_1":"David Tabak","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":42,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31001017006P6","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"482*****791","Autor":"Maria Cristina L. F. Pereira Pinto","TituloTese":"Acomodação de esteranos em ambiente de sílica.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"Colestano, sílica, modelagem molecular.","Volume":1,"NumeroPaginas":248,"BibliotecaDepositaria":"Instituto de Química-UFRJ","Idioma":"Português","ResumoTese":"Dezesseis isômeros do colestano com variações na estereoquímica das posições 5, 14, 17 e 20 foram modelados e submetidos a uma pesquisa conformacional,  através do método de torção-motriz aplicado às ligações HC17-C17-C20-HC20 (f1) e C17-C20-C22-C23 (f2), utilizando-se o programa InsightII, Biosym Technologies (USA). ..\t\tA cadeia lateral dos colestanos modelados apresenta conformação totalmente antiperiplanar somente para os isômeros aaaR, baaR, abaS e bbaS.  Os isômeros abaR, bbaR, aabS, babS, abbS e bbbS apresentam conformação gauche para f1, enquanto os isômeros aaaS e baaS apresentam conformação gauche para f2 e os isômeros abbR, bbbR, aabR e babR apresentam tanto f1 quanto f2 nessa conformação...\t\tA energia estérica dos colestanos modelados, obtida a partir dos cálculos de minimização com o campo de força de Valência Consistente (CVFF), é regida primeiramente pela estereoquímica das posições 14 e 17, seguida em importância pela estereoquímica das posições 20 e 5.  A ordem decrescente de estabilidade termodinâmica obtida para os colestanos foi: abbS, bbbS, abbR, bbbR, aaaS, baaS, aaaR, abaS, baaR, bbaS, abaR, bbaR, aabS, babS, aabR e babR...\t\tPara cromatografia a gás em colunas apolares, há previsão de eluição da forma 20S antes da forma 20R para os isômeros aaa, baa, aba, bba, aab e bab...Uma partícula de sílica amorfa de fórmula Si52O141H74 foi modelada e submetida a um processo de dinâmica molecular.  A estrutura obtida após minimização apresentou formato esférico, diâmetro de 2nm e uma disposição espiralada ou enovelada dos anéis. Foi observada uma distribuição randômica na orientação dos oxigênios da estrutura obtida e valores máximos na curva de distribuição para comprimento de ligação Si-O, ângulo Si-O-Si e ângulo O-Si-O de 1,65Å, 144o e 109,1o, respectivamente.  Estes valores estão perfeitamente de acordo com os obtidos para a sílica vítrea e se aproximam, portanto, bem mais da realidade do que os resultados obtidos por métodos semi-empíricos (AM1 e PM3) para os oligômeros anelares de ácido silícico, propostos por ARAÚJO & VASCONCELOS (1996a e b)...Foram modelados 48 aglomerados a partir de cada molécula do colestano atracada a seis partículas de sílica. A análise por componentes principais (ACP) das energias obtidas após a  minimização dos aglomerados forneceu as seguintes conclusões:..· Não foi determinada dependência entre a energia do aglomerado e a energia do colestano contido nele, indicando que as interações entre as partículas de sílica regem a energia do sistema e que os aglomerados possuem comportamento semelhante;..· O padrão de ordenação da energia dos isômeros do colestano segundo a estereoquímica das posições 5, 14, 17 e 20 foi completamente perdido, indicando que a ordem de estabilidade de uma série de compostos geo-orgânicos é dependente do ambiente geoquímico dessas espécies na natureza;..· As estereoquímicas bb e ab representam os limites permitidos para o caos (desordem) observado nas moléculas do colestano quando acomodadas em ambiente de sílica.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(002*****710)","Orientador_1":"Claudio Costa Neto","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":43,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31003010027P0","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFF","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"860*****797","Autor":"CLARA BAERE DE SÁ SILVARES GONÇALVES","TituloTese":"Desenvolvimento de Auxiliares Quirais a partir do (-)-a-pineno para Reação de Aldol: Aplicação na Síntese Assimétrica do Ciclobutirol","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-08T00:00:00","PalavrasChave":"SÍNTESE ORGÂNICA; QUIRALIDADE; QUÍMICA - PRODUTOS NATURAIS","Volume":2,"NumeroPaginas":183,"BibliotecaDepositaria":"BIBLIOTECA CENTRAL DO VALONGUINHO - BCV - UFF","Idioma":"Português","ResumoTese":"O 3[O-benzoil]-(-)-pinenodiol (73), preparado em duas etapas a partir do (-)-alfa-pineno (hidroxilação com tetróxido de ósmio seguida por benzilação de hidroxila secundária), foi avaliado como auxiliar quiral em reação aldólica cinética entre seus propionato (75a) e butirato (94)...  Enquanto a reação entre o enolato de lítio gerado a partir do propionato 75a (LDA, THF, -78o C) e o benzaldeído forneceu o correspondente anti-aldol 77a em 62 % de excesso diastereoisomérico, o emprego da reação de Mukaiyama conduziu a menores seletividades de 77a (37 % e.d.). A configuração absoluta de 77a foi determinada por correlação química com o diol (R,R)-78, que foi obtido por redução de 77a com LiAlH4...  O efeito da natureza do metal sobre a aldolização cinética do fenilacetato de metila com o benzaldeído foi avaliada. Enquanto o uso de enolatos de Li, Zr e Ti levam a baixas razões anti/syn-aldol, o emprego das condições de Mukaiayama mostrou-se mais seletiva, com o possível Z-ceteno-silil-acetal levando ao correspondente syn-aldol em 70 % e.d.","LinhaPesquisa":"SÍNTESE ASSIMÉTRICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(343*****787)","Orientador_1":"SERGIO PINHEIRO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(628*****753)","CoOrientador_1":"FLORENCE MOELLMANN CORDEIRO DE FARIAS","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":44,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31003010029P2","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFF","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOFÍSICA MARINHA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"238*****091","Autor":"JOSÉ GUSTAVO NATORF DE ABREU","TituloTese":"CONTRIBUIÇÃO À SEDIMENTOLOGIA DA PLATAFORMA CONTINENTAL INTERNA DE SANTA CATARINA ENTRE A FOZ DOS RIOS TIJUCAS E ITAPOCU","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"MAPA GEOLÓGICO E FACIOLÓGICO; RECURSOS VIVOS, PLATAFORMA DE","Volume":1,"NumeroPaginas":90,"BibliotecaDepositaria":"Bblioteca do Instituto de Geociências da UFF","Idioma":"Português","ResumoTese":"O presente trabalho constitui-se numa contribuição ao estudo dos processos sedimentares atuantes na plataforma continental situada entre a foz do rio Tapocu e a foz do rio Tijucas, litoral norte de Santa Catarina, através do estudo da sua batimetria e da cobertura sedimentar. Sua realização envolveu o processamento de dados batimétricos obtidos das cartas náuticas da Diretoria de Hidrografia e Navegaçào (DHN) para a caracterização da morfologia submarina, e de dados sedimentológicos coletados durante dois cruzeiros oceanográficos realizados em janeiro de 1996 e fevereiro de 1997 a bordo do Navio de Pesquisas Diadorim. As amostras foram tratadas segundo métodos clássicos da análise sedimentológica 9KRUMBEIN, 1934) e para a obtenção dos resultados foram utilizados os programas de MORAES & GRIEP, (1985) os quais foram interpretados segundo os critérios de FOLK & WARD, (1957) e SHEPARD, (1954). A análise dos dados e interpretaçào dos resultados permitiram reconhecer o controle que a geomorfologia costeira exerce sobre o comportamento das isóbatas mais próximas da costa. Permitiram também estabelecer gradientes médios da plataforma continental com os quais obteve-se uma diferenciação entre os setores norte e sul da área em termos de declividade, com gradientes médios relativamente mais elevados ao norte. Ficou evidenciado também a partir da interpretação da batimetria, a existência de escarpas nas profundidades de 20-25 e 40 metros que podem estar relacionadas à períodos estacionários do nível do mar, eventos já descritos por outros autores nas plataformas continentais do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A sedimentologia da área de trabalho foi caracterizada através da distribuição das percentagens relativas de cascalho, areia, silte e argila possibilitando desta forma, a definição de cinco litofácies para a área de estudo: arenosa com biodetritos, arenosa, areno-lamosa, lamo-arenosa e lamosa as quais relacionam-se a processos pretéritos e recentes tais como: fluviais, ondas e correntes.","LinhaPesquisa":"GEOLOGIA SEDIMENTAR","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(550*****791)","Orientador_1":"ISA BREHME","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":45,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31003010029P2","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFF","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE","NomePrograma":"GEOLOGIA E GEOFÍSICA MARINHA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"641*****704","Autor":"ANGELA ALONSO RANGEL","TituloTese":"APLICAÇÃO DE MÉTODOS GEOFÍSICOS PARA A DETERMINAÇÃO DA ESTRUTURA CRUSTAL DA CADEIA VITÓRIA-TRINDADE","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"MÉTODOS GEOFÍSICOS; ESTRUTURA CRUSTAL; CADEIA VITÓRIA-TRINDA","Volume":1,"NumeroPaginas":98,"BibliotecaDepositaria":"Bblioteca do Instituto de Geociências da UFF","Idioma":"Português","ResumoTese":"A área em estudo abrange a região da cadeia Vitória-Trindade entre as latitudes de 16º a 24º S e as longitudes de 28º a 42º W. A cadeia é formada de bancos e montes submarinos que se alinham por cerca de 1000km na direção leste-oeste. O objetivo do estudo foi determinar a estrutura crustal da cadeia Vitória-Trindade e investigar sua evolução, sua reativiação tectono-magmática e suas prováveis relações com o magmatismo meso-cenozóico do leste do Brasil. Foram utilizados dados geofísicos (batimetria, gravimetria e sísmica) em uma modelagem tectonofísica bidimensional em quatro perfís transversais à cadeia sobre os montes Colúmbia, Dogaressa, Montague e Vitória, dispostos de leste para oeste, respectivamente. Os dados foram submetidos a um programa em Fortran 77 que determina a flexura da litosfera em duas dimensões por uma carga topográfica situada em uma placa elástica contínua e fina. O ajuste gravimétrico obtido responde a um modelo isostático flexural, com espessuras elásticas entre 10 e 30 km que melhor ajustaram os dados gravimétricos observados. A rigidez flexural média que explicou a amplitude e o comprimento das anomalias gravimétricas observadas nos perfís que atravessa à cadeia foi de 3. E + 22  N.m. A espessura crustal abaixo dos montes varia de 9 a 12 km e nos trechos afastados dos montes varia de 4 a 6 km. A descontinuidade de Mohorovicic varia de 11 a 14 km de profundidade nestes mesmos perfís. As idades estimadas para cada um dos quatro montes submarinos da cadeia Vitória-Trindade, com base nas espessuras elásticas obtidas, sinalizaram idades progressivas em direção ao oceano profundo. Há também um pequeno desnível no embasamento entre o sul e norte da cadeia mostrado nos perfís sísmicos da ordem de 400 m. Com base nestes resultados, sugere-se que os montes submarinos que compõem a cadeia Vitória-Trindade e a cadeia Cumuru  tenham sido formados por reativação magmática a partir da atividade de uma pluma mantélica, localizada hoje nas proximidades da ilha da Trindade, seguindo a estrturação das zonas de fraturas oceânicas da área.","LinhaPesquisa":"GEOTECTÔNICA E GEOFÍSICA MARINHA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(550*****791)","Orientador_1":"ISA BREHME","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(937*****715)","CoOrientador_1":"MARCELO SPERLE DIAS","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":46,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31009018001P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"CBPF","NomeIes":"CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISAS FÍSICAS","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"004*****841","Autor":"CELINA MARIA DE SOUZA COSTA","TituloTese":"EATUDO DE ENOVELAMENTO DE POLÉMEROS EM REDE QUADRADA BIDIMENSIONAL","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"POLYMER FOLDING, COMPUTER SIMULATION","Volume":1,"NumeroPaginas":96,"BibliotecaDepositaria":"CBPF","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho é reallizada uma análise estatística da dependência do tempo de enovelamento de polímeros com diversos parâmetros relacionados tanto com a seqüência primária, quanto com as estruturas de menor energia.  O modelo utilizado representa os polímeros como cadeias de monômeros hidrofóbicos (H) e polaares (P) descrevendo caminhos sem interseção na rede quadrada bidimensional.  Para obter as estruturas enoveladas de menor energia foi desenvolvido um programa para gerar seqüências de tamanho 22 e 24 e explorar exaustivamente o espaço de configurações.  Para simular o tempo de enovelamento foi desenvolvido um programa de busca baseado em algoritmo genético.  Nove parâmetros são analisados, dos quais sete apresentam algum tipo de influência sobre o tempo de enovelamento, o principal deles sendo a freqüência de degenerescência do estado fundamental.  É analisada a dependência de cada parâmetro com essa freqüência e a interdependência entre eles.  A análise mostra que fatores relacionados com a ordem dos contatos entre os monômeros que interagem apresentam maior influência sobre o tempo de enovelamento do que aqueles relacionados com a hidrofobicidade das cadeias.","LinhaPesquisa":"Fisica da Materia Condensada e Biofísica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(829*****704)","Orientador_1":"FERNANDO DE MAGALHÃES COUTINHO VIEIRA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":47,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31009018001P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"CBPF","NomeIes":"CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISAS FÍSICAS","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"004*****740","Autor":"RODRIGO PRIOLI MENEZES","TituloTese":"MEDIDAS EM ESCALA NANOMÉTRICA DE PROPRIEDADES MECÂNICAS E ÓTICAS","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-08T00:00:00","PalavrasChave":"ESCALA NANOMÉTRICA, MICROSCÓPIO OTICO","Volume":1,"NumeroPaginas":99,"BibliotecaDepositaria":"CBPF","Idioma":"Português","ResumoTese":"Estudamos, com o uso do microscópio de força atômica (AFM), as propriedades topológicas e tribológicas de dois tipos de materiais: filmes de carbono amorfo hidrogenado (a - C(N):H) com e sem nitrogênio usados como revestimentos protetores e filmes finos de Flluoreto de Lítio (LiF) usados na fabricação de dispositivos optoeletrônicos.  Estudamos, também, a microfluorescência de centros de cor em filmes de LiF com o uso de um microscópio ótico de varredura e campo próximo (SNOM).  A Introdução é apresentada no capítulo 1.  No capítulo 2 apresentamos a introdução teórica ao microscópio de força atômica e descrevemos os processos físicos envolvidos na formação das imagens de topografia e de força lateral.  Uma introdução teórica ao microscópio ótico de campo próximo e varredura, assim como os processos físicos envolvidos na formação das imagens são apresentados no capítulo 3.  No capítulo 4, apresentamos um método de calibração da constante normal dos cantilevers de AFM, retangulares e tipo V, comumente utilizados em AFM.  No capítulo 5 apresentamos uma comparação dos métodos utilizados para a medida de rugosidade em superfícies e estudamos como os parâmetros de operação do AFM e o processamento de imagens influenciam nas medidas de rugosidade.  Os resultados dos efeitos da incorporação de nitrogênio na topografia e no coeficiente de atrito de filmes da a-C(N):H medidos com o AFM são apresentados e discutidos no capítulo 6,  juntamente com os efeitos do tratamento térmico nas propriedades tribológicas e estruturais.  No capítulo 7 apresentamos um estudo de AFM sobre a influência da temperatura de deposição de filmes finos de LiF na topografia deles e no tamanho dos grãos da superfície.  Os resultados obtidos com o SNOM das medidas de microfluorescência de centros de cor criados por feixe de elétrons em filmes finos de LiF são dados e discutidos no capítulo 8.  As conclusões são apresentadas no capítulo 9.","LinhaPesquisa":"Fisica da Materia Condensada e Biofísica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(183*****791)","Orientador_1":"ANIBAL OMAR CARIDE","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":48,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31009018001P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"CBPF","NomeIes":"CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISAS FÍSICAS","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"053*****727","Autor":"JOHANA MARIA CHIRINOS DIAZ","TituloTese":"OS NEUTRINOS NO OBSERVATÓRIO PIERRE AUGER","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-09T00:00:00","PalavrasChave":"COSMIC RAYS, ULTRA HIGH ENERGY, NEUTRINOS","Volume":1,"NumeroPaginas":103,"BibliotecaDepositaria":"CBPF","Idioma":"Português","ResumoTese":"Os neutrinos altamente energéticos são partículas muito especiais para fazer astronomia; eles chegam quase direto desde a fonte até o detector e não sofrem o GZK cut-off.  Nesta tese examinamos a possibilidade de observar os neutrinos altamente energéticos nos detectores de fluorescência do Observatório Pierre Auger.  Os neutrinos altamente energéticos podem induzir chuveiros atmosféricos extensos, com a diferença que eles podem interagir em qualquer parte da atmosfera, inclusive profundamente na atmosfera onde é muito improvável que outras partículas induzam chuveiros.  Para ângulos > 60 graus o que uma partícula atravessa é geralmente suficiente para que seja uma partícula penetrante.  Nós estudamos a passagem dos neutrinos pela atmosfera e pela Terra.  Analisamos os chuveiros de > 60 graus, que denominamos chuveiros quase horizontais e chuveiros horizontais para 90 graus.  Medimos a aceptância dos detectores de fluorescência para estes chuveiros para diferentes energias.  Obtivemos uma aceptância similar à dos detectores de superfície.","LinhaPesquisa":"Fisica de Altas Energias","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(521*****815)","Orientador_1":"RONALD CINTRA SHELLARD","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":49,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31009018001P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"CBPF","NomeIes":"CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISAS FÍSICAS","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"016*****732","Autor":"ALEXANDRE LOPES DE OLLIVEIRA","TituloTese":"CAMPOS HIPERFINOS E MOMENTOS MAGNÉTICOS DE IMPUREZAS EM SISTEMAS METÁLICOS","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-03T00:00:00","PalavrasChave":"IMPURITIES, HYPERFINE FIELDS, MAGNETIC MOMENTS","Volume":1,"NumeroPaginas":113,"BibliotecaDepositaria":"CBPF","Idioma":"Português","ResumoTese":"Foram estudadas, do ponto de vista teórico, as sistemáticas dos momentos magnéticos e campos hiperfinos de impurezas diluídas em diversas matrizes metálicas ferromagneticas.  Este estudo foi realizado através da extensão dos modelos usuais tipo Daniel-Friedel e Clogston-Wolff, incluindo um termo não local devido a diferença de tunelamento envolvendo o sítio da impureza em relação aos tunelamentos entre sítios ocupados somente por átomos da matriz.  Este efeito foi tratado através de uma parametrização fazendo uma conexão com cálculos de primeiros princípios.  Em particular foram tratados os seguintes problemas:  (i) Momentos magnéticos e campos hiperfinos de impurezas 4s-p, 5s-p, 6s-p e nobres, diluídas em matrizes ferromagnéticas de Gd e Ni.  (ii) A contribuição não orbital para os campos hiperfinos de impurezas de terras-raras diluídas em matrizes de transição ferromagnéticas de Fe e Ni.   (iii) Momentos magnéticos e campos hiperfinos de impurezas nd em uma matriz ferromagnética de Gd e Tb.   (iv)  Campos hiperfinos no sítio de impurezas não magnéticas (s-p e nobres) e 3d diluídas em matrizes de compostos intermetálicos de GdZn ou GdCd.  Em particular, este problema foi descrito através de um modelo considerando estes intermetálicos como uma matriz de Gd \"efetivo\".  A tendência geral das medidas experimentais dos campos hiperfinos são bem reproduzidas pelos cálculos teóricos apresentados nesta tese.","LinhaPesquisa":"Fisica da Materia Condensada e Biofísica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(001*****468)","Orientador_1":"AMOS TROPER","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(678*****749)","CoOrientador_1":"NILSON ANTUNES DE OLIVEIRA","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":50,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"33001014005P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"UFSCAR","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"119*****866","Autor":"CELIA MACHADO RONCONI","TituloTese":"PREPARAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE ELETROCATALISADORES À BASE DE TiO2 E TiO2 DOPADO COM CeO2 E Nb2O5","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-03T00:00:00","PalavrasChave":"eletrocatálise, TiO2, TiO2/CeO2/Nb2O5, eletrodos modificados","Volume":1,"NumeroPaginas":100,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Universitária - UFSCar","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho foi investigado o efeito das diferentes variáveis de preparação sobre as propriedades eletrocatalíticas de eletrodos de Ti/TiO2 e Ti/TiO2 dopados com CeO2 e Nb2O5 preparados pelo método de Pechini...Inicialmente, estudou-se a variação da concentração do precursor de titânio nas soluções poliméricas, temperatura e tempo de tratamento térmico. Verificou-se por difração de raios-x, que o aumento da concentração de precursor de titânio nas soluções causou o aumento da quantidade de fase rutilo em uma mesma temperatura de tratamento térmico, bem como a diminuição de área superficial...O processo de formação do óxido foi acompanhado por diferentes técnicas, tais como: espectroscopia na região de infravermelho, análise termodiferencial. Utilizando a espectroscopia de infravermelho, detectou-se alterações nas características dos polímeros precursores. Detectou-se ainda a formação de um intermediário durante o processo de tratamento, possivelmente, carbonato de titânio, que desaparece em temperaturas de aproximadamente 400 ºC, para soluções cujas razões entre precursor do metal:ácido cítrico:etilenoglicol foram de 1:2:8 e 1:4:16...Realizou-se um planejamento fatorial 23 para investigar o efeito das variáveis de preparação nas propriedades dos eletrodos de TiO2. Foram consideradas as seguintes variáveis: solução de Tio2, número de camadas depositadas sobre os eletrodos e temperatura de tratamento térmico. O comportamento voltamétrico dos diferentes eletrodos foi investigado em solução aquosa de H2SO4 0,5 mol L-1 na ausência e presença de nitrobenzeno, com o objetivo de determinar o efeito das variáveis de preparação sobre a atividade eletrocatalítica dos eletrodos. Como parâmetros de avaliação utilizou-se a carga catódica. O eletrodo que forneceu a melhor resposta foi o obtido a partir da solução 1:2:8 (tetraisopropóxido de titânio:ácido cítrico:etilenoglicol) com 10 camadas e tratado termicamente a 450 ºC...À solução 1:2:8 foram adicionados 0,10,025 e 0,50 mol% de CeO2 e de Nb2O5, respectivamente. Observou-se que a adição de 0,50 mol% CeO2 causou um aumento de aproximadamente 2,92 vezes no valor área superficial. A adição de 0,50 mol% de Nb2O5 causou um aumento de 1,71 vezes...Verificou-se um aumento de 4,11 vezes no valor de carga catódica para o eletrodo dopado com 0,50 mol% CeO2 na ausência de nitrobenzeno. Na presença de 8mmol L-1 de nitrobenzeno foi observado foi observado um aumento de 2,76 vezes. Para o eletrodo dopado com 0,50 mol% de Nb2O5, observou-se um aumento de carga catódica de 1,68 vezes na ausência de nitrobenzeno e 1,47 vezes na presença de 8mmol L-1. Estes aumentos nas cargas de redução estão, possivelmente, associados a variações de morfologia e microestrutura detectadas por microscopia eletrônica de varredura, medidas de área superficial e difração de raios-x...Finalmente, verificou-se por cromatografia gasosa que o produto principal das eletrólises galvanostáticas do nitrobenzeno foi a anilina. As eletrólises foram realizadas com os eletrodos de TiO2 puro e dopados e a eficiência maior foi obtida com o eletrodo dopado com 0,50 mol% de CeO2. Por outro lado, os aumentos nas eficiência de corrente ara a conversão do nitrobenzeno em anilina foi de 1,58 vezes para o eletrodo dopado com 0,5 mol% de CeO2 e 1,39 vezes o eletrodo dopado com 0,5 mol% de Nb2O5.","LinhaPesquisa":"Eletroquímica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(108*****813)","Orientador_1":"ERNESTO CHAVES PEREIRA DE SOUZA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":51,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"33001014005P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"UFSCAR","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"814*****600","Autor":"MARISI GOMES SOARES","TituloTese":"ISOLAMENTO E IDENTIFICAÇÃO POR RMN DE ALCALÓIDES E OUTROS CONSTITUINTES DE SIMABA CEDRON E SIMABA CUNEATA","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-09T00:00:00","PalavrasChave":"simaba cedron, simaba cuneata, isolamento, caracterização","Volume":1,"NumeroPaginas":100,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Comunitária - UFSCar","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho analisou-se o extrato metanólico do córtex do caule de Simaba cedron e algumas frações metanólicas do caule de simaba cuneata. Foram isolados de Simaba cedron as seguintes substâncias: sitosterol, campesterol e estigmaterol, os alcalóides: 2-metóxicantin-6-ona, 4-metóxi-1-etil-b-carbolina, 1,14-dimetil-b-carbolina, propionato  de metila-b-carbolina, e um triterpeno. Todos isolados pela primeira vez  do córtex do caule desta planta e um alcalóide inédito: 4-metóxi-5hidroxicantin-6-ona. Do caule de Simaba cuneata foram isoladas: um alcalóide cantinônico: 1-metoxicantin-6-ona,um fitoesteróide: sitostenona e uma lignana. Além dos métodos de isolamento convencionais, foi utilizada a técnica de cromatografia líquida de alta eficiência. Com o intuito de desenvolver o aprendizado prático  e teórico de técnicas de RMN de alta resolução, foram realizados experimentos incluindo  gradiente de campo em técnicas homo e heteronucleares para comprovar as estruturas finais.","LinhaPesquisa":"FITOQUÍMICA, ECOLOGIA E QUIMIOSSISTEMÁTICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(561*****868)","Orientador_1":"ANTONIO GILBERTO FERREIRA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":52,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"33001014005P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"UFSCAR","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"142*****865","Autor":"Marcella Passos Felicíssimo","TituloTese":"COMPLEXOS BIFOSFÍNICOS HEMILÁBEIS DE RUTÊNIO II E III. APLICAÇÃO EM PROCESSOS CATALÍTICOS DE OXIDAÇÃO","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-08T00:00:00","PalavrasChave":"fosfino-complexos de Ru(II) e (III), catálise de oxidação","Volume":1,"NumeroPaginas":100,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Comunitária - UFSCar","Idioma":"Português","ResumoTese":"COMPLEXOS BIFOSFÍNICOS HEMILÁBEIS DE RUTÊNIO II E III. APLICAÇÃO EM PROCESSOS CATALÍTICOS DE OXIDAÇÃO.","LinhaPesquisa":"QUÍMICA DE COORDENAÇÃO E COMPOSTOS ORGANOMETÁLITOS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(305*****787)","Orientador_1":"ALZIR AZEVEDO BATISTA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":53,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"33002010006P8","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"USP","NomeIes":"UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO","NomePrograma":"MATEMÁTICA APLICADA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"105*****896","Autor":"Antonio Sergio Munhoz","TituloTese":"Estudo de Um Sistema de Reação-Difusão com Condições de Fronteira Não-Lineares","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-11T00:00:00","PalavrasChave":"reação-difusão; equações constituidas; SMRD","Volume":1,"NumeroPaginas":50,"BibliotecaDepositaria":"BIME-USP","Idioma":"Português","ResumoTese":"Estudamos uma certa classe de sistemas de reação-difusão visando propor condições suficientes e simples para garantir existencia e unicidade de solução local no tempo a um sistema pertencente a tal classe...A designação sistema de reação-difusão tem dois sentidos complementares. Refere-se a um fenômeno rela governado, em termos bem gerais, por leis de transporte e leis de geração ou consumo e, também, ao modelo matemático associado a tal fenômeno. Vamos nos referir a cada sentido, respectivamente, como sistema físico de reação-difusão (SFRD) e sistema matemático de reação-difusão (SMRD). Muitas considerações concernentes a obtenção de SMRD para certos tipos de (SFRD) podem ser achadas em fife [3] que também contém exemplos de SMRD em diversas áreas, como genética, disseminação de doenças, etc.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(041*****850)","Orientador_1":"Daniel Bauman Henry","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":54,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"33002010006P8","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"USP","NomeIes":"UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO","NomePrograma":"MATEMÁTICA APLICADA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"213*****806","Autor":"Yong Su Han","TituloTese":"Conjugação Quase-Simétrica em Sistemas Dinânicos Unidimensionais.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Sistemas; dinâmicos; unidimensionais.","Volume":1,"NumeroPaginas":71,"BibliotecaDepositaria":"BIME-USP","Idioma":"Português","ResumoTese":"Estudamos um sistema dinâmico gerado por uma função unimodal que é uma função contínua definida num intervalo compacto e que possui um máximo local no interior do intervalo...É conhecido que qualquer função unimodal é semi-conjugada a uma função tendas, entretanto esta semi-conjugação é de fato uma conjugação. É conhecida  também que existe um conjunto de parametros com a medida de Lebesgue positiva tal que as correspondentes funções tendas são Hölder continuidade conjugada a funções unimodais de classe de segunda derivada.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(209*****153)","Orientador_1":"Edson Vargas","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":55,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"33002010007P4","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"USP","NomeIes":"UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO","NomePrograma":"ESTATÍSTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10200002,"AreaConhecimento":"PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"546*****691","Autor":"Rosangela Helena Loschi","TituloTese":"Imprevistos e suas Consequências.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-09T00:00:00","PalavrasChave":"Regra de Jeffrey; Bayesiano; modelagem","Volume":1,"NumeroPaginas":265,"BibliotecaDepositaria":"BIME-USP","Idioma":"Português","ResumoTese":"A influência de informações cuja ocorrência não havia sido previamente antecipada na construção de distribuições a posteriori será discutida. Primeiramente, abordaremos a questão da atualização de probabilidades quando imprevistos ocorrem imediatamente antes da declaração de opiniões a posteriori. Alguns mecanismos de atualização de probabilidades serão apresentados e algumas de suas fragilidades discutidas. A regra de Jeffrey será vista em detalhes, destacando sua versão preditivistas e o conceito de conjugação definido por esta regra. Também será discutido o condicionamento bayesiano e sua quase impotência na incorporação de imprevistos. Uma caracterização preditivista de modelos lineares t é obtida partindo apenas de julgamentos sobre observáveis. Além de mais alguns exemplos de Jeffrey-conjugação, esta caracterização fornece um procedimento completamente operacional de modelagem. Posteriormente, apresentamos um procedimento para inferir sobre pontos de mudanças, os quais muitas vezes surgem como consequências da ocorrência de imprevistos, utilizando o Modelo Partição Produto. Como inferir sobre mudanças na média e na variância de dados condicionalmente normais usando este procedimento será especificado. Aplicaremos os procedimentos desenvolvidos a dados de mercado financeiro.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(363*****853)","Orientador_1":"Heleno Bolfarine","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":56,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"33002010007P4","Regiao":"SUDESTE","Uf":"SP","SiglaIes":"USP","NomeIes":"UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO","NomePrograma":"ESTATÍSTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10200002,"AreaConhecimento":"PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"117*****855","Autor":"Hélio Arizono","TituloTese":"Limites para a Confiabilidade de Sistemas Usados com tempo de Vida MIFR\\Ft.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-03T00:00:00","PalavrasChave":"Martingales; percentil; mifr","Volume":1,"NumeroPaginas":54,"BibliotecaDepositaria":"BIME-USP","Idioma":"Português","ResumoTese":"Consideramos um sistema usado, sua deterioração no tempo e a dependência estatística e estrutural de suas componentes através dos processos de contagem associados com as falhas dos componentes e com a falha do sistema...Utilizando a teoria dos Martingales para processos pontuais e assumindo que conhecemos um momento ou um percentil obtivemos limites para a confiabilidade de sistemas usados, complexos e com componentes dependentes sob a hipótese de que a distribuição conjunta dos componentes é mifr\\ft (Multivariate Increasing Failure Rate) relativa a história dos componentes.","LinhaPesquisa":"","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(786*****887)","Orientador_1":"Vanderlei da Costa Bueno","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":57,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"20001010004P2","Regiao":"NORDESTE","Uf":"MA","SiglaIes":"UFMA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"250*****334","Autor":"Luzenir Monteiro Pinto","TituloTese":"\"O Uso do Cloreto de  3,3-(4,4-bifenileno)-bis-(2,5-difenil)-2H-Tetrazólio [NT] na Detecção  Analítica de  Metais em meio aquoso\".","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-09T00:00:00","PalavrasChave":"Metais em meio aquoso; Tetrazolio; eletrodo de grafite","Volume":1,"NumeroPaginas":89,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial  de Ciências Exatas - UFMA","Idioma":"Português","ResumoTese":"O cloreto de 3,3-(4,4 -bifenileno)-bis-(2,5-difenil)-2H-tetrazólio foi  usado para modificar  a superfície do eletrodo de grafite pirolitico basal (EBPG), que foi utilizado nos estudos eletroquimicos propostos...o estudo voltametrico em várias concentrações  hidrogeniônicas mostrou que EQM apresenta comportamento diferenciado nos ácidos e básicos...O processo redox da espécie NT adsorvido no eletrodo de grafite  mostrou um mecanismo de redução envolvendo 2 elétrons, sendo obtido como  produto da redução uma espécie monoformazam...o eletrodo quimicamente modificado pelo NT mostou habilidade para  captar íons Fe(II) e Cu(II) de solução aquosa. A capacidade analítica deste  EQM é evidenciada para a análise de Fe(II) na faixa de 3,0 x 10-6 a 2x10-5 mol.L-1 e para a análise de Cu(II) na faixa de 1x10-6 a 2,6x10-5 mol.L-l...Também foram feitos estudos preliminares visando a aplicação  deste eletrodos para a redução catalítica de oxigênio.","LinhaPesquisa":"ELETRODOS QUIMICAMENTE MODIFICADOS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(032*****304)","Orientador_1":"Edmar Pereira Marques","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":58,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"20001010004P2","Regiao":"NORDESTE","Uf":"MA","SiglaIes":"UFMA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"252*****382","Autor":"Maria do Socorro Ribeiro Nahuz Aragão","TituloTese":"Estudo Comparativo das Propriedades Eletroquímicas dos Planos Basal e Edge do Grafite Pirolítico","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-04T00:00:00","PalavrasChave":"grafite; propriedades adsortivas;  capacitância","Volume":1,"NumeroPaginas":105,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial de Ciências Exatas - UFMA","Idioma":"Português","ResumoTese":"No presente  trabalho, os comportamentos de eletrodos de grafite pirolitico confeccionados com planos basal (GPB)   e edge (GPE) do grafite pirolitico foram comparados em termos de área  eletroquimicamente ativas,  capacidades diferenciais da dupla camada elétrica, propriedades adsortivas e propriedades eletrocataliticas, e utilizando-se dois tipos de pre-tratamentos:  polimento com lixa de carbeto de silíco com granulação 600 e  polimento com aluminia mm, e as técnicas de voltametria cílica e de eletrodo de disco rotatório...\t\tIndependente do pré-tratamento, os eletrodos GPE sempre apresentam maiores valores de áreas eletroquimicamente ativas (0,26 - 0,30 cm2)  em relação aos eletrodos GPB (0,21 - 0,23 cm2). Além disso, os valores da capacidade diferencial dos eletrodos GPE (59 -68 mF/cm2) também resultaram ser maiores que os dos eletrodos GPB( 46 - 61 mF/cm2 )...\t\tAs propriedades adsortivas dos planos basal e edge foram comparadas utilizando-se os complexos ftalocianina de cobalto (CoPc) e ftalocianina de ferro (FePc) como moléculas de prova e demonstraram que o número de espécie adsorvidas, independente do pré-tratamento aplicado, é maior  sobre o plano edge. Por outro lado o polimento com lixa 600 produz uma maior adsorção de moléculas nos dois planos...\t\tAs propriedades eletrocataliticas de eletrodos GPB e GPE foram comparadas frete a reação de redução de oxigênio  em meio alcalino. Comportamentos típicos da redução  de O2 sobre  eletrodo de grafite pirolitico em meio alcalino foram observados, com a reação processando-se por meio de uma cinética de primeira ordem com relação aso O2 e envolvendo 2  elétrons, ou seja, segundo um mecanismo peróxido. Este mecanismo também prevalece sobre os eletrodos de grafite  modificado  com CoPc, mas com a reação  indicando-se  em potenciais bem mais  positivos. Após a modificação das superfícies com  FePc foi observado que, além de uma maior diminuição no sobrepotencial da reação, o mecanismo operativo envolve  4-eletróns, ou seja, com a formação de íons hidroxila com  principal produto reacional. Estes resultados estão de acordo com os  reportados da literatura. Além disso, para ambos pré-tratamentos, as atividades eletrocatalíticas dos eletrodos GPE  sempre foram maiores que as dos eletrodos GPB e segundo a seguinte ordem decrescente: FePc>CoPc>GPE e GPB.","LinhaPesquisa":"MATERIAIS DE ELETRODO","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(005*****802)","Orientador_1":"Auro Atsushi Tanaka","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":59,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"20001010004P2","Regiao":"NORDESTE","Uf":"MA","SiglaIes":"UFMA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"242*****300","Autor":"Elizabeth Nunes Fernandes","TituloTese":"Estudo Comparativo de Algumas alizarinas por Voltametria e Espectrofotometria.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"Allizarians; Voltametria;  Espectrofotometria; grafite","Volume":1,"NumeroPaginas":114,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial  de Ciencias Exata -  UFMA","Idioma":"Português","ResumoTese":"As alizarinas, bem como  seus  derivados, vem sendo estudadas há  muito tempo,  principalmente por espectrofotometria UV - Vis, devido as  suas  adequadas características  espectrais. Mais recentemente, e a exemplo de outros  compostos orgânicos, as alizarinas tem sido usadas  como agentes modificadores  de eletrodos. No  presente trabalho, algumas espécies de alizarinas, tais como  alizarina(Alz), quinalizarina (Qlz), vermelho de alizarina S (VAS) e amarelo de  alizarina R (AAR) foram  comparativamente avaliadas através de técnicas  voltametricas e espectrofotométricas UV -Vis. Estes estudos demonstraram que os  compostos Alz, Qlz e VAS  adsorvem fortemente no eletrodo de grafite pirolitico  enquanto o ARR não apresentou estabilidade suficiente na superfície do  eletrodo. Os  resultados de voltametria cílica mostraram ondas voltametricas  bem definidas para Alz, Qlz e VAS,  com potenciais formais próximos a -0,58 -0,59 e -0,52 V, respectivamente. Os compostos Alz, Qlz e VAS são aptos  a  captarem íons Cu(II)  da solução para a superfície do eletrodo, cujos complexos  apresentam evidências de atividades  eletrocatalitica. Depois da otimização de  todos os parâmetros experimentais, um estudo através da técnica de Voltametria  Adsortiva de Redissolução  Anódica, no modo pulso diferencial, foi realizado  para os sistemas em estudo, cujos resultados mostram que o Cu(II), presente  em solução, pode ser pré-concentrado na superfície do eletrodo quimicamente  modificado e determinado a nível de traços. Estes resultados resultados indicaram que o  ligante VAS apresentou melhor eficiência para determinar Cu(II), em termos de  sensibilidade. Paralelamente, um estudo espectrofotométrico sobre os equilibrios  dos sistemas Cu(II)-ALZ é apresentado, onde as constantes de estabilidade  (~105 - 106) foram estimadas.  Finalmente, em termos comparativos, o composto  AAR mostrou uma resposta diferente dos outros ligantes e, portanto, mais estudos específicos são requeridos para sua avaliação. Alz, Qlz e VAS  apresentaram comportamento, voltamétrico e espectrofotométrico, similar, sendo os resultados usados para determinar Cu(II) no nível de  10-8 moles. L-1.","LinhaPesquisa":"ELETRODOS QUIMICAMENTE MODIFICADOS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(076*****349)","Orientador_1":"Aldaléa Lopes Brandes Marques","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":60,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"20001010004P2","Regiao":"NORDESTE","Uf":"MA","SiglaIes":"UFMA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO","NomePrograma":"QUÍMICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"288*****300","Autor":"Mariano Oscar Aníbal Ibanez Rojas","TituloTese":"AVALIAÇÃO DE MÉTODOS DE DECOMPOSIÇÃO QUÍMICA DE MATERIAL BIOLÓGICO (OSTRA E SURURU), PARA A ANÁLISE DE METAIS PESADOS (Pb, Cd, Cu, E Zn) UTILIZANDO ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA DE CHAMA.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-08T00:00:00","PalavrasChave":"Absorção Atomica  Chama; Metais Pesados;Material  Biologico","Volume":1,"NumeroPaginas":140,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial de Ciências Exata - UFMA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Foram avaliados procedimentos analíticos envolvendo três diferentes  métodos de digestão química de amostras de ostra (Crassostrea rhizophorae) e  sururu(Mytella falcata) para a determinação de Zn, Cu, Cd, e Pb. As ostras e sururus foram coletados no estuário da Barragem do Bacanga na cidade de São Luís do  Maranhão-MA. Os  métodos utilizados nos  processos de extração dos teores de  metais pesados foram eficientes na digestão do material biológico e recuperaram diferentes quantidades de metais  das duas espécies amostradas, indicando a  variação da concentração dos metais pesados. Foi observada a influencia de fatores  bióticos e antrópicos  no nível de concentração dos metais para ambos moluscos, bem como a força dos digestores. O método de digestão úmida mostrou um melhor  desempenho, principalmente para o extrator utilizando a mistura ácido nítrico/octanol. As faixas encontradas para metal em peso seco foram: Zn (230,46 - 1046,40 mg/g); Cu (37,42 - 104,68 mg/g); Cd (o,42 - 1,83 mg/g); Pb (<0,1 - 5,79 mg/g) para as ostras ((Crassostrea rhizophorae)  e Zn (1,07 - 92,07 mg/g); Cu (7,18 - 40,22 mg/g); Cd (0,25 - 0,65 mg/g); Pb (2,66 - 16,26 mg/g) para o sururu (Mytella falcata). Também constatou-se a contaminação por estes metais de quase  todas as ostras e sururu amostrados, baseados no limites máximo estabelecidos  pela legislação brasileira e por critérios internacionais.","LinhaPesquisa":"CONTAMINAÇÃO DE AMBIENTES AQUÁTICOS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(076*****349)","Orientador_1":"Aldaléa Lopes Brandes Marques","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":61,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"288*****753","Autor":"José de Ribamar Xavier Batista","TituloTese":"Estudo isotópico e hidroquímico da dinâmica de recarga das águas no município de Picos - Pi","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Isótopos; Serra Grande; Pimenteira","Volume":1,"NumeroPaginas":70,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial de Física - UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Foram analisadas amostras de águas de 38 poços e do rio Guaribas no município Picos, coletadas em julho/97, janeiro/98 e maio/98. Com medidas dos isótopos ambientais oxigênio-18 e deutério e da condutividade elétrica foram identificados grupos diferentes de água correspondentes aos diferentes sistemas aqüíferos na área estudada. As águas subterrâneas são dos tipos paleoáguas pleistocênicas, águas holocênicas e mistura das duas. Na área de afloramento dos sistemas aqüíferos Serra Grande e Pimenteiras identificou-se mistura de paleoáguas com infiltração recente indicando baixa taxa de recarga. Na área de confinamento do Serra Grande verificou-se infiltração local de água armazenada no Pimenteiras que se caracterizam por condutividades elétricas mais elevadas. O sistema aqüíferos Cabeças, livre na área recebe água de chuva direta e água evaporada que se mistura com água do tipo encontrado na área de afloramento do Serra Grande. As águas menos salinas são bicarbonatadas e as mais cloretadas; as águas do Cabeças, de realimentacão com águas superficiais, são magnesianas e as do Serra Grande são sódicas, com tendência a magnesianas nas áreas próximas ao afloramento.","LinhaPesquisa":"Física Isotópica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(258*****834)","Orientador_1":"Maria Marlúcia Freitas Santiago","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":62,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"360*****391","Autor":"José Luiz Sousa Lima","TituloTese":"Chaveamento solitônico no espelho óptico não linear em anel (NOLM) construído de fibra de dispersão decrescente (DDF)","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-09T00:00:00","PalavrasChave":"soliton; não linear; DDF; NOLM","Volume":1,"NumeroPaginas":82,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial de Física - UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho investigamos numericamente o desempenho de um espelho óptico não linear em anel (NOLM) e uma versão construída de fibra com dispersão decrescente (DDF) operando nos regimes de soliton e quase-soliton. Os resultados mostram que o regime de soliton apresenta comportamento melhor do que o regime de quase-soliton. Conclui-se que operando o NOLM no regime de soliton, o primeiro, segundo e terceiro máximos de transmissão podem ser obtidos com potências menores do que no regime de quase-soliton. Também foi observado que a duração do pulso de saída no NOML padrão é muito dependente do tamanho do anel de fibra. No regime de quase-soliton, os pulsos transmitidos apresentam fortes efeitos de compressão. Contudo, no regime de soliton, os pulsos trnsmitidos apresentam menos flutuações na duração temporal com a potência de entrada. O pulso de saída é mais estável e tem uma duração temporal maior. Nossas simulações considerando quatro perfis diferentes, linear, hiperbólico, exponencial e Gaussiano, concluiram que, na média, o perfil hiperbólico dá a potência de entrada mais baixa para os picos de transmissão (primeiro, segundo e terceiro picos comparativamente aos outros perfis). O perfil Gaussiano apresenta o pior comportamento nesse aspecto. Foi observado que com uma escolha apropriada do perfil de dispersão, podemos ter um pulso transmitido sem distorção no regime de soliton. Para o regime de quase-soliton, observamos sempre uma forte compressão.","LinhaPesquisa":"Espalhamento de Luz","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(114*****334)","Orientador_1":"Antônio Sérgio Bezerra Sombra","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":63,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"077*****368","Autor":"Carlos Evandro de Carvalho Dias Carneiro","TituloTese":"Isótopos ambientais, condutividade elétrica e hidroquímica no estudo da circulação de águas subterrâneas no Vale do Gurguéia","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Isótopos; hidroquímica; águas subterrâneas","Volume":1,"NumeroPaginas":83,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial de Física - UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Análises isotópicas, físicas e químicas de amostras d'água coletadas de setenta poços predominantemente do aqüífero Cabeças, localizados no Vale do Gurguéia-Piauí, e do rio Gurguéia, nos meses de julho de 1997, janeiro e junho de 1998, mostram: (a) que as águas do aqüíferos Cabeças têm condutividade elétrica inferior a 50uS/cm, com exceção dos poços P2, P3, P12, P17, P20, P30, P41, P42 e P68, e as do aqüífero Serra Grande superiores a 100uS/cm; (b) a presença de paleoáguas, no aqüífero Cabeças, na zona de maior diferença de carga hidráulica a favor do aqüífero Serra Grande em relação ao Cabeças; (c) que além da recarga de infiltração direta das precipitações nas áreas de afloramento, o aqüífero Cabeças também é recarregado por filtração vertical ascendente do aqüífero Serra Grande, em decorrência de sua exploração excessiva na região e do gradiente de carga hidráulica a favor do Serra Grande; (d) a presença de águas magnesianas no aqüífero Cabeças decorre da dissolução de dolomita e de aluminossilicato presentes, respectivamente, nas sobrejacentes Formações Poti-Piauí e Longá.","LinhaPesquisa":"Física Isotópica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(258*****834)","Orientador_1":"Maria Marlúcia Freitas Santiago","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":64,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"357*****304","Autor":"Antônio Paulo da Silva","TituloTese":"Estudo das transições de fase Bansal e Tomaszenski em cristais de LiKx(nh4)1-xSO4","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-05T00:00:00","PalavrasChave":"raman; transiçoes de fase","Volume":1,"NumeroPaginas":96,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial de Física - UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho é realizado uma investigação dos modos normais de vibração de cristais de LiKx(NH4)1-xSO4 (KLAS) por espalhamento Raman no intervalo de temperatura entre 100k e 300k...Medidas de raio-x revelaram que o KLAS é um cristal que na temperatura ambiente pertence ao grupo espacial C6 índice 6, estrutura hexagonal, com duas molécuals por célula unitária. Com as medidas de espalhamento Raman foi possível mostrar que no intervalo de temperatura acima especificado, vindo de baixas temperaturas até a temperatura ambiente o cristal sofre duas transições de fase: uma a 275k, a chamada transição Bansal, e a outra a 160k, a chamada Tomaszewski. No primeiro caso os resultados permitem afirmar que a nova estrutura do cristal é trigonal C3v índice 4 e na segunda tansição de fase a nova estrutura pode ser ortorrômbica C2v índice 12...Em experimentos baixando-se a temperatura observou-se que a primeira transição ocorre com histerese térmica, uma vez que a nova temperatura da transição Bansal é 260k, enquanto que a segunda transição de fase ocorre em T=160k, portanto, sem histerese térmica. Isto mostra que a introdução de íon amônio está destruindo a histerese térmica da transição Tomaszewski, uma vez que para os cristais de LiKSO4 puros, é observada uma histerese de 21K nesta transição.","LinhaPesquisa":"Espalhamento de Luz","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(228*****325)","Orientador_1":"Paulo de Tarso Cavalcante Freire","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":65,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"068*****320","Autor":"Antônio Carlos Rodrigues da Costa","TituloTese":"Caracterização de polímeros condutores por espectroscopia fotoacústica","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-10T00:00:00","PalavrasChave":"Fotoacústica; polímeros condutores; espectroscopia","Volume":1,"NumeroPaginas":114,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial de Física - UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Através do uso da espectroscopia fotoacústica, é analisada a estrutura de transições interbandas dos polímeros condutores polipirrol e politiofeno. Por serem opticamente opacos nas espessuras usadas neste trabalho e com superfície não refletora, tanto o polipirrol como o politiofeno, apresentam condições excepcionalmente favoráveis para o uso da espectroscopia fotoacústica no estudo de suas propriedades de absorção óptica, o que seria impossível de ser realizado por meio de técnicas convencionais de transmissão ou reflexão da luz. Os espectros fotoacústicos foram obtidos usando-se uma varredura em comprimento de onda da luz incidente entre 200 a 900nm, emitida por uma fonte de Xe de alta pressão. As amostras utilizadas, foram obtidas por deposição eletroquímica de acordo com as técnicas padrões constantes na literatura e com diferentes concentrações dos dopantes, tanto no polipirrol como no politiofeno. Os experimentos foram realizados com luz modulada em freqüência de 20Hz, e apresentam excelente qualidade de definição. Os resultados obtidos apresentam uma estrutura de bandas absolutamente em concordância com aqueles obtidos por técnicas mais sofisticadas de transmissão ou por Ressonância Eletrônica de Spin. Além disso a técnica fotoacústica demonstrou mais uma vez, ser altamente sensível aos processos de síntese dos polímeros crescidos. Além das transições já previstas por outras técnicas de absorção óptica, os resultados obtidos apresentam uma maior sensibilidade em grandes comprimentos de onda com uma maior riqueza de detalhes da estrutura de bandas.","LinhaPesquisa":"Fisica do Estado Sólido","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(034*****391)","Orientador_1":"Antônio Fernandes Siqueira","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":66,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"558*****072","Autor":"João Batista Furlan Duarte","TituloTese":"Abordagem analítico-numérica em meios multidimensionais capilares porosos","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-10T00:00:00","PalavrasChave":"transformada integral; métodos numéricos; meios porosos","Volume":1,"NumeroPaginas":190,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Setorial de Física - UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Entende-se os formalismos da técnica de transformada integral generalizada para um sistema parabólico, não homogêneo difusivo-convectivo acoplado com contorno também acoplado, combinando-se com o uso simultâneo de técnicas de filtragem e método adaptativo, para controle automático do erro numérico. Para aplicação, adotam-se três casos, a partir do modelo de Luikov, em suas versões 2D, ED e 1D não-linear, com condições de contorno de primeiro e segundo tipo desacopladas. Utilizam-se propriedades físicas para solucionar o problema da secagem de madeira úmida e não saturada. Nos modelos 2D e 3D, considera-se que as propriedades termofísicas do material permanecem constantes durante todo o processo de secagem, enquanto que no modelo 1D, estas são variáveis, dependentes dos potenciais de temperatura e umidade. Em cada caso, são utilizados pares de transformada-inversa e adotam-se pares de problemas auxiliares associados desacoplados. Um par para o modelo 1D não-linear, dois, para o modelo 2D e três, para o modelo 3D, todos do tipo Sturn-Liouville convencionais, o que evita, no caso de condições de contorno acopladas do problema governante, o eventual aparecimento de autovalores complexos. Para a implementação computacional, e somente para os modelos 2D e 3D, as séries de expansão das autofunções, representativas dos perfis de temperatura e massa, são ordenadas em função da soma ao quadrado dos autovalores de espectros distintos, visando reduzir o custo computacional da solução. uma dada precisão prescrita é alcançada, truncando-se o sistema diferencial ordinário transformado, em uma ordem finita, obtido através da transformação do sistema original. Soluciona-se este sistema analítica ou numericamente, através do uso de subrotinas bem estabelecidas de bibliotecas científicas, e no caso 1D não-linear, através de uma linguagem computacional simbólica. Fórmulas explícitas de inversão fornecem os potenciais originais desejados para os vários modelos apresentados. Um conjunto de resultados de referência obtido é comparado com outros anteriormente gerados pelo método de diferenças finitas de alta ordem. Procede-se a uma análise paramétrica para o caso 3D, para verificação da influência dos diversos parâmetros termofísicos no comportamento do processo de secagem.","LinhaPesquisa":"Fisica Teórica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(081*****334)","Orientador_1":"Júlio Wilson Ribeiro","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":67,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"286*****397","Autor":"Mário Gomes dos Santos","TituloTese":"O Teorema do Diâmetro Máximo","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-11T00:00:00","PalavrasChave":"Problema de Autovalores; Teorema do Diâmetro Máximo","Volume":1,"NumeroPaginas":28,"BibliotecaDepositaria":"Departamento de Matemática e Central da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Nesta dissertação daremos duas provas do Teorema do Diâmetro Máximo de Cheng. A primeira prova apresenta uma variação do Teorema de Comparação de Auto Valores do Laplaciano e que depende fundamentalmente do Teorema de Comparação de Volumes de Bishop-Gromov. A segunda é uma prova elementar, usando diretamente o Teorema de Comparação de Volumes de Bishop-Gromov.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(209*****391)","Orientador_1":"Gregorio Pacelli Feitosa Bessa","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":68,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"041*****353","Autor":"José Nazareno Cardeal Fonteles","TituloTese":"O Teorema da Comparação do Hessiano e Aplicações sobre Variedades Completas com Curvatura de Ricci Não-Negativa.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-08T00:00:00","PalavrasChave":"Curvatura de Ricci","Volume":1,"NumeroPaginas":36,"BibliotecaDepositaria":"Departamento de Matemática e Central da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Apresentar a prova do Teorema de Comparação do Hessiano, usando o Teorema do Índice. Como primeira aplicação temos a apresentação do Teorema de Comparação do Laplaciano da função distância em Variedades Riemannianas com curvatura de Ricci não negativa. Também apresentamos várias aplicações a teoremas de comparação de volume em Variedades Riemannianas abertas com curvatura de Ricci não negativas. Em particular, provar um teorema sobre o crescimento da função volume de bolas geodésicas em tais variedades e mostrar que o volume é infinito. Em contraste existem Variedades Riemannianas abertas com curvatura seccional negativas com volume finito.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(209*****391)","Orientador_1":"Gregorio Pacelli Feitosa Bessa","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":69,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"726*****315","Autor":"Ezequias Matos Esteves","TituloTese":"Hipersuperfícies do tipo-espaço com curvatura média constante no espaço de Sitter.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-02T00:00:00","PalavrasChave":"curvatura média constante, espaço de Sitter","Volume":1,"NumeroPaginas":41,"BibliotecaDepositaria":"Departamento de Matemática e Central da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Esta dissertação está composta de seis capítulos, onde iniciamos com uma abordagem geral do trabalho e em seguida com as preliminares, isto é, os conceitos básicos necessários para o desenvolvimento da teoria abordada, onde neste encontraremos as equações fundamentais da teoria das imersões e as equações dos operadores gradiente, Hessiano e laplaciano em relação a um referencial ortonormal. O terceiro capítulo consta de dois exemplos de hipersuperfícies do tipo espaço, onde no primeiro encontraremos todas as hipersuperfícies umbílica; enquanto no segundo exemplo construiremos uma hipersuperfície com curvatura média H constante e sendo não umbílica. ..No quarto capítulo faremos três lemas, onde o primeiro demonstra que uma imersão do tipo espaço de uma variedade M compacta pode ser escrita como um gráfico do tipo espaço; o segundo mostra que existe uma correspondência 1 - 1 entre hipersuperfícies compactas imersas e funções que atendem a uma certa equação diferencial, com uma determinada restrição...No quinto capítulo encontraremos uma desigualdade integrada e no último daremos uma prova para conjectura de Goddard para o caso compacto.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(234*****387)","Orientador_1":"Aldir Chaves Brasil Junior","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":70,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"597*****134","Autor":"Emerson Alves Mendonça de Abreu","TituloTese":"Sobre Problemas Super Críticos Envolvendo o p-Laplaciano em Domínios Anulares.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-01T00:00:00","PalavrasChave":"domínios anulares, p-Laplaciano","Volume":1,"NumeroPaginas":42,"BibliotecaDepositaria":"Departamento de Matemática e Central da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Primeiro fizemos uma exposição do problema e do principal resultado. No capítulo I, garantimos a existência de uma solução positiva via métodos de sub e super soluções. No capítulo II, garantimos a existência da segunda solução usando teoria do grau e bifurcação, as quais fizemos breves exposições nos apêndices B e C. No apêndice A, encontra-se um teorema do tipo máximo e a identidade de Pohozaev para o p-Laplaciano.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(218*****415)","Orientador_1":"Marco Aurélio Soares Souto","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":71,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"453*****304","Autor":"Afonso Noberto da Silva","TituloTese":"Hipersuperfícies de Curvatura Média ou Escalar Constante em R^(n+1)","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-11T00:00:00","PalavrasChave":"Hipersuperfícies, Curvatura Média","Volume":1,"NumeroPaginas":45,"BibliotecaDepositaria":"Departamento de Matemática e Central da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Nesta dissertação trataremos das hipersuperfícies fechadas mergulhadas em R^(n+1) com curvatura média ou escalar constante. Provamos o seguinte teorema demonstrado por A. Ros: Uma hipersuperfície compacta sem fronteira mergulhada no R^(n+1) com curvatura escalar constante é uma esfera.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(041*****382)","Orientador_1":"Sebastião Carneiro de Almeida","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":72,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"703*****400","Autor":"Marcelo Gomes Pereira","TituloTese":"Princípio de Máximo para um Sistema de Equações Elípticas envolvendo o p-Laplaceano.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-02T00:00:00","PalavrasChave":"equações elípticas, p-Laplaceano","Volume":1,"NumeroPaginas":45,"BibliotecaDepositaria":"Departamento de Matemática e Central da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"A dissertação foi dividida em quatro capítulos, no primeiro haverá um resumo dos resultados conhecidos sobre o operador p-Laplaceano. No segundo, estabeleceremos condições para que valha o princípio do máximo para um dado sistema. Iniciaremos tratando com o caso em que p=2 e depois estenderemos os resultados obtidos para p>1. No terceiro capítulo. garantiremos, sob determinadas condições, a existência de soluções não negativas para o sistema em questão. Finalmente, no último capítulo, faremos uma aplicação do teorema do passo da montanha a um sistema com p=2 e faremos uma analogia entre os métodos utilizados neste capítulo e no anterior.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(395*****468)","Orientador_1":"Daniel Cordeiro de Morais Filho","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":73,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"372*****315","Autor":"Zelálber Gondim Guimarães","TituloTese":"Estimativa de Área de Discos com Curvatura Média Constante","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-11T00:00:00","PalavrasChave":"curvatura média constante","Volume":1,"NumeroPaginas":45,"BibliotecaDepositaria":"Departamento de Matemática e Central da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"A dissertação se baseia na estimativa da área de superfícies compacta com fronteiras imersas no espaço euclidiano tridimensional e com curvatura média constante.Provamos que um disco mergulhado em R^3 com curvatura média constante e fronteira um círculo unitário tem área maior ou igual a área da maior  calota esférica de mesma curvatura média, a menos que seja a menor capa esférica com a mesma curvatura média.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(127*****491)","Orientador_1":"Abdenago Alves de Barros","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":74,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"843*****715","Autor":"Luiz Amâncio Machado de Sousa Júnior","TituloTese":"Estimativas para a Curvatura Escalar de Hipersuperfícies Mínimas em S(n+1)","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"hipersuperfícies mínimas","Volume":1,"NumeroPaginas":52,"BibliotecaDepositaria":"Departamento de Matemática e Central da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Nesta dissertação são apresentados os principais resultados relativos à conjectura de S. S. Chern. Nos dois primeiros capítulos é mostrado o trabalho pioneiro de C. K. Peng e C. L. Terng. No quarto capítulo é estudado o caso onde o quadrado da norma da segunda forma fundamental não é constante e no capítulo quinto o autor apresenta dois teoremas que reforçam a validade da conjectura de Peng e Terng.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(041*****382)","Orientador_1":"Sebastião Carneiro de Almeida","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":75,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"266*****304","Autor":"Antonio Luiz de Oliveira Barreto","TituloTese":"Métodos Alternativos de Decomposição","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-01T00:00:00","PalavrasChave":"cross decomposition","Volume":1,"NumeroPaginas":53,"BibliotecaDepositaria":"Departamento de Matemática e Central da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Uma das mais interessantes idéias inovadoras no campo de decomposição surgida nos últimos anos foi o desenvolvimento dos métodos de Cross Decomposition. Foi desenvolvido por Van Roy em 1983 para problemas de programação inteira mista, utilizando simultaneamente ambas as estruturas do problema primal e dual, por conseguinte, combinando as vantagens da decomposição de Dantzig-Wolfe e de Benders. Mas sua abordagem é completamente geral e não somente restrito a problemas de programação inteira mista...Neste trabalho, um dos objetivos maiores é descrevermos o algoritmo de Cross Decomposition para o caso geral, mostrando a sua convergência, a qual está essencialmente baseada na demonstração da convergência do algoritmo de Benders. Apresentaremos investigações de propriedades quando esta abordagem é aplicada a problemas mais gerais. Casos ilimitados serão discutidos e também incluídos nos testes de convergência. Antes apresentaremos um resumo do método simplex revisado e descreveremos o algoritmo de Dantiz-Wolfe e o método de particionamento de Benders...Finalizando, implementaremos os três algoritmos no ambiente MATLAB fazendo análises comparativas de estudos de casos. Ao final, esperamos ter apresentado de uma maneira didática os \"Métodos Alternativos de Decomposição\" mais utilizados atualmente em trabalhos científicos e aplicações práticas.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(021*****320)","Orientador_1":"Antonio Clecio Fontelles Thomaz","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":76,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"072*****888","Autor":"Fernando Antonio Amaral Pimentel","TituloTese":"Toros Mínimos Mergulhados em S3.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-04T00:00:00","PalavrasChave":"Toros mínimos","Volume":1,"NumeroPaginas":59,"BibliotecaDepositaria":"Departamento de Matemática e Central da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Nosso objetivo nesta Tese é provar a Conjectura devido à B. Lawson concernente ao toro de Clifford. Mas precisamente provamos o seguinte teorema: O Toro de Clifford é o único toro mínimo mergulhado na esfera euclidiana S^3.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(001*****387)","Orientador_1":"Antonio Gervasio Colares","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":77,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018003P1","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"MATEMÁTICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10100008,"AreaConhecimento":"MATEMÁTICA","AreaAvaliacao":"MATEMÁTICA / PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA","DocumentoDiscente":"597*****597","Autor":"Evandro Carlos Ferreira dos Santos","TituloTese":"Sobre o Problema de Calabi","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"Problema de Calabi","Volume":1,"NumeroPaginas":65,"BibliotecaDepositaria":"Departamento de Matemática e Central da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"Um dos problemas mais interessantes na teoria das superfícies mínimas de R3, é o problema proposto por E. Calabi, a respeito da existência de superfícies mínimas completas em R3, limitadas ou contidas em um semi-espaço...Em 1980 Jorge e Xavier exibiram exemplos de superfícies mínimas completas entre dois planos paralelos de R3 resolvendo o Problema de Calabi no caso do semi-espaço...Em 1988 Lopez usando uma Representação de Weierstrass para superfícies não-orientáveis devido à Meeks, exibiu uma Faixa de Mobius Mínima entre dois planos paralelos de R3...Em 1992 Brito utilizando séries lacunárias conseguiu uma técnica para construir superfícies mínimas completas entre dois planos paralelos de R3...O objetivo desta dissertação é apresentar com detalhes os trabalhos de Jorge-Xavier e o de Brito.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(209*****391)","Orientador_1":"Gregorio Pacelli Feitosa Bessa","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":78,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018004P8","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"511*****334","Autor":"LEILA LIMA PARENTE","TituloTese":"Contribuição ao Conhecimento Químico de Plantas do Nordeste: Ericthites hieracifolia L. (Asteraceae)","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"E. hieracifolia L.; Asteraceae; Determinação Estrutural","Volume":1,"NumeroPaginas":78,"BibliotecaDepositaria":"Universidade Federal do Ceará","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho é relatado o estudo químico da parte aérea de Ericthites hieracifolia (Asteraceae), planta anual coletada em Pacoti - Ceará, conhecida popularmente como caruru-amargoso.....Este trabalho relata o estudo do óleo essencial de E. hieracifolia, no qual foi possível identificar os compostos a-felandreno e o p-cimeno como componentes majoritários, além da presença de b-cariofileno, cânfora, cis-ascaridol e epóxido do a-felandreno...Descreve-se, também, a obtenção de derivados do a-felandreno em reação com m-CPBA, obtendo-se o epóxido e um produto de adição. ....Os dados da composição química do óleo essencial de E. hieracifolia, assim como o epóxido do a-felandreno são inéditos para a literatura.....Do fracionamento do extrato etanólico da pane aérea da planta foram obtidos quatro substâncias: o sitosterol e seu glicosídeo, o lupeol e o ácido betulínico. Apesar de serem substâncias comumente encontradas em plantas d o primeiro relato delas na espécie.....A identificação dos constituintes voláteis for realizada com o auxilio de CGL acoplada a espectrometria de massa, por comparação dos índices Kovat's e dados de espectroteca especializada e comparação visual com dados da literatura. A determinação estrutural dos constituintes fixos e seus for realizada através de métodos espectrométricos (IV, RMN 1H, RMN 13C, EM), incluindo experimentos de RMN uni e bidimensionais e comparação com dados da literatura.","LinhaPesquisa":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(045*****320)","Orientador_1":"TELMA LEDA GOMES DE LEMOS","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":79,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018004P8","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"505*****372","Autor":"SORAIA MARIA ALVES PAPA","TituloTese":"Contribuição ao Conhecimento Químico de Luffa operculata Cong.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Luffa operculata Cong.; Cucurbitacinas; Toxicidade","Volume":1,"NumeroPaginas":103,"BibliotecaDepositaria":"Universidade Federal do Ceará","Idioma":"Português","ResumoTese":"Luffa operculata Cogn., conhecida popularmente no Ceará como cabacinha, produz as cucurbitacinas B, D e iso-B conforme registro na literatura. O estudo do óleo fixo dos frutos e das sementes de L. opercullata forneceu uma mistura de ácidos graxos identificados através de seus respectivos ésteres metílicos. O principal componente desta mistura for identificado coma sendo o ácido esteárico (39,71%) e o ácido linoléico (34,%) dos frutos e das sementes, respectivamente. Os demais ácidos foram: ácido palmítico (37,61%), ácido oléico (3,68%), ácido araquídico (3,54%), ácido lignocérico (1,99%), ácido behênico (1,21%), ácido mirístico (0,88%) e ácido pentadecílico (0,54%) dos frutos ácido palmítico (32,05%), ácido pentadecílico (18,83%) e ácido oléico (13,82%) das sementes.....A análise cromatográfica do extrato etanólico dos frutos de L. upercullata forneceu a fração FEE/45-64 (sólido amorfo amarelado), identificado como uma mistura de cucurbitacinas. A separação destas substâncias for realizada com o emprego da cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) utilizando coluna de fase reversa. As cucurbitacinas isoladas: cucurbitacina B (LOS-1), isocucurbitacina B (LOS-3) são comuns na espécie estudada e 3-epi-isocucurbitacina B (LOS-2) é inédita na literatura. No entanto, LOS-2 e LOS-3 foram isoladas como uma mistura na proporção de 2:1. ....Foi ainda realizado o estudo da toxicidade das substâncias isoladas e do derivado acetilado (LOS-1, LOS-2 / LOS-3, LOS-1 / Ac) frente à Artemia salina (TAS).","LinhaPesquisa":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(020*****349)","Orientador_1":"FRANCISCO JOSE QUEIROZ MONTE","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":80,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018004P8","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"333*****368","Autor":"FABIANA PEREIRA SOARES","TituloTese":"Contribuição ao Conhecimento Químico de Plantas do Nordeste do Brasil: Schultesia guianensis Malme.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-08T00:00:00","PalavrasChave":"S. guianensis Malme.; Óleos Essenciais; Derteminação Estrut.","Volume":1,"NumeroPaginas":109,"BibliotecaDepositaria":"Universidade Federal do Ceará","Idioma":"Português","ResumoTese":"Schultesia guianensis Malme (Gentianaceae), conhecida popularmente por mata zombando (Ceará), produz os alcalóides gencianina, gencianidina, genciocrucina e schultesina, e as xantonas polioxigenadas 1,3-di-hidroxi-5-metoxixantona e 1-hidroxi-3,7,8-trimetoxixantona conforme registro na literatura. As frações hexânicas dos extratos hexânico da planta forneceram um sólido amarelado, identificado como uma mistura de substâncias xantônicas. A separação destas substâncias foi realizada com o emprego da cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE), utilizando coluna de fase reversa. As xantonas isoladas - 1-hidroxi-3,5-dimetoxixantona (SG-I), 1,8-di-hidroxi-3,7-dimetoxixantona (SG-II), 1,8-di-hidroxi-3,5-dimetoxixantona (SG-III) e 1-hidroxi-3,7-dimetoxixantona (SG-IV) - são comuns em várias espécies da família Gentianaceae, sendo que no gênero Schultesia, 1-hidroxi-3,5-dimetoxixantona (SG-I) e 1-hidroxi-3,7- dimetoxixantona (SG-IV), estão sendo isoladas pela primeira vez.","LinhaPesquisa":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(020*****349)","Orientador_1":"FRANCISCO JOSE QUEIROZ MONTE","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":81,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018004P8","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"391*****349","Autor":"MARINALVA OLIVEIRA FREITAS","TituloTese":"Contribuição ao Conhecimento Químico de Anadenanthera colubrina var Cebil (Leguminoseae) e Psidium myrsinoides O. Berg (Myrtaceae)","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"A. colubrina var Cebil; Leguminoseae; P. myrBerg (Myrtaceae)","Volume":1,"NumeroPaginas":129,"BibliotecaDepositaria":"Universidade Federal do Ceará","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este trabalho relata o estudo fitoquímico das folhas e dos frutos de Anadenanthera colubrina var. cebil (Griseb.) (Leguminoseae) coletados em Acarape-CE, bem coma o estudo do óleo essencial de Psidium myrsinoides O. Berg. (Myrtaceae) coletado em Brasília-DF...Por meio de técnicas cromatográficas adequadas aplicadas ao extrato metanólico das folhas de A. colubrina (angico), obteve-se da fração hexânica o triterpeno acíclico esqualeno; da fração clorofórmica foram obtidos o feoforbato-a de etila e o feoforbato-b de etila, produtos de degradação da clorofila a e da clorofila b, respectivamente e da fração do acetato de etila, ..a (+)-catequina. Do extrato hexânico dos frutos de A. colubrina, fração clorofórmica, obteve-se o esteróide b-sitosterol. ..Do óleo essencial obtido por hidrodestilação das folhas de P. myrsinoides, (araçá de veado), foram identificados vinte e sete componentes, a sober: a-pineno, b-mirceno, dl-limoneno, linalol, a-terpineol, a-copaeno, ..a-gurjuneno, trans-cariofileno, b-gufluneno, (+)-aromadendreno, a-humuleno, allo-aromadendreno, g-muuroleno, b-selineno, a-muuroleno, g-cadineno, ..cis-calameneno, óxido de cariofileno, globulol, veridiflorol, humuleno epóxido II, 10-epi-g-eudesmol, b-aconerol, torreiol, a-tudesmol, a-cadinol e 8-hidroxi-isobutirato de isobornila. ..O óleo essencial apresentou atividade antimicrobiana contra Escherichia colt e Staphylococcus aureus...A identificação dos constituintes voláteis for realizada por CGL/EM, comparação dos índices de Kovats e espectros de massas em espectroteca. A determinação estrutural dos constituintes fixos e seus derivados for baseada em técnicas espectrométricas tais como infravermelho e RMN 1H e RMN 13C, incluindo técnicas bidimensionais como: 1H, 1H-COSY, 1H, 13C-COSY e HMBC, além de comparação com dados fornecidos pela literatura.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(051*****349)","Orientador_1":"SELENE MAIA DE MORAES","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":82,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018004P8","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"561*****344","Autor":"FRANCISCO GERALDO BARBOSA","TituloTese":"Contribuição ao Conhecimento Químico de Plantas do Nordeste: Senna rugosa (G. Don) Irw. & Barn. Eugenia citrifolia Poir e Solanum asperum L. Rich","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Constituintes Fixos; Antraquinonas, Flavonóides","Volume":1,"NumeroPaginas":199,"BibliotecaDepositaria":"Universidade Federal do Ceará","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este trabalho relata o estudo químico do extrato hexânico das raízes de Senna rugosa (G. Don) Irw. & Barn. (Leguminosae) coletadas na Chapada do Araripe-Crato-CE, onde é conhecida popularmente coma quebra-foice; como também o estudo dos óleos essenciais das folhas de Eugenia citrifoiia Poir (Myrtaceae) coletadas em Pernambuquinho-Pacoti-CE; assim coma o estudo das folhas de Solanum asperum L. Rich (Solanaceae), coletadas em Mulungu-CE.....Os óleos essenciais obtidos por arraste a vapor e por hidrodestilação das folhas de Eugenia citrifolia, possibilitaram a identificação de vinte e um componentes: a-pineno, b-pineno, b-mirceno, para-menta-1(7),8-dieno, para-cimeno, Iimoneno, neral, geranial, trans-cariofileno, b-fameseno, a-humuleno, b-selineno, germacreno A, elemol, espatulenol, tujopsan-2-a-ol, globulol, cubenol, g-eudesmol, a-mutirulol e b-eudesmol.....O estudo do óleo fixo das raízes de S. rugosa, através de lima análise comparativa entre o material obtido de duas coletas distintas, possibilitou a identificação das misturas de ácidos graxos obtidas par meio de seus ésteres metílicos. O ácido palmítico (C16:0) foi identificado coma componente majoritário em ambas as coletas, e os demais constituintes foram identificados coma: ácido láurico (C12:0), mirístico (C14:0), pentadecilico (C15:0), margaritico (C17:0), Iinoleico (C18:2), oleico (C18:1), estehrico (C18:0), araquidico (C20:0), behdnico (C22:0), tricosanóico (C23:0), Iignocérico (C24:0), hexacosanóico (C26:0) e heptacosanóico (C27:0).....A análise cromatográfica do extrato hexânico das raízes de S. rugosa, permitiu o isolamento e caracterização das antraquinonas 1,8-dihidroxi-3-metil-antraquinona (crisofanol) e 1,8-dihidroxi-3-metil-6-metoxi-antraquinona (fisciona) e das nafiopironas 2-metil-5,6-dihidroxi-8-metoxi-4H-ratio [2,3-b]-piran-4-ona e 2,9-metil-5,6-dihidroxi-8-metoxi-4H-ratio [2,3-b]-piran-4-ona, sendo esta última inédita na literatura e todas as demais inéditas para a espécie. ....O estudo das folhas de Solanum asperum, permitiu o isolamento e caracterização do flavonóide glicosilado 7-O-rhaminosideo-3-O-robinobiosideo-kaempferol (robinina).....Os constituintes voláteis e ésteres metílicos dos ácidos graxos foram identificados por CGL/EM, comparação dos índices de Kovats corrigidos e espectros de massa em espectroteca, seguida de comparação visual com dados da literatura. Técnicas espectrométricas, tais como infravermelho, espectrometria de massa, RMN 1H e RMN 13C, incluindo técnicas tais coma infravermelho, espectrometria de massa, RMN 1H e RMN 13C, incluindo técnicas bidimensionais do tipo 1H, 1H-COSY e 1H, 13C-COSY (nJCH, n = 1,2 e 3) com detecção normal e inversa, e comparação com dados da literatura; foram utilizadas para a determinação estrutural dos constituintes fixes e seus derivados.","LinhaPesquisa":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(059*****391)","Orientador_1":"EDILBERTO ROCHA SILVEIRA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":83,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018004P8","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"426*****315","Autor":"MARTHA REGINA KERNTOPF","TituloTese":"Contribuição ao Conhecimento Químico de Plantas Medicinais Cultivadas no Nordeste do Brasil: Plectranthus barbatus Andr. (Syr. Collus Barbatus Benth)","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-07T00:00:00","PalavrasChave":"Plectranthus barbatus Andr.;","Volume":1,"NumeroPaginas":200,"BibliotecaDepositaria":"Universidade Federal do Ceará","Idioma":"Português","ResumoTese":"Plectranthus barbatus Andr.(Lamiaceae), é um subarbusto cujas folhas são muito amargas e aromáticas, as raízes são filiformes. Ocorre em todo Brasil, no Ceará é conhecido popularmente coma malva santa. ....A planta foi selecionada para estudo químico em virtude da ampla suas folhas no tratamento de problemas digestivos e por existirem farmacológicos que referendam o uso popular...Cromatografia gás-líquido do óleo essencial das folhas, talos e de Plectranthus barbatus Andr. permitiu a identificação de 43 constituintes químicos.....O estudo cromatográfico dos extratos hexânico e etanólico das folhas forneceu um diterpeno, do tipo abietano, identificado como barbatusina. O fracionamento cromatográfico do extrato hexânico da raiz levou ao isolamento de uma mistura de dois fitoesteróis, o estigmasterol e o b-sitosterol, assinalados anteriormente em Plectranthus. Do extrato hexânico da raiz, obteve-se uma mistura de dois diterpenos, identificados como ferruginol (tipo abietaro) e óxido de manoila (tipo labdano), ambos já conhecidos, porém o óxido de manoila é assinalado pela primeira vez em Plectranthus.....As determinações estruturais foram realizadas através de análises espectrométricas, I.V., RMN 1H, RMN 13C e E.M., dos produtos naturais obtidos e comparação com dados da literatura.","LinhaPesquisa":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(051*****349)","Orientador_1":"MARIA IRACEMA LACERDA MACHADO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":84,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018004P8","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA ORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"144*****387","Autor":"VALDIR ALVES FACUNDO","TituloTese":"Contribuição ao Conhecimento Químico de Plantas do Gênero Zanthoxylum do Estado do Ceará","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Zanthoxylum; Cumarinas; Flavonóides; Sesquiterpenos","Volume":1,"NumeroPaginas":220,"BibliotecaDepositaria":"Universidade Federal do Ceará","Idioma":"Português","ResumoTese":"No Estado do Ceará quatro espécies de Zanthoxylum, conhecidas popularmente por limãozinho ou laranjinha, são mais comuns: Z. syncarpum Tull e Z. rhoifolium Lam. Que ocorrem principalmente em regiões próximas ao litoral ou nas serras úmidas; a espécie Z. syncarpum Tull A. St. Hill & Tull, na serra da Ibiapaba, ao norte do estado e Z. gardineri Engl., na chapada do Araripe situada no Estado do Ceará e no Estado de Pernambuco.....Neste trabalho forma estudadas duas espécies do gênero Zanthoxylum: Z. syncarpum Tull e Z. rugosum, esta comum na região serrana do Norte do Estado.....O extrato etanólico das raízes e do caule de Z. syncarpum, após tratamento cromatográfico, forneceu os seguintes compostos: dois alcalóides, skimmianina [1] e cis-N-metilcanadina [2]; duas cumarinas, xantotoxina [3] e isopimpinellina [4]; um diterpeno, o ácido centipédico [5]; o flanóide ternatina [6j; o triterpeno lupeol [7] e o glicosídeo do b-sitosterol [8]. As determinações estruturais das substâncias isoladas foram feitas através das análises dos dados espectrométricos (infravermelho, massa, ressonância magnética nuclear de hidrogênio e carbono-13), bem como comparação com amostras autênticas.....O extrato etanólico das raízes e do caule de Z. rugosum, após tratamento cromatográfico, forneceu dois alcalóides, duas cumarinas, o flavanóide rutina. Do óleo essencial foram isolados dois sesquiterpenos inéditos.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(051*****349)","Orientador_1":"SELENE MAIA DE MORAES","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":85,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"22001018005P4","Regiao":"NORDESTE","Uf":"CE","SiglaIes":"UFC","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ","NomePrograma":"QUÍMICA INORGÂNICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"292*****349","Autor":"Sirlane Aparecida Abreu Santana","TituloTese":"Caracterização e Estudo Reológico da Goma Exsudada da Albízia lebbeck e das suas Interações com Ínos Metálicos.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-03T00:00:00","PalavrasChave":"Reologia, Goma Exsudada, Polisacarídeos exsudados,","Volume":1,"NumeroPaginas":82,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca de Ciência e Tecnologia da UFC","Idioma":"Português","ResumoTese":"O objetivo deste trabalho foi a caracterização e estudo reológico da goma  exsudada da árvore Albízia lebbeck. A goma foi coletada como um exsudado natural em abril de 1996 em Fortaleza-Ce e purificada de acordo com os métodos propostos por Rinaudo-Millas e Costa et al, com  pequenas modificações...\tA goma A. lebbeck do Brasil difere das espécies venezuelana e africana em composição e características estruturais. A quantidade de açúcares neutros foi obtido por HPLC. O teor de açúcar ácido presente foi determinado por titulação condutométrica (11,9%) e pelo método do metahidroxidifenil (10,5%). Considerando o teor de ácido urônico como 10,5%, a composição determinada após hidrólise com TFA 4 M a 100º C foi determinado por HPLC...\tEspectros de RMN 13C da goma intacta, parcialmente hidrolisada e após degradação de Smith indicam as atribuições dos deslocamentos químicos e mostram a presença de  arabinofuranose,  a - arabinopiranose,   b - ácido glicurôrico e  b - galactopiranose (1  ® 3) e (1 ® 6) ligados. A ausência de 4 - O - metil ácido glicurônico foi confirmada por um experimento de DEPT...\tO alto teor de galactose e a ausência de 4 - O - metil ácido glicurônico são as principais diferenças encontradas na espécie brasileira da goma. O cromatograma de GPC da goma indica uma larga distribuição de massa molar. A massa molar obtida por GPC usando a curva de calibração de frações de gomas exsudadas (angico e cajueiro), correspondente aos picos principais foi 2,3 x 10 5 e 8,2 x 10 4 g/mol...\tEstudo reológico mostrou que a temperatura tem uma forte influência sobre a viscosidade. Não foi observada a degradação da goma durante o aquecimento, visto que a relação entre a viscosidade e a temperatura para soluções de goma a 1,2 e 3% foi a mesma durante o resfriamento de 70 a 10ºC e durante o aquecimento. As energias de ativação de fluxo para as soluções citadas acima são 15,9 KJ/mol, 16,6 kJ/mol e 17,2 kJ/mol, respectivamente, características de sistemas com pouca interação inter e intramolecular...\tO efeito de sais (NaCl, CaCl2 e AlCl3) sobre a viscosidade reduzida indica que a afinidade entre a goma e os íons metálicos segue a ordem Al3+ > Ca2+ > Na+. A viscosidade intrínseca obtida em NaCl 1 M ( [ h ]=23 mL/g) foi a menor que aquela obtida para a espécie venezuelana ([h ]  =38-65mL/g)m e africana ([h ]  =142 mL/g).","LinhaPesquisa":"Química de Polímeros","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(316*****434)","Orientador_1":"Regina Célia Monteiro de Paula","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":86,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"28001010002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"BA","SiglaIes":"UFBA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"454*****549","Autor":"MARCUS CINCINATO BZERSKI ANDRADE","TituloTese":"Grupo de Poincaré, Dinâmica dos Campos Térmicos e Espaço de Fase","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Grupo de Poincaré, Campos Térmicos, Espaço de Fase","Volume":1,"NumeroPaginas":92,"BibliotecaDepositaria":"INSTITUTO DE FÍSICA - UFBA","Idioma":"Português","ResumoTese":"A álgebra de Lie do grupo de Poincaré é analisada partindo do espaço de Liouville clássico como o espaço para representações unitárias. O formalismo é desenvolvido a partir de uma generalização do conceito de duplicação inerente à estrutura algébrica da Dinâmica dos Campos Térmicos (DCT). Resulta desta análise a quebra da degenerescência entre as variáveis dinâmicas observáveis e os geradores de simetria. Em particular, apresentamos uma representação unitária que possibilita a introdução, via álgebra, da teoria cinética relativística. Neste contexto, uma função de distribuição no espaço de fase é naturalmente derivada de forma covariante a partir do conceito de amplitude de probabilidade.  O limite relativístico é implementado resultando na versão clássica  da DCT, inicialmente proposta por Schoenberg. Finalmente, uma sub-álgebra da álgebra duplicada de Poincaré é utilizada na obtenção de uma equação tipo Fokker-Planck em (1 + 1)- dimensões.","LinhaPesquisa":"FÍSICA MATEMÁTICA - TEORIA DE CAMPOS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(145*****104)","Orientador_1":"ADEMIR EUGENIO DE SANTANA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(102*****153)","CoOrientador_1":"JOSÉ DAVID MANGUEIRA VIANNA","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":87,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"28001010002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"BA","SiglaIes":"UFBA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"505*****549","Autor":"VALÉRIA COÊLHO COSTA","TituloTese":"Estudo sobre Descomensurações e Fases no Ferroelétrico Rb2ZnCl4","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Ferroelétricos, Teoria de Landau, Descomensurações","Volume":1,"NumeroPaginas":113,"BibliotecaDepositaria":"INSTITUTO DE FÍSICA - UFBA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho são estudadas algumas propriedades físicas envolvendo materiais ferroelétricos impróprios da família A2BX4, particularmente Rb2ZnCl4, com ênfase ao comportamento das descomensurações que acompanham a fase incomensurável de tais compostos. A partir de os potenciais de energia livre para as fases incomensurável e comensurável, usando a teoria de Landau-Ginzburg, são discutidos os regimes de onda plana e solitônico, bem como a influência de campo elétrico externo na citada estrutura.  O fornalismo Hamiltoniano para o Rb2ZnCl4 é introduzido com o fito de mostrar as vantagens do uso de analogias mecânicas ao estudo de tais sistemas.","LinhaPesquisa":"FÍSICA  ESTATÍSTICA","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(018*****568)","Orientador_1":"AURINO RIBEIRO FILHO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":88,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"28001010002P5","Regiao":"NORDESTE","Uf":"BA","SiglaIes":"UFBA","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA","NomePrograma":"FÍSICA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10500006,"AreaConhecimento":"FÍSICA","AreaAvaliacao":"ASTRONOMIA / FÍSICA","DocumentoDiscente":"143*****500","Autor":"IVAN SOUZA COSTA","TituloTese":"Sobre a Determinação Teórica do Momento de Dipolo Elétrico Permanente de Moléculas. Um Estudo Comparativo de Métodos Ab Initio e Semi-Empíricos","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"Momento de Dipolo, Métodos ab initio e semi-empíricos","Volume":1,"NumeroPaginas":120,"BibliotecaDepositaria":"INSTITUTO DE FÍSICA - UFBA","Idioma":"Português","ResumoTese":"Neste trabalho discutimos a questão da determinação teórica do momento de ..dipolo permanente de moléculas, com ênfase no desempenho de métodos ab initio e semi-empíricos.  No âmbito dos métodos ab initio  HFR e MC-SCF  realizamos um estudo ilustrativo para uma molécula pequena, H2O, com bases STO-NG, DZV, TZV e N311-6G incluindo funções de polarização e funções difusas. A impossibilidade da extensão desse procedimento para moléculas médias e grandes é discutida.  Com respeito aos métodos semi-empíricos um procedimento, aqui denominado THF, inicialmente proposto por Baqueiro, baseado no teorema de Hellmann-Feynman, foi estendido a soluções semi-empíricas MNDO e AM1 para o cálculo do momento dipolar. Com este procedimento determinamos os parâmetros de dipolo 0a , a = H, B, C, O, N, F e Cl, e realizamos cálculos para um conjunto de 112 moléculas contendo esses átomos. Comparamos os nossos resultados com outros cálculos ab initio e semi-empíricos. Dessas comparações é possível concluir que os métodos semi-empíricos permanecem como alternativas válidas para o cálculo de momento de dipolo, notadamente para moléculas compostas de muitos átomos, permitindo a determinação dessa grandeza com uma razoável precisão.","LinhaPesquisa":"FÍSICA ATÔMICA E MOLECULAR","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(056*****515)","Orientador_1":"DELMIRO MARTINEZ BAQUEIRO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(102*****153)","CoOrientador_1":"JOSÉ DAVID MANGUEIRA VIANNA","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":89,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31001017009P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"033*****793","Autor":"BERNARDETE PEREIRA DA SILVA","TituloTese":"ROTENOIDES CLICOSILADOS DE CLITORIA FAIRCHILDIANA.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-02T00:00:00","PalavrasChave":"CLITORIA FAIRCHILDIANA, ROTENOIDES CLUCOSILADOS","Volume":1,"NumeroPaginas":81,"BibliotecaDepositaria":"SERVICO DE INFORMAÇÃO E BIBLIOTECA DA UFRJ.","Idioma":"Português","ResumoTese":"CLITORIA FAIRCHILDIANA, ESPECIE VEGETAL LARGAMENTE DISTRIBUIDA PELA REGIÃO SULDESTE DO BRASIL COM PROPOSITO ORNAMENTAIS, TEM SIDO POUCO EXPLORADA FITOQUIMICAMENTE, EM CONTRASTE COM OUTRAS ESPECIES DO GENERO UTILIZADAS EM MEDICINA POPULAR NA INDIA E AFRICA COMO CATARTICOS, DIURETICOS, EMENAGOGOS E EXPECTORANTES. A INVESTIGAÇÃO FITOQUÍMICA DAS RAIZES E SEMENTES DESTA PLANTA FORNECEU TRES ROTENOIDES GLUCOSILADOS, 11-O-BETA-D-GLUCOPYRANOSYL 6,12A-DIHYDROXY-2,3,9-TRIMETHOXY-[1] BENZOPYRANO-[3,4-B][1]BENZOPYRAN-12 (6H)-ONE (SUBSTANCIA A), 6-O-BETA-D-GLUCOPYRANOSYL-12A-HYDROXY-2,3,0-TRIMETHOXY-[1]BENZOPYRANO [3,4-B][1]BENXOPYRAN-12(6H)-ONE (SUBSTANCIA B) E 9-O-BETA-D-CLUCYPYRANOSYL-6-HYDROXY-2,3,10-TRIMETHOXY-[1]BENZOPYRANO [3,4-BETA][1]BENZOPYRAN-12(6H)-ONE (SUBSTANCIA C). SUAS ESTRUTURAS E ESTEREOQUÍMICA FORAM ESTABELECIDAS ATRAVÉS DE METODOS QUIMICOS E TECNICAS ESPECTROSCOPICAS.","LinhaPesquisa":"FITOQUÍM., QUIMIOSSISTEM.VEGETAL E ATIV. BIOLÓG.PROD.NAT.VEG","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(344*****704)","Orientador_1":"JOSÉ PAZ PARENTE","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":90,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31001017009P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"003*****731","Autor":"MARIA ISABEL RIBEIRO SAMPAIO","TituloTese":"EVOLUÇÃO IRIDOÍDICA EM ANGIOSPERMAE: IRIDOIDES E ALCALOIDES IRIDOIDICOS COMO MARCADORES QUIMIOTAXONOMICOS.","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-06T00:00:00","PalavrasChave":"QUIMIOSISTEMATICA VEGETAL, EVOLUÇÃO QUIMICA, IRIDOIDES","Volume":1,"NumeroPaginas":107,"BibliotecaDepositaria":"SERVIÇO DE INFORMAÇÃO E BIBLIOTECA DA UFRJ","Idioma":"Português","ResumoTese":"OS IRIDOIDES SAO SUBSTANCIAS MONOTERPENOIDICAS CARACTERIZADAS POR DERIVAREM DE UM ESQUELETO CICLOPENTANO [C] PIRANICO SEM OU COM RUPTURA DA LIGACAO C7-C8 (IRIDOIDES CARBOCICLICOS E SECOIRIDOIDES, RESPECTIVAMENTE). AOS IRIDOIDES CARBOCICLICOS PODEM FALTAR OS ATOMOS DE CARBONOS 10 OU 11 (NORIRIDOIDES) OU AMBOS (BISNORIRIDOIDES). NO REINO VEGETAL, SUBSTANCIAS IRIDOIDICAS SAO DE OCORRENCIA RESTRITA AS SUPERRORDENS DAHLGRENIANAS LAMIIFLORAE (1159; 47,1%), GENTILANIFLORAE (743; 30,3%), CORNIFLORAE (478; 19,5%), LOASIFLORAE (61; 2,5%) E, ESPORADICAMENTE, RUTIFLORAE (9; 04%) BEM COMO ROSIFLORAE (4; 02%). OS ALCALOIDES IRIDOIDICOS TRATADOS NESTA TESE COMPREENDEM SUBSTANCIAS NAS QUAIS O ATOMO DE OXIGENIO DO ANEL PIRANICO DO ESQUELETO IRIDOIDICO E SUBSTITUIDO POR UM ATOMO DE NITROGENIO. ESSES DERIVADOS NITROGENADOS OCORREM COM MENOR FREQUENCIA, SENDO ENCONTRADOS EM GENTIANIFLORAE (66,42,0%), LAMIIFLORAE (50, 31,8%), CORNIFLORAE (39, 24,8%) E, EXCEPCIONALMENTE, EM FABIFLORAE (2, 1, 3%). O ESTUDO SISTEMATICO CRITERIOSO DOS IRIDOIDES PRODUZIDOS POR FONTES VEGETAIS  MOSTROU RESULTADOS MUITO INTERESSANTES. ANALISE DETALHADA SOBRE OCORRENCIA E DISTRIBUIÇAO DE TAIS METABOLITOS EM ANGIOSPERMAE, JUNTAMENTE A VARIABILIDADE DE SUAS CARACTERISTICAS ESTRUTURAIS, PERMITIRAM VERIFICAR A EXISTENCIA DE POLARIZAÇAO EVOLUTIVA PARA OS TÁXONS IRIDOIDICOS. DESSA MANEIRA A FAMILIA ACTINIDIACEAE, PRODUZINDO IRIDOIDES DE GRANDE VARIEDADE DE TIPOS ESTRUTURAIS COM ESQUELETOS POUCOS IXIDADOS E POUCO ESPECIALIZADOS, PODE SE CONSIDERADA O TAXON ANCESTRAL PARA OS GRUPOS VEGETAIS IRIDOIDICOS. CORRELAÇÃO DOS CAMINHOS BIOSSINTETICOS JA COMPROVADOS PARA OS IRIDOIDES COM ANALISE DA ESTRUTURAS DE SUBSTANCIAS IRIDOIDICAS ISOLADAS DE PLANTAS, PERMITIU ELABORAR UMA EXTENSAO DAS ROTAS BIOGENETICAS PROPOSTAS, COM MAIS UM RAMO (CAMINHO E) QUE JUSTIFIQUE A EXISTENCIA DE IRIDOIDES COM LIGACAO DEPLA EXOCICLICA C8-C10. APLICACAO DOS PARAMETROS QUIMISSISTEMATICOS REFERENTES A OXIDACAO E A ESPECIALIZACAO DE ESQUELETOS IRIDOIDICOS, ALÉM DE INFORMAÇÕES SOBRE CARACTERÍSTICAS ESTRUTURAIS PECULIARES AOS IRIDÓIDES, PERMITIRAM A ELABORAÇÀO, A PARTIR DE ACTINIDEACEAE, DE UM GRUPO FILOGENÉTICO ENGLOBANDO TREZE ORDENS. OS DERIVADOS ALCALÓIDES IRIDOÍDICOS RECEBERAM O MESMO TRATAMENTO  QUE OS IRIDÓIDES NÃO NITROGENADOS E MOSTRARAM AS MESMAS TENDÊNCIAS EVOLUTIVAS. A APLICAÇÃO DOS PADRÕES BIOGENÉTICOS E OUTRAS CARACTERÍSTICAS ESTRUTURAIS SERVIRAM PARA REFERENDAR A IMPORTANCIA DA BIOSSÍNTESE EM QUIMIOSSISTEMÁTICA MICROMOLECULAR.","LinhaPesquisa":"FITOQUÍM., QUIMIOSSISTEM.VEGETAL E ATIV. BIOLÓG.PROD.NAT.VEG","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(031*****704)","Orientador_1":"MARIA AUXILIADORA COELHO KAPLAN","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":91,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31001017009P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFRJ","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"021*****710","Autor":"MONICA DOURADO MONTEIRO","TituloTese":"ESTUDOS DA ADICAO DE MICHAEL INTRAMOLECULAR EM ENOATOS GAMA-OXIGENADOS DERIVADOS DO ACIDO L-TARTARICO.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-02T00:00:00","PalavrasChave":"MICHAEL INTRAMOLECULAR, OXOPROSTAGLANDINAS, ACIDO TARTARICO","Volume":1,"NumeroPaginas":117,"BibliotecaDepositaria":"SERVICO DE INFORMACAO E BIBLIOTECA DA UFRJ.","Idioma":"Português","ResumoTese":"ATRAVES DA REACAO DE MICHAEL INTRAMOLECULAR EM ENOATOS QUIRAIS DERIVADOS DO ACIDO TARTARICO, PODERIA-SE OBTER HETEROCICLICOS DE CINCO MEMBROS, PRECURSORES POTENCIAIS DE VARIAS CLASSES DE PRODUTOS NATURAIS COMO OXA-PROSTAGLANDINAS, PROSTAGLANDINAS E KAINATOS...POR EXEMPLO, O TRATAMENTO DEO (4R) BENXILOXI-5-O-ETANOATO DE T-BUTILA-E-PENT-2-ENOATO DE ETILA (28) COM VARIAS BASES E SOLVENTES LEVARIA A FORMAÇÃO DO NUCLEO FURANICO (24A), POREM TODOS OS RESULTADOS CONVERGIRAM PARA A OBTENCAO DO 4-BENZILOXI-1,4-PENTADIENOATOS DE ETILA (39), RESULTANTE DA REACAO DE ELIMINACAO. COM INTUITO DE MELHOR COMPREENSAO DOS FATORES QUE ESTAVAM INTERFERINDO NA REACAO DE CICLIZACAO FORAM PREPARADOS, A PARTIR DO ACIDO L-TARTARICO, OS ENOATOS (4R) BENZILOXI-5-0-PENT-4-ENOATO-E-PENT-2-ENOATO DE ETILA (42) E (4R) BENZIOXI-5-O-ACETAACETATO-E-PENT-2-ENOATO DE ATILA (43). ESTES FORAM SUBMETIDOS A REACAO DE CICLIZACAO UTILIZANDO VARIAS BASES, MAS TODOS OS RESULTADOS CONVERGIRAM PARA A FORMACAO DE 39.","LinhaPesquisa":"SÍNTESE E TRANSFORMAÇÃO QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(311*****787)","Orientador_1":"PAULO ROBERTO RIBEIRO COSTA","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":92,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31003010004P0","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFF","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE","NomePrograma":"GEOCIÊNCIAS (GEOQUÍMICA)","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"013*****761","Autor":"Sergio Luiz Nogueira de Azevedo","TituloTese":"Hidrogeoquímica das águas subterrâneas na Bacia do Rio Ubatiba, Maricá - RJ.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-03T00:00:00","PalavrasChave":"Bacia do Rio Ubatiba;hidrogeoquímica;águas subterrâneas;","Volume":1,"NumeroPaginas":120,"BibliotecaDepositaria":"Setorial de Geoquímica","Idioma":"Português","ResumoTese":"O presente trabalho baseia-se no estudo da composição química das águas subterrâneas da Bacia do Rio Ubatiba, e tem como objetivo o entendimento das características principais das águas subterrâneas da Bacia do Rio Ubatiba, Maricá (RJ), sob um enfoque geológico/geoquímico. As amostras foram coletadas em 10 poços profundos. Foram realizadas amostragens nos meses de dezembro (1995), fevereiro, abril e julho (1996). Foram analisados os seguintes parâmetros: condutividade, pH, Na+, K+, Ca2+, Mg2+, Fe, SiO2, SO4=, NO3=, NH4+, PO4=, Cl- e alcalinidade. A geologia desta bacia é constituída principalmente por rochas gnáissicas, como as unidades Maricá, Tingui e Palmital; por granodioritos profiríticos a porfiroblásticos da unidade Cassorotiba; e pelo corpo batolítico do granito Cajú. Estas litologias são cortadas por diques de diabásico, subparalelizados, encaixados nas falhas NE-SW. O principal aquífero da área está no meio fissural cristalino, sendo também controlado pelo padrão de fraturamento, no caso, o de direção N 5Oo E, que abriga os diques de diabásio. As águas subterrâneas da Bacia do Rio Ubatiba, assim como suas características hidroquímicas são influenciadas diretamente pelo embasamento geológico. Os elevados teores de ferro e sulfato estão relacionados como os espessos diques de diabásio, que se encontram encaixados nas principais falhas/faturas que organizam o sistema de drenagem. O poço 7, que possui os menores valores de condutividade da Bacia do Ubatiba, provavelmente apresenta entrada de água superficial. O poço 10 é o único de características salobras. As concentrações anômalas de sólidos dissolvidos deste poço podem ter três origens: a alteração dos plagioclásios presentes em litotipos da unidade Cassorotiba e nos diques de pegmatitos que cortam esta unidade; aporte atmosférico de elementos de origem predominantemente marinha; ou uma contaminação pretérita do aquífero por uma cunha de água marinha durante o ótimo climático, quando o nível do mar na região leste esteve alguns metros acima do atual, sendo mais provável que estes fatores estejam atuando em conjunto. As águas subterrâneas da Bacia do Rio Ubatiba são consideradas excelentes para o uso em irrigação.","LinhaPesquisa":"Contamin., Degrad. e Recuperação de Ambientes Continentais","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(045*****749)","Orientador_1":"Helio Monteiro Penha","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(366*****704)","CoOrientador_1":"Emmanoel Vieira da Silva Filho","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":93,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31003010004P0","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFF","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE","NomePrograma":"GEOCIÊNCIAS (GEOQUÍMICA)","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"716*****644","Autor":"Gilmar Santos Costa","TituloTese":"Ciclagem de nutrientes em uma área degradada com leguminosas arbóreas e em um fragmento florestal em crescimento secundário (capoeira).","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-04T00:00:00","PalavrasChave":"serrapilheira;recuperação de solos;decomposição","Volume":1,"NumeroPaginas":120,"BibliotecaDepositaria":"Setorial de Geoquímica","Idioma":"Português","ResumoTese":"A ciclagem de nutrientes foi avaliada em uma área degradada, após dez anos da sua revegetação com leguminosas arbóreas (Mimosa caesalpiniifolia, Acacia auriculiformis, Gliricidia sepium) e em uma floresta em crescimento secundário (capoeira), no campo experimental da EMBRAPA-Agrobiologia Rio de Janeiro. As unidades experimentais foram formadas na revegetação pela área ocupada por quatro árvores (n=24) e por uma área de 12,6 m2 na capoeira (n=20). Para cada unidade amostral foram determinadas a altura e diâmetros das árvores, a taxa de deposição e estoque de serapilheira. Foram analisados quimicamente o material formador da serapilheira, bem como o seu estoque, também o solo até a profundidade de 20 cm. Na revegetação, as leguminosas alcançaram a faixa de suas alturas máximas, com as maiores para A. auriculiformis (13,2+/-0,53), seguidos de M. caesalpiniifolia(8,6+/-), e a menor G.sepium (7,8+/-0,87) altamente correlacionados com os diâmetros, com densidade aproximada de 5.000 plantas ha-1. A capoeira apresentou cerca de 80% das árvores com altura de 6 m, algumas espécies emergiram até 14,25 m, com a densidade de 25.400 +/- 5.300 árvores ha-1. Na revegetação a variação da taxa de deposição da serapilheira esteve associada ao porte de árvores que compuseram o dossel, variando de 5.700 kg ha-1 ano-1 sob cobertura de G. sepium até 11.240 sob M. caesalpiniifolia com contribuição de A. auriculiformis. Enquanto a taxa de deposição na capoeira (9.200 kg ha-1 ano-1) foi similar aos resultados encontrados para este tipo de vegetação. Na revegetação o estoque de serapilheira (9.000-12.700 Kg ha-1) em sua maior parte foi superior a capoeira (9.400 kg ha-1). A serapilheira de G. sepium apresentou-se mais rica em nutrientes e com menores teores de PST (polifenóis solúveis totais), enquanto a alta deposição de galhos fez com que a serapilheira de Mimosa caesalpiniifolia apresentasse os menores teores de nutrientes. O estoque de serapilheira demonstrou altas perdas dos elementos K, Mg e Ca, sendo que as maiores foram para os PST. As menores perdas de concentração foram de P e N, que demonstraram-se dependentes da massa do estoque serapilheira, com imobilizações de N no material pobre em nutrientes. As variações na quantidade de nutrientes transferida pela deposição de serapilheira foram altamente dependentes de massa, devido aos baixos contrastes nas concentrações dos elementos. Durante o ano a entrada de serapilheira representou de 75-150% de P e 44-82% de K contidos na camada de 0-25 cm de solo na área revegetada, e 65% de P e 63% de K capoeira. Na revegetação, os elementos C, N, P e K concentraram-se na interface serapilheira-solo, tornando este sistema altamente dependente da cobertura vegetal. Caso removida, estes elementos essenciais ao desenvolvimento da vegetação, poderão ser rapidamente perdidos inviabilizando o processo de recuperação.","LinhaPesquisa":"Contamin., Degrad. e Recuperação de Ambientes Continentais","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(015*****315)","Orientador_1":"Raimundo Nonato Damasceno","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(612*****787)","CoOrientador_1":"Sérgio Miana de Faria","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":94,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31003010004P0","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFF","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE","NomePrograma":"GEOCIÊNCIAS (GEOQUÍMICA)","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10700005,"AreaConhecimento":"GEOCIÊNCIAS","AreaAvaliacao":"GEOCIÊNCIAS","DocumentoDiscente":"828*****706","Autor":"Ana Luíza Spadano Albuquerque","TituloTese":"Paleoambientes hologênicos do Lago Dom Helvecio (Parque florestal do Rio Doce, Minas Gerais).","Nivel":"Doutorado","DataDefesa":"1998-01-06T00:00:00","PalavrasChave":"Paleoambientes;matéria orgânica;sedimentos lacustres","Volume":1,"NumeroPaginas":120,"BibliotecaDepositaria":"Setorial de Geoquímica","Idioma":"Português","ResumoTese":"Na região estudada foi formado um complexo lacustre através do barramento dos tributários do Rio Doce durante o final do Pleistoceno. Vários estudos anteriores nesta região têm apontado a sua grande importância para a compreensão da evolução paleoambiental do Quaternário do centro-sul brasileiro. Neste contexto, este estudo teve como objetivo principal contribuir para este entendimento através de uma abordagem espaço-temporal. Utilizou-se cinco testemunhos longos e seis curtos retirados ao longo de um transecto batimétrico no Lago Dom Helvécio, o qual constitui-se num dos maiores do complexo lacustre regional. Foram utilizados traçadores múltiplos (C:N,  13C,  15N, petrografia da matéria orgânica deposicional, dentre outros) a fim de reconstituir a evolução climática regional, além da paleolimnologia de três facies sedimentares, a saber: (1) fácies do aluvião do paleo-Rio Doce, formado por depósitos datados até cerca de 9.000 anos AP, e que representam o barramento do paleo-Rio Doce a seus tributários que veio por fim formar o Lago Dom Helvécio; (2) fácies marginal-lacustre, que consiste de sedimentos depositados a partir de cerca de 8.500 anos AP em uma profundidade que deve ter variado de 0 a 3 metros de profundidade no lago; e (3) fácies lacustre, que apresenta depósitos posteriores a cerca de 8.200 anos AP num ambiente efetivamente lacustre. A variação espaço-temporal do fácies marginal-lacustre permitiu o estabelecimento da curva de variação do nível do Lago Dom Helvécio, pela qual foi possível verificar a ação neotectônica foi um importante controlador do nível até lacustre até cerca de 8.200 anos AP, e que após esta data o fator climático deve ter prevalecido. Foi possível observar, também, que o nível do lago apresentou-se crescente ao longo de sua história, sem necessariamente ter sido contínuo. Neste contexto, as mudanças morfométricas ocasionadas pela variação do nível do lago promoveram um desenvolvimento marginal crescente, o que foi corroborado por outros estudos que demonstraram que a maior abundância de remanescentes animais de ambientes litorais é maior atualmente do que já foi ao longo da evolução do lago. A comparação entre a reconstituição batimétrica do Lago Dom Helvécio e a abundância de diatomáceas centradas, no caso representadas por um único gênero (Aulacoseira), permitiu o estabelecimento do padrão de evolução da estratificação térmica do lago. Neste sentido, verificou-se que o lago apresentou um padrão de circulação freqüente de sua coluna d'água (talvez polimítico) até cerca de 4.200 anos AP, condicionando, assim, uma boa distribuição dos nutrientes na coluna d'água e por conseqüência uma alta produtividade primária fortemente baseada em diatomáceas. Esta fase do lago foi classificada como homotérmica e eutrófica. A partir de 4.200 anos AP, a profundidade máxima do lago ultrapassou o limite para a ocorrência de circulação freqüente naquele lago, ou seja, entre 12-15 metros. O padrão de circulação foi se tornando cada vez mais infrequente, indisponibilizando, por conseqüência a distribuição de nutrientes no lago, limitando, assim, a produtividade primária. Esta tendência seguiu até cerca de 2.000 anos AP, quando a lagoa parece ter alcançado o padrão de estratificação atual. Esta fase foi, então, classificada como estratificada e oligotrófica. A parte destas classificações, o confronto entre os aportes de fragmentos microscópicos de origem autóctone a alóctone para os sedimentos do lago, mostrou três momentos de aumento proporcional no aporte de material alóctone, sendo, assim, caracterizadas três crises distróficas que por fim apresentaram correlações com as mudanças climáticas à nível regional. A contagem dos fragmentos microscópicos de origem alóctone, ou seja, os fragmentos ligno-celulósicos opacos e os micro-carvões permitiu o estabelecimento da dinâmica climática ao longo do Haloceno. A análise de freqüência de tamanho dos micro-carvões mostrou que cerca de 90% dos carvões encontrados nos sedimentos lacustres são menores do que 4,5 µm, sugerindo um transporte predominantemente aéreo e uma origem regional, enquanto que nos sedimentos aluviais observou-se uma maior contribuição de partículas maiores indicando um transporte aquoso. A abundância, em termos de fluxos, destas partículas alóctones mostraram a ocorrência de quatro fases secas durante o período que abrangeu os sedimentos amostrados, são elas: (1) antes de 8.500 anos AP, que representa a fase de clima seco do final do Pleistoceno, o qual produziu a agradação do paleo-Rio Doce que culminou com o barramento de seus tributários e a formação do Lago Dom Helvécio; (2) 7.000-5.500 anos AP, que representou a mais intensa fase seca de início Holocênico, (3) 4.000-3.000 anos AP e (4) 2.000-1500 anos AP. Estas fases secas identificadas foram totalmente ou parcialmente coincidentes com outros locais do Brasil.","LinhaPesquisa":"Biogeoquímica de Mudanças Globais e Química da Atmosfera","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(FR9*****158)","Orientador_1":"Bruno Jean Turcq","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":95,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31003010034P6","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFF","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE","NomePrograma":"CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10300007,"AreaConhecimento":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","AreaAvaliacao":"CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO","DocumentoDiscente":"904*****772","Autor":"Rosa Amelita Sa Menezes da Motta","TituloTese":"Tratamento de Exceção, Herança Múltipla e Aspectos pela Máquina Virtual do lingOal","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-08T00:00:00","PalavrasChave":"lingOal","Volume":1,"NumeroPaginas":143,"BibliotecaDepositaria":"Mestrado em Ciência da Computação - UFF","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este trabalho descreve a inclusão dos mecanismos para suporte aos seguintes conceitos em linguagens de programação: tratamento de exceção, herança múltipla e aspectos em lingOal, uma linguagem de programação orientada a objetos, pura e dinâmica, desenvolvida no Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal Fluminense.","LinhaPesquisa":"Projeto Isolado","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(406*****772)","Orientador_1":"Luiz Carlos Montez Monte","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":96,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31003010039P8","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFF","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE","NomePrograma":"BIOLOGIA MARINHA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10800000,"AreaConhecimento":"OCEANOGRAFIA","AreaAvaliacao":"BIODIVERSIDADE","DocumentoDiscente":"069*****793","Autor":"DANIELA ZONENSCHAIN","TituloTese":"Influência da esponja Mycale microsigmatosa Arndt (Demospongiae) na estratégia de alocação de energia da alga Sargassum frucatum Kützing (Phaeophyceae) na Ilha de Cabo Frio, Arraial do cabo, RJ.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-11T00:00:00","PalavrasChave":"Sargassum furcatum; fotossíntese; crescimento; Mycale","Volume":1,"NumeroPaginas":42,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central do valonguinho","Idioma":"Português","ResumoTese":"Com o objetivo de avaliar os efeitos da esponja incrustante Mycale microsigmatosa na fotossíntese e na alocação de energia para crescimento, reprodução e produção de polifenóis da alga Sargassum furcatum na Praia do farol, Arraial do cabo, RJ, foram realizadas medições mensais das taxas fotossintéticas, biomassa (peso seco), comprimento e largura do talo, concentração de polifenóis e avaliações do esforço reprodutivo, comparando espécimes de S.furcatum com e sem a presença de colônias da esponja M.microsigmatosa como epibiontes. O trabalho foi realizado durante o período de novembro/1997 a abril/1998. Foi testada a hipótese de que talos de S.furcatum possuem estratégias de alocação de energia diferenciadas para processos de crescimento, reprodução e produção de polifenóis que possibilitam seu crescimento e sobrevivência mesmo quando cobertos pela esponja epibionte M.microsigmatosa. Os resultados mostraram que espécimes de S.furcatum sem esponja apresentaram maiores taxas de fotossíntese (p< 0,05)comparado com as outras com esponja. Em geral, as algas sem esponjas apresentaram as maiores médias de esforço reprodutivo (p< 0,05). No caso da biomassa total, biomassa vegetativa e do comprimento, somente em dezembro houve diferença significativa (p<0,05), e na largura não foi observada diferença significativa em S.furcatum com ou sem a esponja. As algas com esponjas apresentaram maiores concentrações de polifenol do que as algas sem esponjas nos três primeiros meses do experimento (p<0,05); nos outros três meses as concentrações foram baixas e semelhantes. Os dados indicam que espécimes de S.furcatum da Praia do farol possuem estratégias de alocação de recursos que lhes possibilitam crescer e sobreviver mesmo quando possuem organismos epibiontes incrustados em seus talos. A partir da fotossíntese bruta, as algas sem esponja investem mais energia para a produção de estruturas reprodutivas do que aquelas com esponjas. Inversamente, as algas com esponja investem mais energia para a produção de biomassa vegetativa e de polifenóis do que as algas sem esponja. No caso dos polifenóis, a alocação de energia diminui conforme o desenvolvimento das algas, sendo maior no início do crescimento e menor ao final de seu ciclo de vida.....Grau obtido: 9,0 (nove)..Conceito: A","LinhaPesquisa":"Ecologia de comunidades bentônicas de substrato duro","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(414*****700)","Orientador_1":"RICARDO COUTINHO","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"(771*****791)","CoOrientador_1":"RENATO CRESPO PEREIRA","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":97,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31003010039P8","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"UFF","NomeIes":"UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE","NomePrograma":"BIOLOGIA MARINHA","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10800000,"AreaConhecimento":"OCEANOGRAFIA","AreaAvaliacao":"BIODIVERSIDADE","DocumentoDiscente":"911*****791","Autor":"CARLA TRINDADE MOREIRA DIAS","TituloTese":"METODOLOGIA PARA O USO DE CILIADOS MARINHOS EM ESTUDOS ECOTOXICOLÓGICOS: TESTES DE TOXICIDADE COM ZINCO E COBRE","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-12T00:00:00","PalavrasChave":"testes de toxicidade, ciliados marinhos, zinco, cobre","Volume":1,"NumeroPaginas":47,"BibliotecaDepositaria":"Biblioteca Central do Valonguinho da UFF","Idioma":"Português","ResumoTese":"Apesar da reconhecida importância ecológica dos protistas ciliados, eles ainda são pouco utilizados em estudos ecotoxicológicos. O presente trabalho tem por objetivo adaptar uma metodologia para a utilização de protistas ciliados marinhos em testes de toxicidade, bem como testar a sensibilidade da espécie Moneuplotes vannus (+ Euplotes vannus) (Muller, 1786) Jankowski, 1979 aos metais pesados zinco e cobre. Essa espécie foi selecionada por ser de fácil manipulação e cultivo em labortaório. Os organismos que deram origem ao cultivo foram isolados a partir de uma amostra de sedimento arenoso coletada em uma praia não poluída. Os testes de toxicidade com sulfato de zinco e sulfato de cobre foram realizados com cinco concentrações, variando de 5 a 40 mgZn/l e 0,015 a 24 mgCu/l, respectivamente. Foram utilizadas cinco réplicas para cada concentração e para o controle. Os testes foram feitos em placas de Petri contendo 10 ml de solução teste e 10 organismos em cada placa. O Parâmetro observado foi a inibição do crescimento da população 48 horas. Cada metal foi testado cinco vezes. A concentração efetiva a 50% dos organismos após o período de exposição foi de 7,3 mgZn/l e 0,106 mgCu/l. O coeficiente de variação entre os testes foi de 18% para o zinco e 9% para o cobre. Essa metodologia apresentou-se como uma alternativa eficiente, rápida, simples e de baixo custo para avaliação toxicológica de efluentes ou amostras ambientais.....Grau obtido: 10,0 (dez)..Conceito: A","LinhaPesquisa":"Ecotoxicologia Marinha","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(119*****204)","Orientador_1":"ROSANE BARBOSA CONSTANTE DE MORAES","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":98,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31005012005P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"PUC-RIO","NomeIes":"PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"QUÍMICA (QUÍMICA ANALÍTICA INORGÂNICA)","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"029*****704","Autor":"Luiz Alexandre Mosca Cunha","TituloTese":"Avaliação de catalisadores de Pt, Ru e Ni suportados em zeólita NaY na hidrogenação do benzeno.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-04T00:00:00","PalavrasChave":"Hidrogenação do benzeno, zeólita, catalisadores metálicos.","Volume":1,"NumeroPaginas":65,"BibliotecaDepositaria":"Química","Idioma":"Português","ResumoTese":"Considerando o interesse crescente de se saturar o benzeno causado pelos problemas ambientais que ele provoca e o desenvolvimento da catálise de metais sobre zeólitas, cujas propriedades particulares, permitem a obtenção de partículas metálicas altamente dispersas e com uniforme distribuição de tamanhos, realizaram-se testes de caracterização e avaliação de catalisadores metálicos suportados em zeólitas NaY na reação de hidrogenação do benzeno.  Os catalisadores foram caracterizados através de técnicas de DRX, ICP, TPR e avaliados em uma unidade de bancada. Os testes com o catalisador PtNaY apontaram que à medida que se aumetnou a concentração do metal, o nível de conversão também cresceu, sendo esta totalmente seletiva a ciclohexano. Os dados e resultados dos testes catalíticos de NiNaY mostram que só existe atividade para o catalisador 2%, em peso, de Ni. Comparando a conversão dos catalisadores PtNaY e RuNaY, este último se mostrou ligeiramente superior. Mas a conversão para o ciclohexano foi maior para o catalisador PtNaY do que para o RuNaY. Para este último, outros produtos além do ciclohexano, foram detectados na saída do reator, o que não foi registrado para o PtNaY. 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Os catalisadores depois de preparados foram caracterizados pelas técnicas de espectrometria de emissão atômica de plasma induzido (ICP-AES), difração de Raio X; análise termogravimétrica (TGA); redução com temperatura programada (TPR), adsorção química e física de H2 e adsorção física de H2 (BET), e tiveram sua atividade e seletividade avaliadas na reação de desidrociclização de n-hexano à benzeno. Os resultados obtidos com os testes realizados, nos levam a crer que o catalisador 1% PtKL, preparado via CVD apresenta partículas de Pt mais bem dispersas nos canais da zeólita do que o catalisador 1% PtKL, preparado via impregnação líquida. Esta melhor dispersão do catalisador preparado via CVD favorece a reação de desidrociclização do n-hexano à benzeno, já que nos testes catalíticos, ele mostrou-se mais seletivo à formação de benzeno do que o preparado via impregnação líquida.","LinhaPesquisa":"Catálise","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(387*****787)","Orientador_1":"Maria Isabel Pais da Silva","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""},{"_id":100,"AnoBase":1998,"CodigoPrograma":"31005012005P5","Regiao":"SUDESTE","Uf":"RJ","SiglaIes":"PUC-RIO","NomeIes":"PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO","NomePrograma":"QUÍMICA (QUÍMICA ANALÍTICA INORGÂNICA)","GrandeAreaCodigo":10000003,"GrandeAreaDescricao":"CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA","AreaConhecimentoCodigo":10600000,"AreaConhecimento":"QUÍMICA","AreaAvaliacao":"QUÍMICA","DocumentoDiscente":"666*****710","Autor":"Mary Lúcia da Silva","TituloTese":"Identificação de um aumento na taxa de crescimento em árvores da espécie Araucária angustifolia do Horto Florestal de Campos do Jordão nos últimos 50 anos.","Nivel":"Mestrado","DataDefesa":"1998-01-08T00:00:00","PalavrasChave":"Taxa de crescimento, Araucária angustifolia.","Volume":1,"NumeroPaginas":70,"BibliotecaDepositaria":"Química","Idioma":"Português","ResumoTese":"Este tabalho visa apresentar dados significativos sobre o aumento na razão de crescimento na formação de anéis em árvores de Araucaria angustifolia, observada no Horto Florestal de Campos do Jordão, em São Paulo. Em virtude de não ser possível cortar árvores, a investigação foi baseada na determinação do diâmetro com árvores de idade conhecida de diversas plantações do Horto. A partir dos resultados desta amostragem com dados conhecidos (período 1600 - 1950), constatou-se que as árvores recentes têm praticamente o dobro do diâmetro em relação ao passado. O aumento da taxa de crescimento radial e o mesmo fato do aumento da produtividade foram verificados na base do fracionamento istotópico 13C/12C. Esses dois resultados ajustam-se quantitativamente.","LinhaPesquisa":"Química Ambiental Orgânica e Inorgânica","URLTextoCompleto":"","DocumentoOrientador_1":"(776*****744)","Orientador_1":"Klaus Paul Ernst Wagener","DocumentoOrientador_2":"","Orientador_2":"","DocumentoOrientador_3":"","Orientador_3":"","DocumentoOrientador_4":"","Orientador_4":"","DocumentoCoOrientador_1":"","CoOrientador_1":"","DocumentoCoOrientador_2":"","CoOrientador_2":"","DocumentoCoOrientador_3":"","CoOrientador_3":"","DocumentoCoOrientador_4":"","CoOrientador_4":""}], "fields": [{"id": "_id", "type": "int"}, {"id": "AnoBase", "type": "numeric"}, {"id": "CodigoPrograma", "type": "text"}, {"id": "Regiao", "type": "text"}, {"id": "Uf", "type": "text"}, {"id": "SiglaIes", "type": "text"}, {"id": "NomeIes", "type": "text"}, {"id": "NomePrograma", "type": "text"}, {"id": "GrandeAreaCodigo", "type": "numeric"}, {"id": "GrandeAreaDescricao", "type": "text"}, {"id": "AreaConhecimentoCodigo", "type": "numeric"}, {"id": "AreaConhecimento", "type": "text"}, {"id": "AreaAvaliacao", "type": "text"}, {"id": "DocumentoDiscente", "type": "text"}, {"id": "Autor", "type": "text"}, {"id": "TituloTese", "type": "text"}, {"id": "Nivel", "type": "text"}, {"id": "DataDefesa", "type": "timestamp"}, {"id": "PalavrasChave", "type": "text"}, {"id": "Volume", "type": "numeric"}, {"id": "NumeroPaginas", "type": "numeric"}, {"id": "BibliotecaDepositaria", "type": "text"}, {"id": "Idioma", "type": "text"}, {"id": "ResumoTese", "type": "text"}, {"id": "LinhaPesquisa", "type": "text"}, {"id": "URLTextoCompleto", "type": "text"}, {"id": "DocumentoOrientador_1", "type": "text"}, {"id": "Orientador_1", "type": "text"}, {"id": "DocumentoOrientador_2", "type": "text"}, {"id": "Orientador_2", "type": "text"}, {"id": "DocumentoOrientador_3", "type": "text"}, {"id": "Orientador_3", "type": "text"}, {"id": "DocumentoOrientador_4", "type": "text"}, {"id": "Orientador_4", "type": "text"}, {"id": "DocumentoCoOrientador_1", "type": "text"}, {"id": "CoOrientador_1", "type": "text"}, {"id": "DocumentoCoOrientador_2", "type": "text"}, {"id": "CoOrientador_2", "type": "text"}, {"id": "DocumentoCoOrientador_3", "type": "text"}, {"id": "CoOrientador_3", "type": "text"}, {"id": "DocumentoCoOrientador_4", "type": "text"}, {"id": "CoOrientador_4", "type": "text"}], "_links": {"start": "/api/3/action/datastore_search?resource_id=9e60a625-7c27-47f3-a7e9-7f4db4171422", "next": "/api/3/action/datastore_search?resource_id=9e60a625-7c27-47f3-a7e9-7f4db4171422&offset=100"}, "total": 1250, "total_was_estimated": false}}